Adolescente de 16 anos, nuligesta, comparece à Unidade Básica de Saúde
desacompanhada, solicitando método contraceptivo. Refere início da vida sexual há 5
meses, parceiro fixo, uso irregular de preservativo. Nega comorbidades. IMC 22 kg/m².
Ciclos regulares. Nega enxaqueca, tabagismo ou história pessoal/familiar de trombose. A
paciente afirma não desejar que os pais saibam da consulta e solicita “um método seguro
que não precise lembrar todo dia”.
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e
considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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