Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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A pancreatografia transpapilar não está indicada nos casos de doenças pancreáticas que evoluem com derrames cavitários, pois não permite localizar a fístula pancreática ou o pseudocisto roto.
A pancreatografia transpapilar, quando bem indicada, é extremamente útil no diagnóstico da pancreatite crônica, mesmo nas fases iniciais.
O objetivo do tratamento endoscópico no pâncreas divisum é melhorar a drenagem pela papila maior.
No tratamento endoscópico com próteses do carcinoma esofágico avançado, a complicação imediata mais grave é a perfuração do esôfago.
Nos casos de esôfago de Barrett, a vigilância endoscópica do esôfago se faz necessária devido ao risco aumentado de evolução para carcinoma de células escamosas.
As opções de tratamento endoscópico incluem a dilatação pneumática e a injeção de toxina botulínica.
A endoscopia terapêutica tem aplicação mais frequente e nítida na doença de Crohn do que na retocolite ulcerativa inespecífica.
O valor das biópsias na doença de Crohn é limitado; na retocolite ulcerativa, as biópsias podem definir não só o diagnóstico, mas também acrescentar outras informações importantes.
A evolução da doença inflamatória intestinal, assim como suas complicações, é diferente quando associada com colangite esclerosante primária.
A colonoscopia na vigência de sangramento no divertículo permite determinar o local de sangramento, estabelecer o diagnóstico diferencial e efetuar o tratamento.
A diverticulite é uma contraindicação para a realização de colonoscopia.
A suspensão de clopridogel antes de procedimentos endoscópicos é de, no mínimo, sete dias
A suspensão de heparina de baixo peso molecular em dose terapêutica, previamente a procedimentos endoscópicos, é de doze horas.
A lidocaína spray a 10%, apresenta dose máxima de 3 a 4 mg e cada borrifada (jato) libera cerca de 15 mg de lidocaína base.
O flumazenil tem meia vida menor que o midazolan e é possível ocorrer sedação tardia.
O midazolan atua no sistema nervoso central e causa sedação, amnésia e ação analgésica na dosagem habitualmente utilizada em endoscopia (0,01 mg/kg a 0,05 mg/kg).
Na rotina da endoscopia digestiva, de acordo com normas do CFM, permite-se a utilização de propofol, desde que dois médicos permaneçam na sala de exame e um deles controle a infusão e os parâmetros clínicos do paciente, pois não existem antídotos para essa droga e caso haja depressão respiratória importante, as manobras de suporte, como entubação orotraqueal, devem ser aplicadas.
A lidocaína, anestésico local mais utilizado em endoscopia digestiva alta, tem metabolização hepática e, em pacientes com insuficiência hepática, a dose deve ser reduzida.
A metahemoglobulinemia pode ser uma complicação do uso de lidocaína como pré-medicação nas endoscopias digestivas altas. O tratamento correto proposto para essa complicação é a infusão de azul de metileno intravenoso.
As estenotomias endoscópicas apresentam bons resultados em estenoses curtas, inferiores a 1,0 cm.