Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Cardiopatias, principalmente a fibrilação atrial
O principal exame para o diagnóstico é a tomografia computadorizada do encéfalo, que vai evidenciar áreas de desmielinização em nível de córtex cerebral e gânglios da base.
Aproximadamente 65% dos pacientes vão apresentar disautonomias em algum momento da evolução, manifestada por episódios de hipotensão, hipertensão, bradicardia e sudorese.
O diagnóstico diferencial inclui porfíria aguda intermitente, intoxicação por chumbo, botulismo e paralisias periódicas (hipo ou hipercalêmicas).
A sensibilidade táctil e proprioceptiva está muito comprometida em 90% dos casos, existindo delimitação de acometimento de nível sensitivo entre as vértebras C5 e T10.
A patologia caracteriza-se inicialmente por quadro agudo-subagudo de fraqueza muscular nas partes distais, com progressão ascendente.
I. Dentre as neuropatias periféricas associadas a proteínas monoclonais, o tipo mais frequente é a secundária ao mieloma múltiplo.
II. A neuropatia hereditária com suscetibilidade à paralisia por pressão é uma doença autossômica recessiva caracterizada por aumento da suscetibilidade dos nervos periféricos à tração mecânica ou compressão.
III. Na síndrome de Guillain-Barré (SGB), a presença de pleocitose moderada no exame do líquido cefalorraquidiano é uma característica da SGB associada à infecção pelo HIV.
I. São causas de ataxia adquirida: álcool, drogas (anticonvulsivantes, quimioterápicos), doença celíaca, degeneração paraneoplásica e hipotireoidismo.
II. A ataxia de Friedreich é secundária à expansão do trinucleotídeo GAA no gene FRDA localizado no cromossomo 9 e caracteriza-se clinicamente por ataxia, arreflexia e sinais de envolvimento do SNC.
III. A ataxia espinocerebelar tipo 3 (doença de Machado-Joseph) está associada a padrão autossômico recessivo de herança e pode apresentar-se clinicamente com sintomas extrapiramidais predominantes.
I. A neurofibromatose tipo 2 (NF2) é a síndrome neurocutânea mais comum, e ocorre em 1 a cada 3000 pessoas.
II. As lesões cutâneas da NF1 são manchas café-au-lait, neurofibroma subcutâneo, neurofibroma plexiforme e sardas axilares.
III. Os nódulos de Lisch, patognomônicos da NF1, são alterações esqueléticas que favorecem a ocorrência de fraturas patológicas e pseudoartrose subsequente.

Estão corretamente associadas:
