Questões de Concurso
Sobre saúde do adulto na atenção básica em medicina
Foram encontradas 319 questões
I. Menor probabilidade de doença. II. Alta capacidade funcional física e mental. III. Engajamento social ativo com a vida.
Quais estão corretas?
Atuando como médico da equipe de Estratégia de Saúde da Família, durante a pandemia da COVID-19, e seguindo o “Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde”, publicado pelo Ministério da Saúde, adotou-se o “Fast-Track para Síndrome Gripal”, sendo este um método derivado de protocolo de triagem em emergências.
Com relação a esse protocolo,
1. O PSA analisado isoladamente pelo método de quimiluminescência tem como padrão de referência internacional de até 4,0 ng/ml.
2. O resultado do PSA deve sempre ser interpretado em conjunto com várias variáveis, como por exemplo, a idade, história familiar e resultado do exame digital da próstata.
3. Os níveis de PSA podem se elevar transitoriamente após toque retal, exame digital da próstata, ultrassom retal e biópsia da próstata.
4. A dosagem do antígeno prostático livre deve ser interpretada pelo médico, junto com resultado do PSA Total e outros exames complementares de avaliação prostática.
Assinale a opção correta.
Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.
Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é
direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da
Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da
equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde
para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu
Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal
agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa
nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu
primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS
no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse
acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas
continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos,
Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria,
enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização,
confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa
apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC
antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois
meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a
alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto,
que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos,
Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em
que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve
conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.
Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.
Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é
direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da
Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da
equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde
para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu
Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal
agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa
nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu
primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS
no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse
acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas
continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos,
Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria,
enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização,
confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa
apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC
antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois
meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a
alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto,
que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos,
Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em
que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve
conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.
Segundo o Consenso sobre Abordagem e Tratamento do Fumante do Instituto Nacional do Câncer, está correto o médico
A abordagem inicial adequada para essa paciente é administrar
Nesse caso, a conduta médica inicial deve ser
Jorge, 45 anos, casado, 2 filhos (15 e 17 anos), trabalhava como segurança noturno, mas está desempregado há mais de 1 ano. Foi demitido do último emprego, pois chegava atrasado e dormia durante o trabalho. Diversas vezes chegava alcoolizado e sem condições de ficar na empresa. É diabético, mas não faz uso da metformina prescrita pelo médico da UBS. Sua esposa Ana, 43 anos, trabalha no mercado do bairro. O filho Igor está terminando o estudo secundário e passa a maior parte do tempo com os amigos na rua. Jorge tem consumido bebidas alcoólicas diariamente, não está mais procurando emprego, tem ficado agitado e não pensava em parar de beber, até que esteve internado por causa de um quadro de descompensação do diabetes. Durante a internação, Ana foi a UBS para solicitar ajuda.
Sobre os cuidados dispensados pela equipe de saúde da família no acompanhamento de pacientes usuários de álcool, assinale a alternativa correta.
Sobre o Programa Melhor em Casa, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Evita internações hospitalares em casos de média e baixa complexidade.
II. Diminui o tempo de internação, possibilitando que o usuário termine o tratamento em casa.
III. Diminui os índices de infecção hospitalar.
IV. Disponibiliza leitos hospitalares para outros usuários que realmente necessitam.
V. Permite uma melhor gestão dos recursos financeiros, porque os mesmos cuidados realizados no hospital podem ser realizados no domicílio, com custo menor.