Paciente pediátrico com doença grave, irreversível
e em fase terminal encontra-se internado sob
cuidados da equipe cirúrgica. Os responsáveis
legais, após esclarecimento adequado,
manifestam desejo de limitar medidas invasivas e
priorizar conforto. Um membro da equipe defende
a continuidade de procedimentos diagnósticos e
terapêuticos sem impacto no prognóstico,
alegando obrigação de “fazer tudo o que for
possível”. Considerando o Código de Ética Médica,
qual conduta é eticamente mais adequada?