Questões de Concurso Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina

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Q3980445 Medicina
Mulher de 58 anos, com diabetes tipo 2, obesidade grau I e hipertensão bem controlada, procura atendimento por episódios recorrentes de palpitações, cansaço e intolerância ao esforço há três semanas. Ao exame, apresenta frequência cardíaca irregular de 108 bpm, pressão arterial 132/82 mmHg e ausência de sinais clínicos de congestão. O eletrocardiograma confirma fibrilação atrial, e o ecocardiograma revela átrio esquerdo discretamente aumentado com fração de ejeção preservada. A paciente está hemodinamicamente estável, sem dor torácica e nunca utilizou anticoagulação. Qual é a abordagem inicial mais apropriada?
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Q3980444 Medicina
É INCORRETO afirmar que, na Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Preservada,
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Q3980439 Medicina
Sobre a dissecção aguda da aorta, é INCORRETO afirmar que
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Q3980438 Medicina
Idoso de 73 anos, hipertenso e em uso irregular de anlodipino, losartana e hidroclorotiazida, desenvolve dor torácica súbita, opressiva e intensa ao subir uma escada em seu prédio, acompanhada de náuseas, palidez marcada, sudorese fria e sensação de desmaio. Na emergência, encontra-se taquicárdico, ansioso e mal perfundido. O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento de 2 mm em V2–V4, além de bloqueio incompleto do ramo direito.

Qual é a conduta diagnóstica CORRETA e imediata?
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Q3979171 Medicina
Um paciente de 65 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, apresenta dispneia aos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores. Após avaliação clínica e exames complementares, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca com fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 45%. Considerando as diretrizes para classificação da insuficiência cardíaca, qual é a categoria mais adequada para este paciente?
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Q3928228 Medicina
Homem de 70 anos, com antecedente de infarto há 8 anos, revascularizado cirurgicamente, encontra-se em uso de IECA e betabloqueador. Apresenta insuficiência cardíaca classe II (NYHA), sem internações recentes. Tem indicação para colecistectomia eletiva por colecistite crônica calculosa.
Exame físico: PA 120/70 mmHg, FC 68 bpm, sem crepitações pulmonares, sem edemas.

Para esse paciente, a conduta mais adequada em relação ao risco cirúrgico é
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Q3927518 Medicina
Recém-nascido a termo, 36 horas de vida, assintomático, realizou o teste da oximetria de pulso que mostrou SpO₂ de 92% no pé e 95% na mão direita, diferença de 3%.
A conduta a ser adotada é 
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Q3926792 Medicina
Mulher de 55 anos comparece à consulta de rotina e relata estilo de vida sedentário, mas nega tabagismo, hipertensão, diabetes ou antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular prematura.
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é 
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Q3926779 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hipertenso e dislipidêmico, é encaminhado para avaliação cardiológica após diagnóstico recente de fibrilação atrial persistente detectada em exame de rotina. Relata episódios prévios de palpitações leves, mas atualmente encontra-se assintomático, negando dispneia, tontura ou dor torácica. Usa losartana 50 mg/dia e atorvastatina 20 mg/dia. Nega tabagismo, etilismo, diabetes ou cardiopatia estrutural prévia.
Ao exame físico: frequência cardíaca 92 bpm, pressão arterial 126/78 mmHg, ritmo irregular, sem sopros.
Ecocardiograma transtorácico: átrio esquerdo 38 mm, fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Função tireoidiana, renal e eletrolítica normais. ECG confirma fibrilação atrial com resposta ventricular média de 90 bpm.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, a conduta inicial mais apropriada no manejo da fibrilação atrial, entre controle de ritmo e controle de frequência, é 
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Q3926778 Medicina
Mulher de 63 anos comparece à consulta de cardiologia para avaliação de palpitações intermitentes. Relata episódios recorrentes de palpitações irregulares nos últimos dois anos, com duração variável entre 30 minutos e 4 horas, ocorrendo mensalmente.
Durante alguns episódios, realizou eletrocardiograma que documentou fibrilação atrial. Possui smartwatch que registrou múltiplos episódios de frequência cardíaca irregular acima de 120 bpm, durando entre 45 minutos e 5 horas, totalizando aproximadamente 6% do tempo monitorado no último mês.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia, obesidade grau I (IMC 32 kg/m²). Nega diabetes, dislipidemia, insuficiência cardíaca, tabagismo, doença vascular ou eventos tromboembólicos prévios. Não apresenta sangramentos prévios nem contraindicações à anticoagulação.
Exame físico: frequência cardíaca 76 bpm, ritmo regular; pressão arterial 128/82 mmHg. Exames complementares: eletrocardiograma atual em ritmo sinusal; ecocardiograma transtorácico com átrio esquerdo 32 mL/m² (VR até 34), fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Calculados os escores: CHA₂DS₂-VASc = 1 ponto (hipertensão) e HAS-BLED = 1 ponto (hipertensão controlada).

Considerando os achados clínicos e os escores de risco apresentados, a conduta mais apropriada em relação à anticoagulação oral é 
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Q3926775 Medicina
Um paciente de 60 anos, com hipertensão arterial de longa data, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFG estimada de 45 mL/min), está em tratamento há mais de um ano e relata seguir rigorosamente a prescrição. Seu regime anti-hipertensivo atual, utilizado nas doses máximas toleradas, consiste em

• Losartana (100 mg/dia);
• Anlodipino (10 mg/dia);
• Hidroclorotiazida (25 mg/dia).
A média das três últimas aferições da Pressão Arterial (PA) no consultório, registradas em visitas separadas nos últimos 6 meses, foi de 158 x 98 mmHg.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial - 2025, a primeira conduta diante da suspeita de hipertensão resistente neste paciente é
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Q3926774 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, procura consulta ambulatorial para avaliação de rotina. Nega comorbidades prévias e uso de medicações. Refere pai hipertenso e avô paterno com história de infarto agudo do miocárdio aos 58 anos. Nega tabagismo, consome bebidas alcoólicas socialmente.
Ao exame físico: peso 88 kg, altura 1,75 m, IMC 28,7 kg/m2 . Aferição da pressão arterial no consultório, após repouso de 5 minutos, com esfigmomanômetro automático de braço validado, em três medidas com intervalo de 1 minuto: 148/94 mmHg, 146/92 mmHg e 144/90 mmHg. Frequência cardíaca 76 bpm. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Exames laboratoriais: glicemia de jejum 102 mg/dL, hemoglobina glicada 5,6%, creatinina 1,0 mg/dL, clearance de creatinina estimado 85 mL/min/1,73m2, potássio 4,2 mEq/L, colesterol total 210 mg/dL, LDL 140 mg/dL, HDL 42 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, ácido úrico 6,8 mg/dL. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, sem alterações.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a conduta apropriada para confirmação diagnóstica e avaliação complementar inclui
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Q3926772 Medicina
Mulher de 63 anos, hipertensa e dislipidêmica, procura avaliação ambulatorial por dor torácica em aperto, desencadeada aos esforços e aliviada pelo repouso, há cerca de três meses.
O eletrocardiograma em repouso mostra alterações inespecíficas do segmento ST-T. A paciente apresenta obesidade grau II e gonartrose bilateral, o que limita a realização de exercício físico. O exame físico é normal, e a troponina de alta sensibilidade é negativa. O ecocardiograma transtorácico evidencia função sistólica preservada e ausência de alterações segmentares de contratilidade.
Com base nas diretrizes atuais da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC, 2024) para doença arterial coronariana crônica, o próximo exame complementar mais indicado é o(a)
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Q3926768 Medicina
Homem de 55 anos, hipertenso recém-diagnosticado, comparece à primeira consulta de seguimento após confirmação de pressão arterial média de 148 x 94 mmHg em duas visitas distintas. É ex-tabagista, com circunferência abdominal aumentada, e refere dieta rica em sódio.
Durante a consulta, o médico discute os exames laboratoriais necessários para a avaliação inicial do quadro.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a avaliação inicial completa do paciente hipertenso é
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Q3926757 Medicina
Paciente masculino, 55 anos, diabético e hipertenso, comparece à emergência referindo dor torácica intensa, em aperto, com irradiação para o membro superior esquerdo, iniciada há 40 minutos. Ao exame físico, apresenta-se pálido, sudoreico e com pressão arterial de 100 por 60 mmHg. O eletrocardiograma (ECG) inicial revela supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em derivações V2 a V4. O tempo estimado até a chegada ao laboratório de hemodinâmica é de 15 minutos.

Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica imediata mais apropriada é
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Q3926674 Medicina
Um homem de 55 anos, com histórico de Diabetes tipo 2 e dislipidemia, apresenta pressão arterial de 160 x 100 mmHg em uma consulta de rotina. Ele é fumante e tem um estilo de vida sedentário.

O principal objetivo do tratamento da hipertensão arterial nesse paciente é
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Q3926670 Medicina
Mulher de 60 anos, hipertensa há 10 anos, DM2 controlado com metformina. PA média: 148 x 92 mmHg. TFG 58mL/min/1,73m2 .

A melhor classe medicamentosa para iniciar ou intensificar o tratamento anti-hipertensivo é a de
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Q3926637 Medicina
A hipertensão arterial sistêmica é um problema de saúde pública mundial, que tem sofrido um aumento da prevalência nos casos pediátricos, principalmente associado ao sobrepeso e obesidade nessa faixa etária.

Na faixa etária de 1 a 13 anos, a hipertensão arterial sistêmica é definida como um valor da média da pressão arterial sistólica e/ou diastólica, aferida em três ou mais ocasiões diferentes, maior ou igual ao
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Q3926601 Medicina
O paciente é um homem de 62 anos, obeso (IMC 34), hipertenso controlado com losartana e diabético tipo 2 em uso de metformina. Ele foi indicado para colecistectomia eletiva devido à colelitíase sintomática recorrente.

Na consulta pré-operatória, apresenta dispneia leve aos grandes esforços, sem dor torácica. Ao exame físico, PA 135 x 80 mmHg, FC 78 bpm, ausculta cardíaca normal, saturação O₂ 97% em ar ambiente. O ECG mostra hipertrofia ventricular esquerda. O paciente não apresenta história de infarto, angina instável ou insuficiência cardíaca descompensada.

Nesse caso, a conduta mais adequada em relação à avaliação do risco cirúrgico será
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Q3926589 Medicina
Mulher de 60 anos, com longa história de hipertensão arterial mal controlada e tabagismo, é levada ao pronto-socorro após desenvolver cefaleia súbita, intensa, descrita como “a pior de sua vida”, durante subida de escada. Logo após o início da dor, apresentou breve perda de consciência.

No momento da avaliação, encontra-se sonolenta, com fotofobia, cefaleia difusa intensa e rigidez de nuca. O exame neurológico não identificou déficit focal. Sinais vitais: PA 186 x 106 mmHg e FC 88 bpm. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste foi inconclusiva. A punção lombar revelou líquor xantocrômico, com aumento difuso do número de hemácias em todos os tubos coletados.

Assinale o mecanismo mais provável para a condição apresentada.
Alternativas
Respostas
2341: C
2342: D
2343: E
2344: B
2345: D
2346: A
2347: C
2348: D
2349: B
2350: D
2351: E
2352: A
2353: C
2354: E
2355: C
2356: D
2357: C
2358: D
2359: A
2360: C