Questões de Concurso
Comentadas sobre doenças infecciosas em veterinária
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As bactérias do gênero Brucella são parasitas _________ facultativos, com morfologia de cocobacilos _________, _________; podem apresentar-se em cultivos _________ com morfologia _________ lisa ou rugosa.
1. Forma hiperaguda. 2. Forma aguda. 3. Forma crônica. 4. Forma subclínica.
( ) Esta é a fase mais difícil de detectar. Os sintomas não são aparentes, portanto, é preciso que haja muita atenção e observação por parte dos tutores.
( ) Os principais atingidos são os recém-nascidos e filhotes, devido à formação incompleta de seu sistema de defesa. Animais com graves infestações de carrapatos também estão suscetíveis a apresentar esse quadro. Nessa fase, o animal pode apresentar choque com hipotermia, hipóxia tissular (quando os tecidos não recebem o oxigênio necessário) e outras lesões.
( ) Embora incomum, esta fase costuma acontecer em animais parasitados há muito tempo. Os sintomas são depressão, fraqueza, perda de peso e febre intermitente.
( ) Esta é a fase mais comum da doença, caracterizada por uma anemia hemolítica (destruição dos glóbulos vermelhos). Mucosas pálidas e febre estão entre os principais sinais.
I. Sintomas do cachorro na fase respiratória: tosse, pneumonia em cachorro, secreção no nariz e nos olhos, dificuldade de respirar, febre, cansaço. Cinomose se não for tratada corretamente aqui pode acabar evoluindo para outras fases.
II. Sintomas de cinomose canina na fase gastrointestinal: diarreia, vomito, falta de apetite, dor no abdômen.
III. Sintomas de cinomose canina na fase neurológica: tremores, contrações musculares involuntárias, convulsões, paralisia, alterações de comportamento e dificuldade motora.
IV. Sintomas da cinomose também podem afetar a pele e os olhos do animal, como: pústulas no abdômen, hiperqueratose de coxins e focinho, conjuntivite, lesão na retina.
1. Esporotricose cutânea.
2. Esporotricose linfocutânea. 3. Esporotricose extracutânea.
4. Esporotricose disseminada.
( ) É a forma clínica mais frequente; são formados pequenos nódulos, localizados na camada da pele mais profunda, seguindo o trajeto do sistema linfático da região corporal afetada. A localização preferencial é nos membros.
( ) Acontece quando a doença se dissemina para outros locais do organismo, com comprometimento de vários órgãos e/ou sistemas (pulmão, ossos, fígado).
( ) Quando a doença se espalha para outros locais do corpo, como ossos, mucosas, entre outros, sem comprometimento da pele.
( ) Caracteriza-se por uma ou múltiplas lesões, localizadas principalmente nas mãos e braços.
1. Medidas aplicáveis às fontes de infecção.
2. Medidas aplicáveis às vias de transmissão.
3. Medidas aplicáveis aos suscetíveis.
( ) Cães e gatos com sinais e sintomas de raiva e que sejam, portanto, potenciais fontes de infecção para novos susceptíveis devem ser mantidos em isolamento para observação por até 10 dias e, com a evolução dos sintomas, submetidos à eutanásia.
( ) Fora do meio intracelular e de um hospedeiro, o vírion do RABV (vírus da raiva) é lábil, em função, sobretudo, da desestruturação do envelope e da consequente perda de infectividade. Superfícies contaminadas podem ser desinfetadas com etanol a 70% ou álcool iodado; para materiais médicos como instrumentos cirúrgicos ou de necropsia, a esterilização por calor (autoclave ou forno) é capaz de eliminar a infectividade viral.
( ) A vacinação de cães e gatos a partir de 3 meses de idade, com revacinação anual, foi a medida que historicamente diminui a prevalência de raiva não só nessas espécies de carnívoros domésticos, mas também entre os seres humanos, tendo reduzido consideravelmente a ocorrência de casos humanos de raiva transmitida por esses animais.
As doenças infectocontagiosas representam uma preocupação significativa na pecuária, afetando a saúde e a produtividade dos animais domésticos, incluindo equinos, bovinos, caprinos, ovinos e suínos. Essas doenças podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos e parasitas, e geralmente se espalham de um animal para outro por contato direto ou indireto. A prevenção e o controle dessas doenças são fundamentais para garantir a saúde do rebanho e evitar prejuízos econômicos. Estratégias como vacinação, biossegurança e manejo adequado são essenciais para minimizar o risco de surtos e proteger a saúde dos animais e a produção pecuária.
Qual das seguintes afirmativas é verdadeira sobre doenças infectocontagiosas em animais domésticos?
I. Essa é uma bactéria classificada como parasita intracelular obrigatório.
II. Corrimento nasal e ocular nas aves infectadas são algumas das manifestações da doença.
III. A doença é classificada como uma zoonose direta.
IV. Febre, mialgia e tosse são sintomas comuns nas pessoas afetadas por essa doença.
Quais estão corretas?
As leishmanioses são doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania e podem apresentar diferentes formas clínicas, sendo a Leishmaniose Visceral e a Leishmaniose Cutânea as mais comuns.
Um médico de um centro de saúde em uma região endêmica para leishmanioses está atendendo um paciente com uma lesão cutânea na pele que se assemelha a uma úlcera. O paciente relata ter visitado uma área rural recentemente. Além disso, o paciente apresenta febre, calafrios e fraqueza. O médico suspeita de leishmaniose cutânea. Considerando esse contexto, responda à seguinte pergunta:
Qual é a principal forma de transmissão da leishmaniose cutânea, e qual é o vetor envolvido nessa transmissão?
Qual dos seguintes é o principal hospedeiro da bactéria Yersinia pestis, responsável pela peste bubônica?
A coccidiose é uma enterite potencialmente grave causada por espécies de parasitas intracelulares obrigatórios do gênero Eimeria. Esses parasitas causam perdas econômicas significativas para a avicultura, principalmente devido ao comprometimento da eficiência da produção e do custo em controlá-los. Sobre Coccidiose, assinale a alternativa CORRETA: