Questões de Concurso
Sobre cirurgia geral em medicina
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Durante uma tireoidectomia total com uso de monitorização intraoperatória, houve uma perda do sinal no nervo laríngeo recorrente no lobo direito. O nervo encontra-se anatomicamente preservado em toda a extensão cervical.
A melhor conduta a seguir é:
A próxima conduta a ser tomada nesse caso é:
Uma paciente de 60 anos apresentou lesão de 1,5 cm em pele perianal, cuja biópsia mostrou carcinoma epidermoide. A ultrassonografia endoanal e a ressonância magnética não mostraram metástases linfonodais e/ou à distância. Também não há evidências de invasão do complexo esfincteriano, bem como de estruturas adjacentes.
Nesse caso, a conduta mais apropriada é:
A técnica Lichtenstein tem sido associada a baixas taxas de recorrência e é considerada uma abordagem padrão para o tratamento das hérnias.
Em relação a essa técnica, é correto afirmar que:
Um paciente de 58 anos, com histórico de uso contínuo de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), queixa-se de dor abdominal intensa, principalmente após as refeições, e episódios de vômito com sangue. Relata, também, fezes escuras e pastosas, como piche, nas últimas 48 horas. Ao exame físico, o paciente está hipotenso, taquicárdico e apresenta abdômen distendido e sensível à palpação. A endoscopia digestiva alta revela úlcera gástrica com classificação de Forrest IB, que foi tratada adequadamente.
O tratamento concomitante é:
A compreensão das fases do processo cicatricial de uma ferida cirúrgica é importante para a prática médica.
Nesse sentido, é correto afirmar que:
Nessa situação, a cirurgia de escolha é:
Um paciente de 23 anos refere regurgitação e pirose há 2 anos. Fez uso de diversos inibidores de bomba de prótons e procinéticos, sem qualquer melhora. Refere que, nos últimos 2 meses, iniciou quadro de disfagia para sólidos com piora da regurgitação e perda ponderal de 6 quilos. Tem uma endoscopia de 10 dias atrás com laudo normal.
O achado esperado do exame padrão-ouro para diagnóstico do caso é:
Um paciente de 23 anos refere regurgitação e pirose há 2 anos. Fez uso de diversos inibidores de bomba de prótons e procinéticos, sem qualquer melhora. Refere que, nos últimos 2 meses, iniciou quadro de disfagia para sólidos, com piora da regurgitação e perda ponderal de 6 quilos. Tem uma endoscopia de 10 dias atrás com laudo normal.
O próximo passo na investigação diagnóstica desse paciente, para um diagnóstico definitivo, consiste na realização de:
Um paciente de 73 anos, PS 1, se apresenta com quadro de icterícia e perda ponderal de 4 kg em 1 mês. Nega dor abdominal. Refere DM tipo II de diagnóstico recente e hipertensão arterial controlada. Não tem história de alergias e refere cirurgia ortopédica em joelho D há 5 anos, sem intercorrências. Ao exame, encontra-se eutrófico, com IMC 22, icterícia 1+/4+. Não há outros achados dignos de nota. Nos exames iniciais, observam-se bilirrubina total de 5 mg/dl às custas de direta, INR 1,1 e albumina normal.
Em relação ao preparo pré-operatório desse paciente, deve-se recomendar:
Um paciente de 73 anos, PS 1, se apresenta com quadro de icterícia e perda ponderal de 4 kg em 1 mês. Nega dor abdominal. Refere DM tipo II de diagnóstico recente e hipertensão arterial controlada. Não tem história de alergias e refere cirurgia ortopédica em joelho D há 5 anos, sem intercorrências. Ao exame, encontra-se eutrófico, com IMC 22 e icterícia 1+/4+. Não há outros achados dignos de nota. Nos exames iniciais, observam-se bilirrubina total de 5 mg/dl às custas de direta, INR 1,1 e albumina normal.
O exame de imagem mais adequado nesse caso é:
Um paciente submetido a colecistectomia por doença calculosa tem no histopatológico o diagnóstico de adenocarcinoma invadindo a camada muscular.
Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Após uma colecistectomia eletiva, o histopatológico mostra adenocarcinoma confinado à mucosa da vesícula.
Nesse caso, está indicado(a):
Uma paciente de 32 anos, assintomática, vai ao consultório com uma ultrassonografia de abdômen realizada em check up ginecológico. O exame mostra um pólipo de 5 mm em vesícula de paredes finas. A paciente não apresenta comorbidades ou história familiar para tumores.
A conduta nesse caso é: