Questões de Concurso
Sobre neurologia em medicina
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Após a coleta dos exames culturais, deve-se realizar o escalonamento da antibioticoterapia em uso, em razão do comprometimento do sistema nervoso central.
A coleta de líquor para análises de rotina e culturais não está indicada, visto que se trata de uma mastoidite complicada.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
Lesões com o volume semelhante ao da lesão do caso clínico tendem a evoluir com maior morbimortalidade e dificuldade cirúrgica de ressecção completa.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
A tomografia evidencia importante edema citotóxico adjacente à lesão, motivo pelo qual se deve iniciar com altas doses de corticoide.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
Deleções no braço curto do cromossomo 1 consistem na principal mutação associada aos meningiomas.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
No estudo de RM, fase pré-contraste, a lesão provavelmente se apresentará isointensa em T1WI e hipointensa em T2WI.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
A angiografia pré-operatória pode ser útil para identificar a localização da artéria cerebral anterior em relação ao tumor. Cerca de 70% a 80% do suprimento sanguíneo desse tipo de lesão ocorre por meio da artéria etmoidal anterior, que, ao ser identificada, deve ser sempre embolizada por não apresentar risco adicional ao paciente.

Considere um paciente de 59 anos de idade, com 90 kg,
hipertenso e tabagista. Ele é levado ao hospital por familiares
em razão de cefaleia persistente e progressiva. Os familiares
relatam, ainda, alteração de comportamento há
aproximadamente dois meses, associada à diminuição global
de força. Ao exame, o paciente está pouco colaborativo,
irritado, com fala inapropriada e hiposmia, sem deficits
focais ao exame. Constatam-se AC = RC2T com BNF;
FC = 82 bpm; AP = MVF sem RA; FR = 18 irpm;
PA = 150 mmHg x 85 mmHg; e SatO2 = 97%. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio, conforme a
imagem apresentada.
O achado tomográfico evidencia uma lesão sugestiva de meningioma na fossa anterior, lesão cuja localização justifica a alteração comportamental do paciente.
O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 96 horas após o ictus, com vistas a diminuir o risco de ressangramento e de complicações referentes ao período do vasoespasmo.
É provável que a arteriografia evidencie um aneurisma fusiforme na artéria cerebral média direita.
Nessa paciente, o uso de corticoide está indicado para ajudar a diminuir o edema e prevenir vasoespasmo.
Independentemente do Fisher ou dos níveis pressóricos da paciente, está indicado o uso de nimodipina 60 mg, de quatro em quatro horas, devendo ser iniciado preferencialmente em até 96 horas do ictus.
Do ponto de vista tomográfico, classifica-se o caso como Fisher 2.
Segundo a classificação da World Federation of Neurological Societies (WFNS), a paciente seria classificada como grau 2.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
Após redução facetária e (ou) fixação 360°, espera-se que a paciente tenha alívio parcial da cervicobraquialgia, porém sem apresentar melhora motora, já que o deficit neurológico já está estabelecido.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
A TC de controle pós-operatório deverá ser classificada como Marshall V.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
A colocação de peso na tração cervical deve ser realizada de forma paulatina e controlada, a fim de se evitarem distração excessiva, instabilidade occipitocervical e (ou) piora do deficit neurológico.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
Durante o procedimento cirúrgico craniano, é provável que se observe a artéria meníngea média como causadora do hematoma.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
A TC de coluna cervical evidencia uma fratura-luxação C6-C7 classificada como tipo B2-F2, de acordo com a AOSpine.

Uma paciente de 27 anos de idade, com 63 kg, previamente
hígida, é levada ao hospital pelos bombeiros, em
imobilização padrão, após colisão do próprio carro em uma
árvore. Queixa-se de cefaleia, cervicalgia e desconforto em
ombros/membros superiores. Ao exame inicial, constatam-se
AC = RC2T com BNF; FC = 110 bpm; AP = MVF sem RA;
FR = 18 irpm; PA = 140 mmHg x 90 mmHg; e SatO2 =
99%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular
espontânea, pupilas isofotorreagentes, com colar cervical,
fala confusa, amnésia lacunar e dor à palpação da coluna
cervical, obedecendo a comandos, porém com dificuldade de
mobilizar braços (força distal 1 e força proximal 4, em
ombro e braço direito, e grau 3 à esquerda), com força
aparentemente preservada em pernas. É realizada a
tomografia computadorizada (TC) de crânio e coluna
cervical, segundo as imagens apresentadas.
A paciente possui indicação de neurocirurgia de urgência para drenagem do hematoma temporal e colocação de tração cervical.