Questões de Concurso
Sobre cirurgia geral em medicina
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Uma mulher de 52 anos apresenta-se com icterícia leve, colúria, prurido e dor em hipocôndrio direito, intermitente, com duração de cerca de 2 horas por episódio, geralmente após refeições gordurosas. Refere episódios semelhantes há mais de um ano, mas sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Ao exame físico, há dor à palpação do quadrante superior direito, sem sinal de Murphy positivo. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total de 3,5 mg/dL (fração direta 2,8), elevação de GGT, FA e discreto aumento de transaminases. Ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar com paredes espessadas, múltiplos cálculos e colédoco com 10 mm.
A melhor conduta para essa paciente, nesse momento, será
Das condutas a seguir, a mais apropriada nesse momento será
Homem de 71 anos, com antecedentes de duas cirurgias prévias para correção de hérnia inguinal direita, apresenta novamente abaulamento em região inguinal ipsilateral, que aumenta ao esforço e reduz parcialmente ao repouso. Relata desconforto local progressivo, mas nega sintomas obstrutivos ou dor aguda. Ao exame físico, observa-se hérnia recidivada inguinal direita, que se estende parcialmente até o escroto. A tomografia de abdome confirma hérnia inguinal recorrente com componentes direto e indireto, sem sinais de encarceramento. Funções pulmonar e cardíaca estão compensadas.
Para esse paciente, a melhor abordagem terapêutica será
Homem de 62 anos, com história de aumento progressivo de volume em região inguinal direita há mais de dois anos, procura atendimento ambulatorial. Refere que o abaulamento desce até o escroto, é indolor, aumentava com esforço físico e se reduz espontaneamente ao deitar-se. Nega episódios de dor súbita, náuseas ou sinais de obstrução intestinal. Ao exame físico, observa-se hérnia inguinoescrotal direita, com anel inguinal interno alargado e conteúdo redutível. O restante do exame físico e os exames laboratoriais pré-operatórios são normais.
A conduta mais adequada para esse paciente será
Uma mulher de 52 anos, apresenta nódulo sólido na região anterior do pescoço detectado em exame clínico de rotina. Ultrassonografia de tireoide revela nódulo de 2,8 cm, sólido, hipoecoico, com bordas regulares, sem calcificações. PAAF guiada por USG foi realizada, com resultado compatível com Bethesda IV (neoplasia folicular). Os níveis de TSH são normais, e não há linfonodomegalias cervicais.
A conduta mais apropriada nesse caso será
O diagnóstico mais provável é
O anatomopatológico revela:
– tumor de 4,2 cm infiltrando até a subserosa (pT3); – metástase em 4 linfonodos regionais (pN2); – ausência de metástases à distância (pM0).
O estadiamento patológico (pTNM, AJCC 8ª edição) desse paciente é
A conduta frente a esse achado é
Considerando um risco cirúrgico ASA II, a conduta indicada é
Paciente programado para colectomia sigmoide eletiva por câncer.
O seguinte esquema de antibioticoprofilaxia é recomendado para o caso:
O principal objetivo da pré-habilitação nesse paciente é
Nesse caso, é correto afirmar que
Esse achado sugere a necessidade
Biópsia mostra adenocarcinoma bem diferenciado. A TC de tórax e abdômen mostram espessamento de esôfago distal e linfonodo infracarinal de 1,5 cm. O PET CT mostra área de hipercaptação em esôfago distal e infracarinal.
Nesse caso, a melhor conduta é
Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, leucócitos e plaquetas normais.
Realizou uma endoscopia digestiva alta que mostrou uma lesão subepitelial arredondada de 4,5 cm na curvatura maior do estômago, recoberta por mucosa aparentemente normal, com áreas de ulceração central.
Uma tomografia abdominal caracteriza uma lesão exofítica, homogênea, bem delimitada, sem adenomegalias.
Diante desse caso, o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada são