Questões de Concurso Sobre princípios da redação oficial em redação oficial

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Q3813073 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta uma característica necessária e recomendável para a redação técnica oficial.
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Q3800101 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado com dupla possibilidade de interpretação, que, por essa característica, não deve ser utilizado na redação técnica oficial.
Alternativas
Q3800099 Redação Oficial
Na redação técnica oficial, qual é o pronome de tratamento corretamente utilizado para se dirigir a altas autoridades no campo político-administrativo?
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Q3799559 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta uma característica que é exigida em textos da redação técnica oficial.
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Q4262262 Redação Oficial
Silva e Vitorino (2021, p. 304) argumentam que a linguagem simples contribui para a “eficácia, transparência, responsabilidade, participação pública e acesso à informação”. Assim sendo, para as autoras, é correto afirmar que um documento se enquadra em uma linguagem simples quando garante ao leitor:
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Q4261329 Redação Oficial
O movimento pela linguagem simples ganhou maior relevância no cenário político dos EUA a partir da década de 1970 (Dratovisky, 2020). A reivindicação por uma linguagem simples nos setores públicos ganhou força em 2010, no governo de Barack Obama. Foi então que o governo aprovou a Lei da Linguagem Simples (2010 Plain Writing Act). Por que a apresentação de informações em linguagem simples é uma técnica fundamental em relatórios técnicos e em documentos científicos? Assinale a alternativa correta.
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Q4260864 Redação Oficial
Assinale a alternativa que NÃO é uma característica do texto técnico.  
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Q4260448 Redação Oficial
Dentre as atividades de um técnico de laboratório, além das responsabilidades técnicas, existem tarefas de caráter administrativo, como realizar serviços gerais administrativos e assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Considerando essa realidade, visualize a seguinte situação.
Um técnico de laboratório, atuando em uma universidade pública, precisa solicitar insumos e materiais de expediente para o setor em que trabalha. Para isso, deve encaminhar uma comunicação à sua chefia imediata, para aprovação, apresentando o pedido e detalhando os itens necessários.
Com base nas regras prescritas pela redação oficial, nessa situação comunicativa, o técnico deve redigir a correspondência 
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Q4255543 Redação Oficial
Em se tratando da redação oficial, na técnica legislativa e atos normativos, quando da elaboração de Artigo, devem ser observadas algumas regras básicas. Sendo assim, analise as assertivas e assinale a alternativa que trata corretamente desse aspecto.
I. Até o artigo nono, deve-se adotar a numeração ordinal; a partir do artigo dez, emprega-se a numeração cardinal correspondente, seguida de ponto final.
II. As frases devem ser concisas.
III. Os artigos podem desdobrar-se, por sua vez, em parágrafos e incisos; os parágrafos em incisos; estes, em alíneas; e estas, em itens.
IV. O artigo conterá, unicamente, a norma geral, o princípio. As medidas complementares e as exceções deverão ser expressas por meio de parágrafos.
V. As expressões devem ser usadas em seu sentido corrente, compreendendo esse aspecto quando se tratar de assunto técnico, hipótese na qual será preferida a nomenclatura técnica, peculiar ao setor de atividades sobre o qual se pretende legislar. 
Alternativas
Q4097184 Redação Oficial
Assinale a alternativa que não condiz com um atributo da Redação Oficial.
Alternativas
Q4094379 Redação Oficial
Assinale a alternativa cuja frase se encontra totalmente correta em relação ao emprego das palavras de acordo com a redação técnica oficial.
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Q4036593 Redação Oficial
O requerimento é um dos documentos mais utilizados pelos cidadãos ou servidores públicos para solicitar direitos, providências ou informações à Administração Pública. Assim como os demais documentos oficiais, deve respeitar os atributos da redação oficial, garantindo clareza, objetividade, impessoalidade na comunicação, dentre outros. Com base nessas informações, analise as afirmativas a seguir e assinale V, para verdadeiro ou F, para falso:
(__)O requerimento deve sempre apresentar linguagem clara e direta, evitando o uso de expressões vagas ou coloquiais.
(__)O atributo da impessoalidade é dispensável nesse tipo de documento, já que o requerente expõe um interesse próprio.
(__)A correção gramatical é essencial para assegurar a credibilidade e a formalidade do texto.
(__)O uso de pronomes de tratamento deve seguir as normas da redação oficial, respeitando a hierarquia e o cargo da autoridade destinatária.
(__)A concisão é um atributo que deve ser evitado, pois reduz a quantidade de informações e pode comprometer a formalidade do texto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4036193 Redação Oficial
Um servidor público elabora um ofício para encaminhar um relatório ao órgão superior. Ao revisar o texto, percebe que utilizou expressões como "venho respeitosamente solicitar" e "na certeza de sua valiosa colaboração", além de ter inserido uma assinatura digital sem identificação do cargo.
Analise as asserções a seguir e a relação entre elas:

I.O uso de expressões rebuscadas e redundantes fere o princípio da clareza e da impessoalidade, recomendados pelo Manual de Redação da Presidência da República.

PORTANTO,

II.O Manual orienta que a linguagem oficial deve ser simples, direta e padronizada, e que a identificação do signatário (nome e cargo) é parte essencial da formalização do documento.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 
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Q4031704 Redação Oficial
Leia o texto a seguir e responda:

Durante uma rotina administrativa, um servidor público foi incumbido de redigir um ofício com o objetivo de solicitar informações técnicas a outro órgão da administração federal. Ao submeter o documento à revisão, foram identificados diversos problemas que comprometem sua eficácia comunicacional: o texto apresentava linguagem excessivamente subjetiva, frases extensas e pouco objetivas, além de informações distribuídas de forma desordenada ao longo do conteúdo.

Esses elementos dificultavam a compreensão da mensagem e contrariavam os princípios da redação oficial, estabelecidos para assegurar uma comunicação eficiente, transparente e funcional entre os órgãos públicos.

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta corretamente os atributos essenciais da redação oficial que deveriam ser observados pelo servidor:
Alternativas
Q3997931 Redação Oficial
Na escrita da redação oficial, para que se faça valer os atributos da clareza e da precisão, NÃO se sugere 
Alternativas
Q3987886 Redação Oficial
A respeito do atributo da formalidade nas redações oficiais, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3980784 Redação Oficial
Qual das alternativas abaixo apresenta a principal razão para a preferência pela impessoalidade em textos oficiais e formais?
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Q3970375 Redação Oficial
Considere ser necessário realizar o encaminhamento de um expediente a determinado setor, no qual será relatado que a ata da última reuniáo realizada já está disponível para assinatura. Observando as recomendações acerca de impessoalidade do Manual de Redação do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, assinale a alternativa que traz o texto mais adequado, o que mais afasta o que se entende que deve ser evitado. 
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Q3911075 Redação Oficial

Direito ao próprio corpo, capacidade para consentir e a responsabilidade civil pela violação da autonomia de pessoas civilmente incapazes

 

Autonomia significa o direito que se atribui a qualquer pessoa de se ditar regras. Esta autonomia, contudo, consiste em figura tradicionalmente pensada e aplicada aos negócios jurídicos de cunho eminentemente patrimonial.

A autonomia privada há também de encontrar especial relevância no âmbito dos direitos da personalidade. Em sede da personalidade humana, do seu desenvolvimento e dos direitos que a compõem, portanto, avulta a importância da autodeterminação individual: é por meio dela que, em larga escala, se pode concretizar a realização da personalidade dos seres humanos.

O ponto de partida para a legitimidade das intervenções de terceiros sobre o corpo humano é o consentimento. Afinal, o melhor juiz sobre as decisões a tomar sobre a integridade física é o seu próprio titular, a quem compete manifestar seu querer de maneira livre, ao aceitar ou rejeitar determinadas intervenções conforme lhe pareçam ou não satisfatórias e adequadas.

Outra lógica se revela, contudo, quando a pessoa em questão for incapaz. Quanto às intervenções sobre o seu próprio corpo, cumpre definir, essencialmente, quem tem legitimidade para manifestar o respectivo consentimento.

Quando se fala na capacidade para manifestar o consentimento, cuida-se, por óbvio, da capacidade de fato ou de exercício, posto não se colocar em xeque a capacidade de gozo dos incapazes quanto aos seus direitos da personalidade. As regras do CC brasileiro quanto ao tema são claras. Absolutamente incapazes são as pessoas descritas no art. 3º e qualquer ato por elas praticado pessoalmente, em regra, será nulo, por força do art. 166, inciso I. Os relativamente incapazes, por sua vez, estão enumerados no art. 4º e os atos pessoalmente celebrados por eles, isto é, sem a presença de um assistente, serão anuláveis, segundo dispõe o art. 171, inciso II.

O problema que essencialmente se coloca é o estabelecimento de balizas à fixação das hipóteses em que cabe afirmar que uma pessoa, embora incapaz segundo as regras gerais do Direito Civil, possa pessoal e validamente manifestar o seu consentimento. Neste âmbito, o ponto de partida deve ser a proposta de se considerar a opinião do próprio incapaz, desde que este tenha discernimento suficiente para manifestá-la, por estar intelectualmente hábil a compreender as circunstâncias em que se encontra e decidir consoante os meios que lhe pareçam mais adequados para a salvaguarda dos seus interesses.

Para justificar esta ruptura com a normatização geral que disciplina a matéria, caberá partir não das regras ordinárias que regem a capacidade, mas dar abertura a uma especial capacidade para consentir, (também conhecida por capacidade natural): em se tratando de direitos da personalidade inerentes aos incapazes, pode-se afirmar, à partida, que caberá a eles a manifestação do consentimento, caso tenham discernimento suficiente para tanto.

Em sede doutrinária, prevalece cada vez mais a tese de que somente cabe colher de um representante legal a autorização para a prática de determinado ato, ignorando-se a vontade do próprio incapaz, quando este não é intelectual ou psicologicamente capaz de compreender a extensão e a gravidade do comportamento que adota.

Esta concepção especial é seguramente mais propícia à resolução da questão que a fria aplicação das regras gerais sobre a capacidade de fato ou de exercício, projetadas ao consentimento para a prática de atos e contratos de cunho patrimonial e, destarte, insuficientes no tocante aos atos que envolvam, particularmente, os direitos de personalidade. Com efeito, a análise fria das regras sobre a capacidade e incapacidade previstas pelo CC, se pode bastar para a validação de atos jurídicos de conteúdo patrimonial, não dá resposta cabal à possibilidade de tomar decisões médicas, por não atender à “variação das capacidades intelectuais, emotivas e volitivas dos menores e dos doentes psiquiátricos dos nossos dias”.

O recurso a este critério tem, em seu fundo, um viés teleológico: há que raciocinar sobre o sentido da representação legal dos incapazes, especialmente os menores. O que justifica o poder familiar que os pais exercem sobre seus filhos menores é o fato de se pressupor que tal poder consiste na melhor maneira de proteger os interesses dos incapazes; o poder familiar é, assim, conferido na medida do necessário para a proteção dos menores. É de se esperar, pois, que os pais, no exercício do poder familiar, procedam de maneira a fazer todo o necessário para salvaguardar a vida e a saúde dos incapazes submetidos a tal tutela.

Assim, em determinadas circunstâncias, mormente quando a atuação dos pais quanto à autorização a ser prestada em nome dos filhos menores puder causar-lhes prejuízo irreversível, é admissível a supressão da declaração não prestada pelos representantes legais, o que é particularmente válido para os casos em que a denegação da permissão objetiva obstaculizar a realização de atos médicos, cuja não realização possa colocar os incapazes em situação de grave risco de morte.

O ordenamento jurídico brasileiro confere aos pais, por meio do poder familiar (arts. 1.630 a 1.638 do CC), o dever de zelar pela vida, saúde e integridade física dos filhos menores. Essa prerrogativa, entretanto, não lhes concede um direito absoluto de dispor sobre tais bens jurídicos, pois o poder familiar tem natureza funcional e finalística, devendo ser exercido sempre no melhor interesse do incapaz.

Nesse contexto, o impedimento injustificado, pelos pais, da realização de tratamentos ou intervenções médicas necessárias à preservação da vida dos filhos, configura grave violação a deveres jurídicos e pode ensejar responsabilidade civil. O direito à vida e à saúde, previstos nos arts. 5º e 196 da Constituição Federal, são direitos fundamentais de proteção prioritária e impõem, tanto ao Estado quanto à família, a obrigação de promovê-los e defendê-los. Assim, a recusa de autorização para tratamentos essenciais, fundada em convicções pessoais, religiosas ou ideológicas, não pode prevalecer sobre a necessidade de salvar a vida dos menores.

Em tais hipóteses, pode-se caracterizar abuso do poder familiar, pois tal poder não pode ser utilizado como instrumento para suprimir direitos indisponíveis do filho. O abuso do poder familiar pode gerar não apenas a intervenção estatal imediata – por meio do Ministério Público e do Poder Judiciário, conforme prevê o art. 98, II, do Estatuto da Criança e do Adolescente –, mas também responsabilidade civil pelos danos decorrentes da omissão.

A responsabilidade civil, nesses casos, decorre da violação de um dever jurídico específico: o dever de proteção integral dos filhos menores. Configura-se pela conduta omissiva culposa ou dolosa dos pais, pelo dano à integridade física ou pela morte do menor, e pelo nexo causal entre a recusa injustificada e o resultado danoso.

Nos casos específicos de menores que detenham capacidade para consentir, a atuação de seus genitores no sentido de impedir que aqueles exerçam sua autonomia é igualmente capaz de ocasionar-lhes danos e ensejar a necessária obrigação de repará-los.

Dessa forma, a responsabilidade civil dos pais nesses casos possui caráter preventivo e reparatório: preventivo, ao inibir condutas que possam colocar em risco a vida de menores sob sua guarda; reparatório, ao compensar os danos causados pela violação de um dever de cuidado essencial. Trata-se de mecanismo essencial à efetividade dos direitos fundamentais e à consolidação de um modelo jurídico que compreenda a criança e o adolescente como sujeitos de direitos, e não como objetos da vontade parental.

É certo que a concretização destas ideias é problemática e gera alguma insegurança, pois remete à capacidade natural do incapaz, que consiste em circunstância ampla e flexível, a ser apurada em cada caso concreto. A saída mais simples seria determinar que o representante legal devesse sempre se manifestar com exclusividade pelo incapaz, desconsiderando-se as volições deste. Entretanto, o que se deve buscar, muito além do que parece ser meramente cômodo, é o ético e o justo. Assim, quando se cogita da proteção a bens jurídicos como a vida, a saúde e a integridade física, competirá ao próprio titular destes direitos a primazia da escolha, e caso haja discrepância entre a vontade do incapaz e a opção de seus representantes, caberá ao Poder Judiciário, em última análise, dirimir a controvérsia.

 

(GODINHO, Adriano Marteleto. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/coluna. Acesso em: setembro de 2025.)

Na redação oficial, o princípio da concisão é essencial para garantir clareza, objetividade e economia linguística, sem perda do conteúdo relevante. Ele orienta a construção de textos administrativos que sejam informativos e, ao mesmo tempo, diretos. Considerando o princípio da concisão, analise as versões possíveis de reescrita do trecho a seguir e assinale aquela que melhor se adequa ao padrão da redação oficial em parecer administrativo: “[...] a responsabilidade civil dos pais nesses casos possui caráter preventivo e reparatório: preventivo, ao inibir condutas que possam colocar em risco a vida de menores sob sua guarda; reparatório, ao compensar os danos causados pela violação de um dever de cuidado essencial.” (17º§).
Alternativas
Q3903636 Redação Oficial
São características fundamentais da comunicação oficial, exceto: 
Alternativas
Respostas
281: E
282: D
283: E
284: C
285: C
286: A
287: D
288: C
289: D
290: E
291: A
292: D
293: A
294: C
295: C
296: C
297: C
298: D
299: D
300: D