Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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Paciente 59 anos, feminino, diabética tipo 1, em uso de insulina NPH 20 Ui pela manhã e 10 Ui à noite, além disso, faz uso de insulina regular 08 Ui no almoço, vem com desejo de realizar troca de medicação para otimização do tratamento com novas medicações.
A partir do caso apresentado, a orientação médica deve ser
Um paciente de 30 anos é internado na sala de emergência da UPA, sonolento e desidratado. Segundo sua esposa, o paciente apresentou diarreia e febre nos últimos 10 dias. Sem comorbidades ou uso de medicamentos contínuos. Ao exame físico: REG, sonolento, Glasgow 11/15, desidratado 4+/4+, pele fria e pegajosa. Taquicárdico, ausculta cardíaca sem sopros. FC: 138 bpm e PA: 70 × 40 mmHg. Ausculta pulmonar limpa sem ruídos agregados. Taquipneico, FR: 27 irpm e saturação de 98% em ar ambiente. Abdome plano, normotenso, ruídos hiperativos e sem dor à palpação. Exames laboratoriais: hemograma com leucocitose, neutrofilia, desvio à esquerda e presença de granulações tóxicas. Contagem de plaquetas e coagulograma normal. Cr 2,8mg/dL e U 95 mg/dL. Na+ 148 mEq/L, K+ 3,0 mEq/L. Albumina 4g/dL. Lactato 18 mg/dL (VR 18 mg/dL). Gasometria arterial: pH 7,0; HCO₃ de 5 mEq/L; pCO2 28mmHg.
Considerando todo o quadro clínico, podemos ter, respectivamente, como hipóteses diagnósticas e de conduta
I - O surfactante é produzido em quantidades adequadas até o final da gestação (34 a 36 semanas), portanto o risco de síndrome de desconforto respiratório (SDR) aumenta com a prematuridade. Outros fatores de risco incluem gestações multifetais, diatebese materno e o fato de ser homem branco.
II - As complicações da síndrome do desconforto respiratório incluem hemorragia intraventricular, lesão da substância branca periventricular, pneumotórax hipertensivo, displasia broncopulmonar, sepse e morte neonatal.
III - Os sinais e sintomas da síndrome de desconforto respiratório incluem respiração rápida, difícil e ruidosa, que surge imediatamente ou poucas horas após o parto, acompanhados de retrações supra e subesternal e batimento das asas nasais.
I - As manifestações iniciais da meningite bacteriana podem ser doença febril aguda com sintomas respiratórios ou gastrointestinais seguidos apenas mais tarde por sinais de doença grave.
II - À medida que a meningite bacteriana progride, as crianças desenvolvem manifestações do sistema nervoso central, às vezes muito lentamente.
III - Às vezes ocorrem convulsões com a meningite bacteriana, mas somente em cerca de 20% das crianças—tipicamente naqueles que já estão em estado tóxico, obnubilado ou em coma.