Questões de Concurso
Sobre pediatria e neonatologia em medicina
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1 -Deterioração motora tardia.
2 -Rapidamente destrutiva.
3 -Pseudoestacionária.
4 -Estagnação precoce.
(__)Dos 6 aos 18 meses, caracterizando-se pela estagnação do desenvolvimento, desaceleração do crescimento do perímetro cefálico e tendência ao isolamento social
(__)Entre o primeiro e o terceiro ano de vida, com regressão psicomotora, choro imotivado, irritabilidade, perda da fala adquirida, comportamento autista e movimentos estereotipados das mãos. Podem ocorrer irregularidades respiratórias e epilepsia.
(__)Entre os dois e dez anos de idade, podendo haver certa melhora de alguns dos sintomas como, por exemplo, o contato social. Presença de ataxia, apraxia, espasticidade, escoliose e bruxismo. Episódios de perda de fôlego, aerofagia, expulsão forçada de ar e saliva.
(__)Inicia-se em torno dos dez anos de idade, com desvio cognitivo grave e lenta progressão de prejuízos motores, podendo necessitar de cadeira de rodas.
A sequência CORRETA é:
De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.
Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm
De acordo com Adams e Rink (1998), Cacciaguerra et al. (1998), Cilento et al. (1994), Odibo et al. (1997), Petrikovsky et al. (1988), Shalev et al. (1986) e Warne et al. (2002a ), a avaliação das anomalias cloacais começa com a ultrassonografia pré-natal, pois vários grupos já relataram o diagnóstico pré-natal de cloaca persistente. Para Cacciaguerra et al. (1998) e Warne et al. (2002b), o diagnóstico pode ser feito já na 19ª semana de gestação. O achado de ascite fetal transitória com estruturas císticas pélvicas bilobadas ou trilobadas, hidronefrose bilateral e líquido amniótico diminuído é diagnóstico.
Nas anomalias cloacais,
Criança do sexo masculino com um ano de idade está com febre alta há dois dias, hiporexia e agitação no momento da febre. A mãe nega alterações urinárias e gastrintestinais. Ao chegar à Unidade de Saúde é atendida pelo médico da Estratégia de Saúde da Família que, após examiná-lo, verifica a presença de úlceras no palato mole e úvula (lesões de Nagaya - ma), mas não encontra alterações sugestivas de infecção bacteriana ou sinais de alerta de gravidade. No retorno, após o terceiro dia de febre, a mãe informa que houve o aparecimento de um exantema maculopapular com duração de um dia e meio, melhora da febre e do quadro apresentado por completo. Ao rever a criança nos dias seguintes, percebe-se que ela se mantém normal.
Diante desse caso, de acordo com o Ministério da Saúde, o médico
De acordo com Matsuno et al. (1984), Brown et al. (1987), McLellan et al. (2002), Shukla et al. (2005) e Rubenwolf et al (2016), por relato histórico, pode-se deduzir que a maioria dos megaureteres sem refluxo segue um curso benigno e se resolve espontaneamente nos primeiros anos de vida). Tal constatação foi confirmada por Ranawaka e Hennayake (2013) que, a partir de estudo observacional prospectivo, mostrou que a resolução completa e o tempo de resolução foram inversamente relacionados ao diâmetro ureteral. Por outro lado, os pacientes com diâmetros ureterais >10 mm eram mais propensos a complicações, como ITUs febris recorrentes, formação de cálculos e dor abdominal, com apenas 17% resolvendo completamente e um total de 21% deles exigindo intervenção cirúrgica.
Neste contexto, a cirurgia no caso de megaureter primário obstrutivo deve ser considerada quando os pacientes são sintomáticos e têm