Questões de Concurso
Comentadas sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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I. Hepatite B.
II. Herpes genital.
III. Infecção pelo estreptococo do grupo B.
IV. Infecção pelo HTLV I/II.
Quais estão corretas?
I. Sangramento vaginal presente ou ausente.
II. Instabilidade hemodinâmica.
III. Batimentos cardiofetais (BCF) presentes ou não ao sonar Doppler. A ausência de BCF ao sonar nem sempre indica feto morto nessa situação.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Sulfato de dehidroepiandrosterona (SDHEA) elevado.
2. Hormônio antimulleriano elevado.
3. FSH e LH reduzidos.
4. 17(OH) progesterona elevada.
Coluna 2
( ) Síndrome dos ovários policísticos.
( ) Hiperplasia suprarrenal congênita forma não clássica.
( ) Hiperprolactinemia.
( ) Tumor de suprarrenal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A determinação precisa da idade gestacional e da data provável do parto (DPP) é um dos pilares do pré-natal, pois influencia o momento de realização de exames, a interpretação do crescimento fetal, a conduta em gestações prolongadas e a prevenção de prematuridade. Em relação às recomendações atuais, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. A ultrassonografia realizada até 13 6/7 semanas, utilizando a medida da distância crânio-caudal (CRL), é o método mais preciso para estabelecer ou confirmar a idade gestacional, com margem de erro de ±5–7 dias.
II. Em gestações concebidas por fertilização in vitro (FIV), a DPP deve ser calculada exclusivamente a partir da data da última menstruação (DUM) da paciente, pois é mais confiável que a idade embrionária conhecida.
III. Quando há discrepância maior que 7 dias entre a idade gestacional pela DUM e pela ultrassonografia realizada antes de 14 0/7 semanas, a DPP deve ser alterada para corresponder à ultrassonografia.
IV. Uma gestação sem ultrassonografia que confirme ou revise a DPP antes de 22 0/7 semanas é considerada suboptimamente datada.
V. A ultrassonografia realizada no terceiro trimestre (±21–30 dias de precisão) pode ser usada rotineiramente para mudar a DPP estabelecida no primeiro trimestre, mesmo quando o feto apresenta crescimento adequado.
VI. Para fins de pesquisa e vigilância epidemiológica, a melhor estimativa obstétrica (e não apenas a baseada na DUM) deve ser utilizada como idade gestacional oficial no registro de nascimento.
I. A TH é o tratamento mais efetivo para o alívio dos sintomas vasomotores (fogachos) em mulheres abaixo de 60 anos ou com menos de dez anos de menopausa.
II. A realização periódica de ultrassonografia transvaginal é obrigatória em todas as mulheres assintomáticas usuárias de TH para o rastreamento do câncer de endométrio.
III. Em pacientes hipertensas controladas, a via transdérmica é preferível à via oral, pois evita a primeira passagem hepática e não interfere no sistema renina-angiotensina-aldosterona.
IV. Após a interrupção da TH, o efeito protetor sobre a densidade mineral óssea é mantido por pelo menos dez anos devido à memória biológica do tecido ósseo.
A. Útero didelfo. B. Útero septado. C. Útero unicorno. D. Agenesia uterina.
( ) Falha total ou parcial no desenvolvimento de apenas um dos ductos paramesonéfricos.
( ) Aplasia ou interrupção do desenvolvimento dos ductos de Müller.
( ) Falha completa na fusão dos ductos paramesonéfricos.
( ) Falha no processo de reabsorção do septo medial após a fusão normal dos ductos paramesonéfricos.
I. A anticoncepção de emergência com levonorgestrel (1,5 mg em dose única ou 0,75 mg em duas doses) pode ser utilizada em até 48 horas após a relação sexual, embora sua eficácia seja maior quanto mais precoce for a administração.
II. Mulheres usuárias de dispositivo intrauterino que desenvolvem quadro de doença inflamatória pélvica devem obrigatoriamente ter o dispositivo removido antes do início da primeira dose de antibioticoterapia.
III. A realização do exame citopatológico é um prérequisito obrigatório para que a mulher possa iniciar o uso de qualquer método contraceptivo hormonal.
IV. Os métodos conhecidos como LARCs (Contraceptivos Reversíveis de Longa Duração), que incluem o implante de etonogestrel e os dispositivos intrauterinos, apresentam taxas de falha em uso comum inferiores a uma gravidez por 100 mulheres no primeiro ano.