Questões de Concurso Sobre medicina
Foram encontradas 166.737 questões
I - Em pessoas com suspeita de doença cardíaca, são feitas radiografia torácicas em posição frontal e lateral. Normalmente, a pessoa fica em pé ereta, mas as radiografias torácicas podem ser feitas com a pessoa deitada na cama se ela não conseguir ficar em pé. Em seguida, um aparelho é usado para enviar feixes de raios X através do corpo da pessoa e registrar uma imagem em um filme radiográfico. O exame é indolor.
II - As radiografias mostram a forma e o tamanho do coração e o contorno dos grandes vasos sanguíneos nos pulmões e no tórax. O formato ou tamanho anormal do coração e anomalias, como depósitos de cálcio nos vasos sanguíneos, são facilmente observados. Uma radiografia torácica também pode detectar informações sobre o quadro clínico dos pulmões, particularmente se os vasos sanguíneos nos pulmões estiverem anormais e se houver líquido no interior ou em torno dos pulmões.
III - As radiografias podem detectar o crescimento do coração que, muitas vezes, é decorrente de insuficiência cardíaca ou de uma valvulopatia. As radiografias podem, por vezes, ser úteis no diagnóstico de pericardite constritiva por detectar depósitos de cálcio da membrana que envolve o coração (pericárdio).
O fluxo de bile pode ser bloqueado por:
I - O eixo de 90° a 180° é considerado desvio do eixo para a direita e ocorre em qualquer condição que aumente a pressão pulmonar, provocando sobrecarga ventricular direita (cor pulmonale, embolia pulmonar aguda e hipertensão pulmonar) e, às vezes, ocorre no bloqueio do ramo direito ou no bloqueio do BFPE (hemibloqueio fascicular posterior esquerdo).
II - Normalmente, o intervalo QRS é de 0,07 a 0,10 segundos. Um intervalo de 0,10 a 0,11 segundos é considerado bloqueio incompleto de ramo ou atraso da condução intraventricular inespecífico, dependendo da morfologia do QRS. Um intervalo de ≥ 0,12 segundos é considerado bloqueio completo de ramo ou um atraso na condução intraventricular.
III - O complexo QRS pode ter onda R isolada, QS (sem R), QR (sem S), RS (sem Q) ou RSR′, dependendo da derivação eletrocardiográfica, vetor e existência de cardiopatias.
I - Cerca de 90% dos pacientes são assintomáticos. Alguns podem apresentar cefaléia e tontura, que nem sempre estão associados a HAS. É fundamental a pesquisa de lesão de órgãos alvo (LOA), como os rins, os vasos e o coração e pesquisa de causas secundárias da hipertensão arterial.
II - O tratamento do paciente hipertenso inclui medidas não medicamentosas e uso de antihipertensivos, a fim de reduzir a PA e prevenir lesão de órgão alvo.
III - Hipertensão Estágio 1: PAS 160 – 179 mmHg PAD 100 – 109 mmH.
I - Antígeno carcinoembriônico (CEA).
II - Antígeno carboidrato 27,29 (CA 27,29).
III -Antígeno carboidrato 19-9 (CA 19-9).
IV - Calcitonina. V - Beta2 (ß2)-microglobulina.
( ) A - É produzida por certas células na glândula tireoide (células C). Os níveis no sangue estão elevados no câncer medular da tireoide.
( ) B - Os níveis podem estar elevados em pessoas com cânceres do aparelho digestivo, particularmente câncer do pâncreas.
( ) C - Os níveis podem estar elevados em pessoas com câncer de mama.
( ) D - Os níveis podem estar elevados no sangue de pessoas com câncer de colon. Os níveis no sangue também podem estar elevados em outros cânceres ou quadros inflamatórios não cancerosos.
( ) E - Os níveis podem ficar elevados em pessoas com mieloma múltiplo e alguns linfomas.
I - As úlceras pépticas podem ser causadas por uma infecção pela bactéria Helicobacter pylori ou pelo uso de medicamentos tais como aspirina ou outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que não enfraquecem o revestimento do estômago ou do duodeno.
II - O desconforto causado por úlceras vai e vem e tende a não estar relacionado com as refeições (às vezes melhora após comer e às vezes piora após comer).
III -O diagnóstico da úlcera péptica é baseado nos sintomas de dores gástricas e nos resultados de um exame do estômago realizado pela inserção de um tubo flexível para visualização (endoscopia digestiva alta) e exames de Helicobacter pylori.
IV - Medicamentos são administrados para reduzir a acidez do estômago e antibióticos são administrados para eliminar a bactéria Helicobacter pylori.
I - Febre de origem desconhecida clássica: febre por > 3 semanas, sem se descobrir a causa, após 3 dias de avaliação no hospital ou ≥ 3 consultas ambulatoriais.
II - Febre de origem desconhecida associada a cuidados de saúde: febre em pacientes hospitalizados recebendo atendimento intensivo e sem presença de infecção, ou infecção incubada na internação, se o diagnóstico permanecer incerto após 3 dias de avaliação apropriada
III - Febre de origem obscura com imunodeficiência: febre em pacientes com neutropenia e outras imunodeficiências se o diagnóstico permanecer incerto depois de 3 dias de avaliação adequada, incluindo culturas negativas após 48 horas.
IV - Febre de origem desconhecida relacionada com HIV (Vírus de Imunodeficiência Humana): febre por > 4 semanas em pacientes ambulatoriais com infecção por HIV confirmada ou > 3 dias em pacientes internados com infecção por HIV confirmada se o diagnóstico permanecer incerto após avaliação adequada.
I - Cálculos biliares e abuso de álcool não são as principais causas da pancreatite aguda.
II - Dor abdominal grave não é o sintoma principal.
III - Exames de sangue e de imagem, como, por exemplo, a tomografia computadorizada, não auxiliam o médico a fazer o diagnóstico.
IV - Independentemente de ser leve, moderada ou grave, a pancreatite aguda geralmente exige hospitalização.
I - O Código de Ética Médica é composto de 26 princípios fundamentais do exercício da medicina, 11 normas diceológicas, 117 normas deontológicas e quatro disposições gerais.
II - O médico guardará sigilo a respeito das informações de que detenha conhecimento no desempenho de suas funções, sem exceção dos casos previstos em lei.
III - Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital ou de instituição, pública ou privada, limitará a escolha, pelo médico, dos meios cientificamente reconhecidos a serem praticados para estabelecer o diagnóstico e executar o tratamento, salvo quando em benefício do paciente.
Ao examinar um lactente hígido, de 3 meses, sem quaisquer intercorrências neonatais, em bom desenvolvimento pôndero-estatural, ausculta-se um sopro cardíaco sistólico, no foco pulmonar. Não há irradiação para outas áreas e parece desaparecer com mudanças de decúbito.
Considerando o padrão do sopro descrito, um sinal de alerta para investigação mais aprofundada seria
Menino de 4 anos com queixa de dor nas pernas há cerca de 1 mês. A dor é praticamente diária, a criança não abandona atividades físicas durante o dia, mas eventualmente acorda durante a noite se queixando. Apesar de não conseguir apontar o local específico, a dor parece acometer a região mais inferior de panturrilhas e canelas. As queixas ocorrem predominantemente ao final do dia e melhoram com repouso ou massagem. Movimentos articulares com amplitude aumentada, sem sinais flogísticos nas articulações. Não há achados anormais no exame físico.
Em relação ao caso descrito, é correto afirmar que
RN nascido a termo, com peso de 4 200 g. Evoluiu com icterícia prolongada, hipotonia e dificuldade para mamar, com episódios de bradicardia que estenderam sua permanência na UTI neonatal. Fontanela anterior ampla, macroglossia. Após 7 dias, o teste do pezinho apontou irregularidades na concentração de TSH, com valores elevados e alta suspeita de hipotiroidismo congênito.
A medida imediata mais apropriada seria
Maria, 5 meses, é uma lactente saudável, sem qualquer intercorrência desde o nascimento, amamentada exclusivamente ao seio materno até o momento. Uma vez que está prestes a iniciar a alimentação complementar, os pais pedem orientação para a introdução dos alimentos mais alergênicos, visto que a irmã mais velha apresenta diagnóstico comprovado de alergia ao leite de vaca.
Qual é a recomendação apropriada para a introdução alimentar de Maria?
Adolescente de 12 anos, há 3 dias iniciou quadro de febre alta (39,5 ºC), acompanhada de cefaleia intensa (“dor atrás dos olhos”), mialgia generalizada e artralgia. Colhida sorologia, positiva para dengue. Hoje, os sintomas pioraram, com queda do estado geral, dor abdominal intensa e sonolência exacerbada. Prova do laço negativa.
Qual deve ser a conduta imediata?