Questões de Concurso
Sobre defesa sanitária em veterinária
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I. O PNEEB proíbe, em território nacional, a fabricação, comercialização e o uso de farinhas de carne e ossos de mamíferos na alimentação de ruminantes, como medida de mitigação de risco.
II. O programa inclui a obrigatoriedade de notificações de suspeitas de EEB em bovinos, especialmente em animais com sinais clínicos neurológicos, independentemente da idade.
III. A vigilância passiva é a principal estratégia adotada pelo programa, sendo realizada por meio da inspeção rotineira de abatedouros e coleta de amostras de bovinos adultos saudáveis para análise.
IV. A importação de bovinos vivos, produtos e subprodutos de países com casos confirmados de EEB está sujeita a critérios rigorosos de avaliação de risco estabelecidos pelo programa.
I. O plano prevê a formação de Comitês de Emergência, compostos por especialistas de diferentes áreas, para avaliar riscos e propor estratégias de resposta.
II. O monitoramento contínuo de doenças emergentes e reemergentes é considerado uma ação reativa no plano, sendo implementado apenas após a confirmação de surtos.
III. A notificação obrigatória de doenças exóticas ou de alta mortalidade é uma das principais ferramentas para a ativação imediata do plano de contingência.
IV. Exercícios de simulação e treinamento são componentes essenciais para garantir que as equipes responsáveis pela resposta estejam preparadas para atuar em situações reais
I. A vigilância ativa envolve a realização de inquéritos sorológicos e monitoramento clínico em propriedades localizadas em zonas de risco e áreas de transição.
II. A vacinação obrigatória contra a febre aftosa foi suspensa em todos os estados brasileiros em 2020, como parte da transição para o status de país livre da doença sem vacinação.
III. A identificação e rastreabilidade de animais são consideradas componentes fundamentais para a detecção precoce de surtos e para a certificação de zonas livres da doença.
IV. A participação da sociedade, por meio da notificação de casos suspeitos, é uma ferramenta importante na detecção precoce e resposta rápida a surtos de febre aftosa.
Em uma auditoria de Boas Práticas de Fabricação (BPF) em uma indústria de laticínios, foi constatado que o controle da temperatura nos tanques de pasteurização não estava sendo documentado corretamente, e havia falhas intermitentes no sistema de monitoramento. Segundo o artigo 220 do RIISPOA, “o controle de temperatura é indispensável para a segurança de produtos lácteos pasteurizados”.
Com base na legislação e nas condições observadas, qual seria a melhor decisão técnica?
I. Fêmeas com idade igual ou superior a 24 meses, quando vacinadas com B19.
II. Fêmeas com idade igual ou superior a 08 meses quando não vacinadas ou vacinadas com RB51.
III. Machos com idade superior a 24 meses quando destinados à reprodução.
I. Fêmeas vacinadas com a amostra RB51 deverão ser marcadas com um V no lado esquerdo da cara
II. É obrigatório, ao produtor, a vacinação de fêmeas bovinas com idade superior a oito meses, utilizando-se a vacina contra brucelose não indutora da formação de anticorpos aglutinantes, amostra RB51.
III. No Teste do 2-Mercaptoetanol, a presença de qualquer aglutinação classifica o animal como reagente ao teste.
IV. Para o trânsito internacional de animais, os animais devem ser testados para Brucelose utilizando-se o teste de Fixação de Complemento.
V. Os testes de rotina para o diagnóstico de tuberculose são o teste cervical simples, o teste da prega caudal e o teste cervical comparativo.
Estão CORRETAS: