Questões de Concurso
Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão
Por que as crianças gostam tanto de repetição?
Você já perdeu as contas de quantas vezes sua criança assistiu ao mesmo desenho? Já sabe a história do livrinho de todas as noites de trás para frente? Não aguenta ouvir a mesma música que seu filho aprendeu na escola e nunca mais parou de cantar? Se a resposta foi "sim" para todas as perguntas, saiba que isso não acontece só na sua casa. Crianças gostam de recorrências - de assistir ao mesmo filme dezenas de vezes, de manter os mesmos hábitos, de fazer as mesmas brincadeiras. Mas, nada disso é à toa, já que a repetição é parte do desenvolvimento intelectual e emocional dos pequenos.
"A repetição, que ocorre principalmente nos primeiros anos de vida, traz à criança uma sensação de segurança, além de um estado confortável", explica a psicóloga e psicopedagoga Katherine Vicentim. Ao fazer atividades que já conhece e que aperfeiçoa à medida que as repete, ela se sente mais segura, pois sabe como funcionam e como fazê-las da melhor forma.
Não é por acaso que a rotina é tão importante nos primeiros anos da infância, já que a previsibilidade não só diminui a angústia de não saber o que está por vir, como ainda traz conforto aos pequenos. Ao saber o que vai acontecer em seguida, e que acontecerá de forma parecida todos os dias, a criança tende a se sentir mais confiante e confortável.
Além disso, a repetição ajuda a desenvolver a autonomia, já que as ações, por serem feitas tantas vezes, ficam cada vez mais fáceis. "A criança aprende e tem a sensação de escolha, de que escolheu algo porque já se apropriou daquilo. Ela sabe fazer e sente prazer em saber", destaca a especialista.
A repetição, portanto, é ponto central no desenvolvimento intelectual da criança, pois, como explica Katherine, "ela estimula a aprendizagem e alimenta os detalhes do que se aprende". Quanto mais ouve a mesma história, por exemplo, mais atenta aos pormenores a criança fica. É interessante lembrar que os primeiros anos de vida são o período de maior desenvolvimento cerebral. "De zero a 3 anos, acontece um boom e a criança desenvolve cerca de 80% do cérebro, formando as conexões neurais conforme as experiências que ela tem. E como a formação da memória é a base da aprendizagem - nós aprendemos por repetição - a criança fortalece esse processo, utilizando este método", explica a neuropsicóloga Luciana Garcia de Lima.
Segundo a especialista, para dar conta de todo o conteúdo com que se tem contato - por exemplo, ao assistir uma animação - a criança tem a necessidade de repetir muitas vezes. "Cada vez que assiste novamente, ela consolida as informações que já obteve e, ao mesmo tempo, percebe novas características, como aspectos do cenário, falas novas, entre outras coisas", complementa Luciana.
(Disponível em: Por que as crianças gostam tanto de repetição? | Bebe.com.br (abril.com.br) Adaptado.)
'Você já perdeu as contas de quantas vezes sua criança assistiu ao mesmo desenho?'
Analisando a frase destacada, pode-se concluir que:
Autorretrato inédito de Van Gogh é descoberto atrás de
outra pintura do artista
(_) O artigo estava anteposto a um substantivo comum.
(_) Um soldado caiu, esvaído em sangue.
(_) Aqueles versos eram uma reminiscência de outro autor.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Os desafios da retomada da economia e do crescimento pós-pandemia

(Disponível em: https://www.portaldaindustria.com.br/industria-de-a-z/retomada-do-crescimento-pospandemia – texto adaptado especialmente para esta prova).

Coluna 1
1. Reflexiva.
2. Ativa.
3. Passiva analítica.
4. Passiva pronominal.
Coluna 2
( ) Os pais educam os filhos.
( ) A insatisfação dos professores também é causada pelos salários indignos.
( ) O professor sacrificou-se para terminar seu mestrado.
( ) Organizou-se um campeonato na escola.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
ELVIS PRESLEY VEM AÍ: SAIBA TUDO SOBRE O NOVO FILME DO REI DO ROCK
Felipe Machado Publicado em 01/04/2022
Ao contrário do que dizem os fãs, Elvis Presley morreu – e isso já faz quase cinco décadas. Vítima do abuso de drogas, aos 42 anos, o ídolo foi encontrado pela namorada em Graceland, sua exótica residência em Memphis, no Tennessee. É curioso notar que a vida de um dos maiores ícones da cultura norte-americana, com milhões de admiradores em todo o mundo e detentor de quase todos os recordes da indústria fonográfica, até agora não tivesse servido de inspiração para uma grande produção nas telas. Apesar de ter estrelado dezenas de filmes como ator, abusando dos enredos singelos que serviam apenas como desculpa para ele mostrar o corpo e o vozeirão, fica a impressão de que sua vida era um tabu grande demais até para os megalomaníacos padrões de Hollywood. Talvez seja por isso que, depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977, o cantor tenha sido tema somente de um modesto projeto realizado em 1979 e voltado apenas para a TV americana, com direção de John Carpenter e estrelado por Kurt Russell.
Isso mudará daqui a um mês, quando estreia no Festival de Cannes a cinebiografia Elvis, de Baz Luhrmann – o filme chega aos cinemas brasileiros em julho. Foi preciso um australiano de origem judaica para levar às telas a história do garoto pobre e talentoso do sul dos EUA, que ascende vertiginosamente até o topo do mundo e, como um Ícaro que se aproxima demais do Sol, despenca rumo à tragédia. “Sempre fui fã de Elvis, mas não foi esse sentimento que me levou a fazer o filme”, afirma Luhrmann. “Nesses tempos modernos, sua vida é como uma tela em branco perfeita para explorar os EUA dos anos 1950 e 1960. Fui atraído por essa parte da história. E também por um cara chamado Coronel Tom Parker.”
Luhrmann se refere ao arrogante e malhumorado empresário de Elvis, interpretado por Tom Hanks. Como o próprio personagem anuncia no início, ele parece ter orgulho de ser “o vilão do filme”. Figura mítica do showbiz – pelas piores razões possíveis –, o agente não era coronel, nem americano e sequer se chamava Tom Parker. Nascido na Holanda, Andreas Cornelis van Kujik era adestrador de cães. Fugiu de seu país após o misterioso assassinato da amante, morte de autoria atribuída, por muitos, a ele mesmo. Foi expulso do exército por ser considerado um psicopata, trabalhou no circo e, em 1955, convenceu o jovem Elvis a deixá-lo controlar todos os aspectos de sua carreira.
Mesmo sem entender nada de música, dividia com o cantor tudo que ele ganhava e até escolhia quais músicas podia gravar. Com receio de eventuais problemas jurídicos com a imigração, Parker nunca viajou para o exterior – e nem permitiu que Elvis fizesse shows fora do país, nem mesmo diante de ofertas milionárias. Há quem diga que ele o teria obrigado a se casar com a namorada assim que descobriu que ela estava grávida – Priscilla Presley, papel de Olivia DeJonge.
Adaptação: https://istoe.com.br/elvis-presley-vem-ai/ , acesso em 08 de abril de 2022.
Texto 5

https://www.google.com/search?q=mensagens+augusto+cury+motiva%C3%A7%C3%A3o&tbm=isch&ved= Acesso em 14/07/2022
Texto 2
No meu jardim ainda floresce esperança, solidariedade, alegria, carinho, respeito, doçura e muitas outras flores nobres, Hoje os canteiros de amor-perfeito amanheceram todos floridos, o sol entrou por entre as ramas e intimidou ervas daninhas, Logo as sementes de sonhos começarão a germinar. Na primavera o ciclo se completa, e o perfume há de se espalhar pelo ar.
https://www.pensador.com/textos_sobre_solidariedade/3/ Acesso em 13/07/2022
Sobre Análise Sintática, observe os itens abaixo e os termos sublinhados.
I. “...floresce esperança, solidariedade, alegria, carinho, respeito, doçura e muitas outras flores nobres.”
II. “... o sol entrou por entre as ramas ...”
III. “... e intimidou ervas daninhas ...”
Em que item(itens) os termos sublinhados funcionam como um complemento verbal NÃO regido de preposição?
"Lembre de mim Hoje eu tenho que partir Lembre de mim Se esforce pra sorrir"
A forma verbal "lembre" utilizada no trecho "Lembre de mim", pode ser transitiva direta ou indireta, ou seja, exigir ou não uma preposição.
Dessa forma, há uma incorreção no trecho, uma vez que o verbo lembrar só é transitivo indireto (exige uma preposição) quando vem em sua forma pronominal (lembrar-se).
A mesma situação ocorre com o verbo: