Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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O exame endoscópico é considerado padrão ouro na caracterização do divertículo de Zenker (divertículo faringoesofágico).
A esofagite eosinofílica é mais comum no sexo masculino e se apresenta como fino pontilhado esbranquiçado na mucosa esofágica, sulcos esbranquiçados longitudinais e ondulações transversais.
Na síndrome de Plummer Vinson, que atinge principalmente homens negros com anemia severa, ocorre alargamento das glândulas salivares, membranas esofágicas que se localizam principalmente no terço médio e distal, além do aumento da incidência de adenocarcinoma do esôfago.
Segundo a classificação de Zargar, usada para estabelecer o acometimento do tubo digestivo alto após a ingestão de cáusticos, os tipos IIb e III tendem a evoluir para estenoses do esôfago.
A gastrostomia endoscópica percutânea é considerada forma de tratamento para o volvo gástrico sem defeito diafragmático, do tipo mesenteroaxial crônico.
As contraindicações absolutas para a realização de gastrostomia endoscópica incluem coagulopatia grave, estômago intratorácico, gastrectomia subtotal, cirurgia abdominal prévia em andar supramesocólico, hipertensão portal e doenças em fase terminal.
Na gastrostomia endoscópica, a síndrome de sepultamento do anteparo interno tem como principal fator precipitante a excessiva tensão entre os anteparos interno e externo.
No sangramento ativo das varizes, a escleroterapia e a ligadura elástica têm-se mostrado efetivas, diferentemente de outras modalidades de tratamento, como a farmacológica e a mecânica, cuja efetividade é só imediata.
Quando se compara a ligadura elástica com a escleroterapia, não há diferenças estatisticamente significativas nos índices de erradicação das varizes, recidiva hemorrágica nem mesmo nos índices de complicações.
A ligadura elástica é uma opção de profilaxia primária em pacientes com alto risco de sangramento e com intolerância a profilaxia medicamentosa, com resultados melhores que a escleroterapia profilática.
A classificação de Wilcox avalia o grau de acometimento do esôfago pelas infecções oportunistas nos pacientes com HIV.
O esôfago é o local onde ocorre a maior frequência de infecções oportunistas; a esofagite, causada pelo fungo Candida albicans, é a mais prevalente.
O esôfago pode ser acometido por úlceras rasas pequenas, bordas hiperemiadas, e o fator etiológico é o próprio vírus HIV.
A infecção viral mais comum do esôfago na SIDA/AIDS é causada pelo herpes vírus, contribuindo com cerca de 45% das úlceras esofágicas detectadas à endoscopia digestiva.
Os sintomas mais frequentes do acometimento esofágico na SIDA/AIDS são disfagia e odinofagia.
Em casos de câncer colorretal, a sensibilidade do antígeno carcino embrionário (CEA) oscila em torno de 40% a 47%, e a especificidade, de 90% a 95%.
a rotura tumoral, durante a ressecção cirúrgica, não se relaciona com piora do prognóstico.
a endoscopia com biopsia de mucosa, nesse caso, geralmente não esclarece o diagnóstico.
esse tipo de tumor é derivado das células intersticiais de Cajal.
a localização desse tipo de tumor no corpo gástrico é rara, sendo mais frequente no intestino grosso.