Questões de Concurso Sobre medicina

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Q3723712 Medicina

Paciente feminina, 65 anos, com histórico de Diabetes Mellitus tipo 2 de longa data e neuropatia autonômica conhecida, procurou o pronto-socorro devido a uma agudização de sintomas gastrointestinais. Referiu dor abdominal do tipo cólica de forte intensidade, distensão abdominal progressiva, náuseas e episódios de vômitos. É o segundo episódio agudo com esses sinais e sintomas nos últimos seis meses, sendo o atual o mais grave. Cronicamente, queixa-se de constipação crônica e inchaço abdominal pós-prandial.


Ao exame físico, apresentava-se desidratada, com abdome muito distendido, doloroso à palpação difusa, mas sem sinais de peritonite. Ruídos hidroaéreos diminuídos. Hemograma de admissão com leucocitose discreta (11.500/mm³) sem desvio à esquerda. Uma tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste demonstrou alças intestinais difusamente dilatadas em delgado e cólon, sem evidência de obstrução mecânica ou massa intraluminal ou extraluminal, mas com diminutos focos de Pneumatosis intestinalis. Exames laboratoriais de admissão revelaram hipocalemia (potássio sérico 2,8 mEq/L) e hipoalbuminemia (2,5 g/dL).


Diante do quadro clínico e dos resultados dos exames, a conduta inicial mais apropriada para essa paciente é

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Q3723708 Medicina

Paciente feminina, 28 anos, foi internada pela quarta vez em um hospital de referência. As internações anteriores, ocorridas aos 13, 18 e 26 anos, estiveram relacionadas a episódios de sangramento atípico. Aos 13 anos, sangrou prolongadamente após uma amigdalectomia, necessitando de transfusão sanguínea, sendo a investigação inicial inconclusiva. Aos 18, apresentou sangramento uterino disfuncional que exigiu hospitalização, sem identificação de distúrbio da coagulação nem plaquetopenia. Aos 26, teve esquimoses extensas em ambos os braços após uma leve contusão. Atualmente, a paciente procurou o pronto-socorro com fraqueza progressiva e tontura. Havia realizado uma biópsia de pele recente para remoção de nevo suspeito, mas o sangramento do local persistiu por mais de 48 horas, motivando o uso de analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais.


Ao exame físico, a paciente estava pálida, hipocorada, com frequência cardíaca de 105 bpm e pressão arterial de 105 x 60 mmHg. Estava lúcida, orientada, eutrófica e não apresentava sinais de gravidade aguda ou infecção. Negava uso de medicação regular ou doença prévia, exceto pelos episódios de sangramento. Seus exames demonstraram uma piora gradual da anemia: Hemoglobina 10 g/dL aos 26 anos, e atualmente 7,5 g/dL. Durante a internação, relatou alguns episódios de enterorragia discreta. A investigação de anemia demonstrou morfologia microcítica e hipocrômica, com reticulócitos corrigidos de 1,2%, ferritina 10 ng/mL, índice de saturação de transferrina 9%, TIBC: 420 mcg/dL. O médico responsável iniciou a investigação de anemia com colonoscopia, que revelou divertículo de Meckel, com erosões superficiais sem sangramento ativo. Ao revisar os exames, observou plaquetas de 160.000/mm³ e um coagulograma normal (TP e PTTa dentro dos limites).


Considerando o histórico clínico, os achados do exame físico e os resultados laboratoriais, a conduta mais apropriada no momento seria 

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Q3723697 Medicina

Uma mulher de 45 anos apresenta quadro de síndrome vertiginosa bastante acentuada. O médico assistente, após o diagnóstico do tipo de doença, prescreveu hidroclorotiazida.



A síndrome vertiginosa em questão é gerada por

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Q3723694 Medicina

Uma pessoa de 55 anos, que vive com HIV (PVHIV), faz uso de esquema antirretroviral com tenofovir-lamivudina-dolutegravir. A carga viral se mantém indetectável há mais de 8 anos e a contagem de linfócitos TCD4 é normal.



Uma medida atualmente utilizada no tratamento de pacientes estáveis é

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Q3723674 Medicina

Paciente feminina, 32 anos, procura atendimento dermatológico apresentando, há quatro meses, úlceras cutâneas em membros inferiores que não cicatrizam, apesar do uso de antibióticos sistêmicos (cefalexina e posteriormente clindamicina). Refere que as lesões iniciaram após pequenos traumas e evoluíram rapidamente. As culturas bacterianas das úlceras foram negativas em duas ocasiões.


Ao exame físico, apresenta múltiplas úlceras profundas e dolorosas em pernas, com bordas violáceas solapadas e base necrótica purulenta, medindo entre 3-8 cm de diâmetro. Observa-se também eritema perilesional. A paciente nega febre, perda ponderal ou sintomas sistêmicos. Exames laboratoriais: hemograma normal, VHS 45 mm/h, PCR 12 mg/L (discretamente elevados).


Considerando a hipótese diagnóstica de pioderma gangrenoso, são características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais compatíveis com essa condição 

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Q3723632 Medicina
Lactente masculino, 3 meses de idade, nascido a termo, parto vaginal, peso ao nascer 3 100 g, com bom desenvolvimento neuropsicomotor. A mãe refere que há cerca de 4 semanas percebeu sudorese excessiva durante as mamadas e aumento da frequência respiratória. Relata também dificuldades para ganhar peso apesar da boa aceitação alimentar.
Exame físico: peso atual 4.100 g (< p3), frequência respiratória 56 ipm, frequência cardíaca 158 bpm, perfusão periférica preservada. Ausculta cardíaca revela sopro holossistólico em borda esternal esquerda baixa, intensidade +3/6, sem frêmito. Pulsos periféricos amplos e simétricos. Ausculta pulmonar com estertores finos bibasais. Fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito. Radiografia de tórax: cardiomegalia e aumento da vascularização pulmonar. Oximetria: 97% em ar ambiente.
Diante do quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
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Q3723617 Medicina
Recém-nascido com 4 dias de vida apresenta vômitos em jato, sucção pobre e letargia. Exame: desidratado, fontanela afundada. Glicemia 28 mg/dL, sódio 128 mEq/L, potássio 6,2 mEq/L.
A hipótese diagnóstica a ser considerada com prioridade é
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Q3723613 Medicina
Pré-escolar de 6 anos, com história prévia de asma, é levado ao pronto-socorro com dispneia progressiva, sibilância difusa, FR: 52 irpm, SatO₂: 89% em ar ambiente, batimento de asa do nariz e fala entrecortada. A mãe nega febre e rinorreia. Não há história de contato com indivíduos com infecção de vias aéreas. No manejo inicial são administradas duas doses de salbutamol inalatório com espaçador.
Nesse caso, as seguintes medidas são preconizadas, à exceção de uma. Assinale-a. 
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Q3723607 Medicina
Uma mulher com 37 anos de idade, residente na zona rural de Minas Gerais, apresenta crises convulsivas recorrentes de difícil controle.
Tomografia computadorizada do crânio revelou múltiplas lesões calcificadas corticais e a ressonância Magnética mostrou lesões císticas viáveis com presença de escólex. Sorologia positiva para Taenia solium.
O hospedeiro intermediário e a terapêutica específica mais adequada são, respectivamente,
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Q3723599 Medicina
A síndrome de Reye é uma doença pediátrica rara e potencialmente fatal definida como encefalopatia não inflamatória aguda com insuficiência hepática gordurosa.
O patologista australiano R.D.K. Reye descreveu essa síndrome pela primeira vez em 1963. A síndrome de Reye geralmente se apresenta em crianças como vômitos e confusão mental com rápida progressão para coma e morte.
A fisiopatologia exata da síndrome de Reye não é conhecida com precisão; no entanto, parece envolver lesão mitocondrial no contexto de uma doença viral (em geral influenza ou varicela) associada ao uso de m medicamento que pode causar ou perpetuar danos às mitocôndrias celulares, resultando na inibição do metabolismo de ácidos graxos. As características neurológicas da síndrome de Reye provavelmente resultam da disfunção mitocondrial hepática que causa níveis elevados de amônia.
A hiperamonemia pode induzir edema cerebral difuso e subsequente pressão intracraniana elevada. Essa síndrome geralmente começa nos dias seguintes à recuperação de uma doença viral durante a qual um determinado medicamento foi administrado.
O diagnóstico é clínico e de exclusão, não há exames específicos. A vigilância nacional da síndrome de Reye começou nos Estados Unidos no início dos anos 1970 e levou a advertências estritas sobre o uso de certos medicamentos em crianças, tornando essa síndrome rara hoje em dia, porém não há uma sistematização de notificação desse diagnóstico bem como rede de vigilância sobre esta doença, de tal forma que pode haver casos atuais não diagnosticados.

Assim, a escolha deve ser o uso de
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Q3723595 Medicina
Médico R1 sofreu ferimento em dedo indicador da mão esquerda, com agulha grossa utilizada durante treinamento para punção da veia subclávia em um paciente com aids já diagnosticada
Nesse caso, o esquema antirretroviral para profilaxia pósexposição de risco (PEP) à infecção pelo HIV indicado pelo Ministério da Saúde é
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Q3723594 Medicina
Uma mulher com 23 anos de idade, nascida em família na qual o movimento antivacina é uma realidade, apresentou febre baixa de três a quatro dias de evolução, associada a mialgia, anorexia, mal-estar e cefaleia. Procurou o pronto-socorro devido a quadro de dor abdominal de grande intensidade em fossa ilíaca direita com descompressão dolorosa. Queixou-se também de dor mamária.
O exame físico detectou aumento do volume, sensibilidade dolorosa à palpação superficial, coloração avermelhada e calor. Relatou ainda dor epigástrica. Outro achado nessa paciente foi dor, aumento da sensibilidade e aumento de volume da glândula parótida, apenas do lado direito.
Exames laboratoriais foram realizados e o hemograma mostrou anemia discreta, leucocitose com linfocitose relativa, aumento da PCR, transaminases aumentadas em duas vezes o valor normal, creatinina normal e ureia com valor aumentado. Bilirrubinas normais. Amilase aumentada cinco vezes e lipase normal. EAS sem alterações.
Baseado no conjunto dos sintomas e nos exames laboratoriais a principal hipótese diagnóstica é
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Q3723593 Medicina
No sarampo, a análise histopatológica dos órgãos linfoides apresenta hiperplasia folicular acentuada, grandes centros germinativos e células gigantes multinucleadas com inclusões intracelulares, distribuídas aleatoriamente, e que são características, mas não exclusivas, do sarampo.
Essas células são denominadas
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Q3723588 Medicina
Paciente com 64 anos de idade, passando por momento de divórcio, procura atendimento devido aparecimento de dor lancinante, disestésica em região fronto-temporal direita, acometendo também o olho e couro cabeludo ipsilateral em típico trajeto do ramo do nervo oftálmico.
Dois dias após início da dor surgiu exantema com formação de vesículas em uma base eritematosa, febre, mal-estar, e sinais de infecção bacteriana superposta. Exames complementares revelaram leucocitose importante com desvio à esquerda (32.000 leucócitos 10% bastões). Creatinina 3,6 Ureia 142 (TFGe: 21.99mL/min). Cultura de swab da secreção mostrou Staphylococcus aureus sensível à amoxicilina+clavulanato. Foi firmado o diagnóstico de herpes zoster em ramo oftálmico. Optou-se por tratamento venoso com amoxicilina + clavulanato + sintomáticos.
Nesse caso, o tratamento específico mais indicado seria aciclovir venoso na dose 10 mg/kg a cada
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Q3723586 Medicina
O período de incubação da leptospirose é de 5 a 14 dias, com variação de 2 a 30 dias. A doença pode se apresentar de várias maneiras e se manifestar com uma ampla gama de sintomas inespecíficos que podem estar associados ou não: febre, cefaleia. calafrios, mialgia, vômitos, náusea, diarreia, dor abdominal, tosse, icterícia, sufusão conjuntival e às vezes erupção cutânea. Os sinais e sintomas são comuns a muitas doenças e, às vezes, o diagnóstico é um desafio.
Pacientes não tratados podem desenvolver insuficiência renal, icterícia, dificuldade ou insuficiência respiratória, insuficiência hepática e meningite. Recente revisão publicada estima que são registradas, por ano, cerca de 60.000 mortes no mundo.
Nos casos de leptospirose grave (Síndrome de Weil), o antibiótico de escolha é 
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Q3723585 Medicina
Uma Engenheira de Telecomunicações, 38 anos, atleta de fisiculturismo, moradora de Florianópolis, Santa Catarina, foi trabalhar no interior de Sergipe. Ao retornar para sua residência, relatou que o quadro clínico se iniciou com manifestações pruriginosas na pele, semelhantes a picadas de inseto, que duraram cinco dias e melhoraram espontaneamente. Após sete semanas, desenvolveu sinais/sintomas gerais que compreenderam febre alta, mialgia, fraqueza, cansaço, linfodenopatia, febre, cefaléia, anorexia, dor abdominal; diarreia, náuseas, vômitos e tosse seca. Ao exame físico foi detectado hepatoesplenomegalia. O hemograma revelou eosinofilia elevada. Foram prescritos medicamentos de suporte e específico.
Foi aventada a hipótese de febre de Katayama. A febre de Katayama foi descrita pela primeira vez em 1847, na região de Katayama (prefeitura de Hiroshima, Japão). O relato original foi feito por Yoshinao Fujii (também transliterado como Fujii Kōchoku), que documentou os sintomas clínicos em pessoas que trabalhavam em campos alagados, observando febre, coceira intensa e inchaço abdominal logo após contato com água doce.
O diagnóstico e a medicação específica mais indicada para o caso são 
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Q3723584 Medicina
Um jornalista foi trabalhar em uma reportagem sobre desmatamento na Amazônia. Ao retornar ao domicílio em São Paulo, ele desenvolveu um quadro de icterícia, anemia importante, febre alta, oligúria, vômitos persistentes (inviabilizando alimentação, ingesta de água ou medicamentos), sangramento gengival, cianose, prostração.
Foi admitido na emergência de um hospital com dor abdominal intensa devido ruptura espontânea do baço. Exames laboratoriais revelaram anemia grave, hipoglicemia, acidose metabólica, insuficiência renal e hiperlactatemia. Após esplenectomia, todos os cuidados e tratamentos de suporte indicados em unidade de terapia intensiva foram instituídos com melhora clínica. Na internação foi prescrito Artesunato por via endovenosa.
Nesse caso, o agente etiológico da doença é
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Q3723581 Medicina
No Brasil diversos surtos de doença de Chagas aguda por transmissão oral têm sido relatados, inclusive com óbitos. Os alimentos mais relacionados a estes casos foram caldo de cana, açaí e suco de acerola (colhidas de uma árvore próxima a um galinheiro). Possivelmente triatomíneos foram triturados com as frutas, contaminado o suco.
Os sinais e sintomas mais relatados foram febre e fraqueza, seguidos de mialgia, prostração, inapetência e edema de membros inferiores. Têm sido relatados também o exantema cutâneo, hemorragia digestiva (hematêmese, hematoquezia ou melena), icterícia, aumento das aminotransferases, além de quadros mais frequentes e mais graves de insuficiência cardíaca (miocardite, pericardite, derrame pericárdico e pleural, tosse, palpitações e arritmias). Fenômenos de enterite, abdome agudo, sangramento fecal, choque, hepatite focal podem ocorrer e têm significação prognóstica variada, devendo ser rotineiramente pesquisados e monitorados. Ressalta-se que a morbimortalidade é mais elevada na transmissão oral que a observada nos casos agudos por transmissão vetorial.
Para o tratamento da doença de Chagas, a droga de escolha é o benznidazol, sendo que o nifurtimox pode ser uma alternativa em casos de intolerância.
Em relação ao mecanismo de ação do benznidazol, é correto afirmar que
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Q3723580 Medicina
Paciente do sexo masculino, 44 anos, previamente saudável, foi internado com histórico de febre recorrente, anorexia, fadiga crônica, perda de peso, aumento da circunferência abdominal, epistaxe e edema podal, com evolução progressiva por cerca de um ano. Procurou atendimento médico em diversas ocasiões e em diversos serviços, mas sua doença permaneceu sem diagnóstico. Medicamentos sintomáticos foram prescritos, bem como suplementos de ferro e cobalamina para tratar pancitopenia. Seu quadro clínico progrediu lentamente para uma doença debilitante.
O exame clínico revelou um paciente desnutrido, com palidez, taquicardia, taquipneia, hepatomegalia (10 cm do rebordo costal direito), esplenomegalia (7 cm abaixo do rebordo costal esquerdo) e ascite. As avaliações laboratoriais mostraram hemoglobina de 8,6 g/dL (13,8-17,2 g/dL), contagem total de leucócitos de 1.200 por mm³ (4.000-10.000 por mm³), contagem de plaquetas de 9,9 x 10⁻³ por mm³ (15-45 x 10⁻³ por mm³), albumina de 1,7 g/dL (3,5-5,2 g/dL) e tempo de tromboplastina parcial ativada de 11,7 s (30-40 s), função renal preservada. Não havia evidência sorológica de hepatite B ou hepatite C. Sorologia para infecção pelo HIV foi reator, com contagem de linfócitos TCD4 146 células/mm3 e não havia histórico de doença hepática ou abuso de álcool.
O diagnóstico de Leishmaniose Visceral foi feito pela demonstração de parasitas compatíveis com Leishmania spp. em estágio amastigota no aspirado de medula óssea e na biópsia. A cultura do aspirado de medula óssea revelou formas promastigotas compatíveis com Leishmania spp.
Com relação ao caso acima descrito, para o tratamento de primeira linha (de acordo com o Ministério da Saúde Brasileiro), a droga de escolha é 
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Q3723578 Medicina
Várias estratégias são utilizadas para a profilaxia pré-exposição do HIV, entre elas o uso da medicação injetável: o cabotegravir e mais recentemente o lenacapavir, ambas possuem comprovada eficácia conforme estudos conduzidos em vários países do mundo. Constituem uma nova e potente ferramenta no controle da transmissão do HIV, estes antirretrovirais impedem a replicação do vírus a partir de múltiplos mecanismos de ação, afetando etapas necessárias para o ciclo de vida do vírus.
O cabotegravir e o lenacapavir fazem parte, respectivamente, das seguintes classes de medicamentos:
Alternativas
Respostas
26501: D
26502: E
26503: B
26504: E
26505: B
26506: B
26507: B
26508: C
26509: D
26510: B
26511: E
26512: B
26513: D
26514: D
26515: B
26516: E
26517: E
26518: D
26519: A
26520: D