Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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( ) As características clínicas e sorológicas permitem estabelecer o diagnóstico de hepatite viral crônica, causada por hepatite B, hepatite B mais D ou hepatite C; hepatite autoimune, incluindo várias subcategorias, com base na distinção sorológica.
( ) A hepatite crônica representa uma série de distúrbios hepáticos com causas e gravidade variáveis, na qual a inflamação e a necrose do fígado continuam por, pelo menos, seis meses.
( ) Uma determinação das características histológicas mais importantes inclui o grau de necrose periportal e a ruptura da placa limitante dos hepatócitos periportais pelas células inflamatórias.
( ) A drenagem via abdominal frequentemente cursa com contaminação pleural.
( ) A drenagem via torácica é preferível à drenagem via abdominal.
( ) Os dois princípios cirúrgicos básicos para nortear a retirada do abscesso são: saber a exata localização e extensão do abscesso; e evitar a contaminação das cavidades pleurais e peritoneais.
Julgue o item a seguir, no que se refere à investigação diagnóstica e tratamento de doenças que causam ascite.
A ascite quilosa, caracterizada por triglicerídios presentes no
líquido ascítico em concentrações iguais ou superiores a
200 mg/dL, pode ter a pancretite como etiologia.
Julgue o item a seguir, no que se refere à investigação diagnóstica e tratamento de doenças que causam ascite.
Caso um paciente com ascite tenha compartilhado agulhas,
pode-se suspeitar de hepatite crônica C como etiologia de
cirrose com ascite.
Julgue o item a seguir, no que se refere à investigação diagnóstica e tratamento de doenças que causam ascite.
A linfangiectasia intestinal pode ser secundária à radioterapia
e causar ascite, além de diarreia e má absorção intestinal de
quilomícrons e vitaminas lipossolúveis.
O gradiente de albumina soroascite menor que 1,1 favorece o diagnóstico de ascite causada por hipertensão portal.
A ascite é uma complicação frequente das doenças inflamatórias intestinais.
Não existem ensaios clínicos controlados que apoiem a sua utilização ou comprovem seus benefícios na doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Como apresenta efeitos colaterais neurológicos, como os extrapiramidais, não se deve indicá-la de rotina no tratamento da DRGE.
I. Trata-se de uma malformação do trato gastrointestinal que resulta da falta de fechamento do ducto vitelino (ou onfalomesentérico).
II. O divertículo de Meckel é mais comum em meninas, com uma proporção que varia de 2: 1 a 4: 1.A maioria dos pacientes com divertículo de Meckel permanece assintomática.
III. Os casos de divertículo de Meckel com mucosa gástrica ectópica contêm células oxínticas produtoras de ácido, o que resulta em ulceração circundante da mucosa do intestino delgado e sangramento.