Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Os astrocitomas subependimários de células gigantes costumam ocorrer em pacientes com Síndrome de Sturge-weber.
Os hamartomas subependimários são encontrados em, aproximadamente, 30% dos pacientes com esclerose tuberosa.
A tríade clássica de critérios para diagnóstico da esclerose tuberosa é: adenoma sebáceo, convulsões e retardo mental.
O trigêmeo é o segundo nervo craniano mais acometido em frequência pela neurofibromatose tipo II.
Ambas apresentam herança autossômica dominante.
As manifestações cutâneas são bem mais frequentes na neurofibromatose tipo II que na do tipo I.
Os schwannomas bilaterais do acústico são característicos da neurofibromatose tipo II.
Os neurofibromas plexiformes são característicos da neurofibromatose tipo I.
Na holoprosencefalia lobar, há ausência do septo pelúcido.
Na holoprosencefalia alobar, há ausência do septo pelúcido.
Na holoprosencefalia semilobar, há presença do septo pelúcido.
Na holoprosencefalia alobar, os núcleos da base estão bem formados e separados.
Na holoprosencefalia lobar, há ausência da foice cerebral.
A correção rápida de Sódio nas primeiras 3 a 4 horas, em pacientes hiponatrêmicos, está indicada apenas em pacientes com manifestações neurológicas graves.
A terapia com heparina está contraindicada em pacientes com infartos encefálicos extensos.
O uso de anticoagulação com heparina venosa para melhorar o desfecho do acidente vascular encefálico isquêmico em progressão não é suportado pelas evidências científicas.
O tratamento trombolítico dos acidentes encefálicos isquêmicos diminui a mortalidade em três meses.
A presença de átrio esquerdo aumentado não constitui fator de risco para desenvolvimento de acidente vascular encefálico embólico.
A apresentação típica do acidente vascular encefálico de origem embólica cardíaca é com evolução progressiva do déficit neurológico ao longo de horas.