Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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O medicamento indicado para o quadro clínico dessa paciente é:
Considerando-se o quadro clínico dessa paciente, a conduta homeopática inicial mais adequada no momento é prescrever o medicamento:
O medicamento homeopático característico para tratar esse quadro é:
O medicamento homeopático adequado é:
Considerando-se o quadro clínico do paciente, a conduta homeopática mais adequada no momento será prescrever:
O medicamento homeopático adequado que cobre a totalidade do quadro clínico da paciente é:
Considerando esse quadro clínico, a medicação homeopática mais adequada é:
Enzo, 15 anos, negro, com diagnóstico de anemia falciforme e histórico de vários episódios prévios de crise vaso-oclusiva, apresenta-se ao pronto-socorro com dor intensa na perna esquerda, febre (38,9 °C) e mal-estar geral, iniciados há cerca de três dias. Ele relata que a dor piorou progressivamente e não responde aos analgésicos usuais. Não há histórico de trauma recente. Atualmente, faz uso de hidroxiureia 20 mg/kg/dia, ácido fólico 1 mg/dia e penicilina profilática (250 mg duas vezes ao dia). Ao exame físico, observa-se Tax de 38,9 °C e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. Nota-se edema, calor e dor na topografia da tíbia esquerda, que se exacerba à mobilização. Exames laboratoriais iniciais mostram: anemia (Hb: 8g/dL); leucocitose (18.000/mm³) com desvio à esquerda; proteína C-reativa (PCR): 150 mg/L (elevada); VHS: 90 mm/h (elevada). O médico solicitou uma ressonância magnética, que evidenciou presença de edema da medula óssea, alterações corticais, coleções líquidas e realce com contraste.
A hipótese diagnóstica principal é:
A principal hipótese diagnóstica e o achado do líquido articular que a confirmam são, respectivamente:
Alex tem 45 anos e se queixa de dor lombar mais intensa pela manhã ou após um repouso prolongado, associada a rigidez matinal de cerca de 90 minutos de duração. Refere que a dor melhora ao longo do dia com atividade física.
O diagnóstico sindrômico, a hipótese diagnóstica e o método de imagem apropriados para o caso, nessa sequência, são:
Rufino é um homem de 66 anos com histórico de fibrilação atrial, hipertensão arterial e sarcoidose pulmonar. Faz uso de Marevan (warfarina), diurético e, há 6 meses, passou a usar prednisona para tratar da sarcoidose. Refere fazer pilates 3 vezes por semana. Relata também que, recentemente, precisou tomar antiinflamatórios por 5 dias para tratar patologia dentária. Ele apresenta dor intensa no quadril esquerdo, que piora com o movimento e não alivia com repouso. O exame físico revela dor à palpação do quadril e limitação na amplitude de movimento. O teste de Patrick (FABER) é positivo, indicando dor na face anterior do quadril. A radiografia mostra alterações sugestivas de osteonecrose da cabeça do fêmur.
A história clínica do Rufino ressalta dois fatores de risco para osteonecrose, a saber:
Um homem adulto, jovem, ativo, apresentando sinais de sinovite aguda em articulação do joelho direito e tornozelo direito, lombalgia recorrente e com história de uretrite e conjuntivite infecciosa e recorrente, foi tratado com cefalosporina de primeira geração, sem melhora clínica. Deu entrada na emergência do hospital com fortes dores, calor e rubor articular leve.
O diagnóstico mais provável nesse caso é:
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana, apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro desagradável em associação com sensação de “desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
Uma paciente de 58 anos foi internada por confusão mental e dor em ombro direito. É portadora de neoplasia de mama em estágio avançado com metástases ósseas. Havia relato, pela anamnese dirigida, de constipação e distensão abdominal. O marido confirmou que, nos últimos dias, ela já não conseguia levantar-se e tomar adequadamente seus medicamentos. Durante a internação confirmou-se a fratura patológica de cabeça do úmero e hipercalcemia da malignidade (PTH suprimido). Houve redução dos níveis séricos de cálcio (Ca: 15 mg/dl para 12 mg/dl em 2 dias), e a creatinina sérica, que na entrada era de 3,8 mg/dl, caiu para 2,0 mg/dl em 48 horas. Os medicamentos reintroduzidos com a melhora clínica da paciente após 3 dias de hidratação e pamidronato foram: metadona, amitriptilina, duloxetina e gabapentina – os últimos por dor radicular. Infelizmente, os sintomas de distensão abdominal, náuseas, vômitos e constipação se evidenciaram, levando à realização de exame tomográfico do abdômen e pelve. Observou-se distensão de ceco (9,0 cm em maior diâmetro), cólon ascendente, transverso e cólon descendente com presença de fecaloma em sigmoide.
Diante da principal hipótese diagnóstica, a melhor conduta imediata é:
Sobre o tema, é correto afirmar que:
Paciente de 54 anos, HAS e DM de base, foi submetido a tratamento com acupuntura para cervicalgia crônica às 11 horas. O médico, sem perguntar o horário em que havia ocorrido a última ingestão de alimentos sólidos e líquidos, realizou o agulhamento a seco. O paciente foi posicionado semissentado em cadeira da massagem para abordagem cervical. Dez minutos após agulhamento e manipulação das agulhas, referiu desconforto e mal-estar. O médico percebeu quadro de hipotensão, retirou rapidamente as agulhas e, com auxílio da secretária, posicionou o paciente na maca em decúbito dorsal. Na sequência, utilizou o ponto VG26 (Renzhong) para reanimação com sucesso.
Nesse cenário, a reação adversa se explica por jejum de 4 horas associado à estimulação dos pontos:
Ao exame físico: normotensa; frequência cardíaca de 115 bpm; temperatura de 38,1 °C; tireoide discretamente aumentada de volume e dolorosa à palpação; ausência de linfonodos cervicais palpáveis.
Foi submetida a avaliação laboratorial, que mostrou: VHS: 60 mm/h; leucócitos: 14.000 (12% bastões); creatinina: 0,7 mg/dL; transaminase glutâmica oxalacética (TGO): 36 U/L; transaminase glutâmica pirúvica (TGP): 45 U/L; sódio (Na): 140 mEq/L; potássio (K): 4,0 mEq/L; TSH: 0,09 uUI/mL; T4 livre: 2,5 ng/dL; T3 total: 225 ng/dL; antitireoglobulina: 58 UI/mL; anti-TPO: 85 UI/mL.
No contexto dos exames apresentados nesse caso, a hipótese diagnóstica provável é
Essa condição patológica está ligada à(ao):