Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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Considerando-se esse quadro, quais os próximos procedimentos que devem ser adotados?
A hidronefrose congênita é uma causa rara de massa abdominal do recém-nascido.

I. Classe I: Incapacidade de realizar qualquer atividade física sem apresentar desconforto, sintomas, mesmo em repouso.
II. Classe II: Limitação leve às atividades físicas, as atividades físicas habituais causam sintomas.
III. Classe III: Limitação leve às atividades físicas, as atividades físicas habituais não causam sintomas.
IV. Classe IV: Incapacidade de realizar qualquer atividade física sem apresentar desconforto, sintomas, mesmo em repouso.
É correto o que se afirma APENAS em:
O tratamento de escolha para a endocardite subaguda deve conter antimicrobianos com ação contra germes do grupo HACEK.
A paciente descrita apresenta 2 critérios menores para o diagnóstico de endocardite.
A anemia encontrada na endocardite subaguda caracteriza-se por ser normocítica ou normocrômica e
A formação do aneurisma micótico na endocardite infecciosa se dá através da invasão oportunista de diferentes especies de Candida nas paredes das artérias.
Dos fatores imunes relacionados à endocardite infecciosa, a paciente apresenta apenas o fator reumatoide positivo.
Uma estratégia de revascularização invasiva precoce parece ser mais benéfica do que uma estratégia conservadora, principalmente em pacientes com AI/IAMSEST e risco intermediário ou alto (troponina elevada).
O uso de Omeprazol e Clopidogrel deve ser evitado, pois essa associação determina inibição da atividade antiplaquetária do Clopidogrel e maior risco de trombose.
Parece não haver diferença de benefício entre doses mais baixas (75mg) e mais altas (300 a 325mg) de aspirina, nos pacientes com AI/IAMSEST.
O uso precoce de inibidores da GP IIb/IIIa em pacientes com diabetes e AI/IAMSEST não mostrou benefício, em comparação aos pacientes não diabéticos.
Os pacientes idosos (acima de 65 anos) com AI/IAMSEST, apesar de representarem um grupo de maior risco, não se beneficiam de uma estratégia terapêutica mais agressiva por causa dos riscos associados a esse tipo de tratamento, nesse subgrupo.
Nos pacientes com IAMEST que se apresentem em hospitais sem serviço de hemodinâmica e nos quais antecipa-se um tempo “porta-balão” maior que 90 minutos, justifica-se a utilização de reperfusão farmacológica e a transferência para a realização de angioplastia em um serviço de referência, desde que o tempo até a realização do procedimento não seja menor do que 2 horas.
A combinação de inibidores de GP IIb/IIIa e fibrinolíticos como estratégia de reperfusão para tratamento do IAMEST é útil e deve ser utilizada quando a angioplastia primária não está disponível.