Questões de Concurso Sobre medicina

Foram encontradas 166.293 questões

Q3998673 Medicina
Paciente criança, 6 anos, com emagrecimento, dispneia, febre, taquicardia e HAS grave. Investigação: Inicialmente investigado como linfoma, mas ecocardiograma revelou miocardiopatia dilatada e TC de abdome evidenciou massa na suprarrenal esquerda. Diagnóstico: Dosagens elevadas de metanefrinas e ácido vanilmandélico (VMA) na urina.

Sobre este caso, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - A hipertensão arterial é o sintoma mais importante, mas frequência cardíaca elevada com pulso forte, sudorese excessiva, tontura ao ficar em pé, respiração acelerada, dores de cabeça intensas e muitos outros sintomas também podem ocorrer.
II - É possível que o médico suspeite que a pessoa tem um feocromocitoma, porque quase 70% das pessoas apresentam sintomas, exceto uma hipertensão arterial persistente. Entretanto, é possível que o médico peça determinados exames laboratoriais quando a hipertensão arterial ocorre em um adulto jovem, aparece e desaparece ou acompanha outros sintomas de um feocromocitoma.
III - Devido à hipertensão arterial e outros sintomas, é possível que o médico receite um betabloqueador antes de saber que a causa é um feocromocitoma. Betabloqueadores podem fazer a hipertensão arterial piorar em pessoas com feocromocitoma. Essa reação paradoxal frequentemente torna claro o diagnóstico de feocromocitoma.
Alternativas
Q3998672 Medicina
Mãe refere que a criança iniciou quadro diarreico aquoso há 3 dias, de forma súbita e acompanhado de febre alta (38,5°/ 40°C). Relata que as fezes eram de coloração amareloesverdeada e que, posteriormente, tornaram-se predominantemente sanguinolentas, com sangue vermelho rutilante, em pequena quantidade, porém, com alta frequência durante todo período (cerca de 10 episódios/dia). Nega associação com vômitos. Relata urina concentrada. Simultaneamente apresenta dor abdominal intermitente e de fraca intensidade. Apresenta hiporexia que evoluiu para uma anorexia há 1 dia.

Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - A transmissão fecal-oral é a maneira pela qual a gastroenterite viral costuma se disseminar. A transmissão fecal-oral significa que os vírus nas fezes de uma pessoa infectada entram na boca de outra pessoa. É claro que as pessoas não ingerem as fezes diretamente. Ao contrário, a criança com diarreia e/ou a pessoa que cuida dela pode ter um pouco de fezes infectadas nas mãos (sobretudo quando não lavam as mãos com cuidado).
II - É provável que a presença de bactérias cause febre e diarreia sanguinolenta e alguns tipos causam cólicas abdominais. Certos tipos de bactérias, como algumas cepas de E. Coli e Shigella, produzem toxinas que podem causar uma complicação chamada síndrome hemolítica-urêmica.
III - Antibióticos não são eficazes quando a causa da gastroenterite é uma infecção viral. O médico só administra antibióticos quando a gastroenterite tiver sido causada por bactérias específicas que podem ser tratadas com antibióticos (por exemplo, Shigella ou Campylobacter). 
Alternativas
Q3998671 Medicina
A bronquiolite é uma patologia que assusta e preocupa os pais e profissionais da pediatria, devido os casos apresentados em pronto atendimento e complicações em diversos casos. Sobre este assunto analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3998670 Medicina
Paciente apresentava-se hígido, há cerca de 48 horas começou a apresentar febre alta de 39,5°C junto com vômitos em jato, inapetência, astenia e irritação. Apresentou cefaleia no mesmo período sem fatores de melhora, relata piora ao movimentar-se. Genitora relata administrar Dipirona, 1 vez, sem melhoras. Procurou a emergência, onde foi percebido a presença de petéquias, inicialmente em região inguinal e posteriormente por todo o corpo do paciente. Sobre este assunto, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3998669 Medicina
Paciente, nascido a termo, peso adequado para idade gestacional, com pré-natal incompleto e tardio. Foi diagnosticado com 3 dias de vida por Ecocardiografia Transtorácica visualizando situs inversus e dupla via de saída de ventrículo direito (DVSVD), com aorta à esquerda e hipoplasia do arco aórtico, com situs inversus e dextrocardia. Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - O canal arterial é uma conexão normal entre a artéria pulmonar e a aorta necessária para a circulação fetal apropriada. Ao nascimento, a elevação da PaO2 e o declínio na concentração da prostaglandina causam o fechamento do canal arterial quase sempre nas primeiras 10 a 15 horas de vida.
II - A cianose aparece quando a hemoglobina (Hb) desoxigenada é > 5 g/dL (> 50 g/L). As complicações da cianose persistente incluem policitemia, baqueteamento dos dedos, tromboembolismo (incluindo infarto), doenças hemorrágicas, abscesso cerebral e hiperuricemia. Na tetralogia de Fallot não corrigida, o lactente pode apresentar crises hipercianóticas ou outros defeitos congênitos complexos com estenose subpulmonar dinâmica e defeito ventricular.
III - A resistência das arteríolas pulmonares cai agudamente como resultado da vasodilatação causada por expansão pulmonar, aumento da PaO2 e redução da PaCO2. A tensão elástica dos arcos costais e da parede torácica diminui a pressão intersticial pulmonar, levando ao aumento do fluxo sanguíneo através dos capilares pulmonares. O aumento do retorno venoso dos pulmões eleva a pressão do átrio esquerdo, reduzindo assim o diferencial da pressão entre átrio esquerdo e direito; esse efeito contribui para o fechamento funcional do forame oval.
Alternativas
Q3998668 Medicina
Paciente, 12 anos, sexo masculino, natural de Taguatinga, procedente: estrutural, informante: mãe/ paciente. Queixa principal: Dor torácica há 40 dias. Sobre o assunto de dor torácica em paciente pediátrico, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - A avaliação inicial da dor torácica em pacientes pediátricos começa com uma anamnese completa e um exame físico minucioso. Essas etapas não são essenciais para compreender as características da dor, como sua qualidade, duração, localização, fatores desencadeantes e fatores de alívio. Identificar sinais de alarme, como dor torácica associada a esforço, síncope, palpitações ou histórico familiar de doença cardíaca, é crucial para avaliar a gravidade potencial da condição.

II - É essencial avaliar a pressão arterial, a saturação de oxigênio, a frequência cardíaca e a frequência respiratória do paciente, levando em consideração as variações fisiológicas normais com base na idade.

III - A radiografia de tórax é uma ferramenta diagnóstica comum utilizada na avaliação da dor torácica aguda em crianças e adolescentes. Ela pode revelar condições como pneumonia, bronquite, pneumomediastino, pneumotórax, pneumopericárdio e cardiomegalia. No entanto, sua sensibilidade varia de 11,0% a 17,2%, tornando-a menos confiável como ferramenta diagnóstica isolada. Apesar de suas limitações, a radiografia de tórax é particularmente útil para identificar pneumotórax e pneumomediastino, que, embora representem apenas cerca de 3% dos casos de dor torácica pediátrica, são diagnósticos críticos que os médicos de emergência buscam descartar. 
Alternativas
Q3998667 Medicina
Paciente, 10 anos, sexo masculino, previamente hígido. Queixa principal: Dor abdominal de início há 24 horas. História da Doença Atual: Dor iniciou em região periumbilical, de intensidade moderada, associada a inapetência e dois episódios de vômitos. Nas últimas 6 horas, a dor migrou e localizou-se intensamente na fossa ilíaca direita, evoluindo com febre aferida de 38,2 graus. Exame físico: Geral: Regular estado geral, álgido, febril. Abdome: Plano, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor intensa à palpação profunda em FID, sinal de Blumberg (descompressão dolorosa) positivo, sinal de Rovsing positivo. Sobre o assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.

I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.

II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.

III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
Alternativas
Q3998666 Medicina
Paciente, masculino, 3 anos. História: Queda de panela com óleo quente na cozinha, atingindo tórax e membros inferiores. Exame Físico: Presença de bolhas (flictenas), eritema, aspecto úmido e dor intensa, caracterizando queimaduras de 2º grau superficial a profundo, afetando cerca de 15% da Superfície Corporal Queimada (SCQ). Sobre o assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, 70% dos acidentes ocorrem dentro de casa. Por isso, é importante deixar este ambiente seguro. Em crianças menores — sobretudo de 0 a 3 anos — o mecanismo mais frequente é a escaldadura, causada por líquidos quentes ou vapor.
II - A fórmula de Parkland é usada para calcular a reposição volêmica nas primeiras 24 horas após uma queimadura grave. Em pediatria, o cálculo é feito com 3 mL de cristaloide por quilo de peso, multiplicado pela superfície corporal queimada (SCQ). Queimaduras de primeiro grau entram na conta. Fórmula: 3 mL × peso (kg) × % da SCQ.
III - Estudos epidemiológicos colocam que a incidência de queimaduras é maior entre crianças abaixo de 4 anos. A pele mais fina e delicada desses pequenos favorece que queimaduras ocorram com menor exposição térmica.
Alternativas
Q3998665 Medicina
Genitora relata que a criança começou a apresentar febre (temperatura máxima de 39,5°C) há três dias, associada a tosse seca e prostração. Nas últimas 24 horas, a febre tornou-se mais frequente, e a tosse passou a ser produtiva, com escarro amarelado. A criança também apresentou falta de apetite e queixou-se de dor no tórax, especialmente ao tossir. Não há relato de contato com pessoas doentes recentemente, mas a criança frequenta creche.

Sobre este caso e sua patologia, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.

I - Para fazer a investigação do paciente devemos solicitar de imediado: Hemograma completo, Radiografia de tórax e PCR (Proteína C-reativa).
II - O Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenzae tipo B são as bactérias mais comumente isoladas em crianças mais velhas e adolescentes.
III - A abordagem terapêutica da pneumonia pediátrica deve ser guiada pela gravidade do quadro clínico e pela provável etiologia. Em casos leves a moderados, o tratamento pode ser ambulatorial. Assim, a amoxicilina, devido à sua eficácia contra o Streptococcus pneumoniae, é frequentemente a primeira escolha de antibiótico.
Alternativas
Q3998664 Medicina
Paciente, 7 anos, masculino. Queixa Principal: Vômitos recorrentes e dor abdominal de forte intensidade há três dias, associado a dificuldade para se alimentar e ausência de evacuação. Antecedentes: Histórico de constipação funcional crônica, com resolução parcial. Exame Físico: Paciente abatido, desidratado, com distensão abdominal acentuada, dor à palpação difusa e ruídos hidroaéreos diminuídos.

Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:

I - A má rotação intestinal com volvo é uma emergência que exige cirurgia imediata. Os bebês recebem fluidos pela veia (via intravenosa) e a cirurgia de emergência é iniciada dentro de horas. Caso não seja tratado rapidamente, o defeito pode provocar perda de tecido intestinal ou pode ser fatal.
II - O Diagnóstico de má rotação intestinal pode ser realizado com: Radiografias do abdômen, radiografias de bário e às vezes, exames de ultrassom ou uma tomografia computadorizada (TC).
III - A má rotação em si não pode causar bloqueio do intestino devido à maneira pela qual as faixas de tecido de sustentação ficam estiradas através do intestino.
Alternativas
Q3998663 Medicina
A anatomia e uma matéria obrigatória para a formação médica e fundamento para aplicação clínica na pratica da medicina. Sobre a anatomia dos ossos do carpo, analise a imagem e assinale a alternativa CORRETA, conforme números marcados: 
Captura_de tela 2026-04-16 095801.png (300×411)
Alternativas
Q3998662 Medicina
Da entrada em pronto atendimento uma mãe com uma criança de 10 anos, sendo primeira consulta devido à estes sintomas. Criança apresenta sintomas de perda de peso, desejo constantemente de ingesta de água, com diversas idas ao banheiro para diurese e apresenta visão turva. Paciente com provável diagnóstico de diabetes mellitus. Sobre estes sintomas e a patologia apresentada, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3998661 Medicina
Uma médica plantonista prescreveu adrenalina via intravenosa (IV) em vez de nebulização para um menino de 6 anos com laringite, resultando em parada cardiorrespiratória e óbito. Na medicina temos um código de ética que fala sobre erros médicos. Sobre o código de ética médica. Analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3998660 Medicina
Ao avaliar um paciente pediátrico de 8 anos no exame físico, o médico visualiza na otoscopia a seguinte imagem em ouvido direito: 

Captura_de tela 2026-04-16 095638.png (330×390)

Conforme imagem, analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:

I - A otite média aguda (OMA) em crianças manifesta-se principalmente com dor de ouvido, que é o sintoma mais frequente e o indicador mais confiável da condição.
II - Membrana timpânica abaulada: é o sinal secundário de OMA, diferenciando-a da otite média com efusão (OME), que é o sinal primário. A protuberância geralmente começa na região superior posterior e pode obscurecer o cabo do martelo.
III - Sinais de acometimento neurológico central, como rigidez de nuca, déficits de nervos cranianos ou alterações neurológicas localizadas, podem indicar complicações mais graves, como meningite, abscesso cerebral, abscesso epidural ou subdural, ou trombose séptica do seio cavernoso lateral. 
Alternativas
Q3998534 Medicina
Adolescente de 16 anos, nuligesta, comparece à Unidade Básica de Saúde desacompanhada, solicitando método contraceptivo. Refere início da vida sexual há 5 meses, parceiro fixo, uso irregular de preservativo. Nega comorbidades. IMC 22 kg/m². Ciclos regulares. Nega enxaqueca, tabagismo ou história pessoal/familiar de trombose. A paciente afirma não desejar que os pais saibam da consulta e solicita “um método seguro que não precise lembrar todo dia”.

Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Alternativas
Q3998533 Medicina
Gestante de 19 anos, G1, 36 semanas e 2 dias, é admitida em hospital terciário com cefaleia persistente há 24 horas e edema em membros inferiores. Nega escotomas ou dor epigástrica. Exame físico: PA: 158x98 mmHg (confirmada após 4 horas: 158x100 mmHg); FC: 84 bpm; Edema em membros inferiores ++/4+; Altura uterina 35cm; BCF 144 bpm. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 11,8 g/dL; Plaquetas: 210.000/mm³; Creatinina: 0,9 mg/dL; TGO/TGP normais; Ácido úrico: 6,2 mg/dL; Avaliação de proteinúria: Relação proteína/creatinina urinária (amostra isolada): 0,42 e Proteinúria de 24 horas: 620 mg.

Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
Alternativas
Q3998532 Medicina
Gestante de 31 anos, G3P1A1, 28 semanas e 5 dias, em acompanhamento em hospital terciário por isoimunização Rh. Refere parto anterior há 2 anos de RN Rh positivo, sem registro de uso de imunoglobulina anti-D no puerpério. Tipagem atual: mãe A negativo; pai O positivo. Exames atuais: Coombs indireto: 1:64; Ultrassonografia obstétrica: feto único, biometria compatível com idade gestacional, placenta normoinserida, líquido amniótico normal. Doppler da artéria cerebral média (ACM): pico de velocidade sistólica = 1,65 MoM. Não há sinais ultrassonográficos de hidropisia fetal.

Considerando o quadro clínico, a melhor conduta neste momento é:
Alternativas
Q3998531 Medicina
Paciente de 44 anos, nuligesta, procura atendimento com queixa de corrimento vaginal branco há 4 meses, associado a ardor vulvovaginal e dispareunia superficial. Refere piora dos sintomas na semana que antecede a menstruação. Já utilizou vários esquemas de antifúngicos tópicos e orais com melhora parcial e recorrência dos sintomas. Nega odor fétido. Nega múltiplos parceiros. Não fez uso de antibióticos recentemente. Exame ginecológico: Vulva discretamente hiperemiada; Corrimento branco, homogêneo, sem grumos evidentes; pH vaginal: 3,8. Teste das aminas: negativo. Microscopia a fresco: Lactobacilos abundantes. Ausência de hifas ou esporos. Ausência de clue cells. Citólise intensa com fragmentação de células epiteliais.

Considerando o quadro clínico e laboratorial, a melhor conduta é:
Alternativas
Q3998530 Medicina
Paciente de 32 anos, G2A1, comparece ao pronto atendimento de hospital terciário com dor leve em fossa ilíaca esquerda há 2 dias e pequeno sangramento vaginal. Última menstruação há 8 semanas. Está hemodinamicamente estável. Exame físico: PA 110x70 mmHg; FC 82 bpm; Abdome discretamente doloroso em FIE, sem sinais de irritação peritoneal. Toque vaginal: dor à mobilização do colo uterino. Anexos: dor à palpação à esquerda. Exames complementares: β-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 12,4 g/dL; Ultrassonografia transvaginal: Útero vazio; Massa anexial esquerda de 2,5 cm; Sem atividade cardíaca embrionária. Ausência de líquido livre. Considerando o quadro clínico, a melhor conduta inicial é:
Alternativas
Q3998529 Medicina
Gestante de 36 anos, G3P2, com 35 semanas e 2 dias, em acompanhamento pré-natal de risco habitual, relata história de herpes genital recorrente há 6 anos, com média de 3 episódios por ano. O último episódio ocorreu com 29 semanas, tratado com aciclovir por 5 dias, tendo resolução completa. Atualmente está assintomática. Exame obstétrico: BCF 148bpm; Altura uterina 35cm; Dinâmica uterina ausente; Sem lesões genitais ao exame da genitália externa e especular. Sorologias no pré-natal: HIV negativo; VDRL não reagente. A conduta mais adequada é:
Alternativas
Respostas
6441: B
6442: D
6443: E
6444: A
6445: D
6446: C
6447: E
6448: B
6449: D
6450: A
6451: C
6452: C
6453: E
6454: B
6455: C
6456: D
6457: E
6458: A
6459: B
6460: B