Questões de Concurso Sobre pediatria e neonatologia em medicina

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Q3858144 Medicina
Recém-nascido de 15 dias, a termo, Apgar 8/9, peso e comprimento ao nascer de 2.600 g e 46 cm, respectivamente, com síndrome de Down, e cuja gestação não apresentou outras intercorrências. Está na consulta de puericultura com peso e comprimento atuais de 2.900 g e 47 cm, respectivamente.
Para o acompanhamento pôndero-estatural, os dados devem ser plotados nas
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Q3858142 Medicina
Pais de um menino de 10 anos levam a criança para avaliação médica em Unidade Básica de Saúde (UBS). Relatam que seu filho se dá bem com a família até que não lhe seja permitido fazer algo que deseja. Quando isso ocorre, ele fica irritado, impulsivamente agressivo e agitado por várias horas. Assim que se acalma ou consegue o que quer, fica feliz e agradável novamente. Os pais entendem que o filho parece agir deliberadamente para aborrecer os outros e nunca assume a culpa por seus próprios erros ou mau comportamento. Relatam ainda que ele discute com adultos ou figuras de autoridade e em várias situações não aceita as regras de boa convivência com os familiares.
Considerando o caso descrito, qual é o diagnóstico mais provável?
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Q3858137 Medicina
Paciente de 7 anos, na 4ª semana de tratamento quimioterápico para leucemia linfocítica aguda, é admitido em hospital terciário com história de febre há 12 horas (temperatura axilar de 39 °C), tosse e dispneia. Após 24 horas da admissão, segue febril, apesar de ter usado dipirona há 1 hora, e mantém diurese de 2 mL/kg/h. Exame físico: hidratado; pálido; orientado no tempo e no espaço; frequência cardíaca de 130 bpm; temperatura axilar de 39 °C; frequência respiratória de 36 irpm; pressão arterial de 90 x 60 mmHg; boa perfusão periférica; murmúrio vesicular diminuído em base de hemitórax à direita, com crepitações; bulhas taquicárdicas; fígado a 4 cm do rebordo costal direito e 5 cm do apêndice xifoide; baço a 4 cm do rebordo costal esquerdo. Os exames laboratoriais evidenciam lactato aumentado, acidose metabólica e hemograma com leucocitose com desvio à esquerda.
Com base no quadro descrito, o diagnóstico é
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Q3858130 Medicina
Lactente de 4 meses é levado ao serviço de emergência com história de vômitos, poliúria, episódios de fraqueza intensa e febre. Ao exame físico, apresenta-se com desidratação grave e déficit de crescimento significativo. Encontram-se, ainda, sinais radiológicos de osteopenia e raquitismo resistente à vitamina D.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o distúrbio ácido básico relacionado ao caso é
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Q3858106 Medicina
Uma criança de 9 anos apresenta quadro de cefaleia matinal progressiva, vômitos em jato e episódios de diplopia. O exame físico mostra papiledema bilateral e paralisia do VI par à direita. A ressonância magnética evidencia lesão intra-axial de fossa posterior, infiltrativa, envolvendo o hemisfério cerebelar esquerdo e estendendo-se para o pedúnculo cerebelar superior, com hipersinal em T2/FLAIR, realce heterogêneo pós-contraste e restrição à difusão na porção central. Há disseminação leptomeníngea sutil na cisterna magna. O espectro de ressonância magnética revela aumento de colina, redução de N-acetil-aspartato e elevação discreta de lactato.
Considerando a idade, os achados clínicos, radiológicos e a biologia tumoral típica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
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Q3858104 Medicina
Um menino de 6 meses é levado à consulta por aumento progressivo da circunferência cefálica. A história pregressa inclui parto a termo sem intercorrências e desenvolvimento neurológico adequado até o momento.
No exame físico:
Macrocefalia evidente (circunferência cefálica > 98º percentil).
Fontanela anterior tensa, pulsátil.
Sinais de irritabilidade e sono agitado, mas sem déficit motor focal.
Reflexos tendinosos normais, sem hipertonia.
Olhos com desvio para baixo (sinal de "sunset").
A ultrassonografia transfontanelar evidencia dilatação simétrica dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo, com quarto ventrículo de tamanho normal. A RM confirma os achados e não mostra massa expansiva nem hemorragia intraventricular.

Com base na apresentação clínica, achados de neuroimagem e fisiopatologia, qual é a forma de hidrocefalia mais provável neste caso? 
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Q3858102 Medicina
Uma criança de 10 anos apresenta cefaleia diária, de intensidade moderada a grave, em região difusa, associada a náuseas leves, fotofobia e irritabilidade. A dor piora ao final do dia e melhora parcialmente com analgésicos simples. A mãe relata que a criança passa longos períodos em frente a telas e apresenta dificuldade de concentração na escola. O exame neurológico e oftalmológico são normais.
Considerando a apresentação clínica, qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial mais adequada?
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Q3858101 Medicina
Uma menina de 7 anos apresenta, há 6 meses, episódios de breves ausências caracterizados por:
Parada súbita da atividade durante a escola, com olhar fixo por 5−10 segundos.
Retorno espontâneo à atividade sem confusão pós-ictal.
Frequência diária, variando de 10 a 20 episódios.
Nenhum relato de crises tônico-clônicas.
O exame neurológico e o desenvolvimento psicomotor estão normais.
O EEG mostra:
Descargas generalizadas de ondas lentas de 3 Hz associadas a espículas, evocadas ou espontâneas, especialmente com hiperventilação.
A ressonância magnética de crânio é normal.
Com base nos critérios da International League Against Epilepsy (ILAE), qual é o diagnóstico mais apropriado?
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Q3858099 Medicina
Uma menina de 5 anos é trazida ao pronto-socorro com sonolência progressiva e alteração do nível de consciência nas últimas 12 horas. O histórico inclui:
Febre baixa nos últimos 2 dias.
Vômitos esporádicos.
Sem convulsões reportadas.
Exame físico:
Estado geral grave, Glasgow Coma Scale (GCS) 7 (Ocular 2, Verbal 2, Motora 3).
Pupilas isocóricas, fotorreagentes.
Sinais meníngeos discretos.
Reflexos tendinosos presentes, sem lateralização.
Sinais vitais: FC 130 bpm, PA 90/60 mmHg, FR 28/min, saturação 98%.
Exames laboratoriais:
Hemograma e eletrólitos dentro da normalidade.
Glicemia normal.
Função hepática e renal preservadas.
Gasometria sem acidose significativa.
Neuroimagem (RM de encéfalo):
Hipersinal difuso em substância branca periventricular e córtex parietal em T2/FLAIR.
Sem sinais de hemorragia ou lesão focal expansiva.
EEG:
Atividade difusa lenta, sem descargas epileptiformes.

Considerando a história, exame físico, exames laboratoriais, neuroimagem e EEG, qual é a etiologia mais provável do coma neste caso? 
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Q3858098 Medicina
Uma criança de 8 anos, previamente saudável, com diagnóstico confirmado de TDAH − subtipo combinado, inicia tratamento com metilfenidato de liberação imediata. Após duas semanas, os pais relatam melhora parcial da desatenção, mas surgem dor abdominal recorrente, discreta perda de peso, e um aumento inesperado de irritabilidade noturna, apesar de o medicamento ter sido administrado exclusivamente pela manhã. A criança dorme tardiamente, com latência aumentada, porém sem insônia de meio de noite. A avaliação do neuropediatra mostra peso e altura no percentil adequado, sem outras alterações.
Qual é a conduta clínica mais apropriada neste cenário?
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Q3858097 Medicina
Um menino de 3 anos é levado ao pronto-socorro com alteração súbita do nível de consciência após quadro de infecção respiratória viral de 2 dias. A história clínica e exames prévios são normais.

Exame físico:
Criança letárgica, reativa apenas a estímulos dolorosos.
Reflexos tendinosos normais, sem déficit motor focal.
Sinais meníngeos negativos.
Temperatura: 38,5°C.
Laboratórios iniciais:
Hemograma e eletrólitos dentro da normalidade.
Glicemia normal.
Função hepática levemente elevada (AST/ALT <2x).
O EEG mostra atividade difusa lenta, sem descargas epiléptiformes.
A RM de encéfalo apresenta hipersinal difuso bilateral em substância branca e núcleos da base em T2/FLAIR, sem lesão focal.
O líquor mostra leve pleocitose e proteína discretamente aumentada, sem alterações de glicose.
Considerando os achados clínicos, laboratoriais e de neuroimagem, qual é o diagnóstico mais provável? 
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Q3857926 Medicina
Qual a patologia que pode ter uma melhora importante com intervenção dietética no recém-nascido portador de colestase neonatal?
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Q3857925 Medicina
Paciente de 5 anos assintomático, com ingestão de corpo estranho (moeda) localizado em esôfago. Em quanto tempo o objeto deve ser retirado e qual a melhor maneira de fazê-lo? 
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Q3857922 Medicina
 A variedade de etiologias da Colestase Neonatal é complexa. Sobre este assunto, é correto afirmar que: 
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Q3857920 Medicina
Qual é a recomendação atual sobre a introdução de alimentos potencialmente alergênicos, como ovo e amendoim, na dieta dos lactentes para prevenção de alergia alimentar?
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Q3857919 Medicina
Qual é a abordagem de tratamento recomendada para uma criança de 7 anos com quadro de tosse seca crônica, dificuldade para engolir e dor retroesternal que apresenta esofagite documentada por EDA (endoscopia digestiva alta), conforme o consenso de DRGE? 
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Q3857918 Medicina
Qual é a principal característica clínica da proctocolite alérgica induzida por proteína alimentar (FPIAP) em lactentes? 
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Q3857917 Medicina
Paciente 5 anos de idade é atendido na emergência com história de ingestão de corpo estranho (moeda) há 1 hora. Está assintomático, contactuante, sem nenhuma outra queixa. Qual primeiro exame a ser solicitado?
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Q3857826 Medicina
Uma menina de 5 anos é trazida ao pronto-socorro com sonolência progressiva e alteração do nível de consciência nas últimas 12 horas. O histórico inclui:
Febre baixa nos últimos 2 dias.
Vômitos esporádicos.
Sem convulsões reportadas.
Exame físico:
Estado geral grave, Glasgow Coma Scale (GCS) 7 (Ocular 2, Verbal 2, Motora 3).
Pupilas isocóricas, fotorreagentes.
Sinais meníngeos discretos.
Reflexos tendinosos presentes, sem lateralização.
Sinais vitais: FC 130 bpm, PA 90/60 mmHg, FR 28/min, saturação 98%.
Exames laboratoriais:
Hemograma e eletrólitos dentro da normalidade.
Glicemia normal.
Função hepática e renal preservadas.
Gasometria sem acidose significativa.
Neuroimagem (RM de encéfalo):
Hipersinal difuso em substância branca periventricular e córtex parietal em T2/FLAIR.
Sem sinais de hemorragia ou lesão focal expansiva.
EEG:
Atividade difusa lenta, sem descargas epileptiformes.

Considerando a história, exame físico, exames laboratoriais, neuroimagem e EEG, qual é a etiologia mais provável do coma neste caso? 
Alternativas
Q3857825 Medicina
Uma criança de 8 anos, previamente saudável, com diagnóstico confirmado de TDAH − subtipo combinado, inicia tratamento com metilfenidato de liberação imediata. Após duas semanas, os pais relatam melhora parcial da desatenção, mas surgem dor abdominal recorrente, discreta perda de peso, e um aumento inesperado de irritabilidade noturna, apesar de o medicamento ter sido administrado exclusivamente pela manhã. A criança dorme tardiamente, com latência aumentada, porém sem insônia de meio de noite. A avaliação do neuropediatra mostra peso e altura no percentil adequado, sem outras alterações.
Qual é a conduta clínica mais apropriada neste cenário?
Alternativas
Respostas
2221: B
2222: B
2223: X
2224: X
2225: A
2226: C
2227: C
2228: D
2229: D
2230: C
2231: C
2232: A
2233: E
2234: D
2235: E
2236: C
2237: E
2238: D
2239: C
2240: D