Questões de Concurso Sobre travessão em português

Foram encontradas 1.018 questões

Q1836973 Português

Texto para a questão. 


Internet: <corrreiobraziliense.com.br> (com adaptações).

No que diz respeito à pontuação, estariam preservadas a correção gramatical e a coerência do texto caso
Alternativas
Q1835219 Português
QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO A SEGUIR.

POR QUE O ESPAÇO ATRAI BILIONÁRIOS?
   O bilionário do setor de tecnologia Elon Musk, executivo-chefe da Tesla e da SpaceX, está tentando comprar todas as casas em Boca China, Texas – uma minúscula comunidade de poucas dezenas de pessoas – para poder usar a área para lançar sua espaçonave para Marte. Ele afirma que poderá mandar gente para o Planeta Vermelho em uma década.
   O executivo-chefe da Amazon, Jeff Bezos, tem uma companhia de viagens espaciais e vê o projeto como um trampolim para futuras colônias no espaço. O falecido cofundador da Microsoft, Paul Allen, também tinha planos para voos espaciais. O foco deles não está exclusivamente no espaço, mas por que eles colocam bilhões para enviar humanos para lá? Uma razão é que a Terra está ameaçada por mudanças climáticas e guerra nuclear; o espaço é como um plano B. Mas um voo tripulado para Marte é cheio de perigos, sobretudo o fato de que não temos hoje uma forma de proteger humanos dos efeitos adversos de meses e meses de radiação do espaço profundo.
   Mas, qual o problema em sonhar? Em certo sentido, nenhum. Mas importa como as pessoas com muito dinheiro sonham. Bezos, Allen e Musk, os bilionários, citaram seu amor pela ficção científica como se fosse parte da sua inspiração.
   A ficção científica algumas vezes é desprezada como literatura escapista, mas os melhores exemplos são exatamente o contrário. Ciência e arte sempre foram de alguma forma financiadas pelos interesses excêntricos dos ricos, e a combinação sempre resultou em uma mistura heterogênea. Uma coisa comum aos bilionários é que provavelmente não é difícil encontrar pessoas que os encorajarão a gastar dinheiro correndo atrás de aventuras espaciais que não vão acontecer por limitações científicas.
    Mas, mais importante, esses homens podem moldar nossa vida hoje, pela forma como suas empresas operam, pelo pagamento de impostos sobre suas imensas riquezas e por seus investimentos para solucionar os problemas que nos ameaçam. Isso requer imaginação. Não o tipo de imaginação que ilustra a capa dos livros de ficção científica; mas o tipo que nos leva a universos expandidos só para nos fazer pensar mais para entender o único lugar habitável por nós no Universo – nosso frágil e pálido ponto azul – e torná-lo um lugar melhor para se viver.
Scientific American Brasil, ano 18, nº 203, jan. 2020, p. 22. Adaptado.
“A pontuação marca na escrita as diferenças de entonação, contribuindo para tornar mais preciso o sentido que se quer dar ao texto.” (CEREJA & MAGALHÃES, 2013, p. 314).
A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os sinais de pontuação nas frases a seguir.
( ) Os travessões possuem função análoga à dos parênteses em “(...) o único lugar habitável por nós no Universo – nosso frágil e pálido ponto azul – e torná-lo um lugar melhor para se viver.”
( ) Na frase “Não o tipo de imaginação que ilustra a capa dos livros de ficção científica; mas o tipo que nos leva a universos expandidos (...)”, o ponto e vírgula foi colocado para separar itens de enunciados enumerativos.
( ) Em “O foco deles não está exclusivamente no espaço, mas por que eles colocam bilhões para enviar humanos para lá?”, o ponto de interrogação foi empregado no final de uma pergunta indireta, porque a indagação não exige resposta.
( ) A vírgula foi colocada para separar oração coordenada com sujeito diferente em “Ciência e arte sempre foram de alguma forma financiadas pelos interesses excêntricos dos ricos, e a combinação sempre resultou em uma mistura heterogênea.”

De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Q1834004 Português

Leia o texto “Diferença”.


Diferença


Lucas pergunta para a professora:

− Professora, a senhora sabe a diferença entre a calça e a bota?

− Não sei não, Lucas. Qual é? – perguntou a professora.

− É que a bota, a gente calça, e a calça, a gente bota!

Disponível em:<https://www.devmedia.com.br/forum/enquanto-isso-na-escola/ 127982>. Acesso em: 16 jan. 2020.


Sobre os sinais de pontuação no texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.


( ) Na frase “Não sei não, Lucas.”, a vírgula foi empregada para separar o vocativo.

( ) Na expressão “Qual é?”, o ponto de interrogação foi utilizado após uma interjeição.

( ) A vírgula foi empregada, na última linha, após “a gente calça”, para separar sujeitos diferentes.

( ) O travessão foi empregado em “– perguntou a professora.” para indicar mudança de interlocutor.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q1833272 Português
Em relação à pontuação no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1830094 Português

A principal crença a respeito de Napoleão – que ele sofria de um complexo napoleônico e queria dominar o mundo – é quase sempre atribuída a sua baixa estatura. Mas ele não era baixo. Pelos padrões contemporâneos, ele tinha estatura média. A confusão sobre sua altura deve-se ao fato de ter sido amplamente divulgado, após sua autópsia, que ele media apenas 1,55 metro. Esse número foi baseado num antigo sistema de medida francês conhecido como pieds de roi. Usando os padrões modernos de medida, sabe-se que Napoleão tinha um pouco mais de 1,65 metro.

(SHENKMAN. R. Lendas, mitos e mentiras da história do mundo. São Paulo: Ediouro, 2005.)


A respeito de sinais de pontuação utilizados no texto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q1829226 Português

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso se substituísse o travessão empregado à linha 4 por uma vírgula.  

Alternativas
Q1828491 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.


Considere o que se afirma acerca da pontuação empregada no texto:


I. Na linha 01 do texto, as três vírgulas separam dois apostos.

II. Na linha 10, os dois-pontos poderiam ser substituídos por ponto e vírgula.

III. A vírgula da linha 14 e a vírgula da linha 20 separam orações que têm a mesma classificação.

IV. O travessão da linha 18 não pode ser substituído por vírgula, pois isso prejudicaria a estrutura da frase.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1827631 Português

Texto para o item.


Luana Louredo. Conservação dos alimentos e uso de aditivos alimentares. 2017. 

Internet: <https://consultoradealimentos.com.br> (com adaptações).

No que concerne à estruturação linguística do texto, julgue o item. 

No segundo parágrafo do texto, nas linhas 9 e 11, para a  manutenção  da  correção  gramatical  e  dos  sentidos  originais do texto, é suficiente substituir as vírgulas que  encerram  “assim  chamados”  e  “entre  outros”  por  travessão duplo, com o devido espaçamento na escrita.

Alternativas
Q1827629 Português

Texto para o item.


Luana Louredo. Conservação dos alimentos e uso de aditivos alimentares. 2017. 

Internet: <https://consultoradealimentos.com.br> (com adaptações).

No que concerne à estruturação linguística do texto, julgue o item. 

No  trecho  “para  as  carnes,  a  salga  —  o  sal  absorve  a  umidade,  o  que  auxilia  na  conservação  —”   (linhas 3 e 4), seria mantida a correção gramatical caso  houvesse  a  substituição  do  primeiro  travessão  por  vírgula e a supressão do segundo travessão. 

Alternativas
Q1826600 Português

Texto 2A1-II


    As discriminações atreladas à falta de oportunidades são a tradução da complexa realidade de diversos países e compõem um ciclo vicioso de exclusão social. Nesse cenário, surgem as chamadas ações afirmativas: medidas políticas que visam acabar com a exclusão social, cultural e econômica de indivíduos pertencentes a grupos que sofrem algum tipo de discriminação. Essas medidas se baseiam na igualdade e garantem a equidade ao estimularem a inserção, a inclusão e a participação política de grupos sociais vulneráveis nos espaços sociais.


Julia Ignácio. Igualdade, Equidade e Justiça Social: o que significam?

Internet: <www.politize.com.br> (com adaptações).


Quanto aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item a seguir.


No segundo período do texto, os dois-pontos poderiam ser corretamente substituídos por travessão.

Alternativas
Q1825462 Português
Assinale a alternativa corretamente pontuada.

Alternativas
Q1824451 Português

Texto para a questão


(João Carlos Ribeiro Jr. Le monde diplomatique. 25 de maio de 2021)

A beleza é um dado social, definida na interação entre as pessoas, e seus critérios mudam com o tempo. (linhas 6 e 7)
Assinale a alternativa que apresente pontuação igualmente correta para o período acima. 
Alternativas
Q1812979 Português
Leia o texto para responder à questão.

Após virar alvo de inquérito sobre fake news, Bolsonaro ameaça atuar fora 'das 4 linhas da Constituição'
Após prometer e não apresentá-las, presidente volta a afirmar ter provas de que houve fraude nas eleições de 2018
O presidente Jair Bolsonaro reagiu à decisão de Alexandre de Moraes de incluí-lo na investigação do inquérito das fake news e acusou o ministro do STF de atuar fora das "quatro linhas da Constituição". A determinação ocorreu após o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luis Roberto Barroso, ter enviado à Corte uma notícia-crime relatando as declarações feitas por Bolsonaro em uma transmissão ao vivo, na semana passada.
—O ministro Alexandre de Moraes abriu um inquérito de mentira, me acusando de mentiroso. É uma acusação gravíssima. Ainda mais num inquérito sem qualquer embasamento jurídico. Não pode começar por ele. Ele abre, apura e pune? Sem comentários. Isso está dentro das quatro linhas da Constituição? Não está. Então o antídoto não está dentro das quatro linhas da Constituição. Ninguém é mais macho que ninguém — afirmou Bolsonaro, em entrevista ao programa "Os Pingos Nos Is", na rádio Jovem Pan.
O presidente não explicou o que seria jogar fora das "quatro linhas" e repetiu algumas vezes esse argumento durante a entrevista, de mais de duas horas. Segundo ele, a investigação é precipitada.
— Estão se precipitando. Um presidente da República pode ser investigado? Pode. Num inquérito que comece no Ministério Público e não diretamente de alguém interessado. Esse alguém vai abrir o inquérito, como abriu? Vai começar a catar provas e essa mesma pessoa vai julgar? Olha, eu jogo dentro das quatro linhas da Constituição. E jogo, se preciso for, com as armas do outro lado. Nós queremos paz, queremos tranquilidade. O que estamos fazendo aqui é fazer com que tenhamos eleições tranquilas ano que vem — afirmou.
Adaptado de: ÉBOLI, Evandro: O GLOBO, 2021.
Disponível em:
https://oglobo.globo.com/brasil/apos-virar-alvo-de
inquerito-sobre-fake-news-bolsonaro-ameaca-atuar
fora-das-4-linhas-da-constituicao-1-25141267.
Acesso em: 05 ago. 2021. 
Assinale a alternativa que melhor explique o uso dos travessões no texto.
Alternativas
Q1810540 Português

Instrução: Leia o texto e responda à questão.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br. Acesso em: 13/03/2020.) 

Sobre o emprego dos sinais de pontuação no texto, marque a afirmativa correta.
Alternativas
Q1809674 Português

Texto l ( Texto para as questão)


A crise da ecologia psíquica


Eduardo Giannetti

(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise

civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)


Trecho para responder à questão:


“As irrupções recorrentes de atos violentos praticados sem motivação aparente e a explosão da demanda por drogas legais e ilegais – antidepressivos (consumidos por cerca de 10% dos estadunidenses), ansiolíticos, soníferos, narcóticos, estimulantes e substâncias psicoativas – são outras tantas evidências de que o mundo moderno possivelmente padece de uma degradação do ambiente psicossocial análoga à devastação do ambiente físico”.

O travessão introduz expressão com função textual de:
Alternativas
Q1805155 Português
Texto l ( Texto para a questão)

Instintos e descivilização

Quão robusta é a ordem civilizada ocidental? A julgar pelo século XX, e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, cataclismos naturais e colapso econômico agudo – como, por exemplo, a hiperinflação alemã no início dos anos 1920; o blecaute que atingiu Nova York no outono de 1965; a guerra civil iugoslava da década de 1990; ou a passagem do furacão Katrina por New Orleans em meados de 2005 – revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização. Sob impacto do abalo provocado por desastres como esses , o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes, estupros e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado – “casado, fútil, cotidiano e tributável” – se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades. – Como entender o perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe o modelo hobbesiano. O ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural hobbesiano” e à “guerra de todos contra todos”. O civilizado sem máscara da civilidade não é outro senão o animal humano em sua versão nativa, sem amarras nem recalques, como que de volta à selva e aos estágios da evolução em que as faculdades de inibição erguidas ao longo do processo civilizatório dormiam ainda no embrião da mente. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. – O modelo hobbesiano poderia ter tomado como plausível, não fosse uma falha capital do argumento. Que a regressão à barbárie revele alguma coisa do nosso psiquismo arcaico não há por que duvidar. Mas o que vem à tona no caso não é o “estado de natureza” do mundo pré-civilizado ou o animal homem tal como a evolução o teria produzido – o que vem à tona é o bicho-homem descivilizado, ou seja, o civilizado que se vê repentinamente fora da jaula e apto a dar livre curso aos impulsos e instintos naturais tolhidos e asfixiados pela ordem civilizada. O descivilizado é o civilizado à solta: livres das amarras e restrições da vida comum mas portador de um psiquismo arcaico que foi pesadamente macerado e em larga medida deformado pela renúncia instintual imposta pelo processo civilizatório. A ferocidade que tomou conta dos conquistadores europeus no Novo Mundo e o surto de bestialidade fascista que varreu a Europa no século passado são exemplos extremos dessa realidade. O equívoco do modelo hobbesiano é confundir o homem descivilizado feito lobo do homem – ávido de desafogo e revide contra tudo e contra todos – com um suposto estado primitivo ou de pura natureza do animal. – “Você pode expelir a natureza com um varapau pontiagudo”, adverte Horácio, “mas ela sempre retornará.” A verdade do poeta, “nem o fogo, nem o ferro, nem o tempo devorador poderão abolir”. Mas à luz do exposto acima não seria talvez de todo impróprio emendar: a natureza expelida não sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as feridas da violenta expulsão.

Eduardo Giannetti
(Trópicos utópicos: uma perspectiva brasileira da crise
civilizatória. São Paulo: Cia das Letras, 2016)
“a natureza expelida não sai ilesa – ela traz em seu retorno as marcas e as feridas da violenta expulsão”. No trecho, o travessão pode ser substituído por:
Alternativas
Q1801107 Português
    Os últimos anos já deixaram uma coisa muito clara para todo o mundo que está prestando atenção nas notícias, nas atitudes e na produção cultural de nosso tempo: nada mais será “estável”, a transformação será constante. Os mais variados aspectos do comportamento humano – da forma como você viaja às escolhas que faz com relação ao trabalho, à alimentação ou uso do próprio tempo – passarão por mudanças nem sempre fáceis de antecipar ou de compreender no primeiro momento. Mas há algumas evidências que já aparecem com contornos claros no horizonte.
    Uma delas é o envelhecimento da população mundial, e da brasileira em especial. Até 2031, teremos 43 milhões de pessoas com mais de 60 anos no Brasil. Pela primeira vez na história, haverá, em nosso país, mais avós do que netos. Mais idosos do que crianças e adolescentes. Diante desse cenário, é fundamental olhar para esse público com respeito e entender que o envelhecimento precisa ser melhor compreendido e, principalmente, tratado de forma mais digna e inteligente no Brasil. Infelizmente, num sinal claro de que temos muito que evoluir, a velhice ainda é vista em grande medida como uma fase de “descarte”. Por mais que continuem reinando no universo midiático expressões como “melhor idade” e imagens de casais de idosos sorridentes usando uniformes de paraquedismo para disfarçar e tentar produzir uma ideia infantil de uma “adolescência eterna”, o fato é que o último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo costuma ser bastante sofrido por aqui. Administra-se permanentemente um misto de ignorância, sofrimento, esquecimento e desatenção por parte de uma sociedade que, num inominável equívoco, se julga eterna, onisciente e dona da capacidade sobre-humana de se manter jovem e poderosa para sempre. [...]
(KAKINOFF, P. Revista Gol, agosto de 2019.)

A respeito do texto, analise as afirmativas.


I- Entre as mudanças sociais que ocorrerão, encontra-se o envelhecimento da população mundial, processo que não é bem compreendido no Brasil.

II- Denominar a velhice como “melhor idade” ou último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo constitui sinestesia, recurso estilístico para enfatizar o sentido das expressões.

III- Os travessões no primeiro parágrafo foram utilizados para isolar conteúdo da frase que tem o objetivo de explicitar o que foi dito anteriormente.

IV- As aspas empregadas em “estável” e “descarte” têm a função de destacar que esses vocábulos constituem termos arcaicos, em desuso na língua.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1796656 Português
Leia o trecho a seguir e responda o que se pede:
"Em matéria de literatura, o Brasil é um país curioso. Parece ter mais autores que leitores, considerando o número de originais que, a cada mês, são remetidos a editores e concursos literários. Essa criatividade é um bom sinal, porém prejudicada pela inflação que obriga os editores a embutirem - no preço de capa - os dois ou três meses de retorno do dinheiro pago pelos livreiros. Assim, os livros ficam proibitivos; a população, mais ignorante; os editores, cautelosos na seleção do que publicar; e os autores, sem incentivo para produzir." (Adaptado de FREI BETTO. O brasileiro lê?. O Dia, 23 de mar. 2001.)
Observando o trecho, indique o sinal de pontuação responsável por separar partes de períodos que já apresentam divisões assinaladas por outro sinal de pontuação:
Alternativas
Q1794125 Português



Machado de Assis. Memórias Póstumas de
Brás Cubas. Internet: : <machado.mec.gov.br>.
Com relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1792155 Português


Alberto Luiz Albertin e Rosa Maria de Moura Albertin. A evolução do comércio eletrônico no mercado brasileiro. In: Ministério da Ciência e  Tecnologia (org.). Internet comercial. Brasília: Secretaria de Política de Informática, 2005, v. 1, p. 135‐157 (com adaptações). 

A respeito das estruturas linguísticas do texto, julgue o item.
A correção gramatical será mantida se for inserido travessão duplo no lugar dos parênteses das linhas 2 e 3, com as devidas adaptações de espaçamento.
Alternativas
Respostas
341: A
342: E
343: A
344: C
345: C
346: C
347: C
348: E
349: E
350: C
351: C
352: E
353: A
354: C
355: D
356: B
357: C
358: E
359: C
360: C