Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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No diagnóstico diferencial das úlceras genitais, assinale a alternativa que indica o diagnóstico mais provável, seu agente etiológico e o tratamento de primeira linha correspondente, conforme o PCDT 2022:
Paciente 41 anos, G2PC1, 40 semanas e 2 dias, evolui para parto normal taquitócito. Após 30 minutos da admissão nasce RN de 4120g, Apgar 8 e 9. Realizado manejo ativo do terceiro período do parto com dequitação placentária em 5 minutos após a expulsão fetal. Imediatamente inicia sangramento moderado, mal estar geral, tontura, agitação psicomotora. Antecedentes pessoais: hipertensão arterial crônica, obesidade e diabetes gestacional mal controlada. Exame físico: Regular estado geral, hipocorada (+++/++++), pressão arterial: 87x52 mmHg, Frequência cardíaca: 138 bpm, Frequência respiratória: 24 ipm, saturação de O2: = 94%. Exame gineco-obstétrico: fundo uterino palpável a 3 cm acima da cicatriz umbilical, consistência amolecida, canal de parto com laceração de primeiro grau, sem sangramento ativo.
Qual a sequência correta para atendimento dessa hemorragia puerperal, após providenciar dois acessos venosos calibrosos, suplementação de O2 e monitorização?
Qual o diagnóstico mais provável e qual a conduta para evitar novas perdas gestacionais?
I. A qualidade da avaliação não é alterada pela posição da paciente ou jejum prolongado.
II. No período de sono fetal pode não haver acelerações transitórias no exame, sem determinar sofrimento fetal.
III. A desaceleração precoce é considerada benigna, pois não está relacionada à hipoxia fetal.
IV. A aceleração transitória é caracterizada quando há aumento de 15 bpm por pelo menos 15 segundos, independente da idade gestacional do concepto.
Estão corretas:
I. A dosagem sérica de hormônio folículo-estimulante (FSH) abaixo de 20 mUI/mL sugere falência ovariana, devendo ser solicitada em sequência a dosagem da testosterona sérica.
II. Diante da dosagem de prolactina normal, um FSH supresso sugere disfunção hipotalâmica ou hipofisária, devendo o hormônio tireoestimulante (TSH) também ser solicitado.
III. No tratamento clínico da hiperprolactinemia, os agonistas dopaminérgicos devem tersuas doses aumentadas gradualmente e reavaliadas a cada quatro a oito semanas.
Está correto o que se afirma em