Questões de Concurso Sobre matemática
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Uma matriz quadrada de ordem 3 tem cada elemento aij = 2i − j, sendo que i indica a posição da linha e j a posição da coluna de cada elemento. Pode-se afirmar que o determinante dessa matriz é igual a:
Considere um triângulo equilátero com 6 cm de lado e os pontos A e B que são pontos médios sobre os lados do triângulo. Pode-se afirmar que o comprimento da circunferência, com cm, com centro em A e raio de medida igual ao comprimento do segmento:
AB
é dado por:
Pedro visitou 8 clientes na segunda-feira, 6 clientes na terça-feira, 8 clientes na quarta-feira e 4 clientes na quinta-feira. Sabendo que ele trabalha cinco dias na semana e que tem como meta atender uma média de 7 clientes por dia, pode-se afirmar que, para atingir essa meta, a quantidade de clientes que ele deve visitar na sexta-feira é de:
INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Dois times de futebol se enfrentarão e, antes do confronto, vão entrar em acordo sobre que peças de uniforme usar. O clube A possui, como opções, meiões azuis ou brancos, calções azuis ou brancos e camisas azuis ou brancas. O clube B possui meiões brancos ou cinzas, calções pretos ou brancos, e camisas pretas ou cinzas.
Sabendo que os dois clubes devem usar meiões de cores diferentes entre si, bem como calções diferentes e camisas diferentes, de quantas maneiras pode ser formada a combinação de peças para o jogo (um par de meiões de mesma cor, uma cor de calção e uma cor de camisa para cada clube)?
INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Cinco pessoas de diferentes profissões chegaram em um restaurante e pediram pratos diferentes. Eles foram atendidos e servidos de acordo com a ordem de chegada de cada um. Seguem algumas informações sobre esses clientes:
O policial não foi o primeiro nem o último a chegar; O professor pediu um hambúrguer; Os dois primeiros pedidos foram, respectivamente, filet mignon e macarrão; O advogado foi o terceiro a ser atendido; A dentista chegou imediatamente após a médica; Alguém pediu batatas fritas; Alguém, que não foi o advogado, pediu pizza.
Considerando verdadeiras essas informações, é correto concluir que o policial pediu
INSTRUÇÃO: Leia o texto Il a seguir para responder às questões de 3 a 10.
TEXTO II
Esporte para sair de casa
Prática esportiva tem papel de protagonista na inclusão e ressocialização de pessoas com deficiência. Especialistas analisam benefícios
O esporte é forte aliado na reabilitação e inclusão social para pessoas com deficiência física e / ou sensorial (PcD). Os benefícios para este grupo vão além da saúde. Fazer parte da sociedade e se sentir aceito são aspectos importantes que a prática esportiva impulsiona para quem vive a realidade da deficiência, seja congênita ou adquirida.
O desporto tem a capacidade não só de tirar do enclausuramento residencial e do abalo emocional que a deficiência por vezes causa. As modalidades esportivas trazem avanços significativos nos âmbitos particular e familiar. Referência em paradesporto, o educador físico Vicente Cristino ressalta o papel da prática esportiva na reabilitação.
“O principal trunfo é sair de casa. Mostrar o que ela (PcD) pode resgatar é bem superior ao que ela imagina. Isso acontece dentro desses processos de ressocialização”, afirma o professor de Educação Física e especialista em atividade motora adaptada.
O trabalho inicial é detectar o tipo de deficiência, saber as preferências do aluno e apontar qual a modalidade mais indicada. Segundo Vicente, é fundamental avaliação médica antes de qualquer contato inicial com a atividade. “Por exemplo, uma pessoa com deficiência intelectual ou traumatismo crânio-encefálico pode ter convulsão. Então, se avalia antes”, salienta.
Técnico de basquete em cadeira de rodas e vice-presidente da Associação D'eficiência Superando Limites (Adesul), Lídio Andrade conta que o contato com o esporte motiva, ressignifica e reorganiza a vivência diária do praticante. “Tenho atleta que nem saía de casa e falava que a vida tinha acabado. Depois de praticar o esporte, adaptou o carro e roda por toda Fortaleza”, comemora.
De acordo com Lídio, a rotina de treinos ajuda a iniciar ou retomar uma vida profissional. O ambiente familiar é outro a sentir os efeitos da ressocialização. “Eles têm problemas de autoestima. No esporte, acabam extravasando e veem que têm mais condições de chegarem mais longe, voltarem ao mercado de trabalho. Na família também, muitos têm filhos, e a vida continua”.
Apesar dos benefícios claros, o professor Vicente faz ressalvas sobre o esporte paralímpico. Entraves como o preconceito e a falta de apoio ainda estão presentes no cenário esportivo para PcDs. “Ainda existe discriminação na sociedade e falta acessibilidade para se deslocarem ao local de treino”, diz o especialista.
Para Vicente, Fortaleza ainda possui poucos espaços voltados para trabalhar com deficientes desde a base. “Os colégios precisam incluir práticas esportivas nas aulas de educação física para alunos com deficiência. Muitas vezes são dispensados. Não podem ser dispensados, tem que praticar.”
Disponível em: https://bit.ly/3fvOFZz (adaptação).
Acesso em: 5 nov. 2022.
Durante uma partida de um jogo de tabuleiro, dois jogadores, João e Ricardo, que são oponentes entre si, lançam, cada um, 3 dados (de seis faces numeradas de 1 a6e não viciados) e comparam os resultados obtidos. Cada um dos jogadores deve somar os resultados dos três dados que lançou. João tem a missão de superar a soma de Ricardo. Na última vez que fizeram isso, João se sentiu com muita sorte, pois não só superou a soma de Ricardo, mas o fez com a maior vantagem numérica possível.
Qual é a probabilidade de João repetir o feito na próxima jogada?
Seja Pn a probabilidade de que n pessoas façam aniversários em dias distintos do ano. Sabe-se que Pn pode ser calculado recursivamente por
P1=1 e Pn=365365−(n−1)Pn−1.
Com base no exposto, qual é a probabilidade de que, em um grupo de três pessoas, nenhuma faça aniversário no mesmo dia do aniversário de qualquer outra?
Os óculos para hipermetropia usam lentes convexas convergentes. Se uma lente convexa tem distância focal com f centímetros e se um objeto é colocado a uma distância de p centímetros da lente com p>f, então a distância q a lente até a imagem está relacionada com p e f pela fórmula p1 + q1=f1. Qual é o intervalo em que a distância p de um objeto deve estar de uma lente convexa que tem f=5 para que a imagem esteja a mais de 12 centímetros da lente?
De acordo com os indicadores epidemiológicos da Vigilância Epidemiológica do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (Dathi) do Ministério da Saúde, avalie a Tabela a seguir sobre o HIV/Aids nos municípios brasileiros entre os anos de 2017 e 2022:
Taxa de detecção (por 100.000 hab.) de casos de AIDS notificados no SINAN, declarados no SIM e registrados no SISCEL/SICLOM, por ano de diagnóstico
Taxa de detecção |
2017 |
2018 |
2019 |
2020 |
2021 |
2022 |
Geral |
19,5 |
18,9 |
18,5 |
18,2 |
14,5 |
16,5 |
Homens |
27,2 |
26,9 |
26,5 |
26,1 |
21,0 |
24,1 |
Mulheres |
12,0 |
11,2 |
10,9 |
10,7 |
8,2 |
9,3 |
Menores de 5 anos |
2,3 |
2,1 |
1,8 |
1,8 |
1,2 |
1,2 |
Entre 15 e 24 anos |
14,6 |
15,0 |
14,4 |
14,5 |
11,2 |
13,3 |
FONTE: MS/SVSA/Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis. NOTAS: (1) SICLOM utilizado para validação dos dados do SISCEL; (2) SINAN de 1980 até junho/2022, SISCEL de 2000 a junho/2022 e SIM de 2000 a 2021; (3) Dados preliminares para os últimos 5 anos.
Fonte: Indicadores e dados básicos do HIV/Aids nos Municípios Brasileiros. Disponível em : <http://indicadores.aids.gov.br/> (modificado).
Marque a alternativa correta:
Mônica deveria pagar uma fatura no valor de R$1200,00. Ela atrasou o pagamento por dois meses, e teve que pagar o valor de R$1452,00.
Sabendo-se que foram considerados juros compostos a uma taxa fixa, essa taxa situa-se entre
Em uma maratona, para cada 5 atletas femininas participam 7 atletas masculinos.
Se o total de atletas masculinos é 77, então o total de atletas femininas nesta maratona é:
O dobro do mínimo múltiplo comum entre os números 6, 9 e 12 é:
Maria investe R$ 150 a uma taxa de juros simples mensais de 2%.
Após 2 meses, o valor obtido em juros com o investimento é:
Dois pescadores pegam 300 peixes. Porém, destes peixes, 18% têm uma doença e não são aproveitados. Os pescadores dividem os outros peixes igualmente.
Logo, o número de peixes que fica com cada pescador é:
João tem um saco com 80 balas. Ele dá metade das balas para um amigo. Do restante, ele come 10 balas e joga o restante fora.
Quantas balas João jogou fora?
O maior valor de c para o qual a equação 2x2 – cx + 8 = 0 tem somente uma raiz real é:
Ao lançar um dado de 6 faces, a probabilidade de o número obtido ser um múltiplo de 3 é:
Uma empresa tem 680 funcionários, dos quais 30% nunca faltou ao trabalho.
Logo, o número de funcionários da empresa que já faltaram ao trabalho é:
Se 5 homens plantam 25 árvores a cada 2 horas, quantas árvores 15 homens plantam a cada 6 horas?
Em uma academia, para cada 3 homens matriculados existem 4 mulheres matriculadas.
Se o número de mulheres matriculadas na academia é igual a 48, então o total de matriculados (homens e mulheres) é: