Questões de Concurso
Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português
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A diretora técnica do Pacto fez referência ______ edíções passadas do relatório e conclamou as organrzações _______ apoiarem o combate _______ desígualdades estruturais.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos
O uso de inovações tecnológicas, da internet e da inteligência artificial (lA) está transformando o cotidiano da sociedade. O mundo está cada vez mais conectado, e a dependência dos usuários nessas ferramentas está cada vez mais presente. Nesse sentido, a programação e a codificação de algoritmos, o compartilhamento e tráfego de dados, de informações e de comunicações precisam atender certos cuidados éticos, de vigilância, de equidade e de controle, pois o ambiente virtual e tecnológico, além de possibilitar resultados positivos e vantajosos, também pode trazer muitos riscos e danos aos usuários.
Esses riscos envolvem decisões automatizadas que influenciam diretamente a vida das pessoas. Apesar de frequentemente parecerem neutros e objetivos, os algoritmos podem reproduzir vieses, discriminações e desigualdades, impactando negativamente grupos específicos da sociedade, inclusive na educação.
Um algoritmo na perspectiva do aprendizado de máquina pode ser conceituado como um conjunto de regras para a realização de tarefas. Em relação aos algoritmos ditos inteligentes, eles possibilitam a criação de modelos capazes de prever e aprender com os dados constantemente modificados e treinados. Contudo, essas ferramentas podem absorver vieses tanto dos próprios desenvolvedores quanto do contexto social em que foram inseridas. Nesse cenário, o viés estatístico decorre de amostragens incorretas, incompletas ou questionáveis, enquanto o viés social reflete disparidades e estruturas históricas da sociedade.
Em ambientes automatizados, os algoritmos dependem dos dados de treinamento recebidos. Se os projetos tecnológicos, as decisões tomadas e os dados refletirem tendências, os resultados produzidos poderão apresentar distorções. Essa dinâmica é alarmante na educação, pois pode prejudicar o desempenho dos estudantes, aprofundar desigualdades e comprometer estratégias pedagógicas de ensino e aprendizagem.
Por fim, a ausência ou a demora na implementação de soluções preventivas e corretivas para mitigar esses vieses tende a reforçar desigualdades sistêmicas. Como consequência, surgem prejuízos como avaliações injustas, direcionamentos acadêmicos inadequados, acesso desigual a recursos educacionais e abalos psicológicos ou morais. Essas situações podem prejudicar determinados grupos sociais, reforçando disparidades e criando barreiras para a obtenção de bons resultados na aprendizagem.
FONTE: HEGGLER, J. M,; SZMOSKI, R, M,; MIQUELIN, A, F, AS dualidades entre o uso da inteligência artificial na educação e os riscos de vieses algorítmicos Educ. Soc., Campinas, v.46, e289323,2025 (com adaptações).
• Minha mãe me levava à tradicional Livraria do Globo, onde eu podia escolher à vontade leituras para ______________.
• Desde pequeno estava lendo. De tudo, como até hoje: Monteiro Lobato e revistas em quadrinhos, divulgação científica e romances. Era tudo para _______________ ler, quando quisesse.
• Por onde andará a pomba porto-alegrense que parou um instante de bicar para ______________ com o livro na mão?
• Deitado num sofá, o livro servindo como barreira entre _______________ e o mundo.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto a seguir e responda a questão
Além do tempo de tela: o que os mais jovens têm feito no celular?
Qualidade da interação e dos conteúdos acessados precisa estar no centro do debate sobre saúde mental entre crianças e adolescentes
Por Luiz Zoldan*
Reduzir a crise de saúde mental entre jovens ao “tempo de tela” é uma explicação confortável – e perigosamente insuficiente. O debate público precisa de um ajuste urgente: mais do que contar horas, é preciso entender a qualidade da interação desses adolescentes com os dispositivos digitais.
Em consultórios, escolas e ambientes de trabalho, a constatação é recorrente: a forma como os jovens se relacionam consigo mesmos, com os outros e com o mundo mudou profundamente. E as telas ocupam um papel central nessa transformação.
Vivemos em uma realidade na qual nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos a fatores que afetam a saúde mental, especialmente entre crianças e adolescentes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de um em cada dez adolescentes já manifesta um uso problemático de redes sociais, com perda de controle e consequências negativas no dia a dia.
Estudos consistentes associam o uso excessivo de telas à piora nos indicadores de saúde mental. Cerca de 25% dos adolescentes que passam mais de 4 horas diárias em frente a telas apresentam sintomas recentes de ansiedade ou depressão. Evidências longitudinais também confirmam que o aumento do tempo de exposição está ligado a um maior risco de sofrimento emocional a longo prazo.
O Brasil figura entre os países com maior tempo de tela no mundo, ultrapassando 5 horas diárias apenas em smartphones. Entre os adolescentes brasileiros, os números são ainda mais alarmantes, chegando a quase 6 horas em dias de semana e ultrapassando 8 horas nos fins de semana.
O cenário nacional é marcado por três desafios: o acesso a smartphones em idades cada vez mais precoces, a desigualdade no acesso à educação digital e a fragilidade na mediação por parte de famílias e escolas. Diante disso, cresce a percepção entre os próprios jovens de que algo não vai bem: quase metade deles já considera que as redes sociais impactam negativamente pessoas da sua idade.
Ainda assim, é crucial qualificar a leitura desses dados. A própria ciência mostra que o impacto não é uniforme. O uso passivo, caracterizado pela rolagem infinita e pela comparação social, está mais associado ao mal estar. Por outro lado, usos mais ativos e focados na conexão podem ter um efeito protetor. O problema central, portanto, não é apenas o tempo, mas o padrão de uso. Comportamentos compulsivos e de dependência estão mais ligados a desfechos negativos do que o número absoluto de horas.
Nesse contexto, avanços como a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ao ambiente digital são essenciais, pois reconhecem a vulnerabilidade de crianças e adolescentes nesse ecossistema. Essas iniciativas buscam responsabilizar as plataformas, proteger dados e reduzir a exposição a conteúdos nocivos. Contudo, a regulação, sozinha, não resolve. Ela cria um ambiente mais seguro, mas não substitui a educação, o vínculo afetivo e o desenvolvimento de repertório emocional.
Durante anos, a principal recomendação foi limitar o tempo de tela. Embora essa abordagem continue relevante, especialmente para crianças mais novas, hoje sabemos que é insuficiente. O verdadeiro problema não é apenas o que acontece nas telas, mas o que deixa de acontecer fora delas: sono de qualidade, atividade física, convivência e a própria construção da identidade são processos insubstituíveis para o desenvolvimento psíquico.
O uso excessivo de telas, por exemplo, está diretamente ligado a um sono mais curto e de pior qualidade – um dos principais gatilhos para o sofrimento mental. Idealmente, um uso de qualidade envolve interações sociais reais, consumo de conteúdos educativos ou criativos e intencionalidade, sem prejudicar o sono. Em contrapartida, a utilização de risco é aquela em que há comportamento compulsivo, comparação social constante, exposição a conteúdos negativos e a substituição de experiências presenciais por virtuais.
Com base em evidências científicas e na prática clínica, algumas medidas são fundamentais. Para as famílias, é preciso estabelecer acordos claros, evitar o uso de aparelhos antes de dormir (especialmente porque um terço dos adolescentes os utiliza depois da meia-noite), acompanhar os conteúdos acessados e, acima de tudo, dar o exemplo. Isso implica reconhecer que muitos adultos também mantêm uma relação excessiva, distraída e pouco saudável com as telas, o que compromete o ensino da autorregulação.
Nas escolas, o desafio vai além da simples restrição: passa pela promoção da alfabetização digital e midiática, pelo desenvolvimento de competências socioemocionais e pela criação de espaços de convivência offline que favoreçam o pertencimento, o diálogo e a construção da identidade. Isso inclui a promoção de conversas qualificadas sobre corpo, gênero, autoestima e relações sociais, temas profundamente atravessados pela lógica das redes.
Para os profissionais de saúde, investigar o padrão de uso digital tornou-se parte indispensável da avaliação clínica, assim como sono, alimentação e atividade física. Ainda assim, o enfrentamento desse problema não é responsabilidade somente de indivíduos, famílias e consultórios. O desafio exige que empresas de tecnologia e políticas públicas atuem de forma mais firme na limitação de mecanismos de design viciantes e persuasivos e na implementação de estratégias integradas entre saúde, educação e regulação digital.
A relação entre os jovens e a tecnologia não é um “problema” a ser eliminado, mas uma realidade a ser gerenciada com inteligência. É preciso superar a lógica simplista de “mais ou menos tempo de tela” e adotar uma abordagem mais sistêmica e que considere o contexto, o conteúdo e a intenção de cada interação. No fim das contas, o maior indicador de sucesso não é quantas horas um jovem passa conectado, mas sua capacidade de se desconectar com liberdade, propósito e, acima de tudo, saúde mental.
*Luiz Zoldan é psiquiatra e gerente médico do Espaço Einstein Bem-Estar e Saúde Mental
Fonte: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/alem-do tempo-de-tela-o-que-os-mais-jovens-tem-feito-no-celular/.
Leia o texto a seguir e responda à questão
À instabilidade das coisas do mundo
Gregório de Matos
Nasce o Sol e não dura mais que um dia,
Depois da luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o sol, por que nascia?
Se é tão formosa a luz, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Mas no sol e na luz falta a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.
Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.
Fonte: MATOS, Gregório. Gregório de Matos: poemas. 2. Ed. São Paulo: Martin Claret, 2013.
I.Em "mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas", o verbo "encaixar-se" rege o complemento indireto pela preposição "em".
II.O verbo "encaixar-se" pode reger seu complemento também com a preposição "entre", a depender do contexto e do sentido pretendido. É o que acontece em: "Às vezes, as crianças não se encaixam entre nossas expectativas de pais e suas próprias vontades".
III.Em "mas os superprotegemos de cada arranhão", o verbo "proteger-se" (na variação superproteger-se) pede complemento indireto. Nesse caso, o complemento "cada arranhão" está regido pela preposição "de", mas também seria possível a preposição "contra".
É correto o que se afirma em:
I.Em "mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas", o verbo "encaixar-se" rege o complemento indireto pela preposição "em".
II.O verbo "encaixar-se" pode reger seu complemento também com a preposição "entre", a depender do contexto e do sentido pretendido. É o que acontece em: "Às vezes, as crianças não se encaixam entre nossas expectativas de pais e suas próprias vontades".
III.Em "mas os superprotegemos de cada arranhão", o verbo "proteger-se" (na variação superproteger-se) pede complemento indireto. Nesse caso, o complemento "cada arranhão" está regido pela preposição "de", mas também seria possível a preposição "contra".
É correto o que se afirma em:
CAZO. 1° de maio. Disponível em <https://www.instagram.com/p/DX4QaeHDMt6/>.
A forma verbal "foi", empregada na fala da alunos? Assinale a alternativa correta. charge acima, substitui adequadamente qual expressão?
Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora.
Furou-lhe um pneu. Com dificuldade ele encostou o carro no meiofio e preparou-se para a batalha contra o macaco. Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão.
Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas sem querer a chutou. A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro. Onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa.
Adaptado de VERÍSSIMO, L. F., As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
No segundo parágrafo, o emprego do pronome oblíquo em “Furou-lhe um pneu” contribui para
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
"A gente quer que eles sejam __________, que pensem por si mesmos, que sejam criativos e _________. Mas, muitas vezes, a nossa própria ansiedade nos leva a podar essas qualidades, a buscar a _________ em vez do pensamento _________. É um __________.
Queremos filhos que inovem, mas temos medo de que eles errem.
Queremos que sejam fortes, mas os superprotegemos de cada arranhão.
Queremos que se expressem, mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas.
[...] o cérebro aprende pelo experimentar, pelo erro, pela tentativa e acerto. Se tiramos essas oportunidades, estamos, sem querer, limitando o desenvolvimento de suas capacidades mais __________."
(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-centro-da-tempestade-mora-em-nos/# cultivando-o-solo-interno-ferramentas-para-a-sua-calma. Acesso em: 31 jul. 2026. Adaptado.)
I.Em "mas nos frustramos quando a expressão deles não se encaixa nas nossas expectativas", o verbo "encaixar-se" rege o complemento indireto pela preposição "em".
II.O verbo "encaixar-se" pode reger seu complemento também com a preposição "entre", a depender do contexto e do sentido pretendido. É o que acontece em: "Às vezes, as crianças não se encaixam entre nossas expectativas de pais e suas próprias vontades".
III.Em "mas os superprotegemos de cada arranhão", o verbo "proteger-se" (na variação superproteger-se) pede complemento indireto. Nesse caso, o complemento "cada arranhão" está regido pela preposição "de", mas também seria possível a preposição "contra".
É correto o que se afirma em:
“Os microplásticos, que podem ter até cinco milímetros de diâmetro, entram no oceano a partir da decomposição do lixo plástico marinho...”.
É correto afirmar que a expressão destacada exerce a função sintática de:
Em relação à regência do verbo destacado no período, assinale a alternativa CORRETA.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.