Questões de Concurso Sobre saúde do adulto na atenção básica em medicina

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Q1921999 Medicina
O médico do PSF deve iniciar o tratamento para úpus cutâneo em sua fase inicial. Indica-se para esta patologia: 
Alternativas
Q1901731 Medicina
Sobre o envelhecimento bem-sucedido, analise as assertivas abaixo em relação à Política Nacional da Pessoa Idosa:
I. Menor probabilidade de doença. II. Alta capacidade funcional física e mental. III. Engajamento social ativo com a vida.
Quais estão corretas?
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Q3860511 Medicina

Atuando como médico da equipe de Estratégia de Saúde da Família, durante a pandemia da COVID-19, e seguindo o “Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus (COVID-19) na Atenção Primária à Saúde”, publicado pelo Ministério da Saúde, adotou-se o “Fast-Track para Síndrome Gripal”, sendo este um método derivado de protocolo de triagem em emergências.



Com relação a esse protocolo,

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Q2215906 Medicina
Analise as afirmativas abaixo quanto ao acompanhamento clínico do paciente com dosagem do antígeno prostático específico total (PSA).
1. O PSA analisado isoladamente pelo método de quimiluminescência tem como padrão de referência internacional de até 4,0 ng/ml.
2. O resultado do PSA deve sempre ser interpretado em conjunto com várias variáveis, como por exemplo, a idade, história familiar e resultado do exame digital da próstata.
3. Os níveis de PSA podem se elevar transitoriamente após toque retal, exame digital da próstata, ultrassom retal e biópsia da próstata.
4. A dosagem do antígeno prostático livre deve ser interpretada pelo médico, junto com resultado do PSA Total e outros exames complementares de avaliação prostática.

Assinale a opção correta. 
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Q2004826 Medicina
Para um paciente com diarreia e sem sinais de desidratação foi estabelecido o Plano A de tratamento, para ser realizado em domicílio. O paciente deve ser orientado que caso não melhorar em 2 dias ou se apresentar qualquer um dos sinais e sintomas abaixo, deve procurar imediatamente o serviço de saúde, EXCETO se:
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Q1910265 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

A abordagem adequada frente à demanda, ilustrada na questão anterior, de Edberto quanto a exames de rastreio de câncer de pulmão configura que nível de Prevenção? 
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Q1910263 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Após você realizar as orientações de redução de risco, quanto ao fumo, durante o aleitamento, você explora as motivações de Vanessa de planejar voltar a fumar após o término da gravidez. Vanessa informa que fuma “para fazer companhia ao Edberto”. Após identificar Edberto como um personagem chave para abordar o tabagismo de Vanessa, você agenda uma consulta para Edberto. Durante a consulta com Edberto, através da entrevista motivacional, você identifica que ele se encontra no estágio Contemplativo. Qual abordagem, a partir da entrevista motivacional, é a mais adequada nesse caso? 
Alternativas
Q1839150 Medicina
Homem, de 46 anos, vai à consulta de rotina na atenção básica. Nega morbidades no momento atual, não usa medicamentos e faz consultas médicas anualmente. Realiza exercícios físicos três vezes por semana. Nunca tomou vacinas, pois na infância morava numa vila de pescadores, sem recursos. As vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde para esse paciente são:
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Q1839147 Medicina
Jorge, de 28 anos, procura seu médico de família, relatando secreção uretral mucopurulenta e ardência uretral durante a micção nas últimas 72 horas. Admite ter relações sexuais com parceiros de ambos os sexos sem uso de preservativos. Diante da impossibilidade de realizar exames complementares, foi medicado com doses únicas de 500 mg de ceftriaxone IM e 1 g de azitromicina VO. Uma semana depois do tratamento, retorna ao médico e diz que, apesar de alguma melhora, alguns sintomas persistem, como disúria e secreção uretral mucosa. Relata abstinência sexual nos últimos sete dias e tratamento dos seus parceiros fixos, com o mesmo regime terapêutico prescrito para ele, conforme orientado. Nesse contexto, a melhor conduta a ser tomada no retorno é:
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Q1839131 Medicina
Um homem, de 50 anos, hipertenso e diabético insulinodependente está em pré-operatório de colecistectomia. Hemograma e bioquímica são normais e não há outras comorbidades. No índice de risco cardíaco modificado (escore de Lee), sua pontuação é:
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Q1839128 Medicina
Homem, de 30 anos, relata cansaço progressivo ao fazer esforços e emagrecimento. Radiografia de tórax mostra derrame pleural direito. Depois da toracocentese, o líquido apresentou 800 leucócitos/mm3, 80% mononucleares, proteínas 5,0 g/dL, LDH 600 UI/L e ADA 70 UI/L. A conduta mais apropriada é:
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Q1839125 Medicina
O médico clínico atende um paciente de 50 anos, assintomático, com o seguinte hemograma: hemoglobina 14 g/dL, leucometria 5600/mm3 (diferencial normal) e plaquetas 80 mil/mm3. O exame físico é normal e não há comorbidades. A próxima etapa da investigação é:
Alternativas
Q1839123 Medicina
Um homem de 25 anos apresenta disúria e descarga uretral. Não tem febre, adenopatia nem dor lombar. A conduta mais apropriada é: 
Alternativas
Q1839118 Medicina
Um homem de 50 anos, com sobrepeso e sedentário, apresenta perfil lipídico com colesterol LDL 110 mg/dl, HDL 25 mg/dl e triglicerídeos 340 mg/dl. A melhor intervenção terapêutica é:
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Q3863956 Medicina
Um médico de uma equipe de Saúde da Família atende muitas pessoas tabagistas e opta por implantar um grupo operativo de enfrentamento ao tabagismo como intervenção coletiva de educação em saúde.
Segundo o Consenso sobre Abordagem e Tratamento do Fumante do Instituto Nacional do Câncer, está correto o médico
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Q3863918 Medicina
Uma mulher com 69 anos de idade, hipertensa, em uso de enalapril 40 mg/dia e de hidroclorotiazida 25 mg/dia, tem palpitações, tremores de membros superiores e dispneia que começaram há cerca de 30 minutos, logo após ter sido assaltada. Está orientada, corada, sem déficits motores focais, FC = 110 bpm, PA = 200 x 120 mmHg em membros superiores. Ausculta cardíaca: bulhas normofonéticas, ritmo regular em 2 tempos, sem sopros. Pulsos radiais e femorais amplos, bilateralmente, FR = 24 irpm, sem esforço respiratório. Ausculta pulmonar normal. Oximetria de pulso de 99 % (em ar ambiente). O eletrocardiograma mostra taquicardia sinusal e sinais de sobrecarga ventricular esquerda.

A abordagem inicial adequada para essa paciente é administrar
Alternativas
Q3863901 Medicina
Um homem com 19 anos de idade, motorista de aplicativo, procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por tristeza e insônia há uma semana, desde que sua mãe faleceu por acidente ciclístico. O pai faleceu em um acidente de moto há 5 anos. Relata que tem estado muito preocupado com o futuro, pois agora está morando apenas com sua irmã de 15 anos de idade. Nos últimos dias, ele tomou 3 comprimidos de diazepam que achou na bolsa da mãe e pede uma receita para pegar mais dessa medicação na USF. Nega histórico de transtornos mentais.
Nesse caso, a conduta médica inicial deve ser
Alternativas
Q1382950 Medicina

Jorge, 45 anos, casado, 2 filhos (15 e 17 anos), trabalhava como segurança noturno, mas está desempregado há mais de 1 ano. Foi demitido do último emprego, pois chegava atrasado e dormia durante o trabalho. Diversas vezes chegava alcoolizado e sem condições de ficar na empresa. É diabético, mas não faz uso da metformina prescrita pelo médico da UBS. Sua esposa Ana, 43 anos, trabalha no mercado do bairro. O filho Igor está terminando o estudo secundário e passa a maior parte do tempo com os amigos na rua. Jorge tem consumido bebidas alcoólicas diariamente, não está mais procurando emprego, tem ficado agitado e não pensava em parar de beber, até que esteve internado por causa de um quadro de descompensação do diabetes. Durante a internação, Ana foi a UBS para solicitar ajuda.


   Sobre os cuidados dispensados pela equipe de saúde da família no acompanhamento de pacientes usuários de álcool, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1287966 Medicina
Homem, 45 anos, consulta na Unidade Básica de Saúde por dor anal aguda. Junto com a esposa, alega que notou lesão escura perianal, sem sangramento, sem mudança do habito intestinal, apesar de ter sempre fezes pequenas e ressequidas. Nega histórico familiar de câncer de intestino e refere tratamento para fissura anal há 5 anos. No exame, nota-se mamilo hemorroidário trombosado de 3,5 cm. Qual o manejo mais adequado a ser feito pelo médico na UBS?
Alternativas
Q1153106 Medicina

Sobre o Programa Melhor em Casa, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.


I. Evita internações hospitalares em casos de média e baixa complexidade.

II. Diminui o tempo de internação, possibilitando que o usuário termine o tratamento em casa.

III. Diminui os índices de infecção hospitalar.

IV. Disponibiliza leitos hospitalares para outros usuários que realmente necessitam.

V. Permite uma melhor gestão dos recursos financeiros, porque os mesmos cuidados realizados no hospital podem ser realizados no domicílio, com custo menor.

Alternativas
Respostas
241: B
242: E
243: A
244: C
245: B
246: D
247: D
248: A
249: C
250: B
251: D
252: B
253: D
254: B
255: D
256: B
257: C
258: C
259: D
260: D