Questões de Concurso
Sobre alergia e imunologia em medicina
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( ) A alergia IgE mediada às proteínas do leite de vaca pode ser responsável pelas cólicas infantis ou muco e sangue nas fezes. ( ) As alergias alimentares não IgE mediadas cursam com sintomas tardios, iniciando várias horas ou dias após a ingestão do alimento suspeito. ( ) Testes de provocação oral com alimentos estão indicados quando temos uma história clínica sugestiva de alergia alimentar IgE mediada, mas testes de investigação negativos. ( ) Exercícios físicos, ao contrário da ingestão de bebidas alcoólicas, são cofatores reconhecidos no desencadeamento de reações alérgicas alimentares mais graves. ( ) O diagnóstico das alergias alimentares não IgE mediadas baseia-se na história clínica e tem como método auxiliar de diagnóstico menos invasivo as dietas de eliminação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Malignidades hematológicas. II. Doença renal crônica. III. Infestações parasitárias. IV. Doenças eosinofílicas gastrointestinais.
Quais estão corretas?
( ) Síndrome de alergia oral ocorre após ingestão de frutas como maçã, pera, kiwi ou vegetais (aipó, batata, cenoura) e é precedida por sensibilização por via respiratória a polens devido à similaridade destas proteínas homogêneas.
( ) A síndrome da enterocolite desencadeada por proteína alimentar - "FPIES" (Food Protein Induced Enterocolitis Syndrome) é um mecanismo mediado pela Ige, manifestando-se com náuseas, vômitos intratáveis, hipotonia, palidez, apatia e diarreia com muco e/ou sangue.
( ) Alfa-gal é um carboidrato, que está associado a manifestações anafiláticas, urticária, angioedema após a ingestão de carne vermelha devido à formação de IgE específica.
( ) A dosagem de IgG para antígenos alimentares é utilizada atualmente como alternativa de diagnóstico em pacientes que não podem realizar teste de provocação oral.
A sequência correta é
Vacinas combinadas são associações de antígenos independentes em uma mesma composição farmacológica, a exemplo da tríplice bacteriana (vacina adsorvida difteria, tétano e pertússis) e da penta: vacina adsorvida difteria, tétano, pertússis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae tipo B (conjugada).
As vacinas virais vivas atenuadas para sarampo, caxumba e rubéola, quando possível, não devem ser aplicadas simultaneamente à vacina de febre amarela, na primovacinação, em crianças menores de dois anos de idade.
Com relação ao caso clínico hipotético apresentado, julgue o item a seguir.
Trata-se de uma dermatite atópica, devendo-se pesquisar se o
paciente apresenta história clínica de asma ou rinite alérgica.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
Em se tratando de rejeição ao transplante cardíaco, a rejeição
aguda celular é o mecanismo mais frequente e se caracteriza
por infiltração miocárdica de células inflamatórias.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
Na terapia imunossupressora para o transplante cardíaco, a
ciclosporina tem vários efeitos tóxicos, entre os quais estão
hipercalemia, hipermagnesemia e hiperglicemia.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
Com os avanços na avaliação imunológica, atualmente, na
pesquisa de compatibilidade para doadores-receptores, em
caso de prova cruzada virtual negativa, procede-se ao
transplante cardíaco mesmo antes do resultado da prova
cruzada real.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
O transplante cardíaco ainda é considerado o melhor
tratamento para a insuficiência cardíaca avançada refratária.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
A rejeição ao transplante cardíaco classificada pelo grau
pAMR 1 (i+) é definida pela presença de achados
histológicos e imunopatológicos para rejeição mediada por
anticorpos.
Com relação a imunologia, transplantes e mecanismos de rejeição em cirurgia cardíaca, julgue o item subsecutivo.
Pacientes com perfil de classificação INTERMACS II ou III
apresentam maior mortalidade no pós-operatório imediato de
transplante cardíaco de urgência, em comparação com os de
classificação INTERMACS I.