Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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Com base no caso descrito, qual é a conduta indicada para Laiana, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, neste momento do atendimento?
Assinale a alternativa que indica a conduta a ser tomada de acordo com as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Considerando o caso apresentado, qual é a conduta indicada para este RN em relação à sífilis?
Com base no caso clínico exposto, qual o diagnóstico provável e a conduta terapêutica inicial conforme o protocolo de Ministério da Saúde?
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável para esse paciente?
Assinale a alternativa correta sobre a conduta para essa criança, de acordo com as recomendações atuais do Ministério da Saúde.
Considerando o quadro clínico materno e neonatal e as diretrizes atuais de manejo da sífilis congênita, qual é a conduta correta para esse RN?
Na coxa observou-se edema tenso, eritema mal delimitado, áreas violáceas, hipoestesia em placa e crepitação discreta. Dor extrema à palpação, além do esperado para achado cutâneo.
Na admissão: PA 84/48 mmHg (PAM 60); FC 138 bpm; FR 30 irpm; T 39,4C; Extremidades frias, tempo de enchimento capilar 5s. Laboratório: Leucócitos 28.400 (15% bastões); Plaquetas 82.000; Creatinina 2,3 mg/dL; Lactato 6,2 mmol/L; CK 3.900 U/L; PCR 420 mg/L.
O paciente é levado imediatamente ao centro cirúrgico. Na exploração, há necrose fascial extensa com pouco pus e ausência de plano de clivagem. Exame (GRAM) de material colhido no sítio cirúrgico identificou cocos sugestivos de Streptococcus sp. Foi escolhido empiricamente um esquema antibiótico contendo betalactâmico associado à vancomicina e clindamicina.
Após desbridamento, o residente questiona a necessidade de associar clindamicina à betalactâmico e vancomicina, já que o microrganismo deve ser potencialmente sensível aos dois potentes já escolhidos.
Sabendo que a clindamicina se liga à subunidade 50S ribossomal bacteriana, a justificativa fisiopatológica mais correta para adicionar clindamicina nesse cenário é
Há 10 meses: tosse crônica, dispneia progressiva, perda de 12 kg, sudorese noturna. Há 2 meses: lesões dolorosas em mucosa oral com sangramento fácil, disfagia e rouquidão. Há três semanas: tontura ao levantar-se, astenia marcada e hiperpigmentação difusa.
Exame físico: PA 90/55 mmHg, FC 112 bpm; Hiperpigmentação cutâneo-mucosa; Lesões ulcerovegetantes em gengiva/palato (“moriformes”); Crepitações difusas; Sem rigidez de nuca. Exames laboratoriais: Na 126 mEq/L; K 5,9 mEq/L; glicemia 62 mg/dL; TC tórax: padrão fibrosante + micronódulos difusos; Exame direto de raspado de lesão oral: leveduras multibrotantes em “roda de leme” compatíveis com Paracoccidioides; HIV negativo.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Exame físico: Linfonodomegalia axilar direita 3 cm, dolorosa, sem flutuação evidente; Olho direito: acuidade visual reduzida; fundoscopia com edema de papila e exsudatos maculares em estrela; Sem meningismo.
Exames laboratoriais: Hemograma: discreta leucocitose; PCR: moderadamente elevada; Sorologia Bartonella henselae: IgG 1:1024, IgM positivo; VDRL negativo; toxoplasmose IgM negativa; IGRA negativo, RM encéfalo/orbitas: sem lesões expansivas; realce do disco óptico compatível com neurorretinite.
Assinale a opção que apresenta a melhor conduta antimicrobiana para maximizar recuperação visual e reduzir complicações.
• História: três meses de diarreia intermitente, candidíase oral recorrente, tosse seca. Ainda sem tratamento prévio para HIV.
• Ao exame: emagrecido, placas esbranquiçadas orais, linfonodos cervicais pequenos.
• TC de tórax: infiltrado intersticial difuso bilateral.
• Lavado broncoalveolar: Pneumocystis jirovecii positivo por IF.
• Laboratório (admissão): CD4: 38 células/µL; HIV RNA: 1.200.000 cópias/mL; Cr: 2 mg/dL (TFG estimada ~40.49 mL/min); AST/ALT: discretamente elevadas; HBsAg: positivo; anti-HBc total: positivo; HBV DNA: alto; HLA-B*57:01: negativo; Genótipo HIV (RT/PR/IN): pendente (sai em 7–10 dias).
Já foi iniciado tratamento para pneumocistose: TMP-SMX EV + prednisona (hipoxemia moderada).
Pergunta: Qual é a melhor conduta terapêutica antirretroviral (escolha e timing), minimizando risco de falha/resistência e cobrindo as comorbidades do caso?
A melhor resposta é
Sem sangue visível nas fezes.
Assinale a opção que apresenta a hipótese diagnóstica mais provável e o exame confirmatório mais apropriado segundo diretrizes atuais.
A estratégia terapêutica mais apropriada é
A respeito do local em que devemos proceder a biópsia de uma lesão foveolar, assinale a afirmativa correta.
Homem de 25 anos, residente em área endêmica para febre tifoide, apresenta febre contínua há três semanas, dor abdominal difusa, mal-estar, hepatoesplenomegalia e diarreia alternando com constipação. Evolui subitamente com dor abdominal intensa, defesa muscular generalizada e sinais de peritonite. A radiografia de abdome mostra pneumoperitônio.
Em relação ao quadro descrito, assinale a alternativa correta.