Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q3130793 Medicina
Paciente de 37 anos, G2P1, com 32 semanas de gestação, foi diagnosticada com placenta prévia total por ultrassonografia morfológica. Comparece ao pronto atendimento com sangramento vaginal moderado, sem dor. Exame físico com PA de 110/70 mmHg, sem sinais de choque. Frequência cardíaca fetal de 145 bpm. Qual o manejo mais adequado?
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Q3130792 Medicina
Paciente de 20 anos, G1P0, com 12 semanas de gestação, apresenta PA de 140/90 mmHg em duas ocasiões distintas. Não apresenta edema, proteinúria ou outros sintomas. Os exames laboratoriais estão normais. Qual o diagnóstico mais provável e a conduta inicial?
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Q3130789 Medicina
Paciente de 34 anos, G2P1, com 18 semanas de gestação, foi diagnosticada com carcinoma ductal invasivo na mama esquerda, medindo 2,5 cm (T2), grau histológico II. O imunohistoquímico revelou receptor de estrogênio positivo (80%), receptor de progesterona positivo (70%), HER2 negativo e índice Ki-67 de 20%. A ultrassonografia axilar mostrou ausência de linfonodos suspeito. A paciente deseja preservar a gravidez e foi encaminhada para avaliação de tratamento oncológico. Qual a conduta mais apropriada em relação à avaliação axilar e manejo da paciente?
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Q3130788 Medicina
Mulher de 39 anos, G2P2, tabagista, com antecedentes de HPV de alto risco, apresenta citologia oncótica com lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL). Colposcopia confirma lesão compatível com NIC III na junção escamocolunar. Paciente sem desejo reprodutivo. Qual a melhor conduta para essa paciente?
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Q3130787 Medicina
Paciente de 45 anos, nulípara, sem histórico familiar de câncer de mama ou ovário, comparece para consulta de rotina. Ela está na fase lútea do ciclo menstrual e apresenta exame clínico das mamas normal. Pergunta sobre a necessidade de realizar mamografia, pois nunca realizou o exame. Não apresenta fatores de risco adicionais, como mutação genética conhecida ou história de radioterapia torácica. Qual sua orientação para essa paciente de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde para rastreamento do câncer de mama no Brasil?
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Q3130784 Medicina
Paciente de 62 anos, menopausada aos 50 anos, apresenta queixa de prurido vulvar persistente há 6 meses. Ao exame, observa-se mucosa vulvar esbranquiçada, fina, com áreas de escoriação. A biópsia mostrou alteração epitelial compatível com líquen escleroso. Qual a conduta mais adequada para essa paciente?
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Q3130783 Medicina
Paciente de 62 anos, G4P4, procura atendimento com queixa de perda urinária. Relata noctúria de 2 a 3 episódios por noite e sensação de bexiga não completamente esvaziada. Exame físico: Teste de esforço com bexiga cheia: positivo para perda urinária aos esforços. Sem sinais de prolapso significativo no POP-Q. Estudo urodinâmico: Pressão de perda urinária ao esforço (VLPP): 80 cmH₂O Capacidade cistométrica máxima: 320 mL. Contrações involuntárias do detrusor: presentes durante o enchimento vesical, a partir de 250 mL. Amplitude máxima da contração involuntária: 45 cmH₂O. Perda urinária durante as contrações involuntárias. Pressão máxima de fluxo: 15 cmH₂O. Resíduo pós-miccional: 40 mL. Qual o tipo de incontinência urinária e o melhor tratamento?
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Q3130782 Medicina
Paciente de 37 anos, G2P2, submetida a laqueadura tubária há 5 anos, procura atendimento com queixa de sangramento uterino anormal e dor pélvica cíclica intensa. Ultrassonografia transvaginal mostra útero aumentado de volume com zonas hiperecoicas na camada miometrial e espessamento focal. Qual o diagnóstico mais provável? 
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Q3130781 Medicina
Paciente de 65 anos, G2P2(N), com queixa de sensação de peso vaginal e prolapso os órgãos pélvicos. Ao exame físico foi estadiada pelo sistema POP-Q, apresenta os seguintes achados: ponto Aa +3 cm, ponto Ba +4 cm, ponto Ap -2 cm, ponto Bp -1 cm, comprimento vaginal total de 8 cm, ponto C +4 cm e ponto D -2 cm. Ausência de incontinência urinária ao exame físico. Paciente sem sintomas de urgência e incontinência urinária e sem comorbidades. Qual a melhor conduta para essa paciente.
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Q3130780 Medicina
Paciente de 44 anos com diagnóstico prévio de carcinoma endometrial estágio IB (invasão menor que 50% do miométrio) submetida a histerectomia total abdominal com anexectomia. No seguimento, após 2 anos, massa pélvica heterogênea de 2,5 cm no cúpula vaginal. Qual é a melhor conduta diagnóstica? 
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Q3130779 Medicina
Paciente de 38 anos, sem comorbidades, refere ciclos menstruais regulares, mas apresenta infertilidade secundária após dois anos de tentativas. Histerossalpingografia revelou salpingite ístmica nodosa bilateral e hidrossalpinge à direita. Não há sinais de doença inflamatória pélvica ativa. Qual a conduta mais apropriada para esta paciente com desejo de gestação?
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Q3130778 Medicina
Mulher de 34 anos com infertilidade primária há 2 anos e dor pélvica crônica realiza ultrassonografia transvaginal que mostra massa anexial heterogênea com 6 cm, com focos hiperecogênicos móveis ao doppler, sem vascularização aumentada. Exame CA-125 elevado (90 U/mL). Qual a conduta mais indicada? 
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Q3130777 Medicina
Paciente de 55 anos, G3P3, menopausada aos 50 anos, procura atendimento por aumento progressivo do volume abdominal, associado a desconforto pélvico. Nega sangramento vaginal. Ao exame físico, apresenta abdome distendido, com ascite moderada, e massa pélvica palpável. Ultrassonografia transvaginal mostra massa anexial heterogênea de 8 cm, com áreas sólidas e císticas, além de septações espessas. O CA-125 está elevado (650 U/mL). Tomografia computadorizada confirma ascite e implantes peritoneais sugestivos de carcinomatose. Qual o próximo passo no manejo desta paciente?
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Q3130758 Medicina
Paciente gestante, 19 semanas, chega ao pronto socorro com múltiplos ferimento por arma branca em tórax e abdome. Evolui após admissão hospitalar com parada cardiorrespiratória
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Q3130558 Medicina
Paciente feminina, 65 anos, menopausada há 15 anos, sem histórico de fraturas, realiza densitometria óssea que revela osteoporose na coluna lombar e fêmur proximal. Qual dos seguintes mecanismos é o principal responsável pela perda de massa óssea e fragilidade esquelética na osteoporose pós-menopausa?
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Q3126486 Medicina
A apresentação pélvica mais comum no termo é  
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Q3126485 Medicina
A rotação interna de uma apresentação BEA é de
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Q3126484 Medicina
O ponto de referência fetal na apresentação defletida de terceiro grau é denominado  
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Q3126483 Medicina
A linha de orientação da cefálica defletida de segundo grau é denominada
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Q3126482 Medicina
O ponto de referência fetal da apresentação bregmática é
Alternativas
Respostas
4061: A
4062: C
4063: C
4064: C
4065: B
4066: D
4067: D
4068: E
4069: C
4070: C
4071: B
4072: D
4073: C
4074: A
4075: C
4076: A
4077: D
4078: A
4079: C
4080: B