Questões de Concurso
Sobre pediatria e neonatologia em medicina
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Paciente, 10 anos de idade, admitido em cetoacidose primeira descompensação com os seguintes exames: glicemia > 600 mg/dL; pH 7,0 HCO3 7mEq/L; K 3,0 mEq/L.
O que deve ser feito a partir da segunda hora de tratamento?
Uma criança com uma doença diarreica aguda pode ter uma desidratação grave e apresentar-se clinicamente com um choque hipovolêmico que pode ser muito difícil de diferenciar do choque séptico frio com pressão arterial baixa. Ao realizar a ressuscitação volêmica dessa criança desidratada, alguns sinais ajudam a diferenciar entre a desidratação grave e choque frio com pressão arterial baixa.
Como varia, após expansão volêmica, o gradiente entre pressões arteriais sistólica x diastólica e a medida da pressão venosa central, respectivamente, comparando valores pré e pós-expansão?
Qual é a arritmia cardíaca observada no traçado ECG a seguir?

Paciente de 10 anos de idade, com síndrome desconforto respiratório agudo grave, em ventilação protetora, hemodinamicamente estável em uso de DVA, sedado e em uso de bloqueador neuromuscular, encontra-se com os seguintes parâmetros ventilatórios e gasométricos:
• VPM: Pressão controlada, FiO2 60%, FR 20 ipm, Tinsp 1,0 seg., Pinsp 28 cm/H2O, PEEP 14 cm/H2O, vol. corrente 5 mL/kg.
• Gasometria arterial: ph 7,32, paO2 54mmHg, paCO2 42mHg, BE –3,0, HCO3 22 mEq/L, SatO2 86%.
Dentre as estratégias apresentadas a seguir, qual é a melhor opção para melhorar a oxigenação?
Paciente de 5 anos de idade, 28 kg de peso, previamente hígido, internado na UTI com diagnóstico de pneumonia lobar direita, de origem comunitária, em suporte ventilatório, sem necessidade de suporte hemodinâmico com drogas vasoativas, em tratamento com ceftriaxona. Evolui no 5º dia de tratamento com hipoxemia súbita, sem piora hemodinâmica, em posição supina, adequadamente sedado e com uso de bloqueador neuromuscular. Nesse momento, apresenta-se com:
• RX tórax: cânula orotraqueal em posição adequada, diversos focos de condensação bilateral, padrão alveolar, acometendo 3 quadrantes, área cardíaca normal, fígado no rebordo costal direito.
• Ventilação pulmonar mecânica: modo pressão controlada, FiO2 60%, Frequência respiratória 20 i.p.m, tempo inspiratório 0,8 seg., pressão inspiratória 28 cm/H2O, PEEP 10 cm/H2O, volume corrente 200 mL.
• Complacência sistema respiratório: muito reduzida.
• Gasometria arterial: ph 7,30, paO2 52 mmHg, paCO2 42 mmHg, BE –4,5, HCO320 mEq/L, SatO2 88%.
Qual é a melhor faixa de volume corrente a ser utilizada pelo paciente nesse momento, segundo o Consenso PALICC?
Paciente em choque séptico está em monitorização da pressão arterial de modo contínuo e invasivo e observa-se a seguinte mudança na onda de pressão arterial no monitor:
Perda de altura e do nó dicrótico

Do ponto de vista da monitorização hemodinâmica, essa mudança, quando comparadas as duas curvas de pressão no momento pós x pré alteração, significa que a
Criança de 11 anos de idade apresenta quadro de febre, rinorreia purulenta, congestão nasal e dor em região facial há cerca de 6 dias. Usou anti-inflamatório e descongestionante nasal, sem melhora. Não há vômitos, diarreia ou comorbidades, exceto o histórico de erupção cutânea pruriginosa 2 dias após o uso de penicilina benzatina. Ao exame físico: PA: 112 x 75 mmHg, FC: 96, FR: 16 ipm e T: 39,1 ºC; dor à palpação de ambos os seios maxilares; orofaringe: discretamente eritematosa, sem exsudatos; não há linfadenopatia cervical; restante do exame: sem alteração relevante.
Nesse momento, a conduta inicial de escolha é prescrever
Quanto ao tronco arterial comum, pode-se afirmar que
A operação de Jatene pode ser realizada na seguinte cardiopatia: