Questões de Concurso
Sobre mastologia em medicina
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I.Uma lesão mamária classificada como BI-RADS 3 (Provavelmente Benigna) ao ultrassom, como um fibroadenoma típico (oval, circunscrito, orientação paralela), implica em risco de malignidade menor que 2%, sendo a conduta preconizada o controle imaginológico de curto intervalo (geralmente semestral) e não a biópsia imediata.
II.Pelos critérios IOTA (Regras Simples), a presença de ascite, septações espessas (> 3mm), projeções papilares (pelo menos 4), componentes sólidos irregulares e fluxo Doppler exuberante (escore de cor 4) são descritores de malignidade (M-rules) que indicam encaminhamento para oncoginecologista.
III.No ultrassom pélvico com Doppler, a detecção de neovascularização central em um nódulo sólido ovariano com baixo índice de resistência (IR < 0,4) é um sinal tranquilizador, característico de corpo lúteo hemorrágico, dispensando investigação adicional.
Está correto o que se afirma em:
I.Uma lesão mamária classificada como BI-RADS 3 (Provavelmente Benigna) ao ultrassom, como um fibroadenoma típico (oval, circunscrito, orientação paralela), implica em risco de malignidade menor que 2%, sendo a conduta preconizada o controle imaginológico de curto intervalo (geralmente semestral) e não a biópsia imediata.
II.Pelos critérios IOTA (Regras Simples), a presença de ascite, septações espessas (> 3mm), projeções papilares (pelo menos 4), componentes sólidos irregulares e fluxo Doppler exuberante (escore de cor 4) são descritores de malignidade (M-rules) que indicam encaminhamento para oncoginecologista.
III.No ultrassom pélvico com Doppler, a detecção de neovascularização central em um nódulo sólido ovariano com baixo índice de resistência (IR < 0,4) é um sinal tranquilizador, característico de corpo lúteo hemorrágico, dispensando investigação adicional.
Está correto o que se afirma em:
I.Uma lesão mamária classificada como BI-RADS 3 (Provavelmente Benigna) ao ultrassom, como um fibroadenoma típico (oval, circunscrito, orientação paralela), implica em risco de malignidade menor que 2%, sendo a conduta preconizada o controle imaginológico de curto intervalo (geralmente semestral) e não a biópsia imediata.
II.Pelos critérios IOTA (Regras Simples), a presença de ascite, septações espessas (> 3mm), projeções papilares (pelo menos 4), componentes sólidos irregulares e fluxo Doppler exuberante (escore de cor 4) são descritores de malignidade (M-rules) que indicam encaminhamento para oncoginecologista.
III.No ultrassom pélvico com Doppler, a detecção de neovascularização central em um nódulo sólido ovariano com baixo índice de resistência (IR < 0,4) é um sinal tranquilizador, característico de corpo lúteo hemorrágico, dispensando investigação adicional.
Está correto o que se afirma em:
I. Uma lesão mamária classificada como BI-RADS 3 (Provavelmente Benigna) ao ultrassom, como um fibroadenoma típico (oval, circunscrito, orientação paralela), implica em risco de malignidade menor que 2%, sendo a conduta preconizada o controle imaginológico de curto intervalo (geralmente semestral) e não a biópsia imediata.
II. Pelos critérios IOTA (Regras Simples), a presença de ascite, septações espessas (> 3mm), projeções papilares (pelo menos 4), componentes sólidos irregulares e fluxo Doppler exuberante (escore de cor 4) são descritores de malignidade (M-rules) que indicam encaminhamento para oncoginecologista.
III. No ultrassom pélvico com Doppler, a detecção de neovascularização central em um nódulo sólido ovariano com baixo índice de resistência (IR < 0,4) é um sinal tranquilizador, característico de corpo lúteo hemorrágico, dispensando investigação adicional.
Está correto o que se afirma em:
I.Uma lesão mamária classificada como BI-RADS 3 (Provavelmente Benigna) ao ultrassom, como um fibroadenoma típico (oval, circunscrito, orientação paralela), implica em risco de malignidade menor que 2%, sendo a conduta preconizada o controle imaginológico de curto intervalo (geralmente semestral) e não a biópsia imediata.
II.Pelos critérios IOTA (Regras Simples), a presença de ascite, septações espessas (> 3mm), projeções papilares (pelo menos 4), componentes sólidos irregulares e fluxo Doppler exuberante (escore de cor 4) são descritores de malignidade (M-rules) que indicam encaminhamento para oncoginecologista.
III.No ultrassom pélvico com Doppler, a detecção de neovascularização central em um nódulo sólido ovariano com baixo índice de resistência (IR < 0,4) é um sinal tranquilizador, característico de corpo lúteo hemorrágico, dispensando investigação adicional.
Está correto o que se afirma em:
Coluna 1
1. Luminal A.
2. Luminal B.
3. HER2.
4. Triplo negativo.
Coluna 2
( ) Tumores geralmente negativos para receptores hormonais, com maior frequência de mutações em BRCA1 e maior incidência em mulheres jovens.
( ) Caracterizado por expressão de receptores hormonais, baixo índice proliferativo e melhor prognóstico entre os carcinomas invasivos.
( ) Caracterizado por superexpressão do receptor do fator de crescimento epidérmico humano, associado a maior agressividade na ausência de terapia-alvo.
( ) Tumores RE positivos, Ki-67 elevado, podendo apresentar benefício adicional com quimioterapia associada à hormonioterapia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Uma mulher de 47 anos, G2P2, comparece ao ambulatório com queixa de nódulo endurecido na mama direita há 3 semanas. Relata que o nódulo surgiu após um trauma no local quando sua filha pequena bateu com o cotovelo durante uma brincadeira. Nega dor significativa, febre ou secreção mamilar. Ao exame físico, identifica-se nódulo irregular, de consistência firme, pouco móvel, indolor, medindo cerca de 2 cm, sem alterações cutâneas importantes e sem linfonodomegalias axilares. Mamografia realizada mostra área de opacidade espiculada com microcalcificações pleomórficas, sendo BI-RADS 4. A USG evidencia nódulo heterogêneo, hipoecoico, com sombra acústica posterior.
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Uma mulher de 41 anos procura o ambulatório com queixa de descarga papilar unilateral pela mama direita há 2 meses. Ela relata secreção espontânea, serossanguinolenta, que aparece sem compressão. Nega dor mamária, febre ou trauma. Ao exame físico, observa-se saída de pequena quantidade de secreção sanguinolenta por um único ducto. Não há nódulos palpáveis nem linfonodomegalias. A mamografia está normal (BI-RADS 1), e a ultrassonografia mostra discreta ectasia ductal retroareolar sem lesões nodulares evidentes.
Qual é a conduta mais apropriada neste caso?
Uma puérpera de 26 anos, três semanas após parto vaginal, queixa-se de febre alta há 24 horas (38,8 °C), dor intensa na mama esquerda e mal-estar. Refere dificuldade para amamentar devido à dor e relata fissura no mamilo esquerdo. No exame físico, observa-se área eritematosa, quente, dolorosa e endurecida no quadrante súpero-externo da mama esquerda. Não há flutuação palpável.
Qual é a conduta inicial mais adequada?
Mulher de 20 anos procura o consultório do mastologista com resultado do exame anátomo-patológico de tumor retirado de mama direita há 15 dias. O laudo revela tumor de dois centímetros de diâmetro apresentando estruturas glandulares e epiteliais císticas envolvidas por estroma celular.
Assinale a alternativa que corresponde ao possível diagnóstico.
Paciente de 50 anos procura o ambulatório com queixa de desconforto na mama esquerda há um mês. Sem antecedentes de câncer mamário na família. A primeira mamografia que realizou demonstrou massa espiculada, calcificações lineares e ramificações finas.
Considerando os achados do exame, qual a classificação?