Questões de Concurso Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português

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Q2670986 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Indústria Farmacêutica 4.0


01 O Agile Elephant define transformação digital como “uma mudança de liderança,

02 pensamento, incentivo ___ inovação e novos modelos de negócios, incorporando a digitalização

03 de ativos e um aumento no uso de tecnologias para melhorar a experiência dos funcionários,

04 clientes, fornecedores, parceiros e partes interessadas”.

05 É uma mudança de comportamento e processos que afeta todos os setores,

06 principalmente a indústria farmacêutica. O digital está capacitando as pessoas a desempenharem

07 um papel mais ativo em seus próprios cuidados e tornando os processos mais eficientes para os

08 prestadores de serviços.

09 As grandes empresas farmacêuticas não são mais a única fonte de informações sobre

10 como seus produtos funcionam. As recentes tendências da transformação digital fornecem a

11 pacientes e players do setor acesso sem paralelo sobre o impacto de uma estratégia de saúde e

12 como isso pode afetar seu bem-estar geral e a vida cotidiana.

13 As plataformas e comunidades online permitem que as pessoas discutam o progresso de

14 seus tratamentos, enquanto alguns aplicativos conseguem rastrear como um paciente é afetado

15 por uma medida terapêutica prescrita. Essas fontes fornecem aos especialistas insights

16 acionáveis sobre a segurança e a eficácia de tecnologias, de um medicamento ou de uma terapia.

17 A visualização de dados não é apenas estética, é baseada em resultados reais e em

18 descobertas do setor. Com uma quantidade crescente de conteúdo disponível online diariamente,

19 a maneira como as pessoas acessam e processam informações está mudando.

20 O compartilhamento da inteligência baseada em dados deve ser feito de uma maneira

21 tangível e acessível a um público mais amplo, não apenas ___ mente científica. Por exemplo, a

22 visualização de dados pode melhorar como as informações do paciente são comunicadas a eles

23 ou como certos medicamentos e tratamentos estão afetando diferentes áreas do sistema

24 fisiológico. É a democratização de tecnologias.

25 Embora os profissionais de saúde continuem representando a relação entre pacientes e a

26 indústria farmacêutica, as tendências digitais estão demonstrando que uma quantidade

27 crescente de pessoas está mais engajada com seus planos de tratamento. A McKinsey diz que,

28 devido ___ grande quantidade de informações digitais acessíveis em assistência médica e

29 farmacêutica, mais de 85% dos pacientes se sentem mais à vontade em tomar as rédeas de

30 seus tratamentos – mesmo que com o mínimo acompanhamento profissional.

31 Essas tecnologias permitem que os pacientes desenvolvam um melhor relacionamento

32 com sua saúde e avaliem o custo dos produtos farmacêuticos ou serviços de saúde de que

33 precisam. Para novas empresas farmacêuticas, as chamadas biotechs, tendências de

34 transformação digital como essas podem ser benéficas, pois a indústria tem a oportunidade de

35 se conectar e se envolver com potenciais clientes no ambiente digital.

36 Não apenas o atendimento ao paciente será aprimorado por meio de análises, inteligência

37 artificial e outras tecnologias avançadas, mas a indústria de desenvolvimento farmacêutico

38 também será transformada. Com informações em tempo real de ensaios clínicos, os fabricantes

39 de medicamentos entenderão melhor como um medicamento afeta um usuário e como eles

40 podem otimizar seus efeitos e minimizar os efeitos colaterais.


(Disponível em: https://enginebr.com.br/tecnologias-industria-farmaceutica/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise o trecho a seguir: “As recentes tendências da transformação digital (1) fornecem a pacientes e players (2) do setor (3) acesso (4) sem paralelo sobre o impacto de uma estratégia de saúde (5)”. Assinale a alternativa que indica o número do termo que tem a função sintática de objeto indireto no trecho. O número referente ao termo sublinhado está inserido imediatamente após cada um dos termos.

Alternativas
Q2670200 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


A importância da Constituição Federal para a democracia brasileira


Por Juliane Nakamura


  1. A palavra democracia é originária do grego e de forma popular significa o “poder do povo”,
  2. muitos estudiosos dizem que a democracia é a mais justa das formas de governo, já que o povo
  3. é quem elege seus representantes. Já disse Abraham Lincoln (1809 – 1865), presidente dos
  4. Estados Unidos: “A democracia é o governo do povo, pelo povo, para o povo”.
  5. Ao longo do tempo __ Brasil experimentou diversas formas de “democracia” que ▲ por
  6. muitas vezes, não contemplava toda a população, a exemplo da Constituição de 1824, que previa
  7. apenas a po...ibilidade de homens livres e detentores de certa quantia de bens votarem para
  8. elegerem os políticos daquela época.
  9. Com o passar dos anos, __ diversas formas de democracia no Brasil sofreram várias
  10. alterações e até extinção, como no caso do golpe militar de 1964, quando a democracia instalada
  11. no Brasil, prevista na Constituição de 1946, foi dizimada pela ditadura militar, que durou 21
  12. anos, restringindo __ direitos dos cidadãos e da imprensa e monopolizou o governo do país.
  13. Naquele período, o fe...amento do Congresso Nacional foi decretado várias vezes por meio de
  14. “recessos”, deixando o poder centralizado apenas no presidente da República.
  15. Passados os 21 anos de censura, perseguição, restrição dos direitos individuais e coletivos,
  16. em 27 de novembro de 1985, por meio da emenda constitucional 26, foi convocada a Assembleia
  17. Nacional Constituinte com a finalidade de elaborar novo texto constitucional para expressar a
  18. realidade social pela qual passava o país, que vivia um processo de redemocratização após o
  19. término do regime militar, sendo a Constituição atual promulgada em 05 de outubro de 1988.
  20. A nova Constituição vigente até hoje foi elaborada para pre...ervar a liberdade civil, os
  21. direitos e garantias individuais, os direitos trabalhistas, a periodicidade e formato das eleições,
  22. instituindo o voto direto, secreto, universal e periódico, sendo assim, todo mandatário deve ser
  23. eleito pelo povo.
  24. A Constituição de 1988 sedimentou a democracia brasileira, conferindo a todo cidadão
  25. brasileiro a liberdade e o direito de escolher seus representantes, sem distinção de gênero, raça,
  26. religião, idade ou condição econômica.
  27. Nesse sentido, é importante salientar que a manutenção da democracia não depende
  28. apenas da forma como os representantes do povo são escolhidos, mas também se estes
  29. representantes estão cumprindo com as vontades e necessidades do povo. No Brasil,
  30. enfrentamos diversos problemas ocasionados por interesses pessoais dos eleitos, que, por vezes,
  31. se articulam para aprovar e sancionar leis que beneficiam uma minoria, enquanto as leis que
  32. beneficiariam uma margem grande da população ficam engavetadas. Dessa forma, a
  33. democracia envolve, além do direito de eleger nossos representantes, a obrigação de fiscalizar
  34. o trabalho dos eleitos.


(Disponível em: https://www.fundacao1demaio.org.br/artigo/a-importancia-da-constituicao-federal-para-a-democracia-brasileira/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “A Constituição de 1988 sedimentou a democracia brasileira” (l. 24) os elementos em negrito têm função de:

Alternativas
Q2665793 Português

Em Terra de Cego


Nenhum ditado popular explica tão bem os problemas do Brasil e do mundo como “Em terra de cego quem tem um olho é rei”. Ele mostra por que existe tanta gente incompetente dirigindo nossas empresas e nossas instituições.

Mostra também por que é tão fácil chegar ao topo da pirâmide social sem muita visão ou competência. Basta ter um mínimo de conhecimento para sair pontificando soluções. Todo mundo palpita em economia e futebol como se fosse Ph.D. no assunto.

Se nossos técnicos de futebol tivessem ouvido os palpiteiros, jamais seríamos pentacampeões mundiais de futebol.

Por isso temos tantos acadêmicos para lá de arrogantes, que se acham predestinados a dirigir nossa vida com muita teoria e pouca informação. Existe um corolário desse ditado que me preocupa por suas consequências.

“Em terra de cego, quem tem um olho é rei, e quem tem dois olhos é muito malvisto.” Indivíduos inteligentes e capazes são encarados como uma enorme ameaça e precisam ser rapidamente eliminados pelos que estão no poder. Por essa razão, pessoas com mérito e competência dificilmente são promovidas no Brasil. Promovidos são os bajuladores e puxa-sacos.

Quando aparece alguém com dois olhos, os reizinhos tratam de eliminá-lo, quanto antes melhor. Já cansei de ver gente competente que, de um momento para o outro, deixou de ser ouvida pela diretoria.

Já vi muito jornalista que, de repente, caiu em desgraça. Já vi muito jovem comentar algo brilhante na aula e ser duramente criticado pelo professor, sem saber o motivo. Todos cometeram o erro fatal de mostrar que tinham dois olhos. Por favor, não deixe que isso aconteça com você.

Se você é dos milhares de brasileiros que possuem dois olhos, tome cuidado. Em terra de cego, você corre perigo. Nunca mostre a seu chefe, professor ou colega de trabalho os olhos que tem. Lamento não poder dar nenhum bom conselho, eu sou dos que tem um olho só. A maioria dos dois-olhos que conheço já desistiu de lutar e optou pelo anonimato.

Quando eles têm uma ideia brilhante, colocam a solução na mesa de seus chefes e deixam que a ideia seja descaradamente roubada.

Eles se fingem de mortos, pois sabem que, se agirem de modo diferente, poderão tornar-se vítimas. Mas há saídas melhores.

Se seu chefe tem um olho só, mude de emprego e procure companhias que valorizem o talento, que tenham critérios de avaliação claros e baseados em meritocracia. São poucas, mas elas existem e precisam ser prestigiadas. Ou, então, procure um chefe que tenha dois olhos e grude nele. Ele é o único que irá entendê-lo. Ajude-o a formar uma grande equipe. Se ele mudar de empresa, mude com ele.

Seja diferente, procure os melhores chefes para trabalhar, não as melhores companhias. Normalmente, as grandes empresas já são dominadas por reizinhos de um olho só. Por isso, considere criar um negócio com outros como você. Vocês terão sucesso garantido, pois vão concorrer com milhares de executivos e empresários de um olho só.

Nosso erro como nação é justamente não identificar aqueles que enxergam com dois olhos, para poder segui-los pelos caminhos que trilham.

Eles deveriam ser valorizados, e não perseguidos, como o são. O Brasil precisa desesperadamente de gente que pense de forma clara e coerente, gente que observe com os próprios olhos aquilo que está a sua volta, em vez de ler em livros que nem foram escritos neste país.

Se você for um desses, tenha mais coragem e lute. Junte-se a eles para combater essa mediocridade mundial que está por aí. Vocês não se encontram sozinhos. Nosso povo tem dois olhos, sim, e é muito mais esperto do que se imagina.

Ele está é sendo enganado há tempos, enganado por gente com um olho só. Foi-se o tempo de uma elite pensante comandar a massa ignara.

Hoje, a maioria do povo tem acesso à internet e a home pages com mais informação do que essa intelligentsia tinha quando fez seu doutorado. Se informação é poder, ela não é mais restrita a um pequeno grupo de bem formados. Nosso povo só precisa acreditar mais em si mesmo e perceber que cegos são os outros, aqueles com um olho só.


Disponível em: https://blog.kanitz.com.br/terra-cego/

“Todo mundo palpita em economia e futebol como se fosse Ph.D. no assunto.” Sobre o termo destacado só é verdadeiro o que se afirma em:

Alternativas
Q2408242 Português

Texto para responder às questões 1 a 8.


Ucrânia e o mundo civilizado


Cobertura ocidental sobre Ucrânia. Na CBS: "Este não é um lugar como o Iraque ou o Afeganistão. Esta é uma cidade relativamente civilizada, relativamente europeia". Na ITV britânica: "O impensável aconteceu. Esta não é uma nação em desenvolvimento do terceiro mundo-esta é a Europa!". Na BBC: "É muito emocionante para mim porque vejo europeus com olhos azuis e cabelos loiros sendo mortos".

Há quase meio milhão de refugiados da Ucrânia, metade deles para a Polônia, a mesma que há pouco mandava tropas para bater em refugiados. Há relatos de africanos e de brasileiros barrados em trens fugindo da Ucrânia. Enfatizar que nossa dor é seletiva -geográfica e racialmente -não apaga a realidade da dor (na Ucrânia, é real e cruel); apenas ressalta que nossa empatia é proporcional à humanidade que concedemos a quem sofre.

Raça é uma fronteira, nos lembra Achiume em "Racial Borders". Regimes formais (status de refugiado) e informais (ser aceito em um trem) conferem privilégios raciais a uns e imobilidade a outros. A quem chamamos civilizados, a compaixão. Aos bárbaros, a penúria. O maior campo de refugiados do mundo, no Quênia, continua ameaçado de fechar. Sanções econômicas dos EUA continuam a levar o Afeganistão à fome.

No livro "History of White People", Painter nos lembra que o reconhecimento de povos do Leste Europeu como igualmente brancos no Ocidente foi objeto de disputa. Foi por ter admirado a beleza de um crânio oriundo das montanhas do Cáucaso na Rússia, aliás, que Blumenbach, em 1795, classificou o grupo europeu como caucasiano.

A anedota persiste e nos lembra que raça é, ao mesmo tempo, arbitrária e poderosa. No mesmo século 18, o termo "civilização" era inventado para separar europeus dos bárbaros colonizados (nós, no caso). Por baixo do derramar de sangue da guerra, desumano e inútil, reside paradoxalmente a chave para compreender a nossa humanidade: todos sangramos, nós que somos seletivos no olhar.

Thiago Amparo Folha de São Paulo, 03/03/2022

"Enfatizar que nossa dor é seletiva - geográfica e racial mente-não apaga a realidade da dor'' (2° parágrafo)


No trecho, a palavra "que" introduz uma oração com a função de:

Alternativas
Q2407798 Português

Em qual das alternativas o termo em destaque é um objeto direto:

Alternativas
Q2404658 Português

Texto para as questões de 01 a 12.

s

TEXTO 1

s

Atalhos

s

Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros. Depois de nascer, a gente demora pra falar, demora pra caminhar, aí mais tarde demora pra entender certas coisas, demora pra dar o braço a torcer. Viramos adolescentes teimosos e dramáticos. Levamos um século para aceitar o fim de uma relação, e outro século para abrir a guarda para um novo amor, e já adultos demoramos para dizer a alguém o que sentimos, demoramos para perdoar um amigo, demoramos para tomar uma decisão. Até que um dia a gente faz aniversário. 37 anos. Ou 41. Talvez 48. Uma idade qualquer que esteja no meio do trajeto. E a gente descobre que o tempo não pode continuar sendo desperdiçado. Fazendo uma analogia com o futebol, é como se a gente estivesse com o jogo empatado no segundo tempo e ainda se desse ao luxo de atrasar a bola pro goleiro ou fazer tabelas desnecessárias. Que esbanjamento. Não falta muito pro jogo acabar. É preciso encontrar logo o caminho do gol.

Sem muita frescura, sem muito desgaste, sem muito discurso. Tudo o que a gente quer, depois de uma certa idade, é ir direto ao assunto. Excetuando-se nos momentos de afeto, pra todo o resto é melhor atalhar. E isso a gente só alcança com alguma vivência e maturidade.

Pessoas experientes já não cozinham em fogo brando, não esperam sentados, não ficam dando voltas e voltas, não necessitam percorrer todos os estágios. Queimam etapas. Não desperdiçam mais nada.

Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela.

O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.

A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.

Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação. Pra enrolação, atalho.

s

MEDEIROS, Martha. Atalhos, 2004.{adaptado)

Observe o trecho a seguir:


"O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.

A resposta do emprego não veio?[ ... ]" (5º - 6º §)


Os termos destacados são classificados, respectivamente, como:

Alternativas
Q2403641 Português

Texto 5 para responder às questões de 56 a 59.


----------------------------O riso


1------Eis a verdade: — o que sustenta, o que nutre, o que

-----dinamiza o futebol é a vaidade. Vejamos o juiz. É um

-----crucificado vitalício. Seja ele o próprio Abrahão Lincoln, o

4----próprio Robespierre, e a massa ignara e ululante o chamará

-----de gatuno. Dirá alguém que ele percebe um bom salário.

-----Nem assim, nem assim. Não há dinheiro que o compense e

7----redima, nenhum ordenado que o lave, que o purifique. E, no

-----entanto, ele não renuncia às suas funções nem por um

-----decreto. Pergunto: — por que esta obstinação? Amigos, a

10---vaidade o encouraça, a vaidade o torna inexpugnável, a

-----vaidade o ensurdece para as 200 mil bocas que urram: —

-----“Ladrão! Ladrão! Ladrão!”.

13-----O mesmo acontece com o craque, com o paredro,

-----com o técnico. O futebol os projeta e pendura nas

-----manchetes, e esta publicidade histérica constitui uma delícia

16---suprema. E ninguém é modesto, ninguém. Qualquer

-----jogador, ou qualquer dirigente, ou qualquer técnico tem a

-----torva e a vaidade de uma prima-dona gagá, cheia de

19---pelancas e de varizes. Eu disse que ninguém é modesto no

-----futebol. Em tempo retifico: — há, sim, uma única e escassa

-----figura, que, no meio do cabotinismo frenético e geral,

22---constitui uma exceção franciscana. Refiro-me ao esquecido,

-----ao desprezado, ao doce massagista.

1------A imprensa e o rádio falam de tudo, numa sádica e

25---minuciosa cobertura. Jamais, porém, um locutor, um

-----repórter lembrou-se de mencionar a atuação de um

-----massagista. Ele não merece, ao menos, uma citação

28---desprimorosa. Um bandeirinha consegue ser vaiado. Não o

-----massagista, que não inspira nada: — nem amor, nem ódio.

-----Dir-se-ia que o gandula é mais importante. E, no entanto,

31---apesar da humildade sufocante de suas funções, o

-----massagista pode ser uma dessas figuras capitais, que

33---resolvem o destino das batalhas.


-----------RODRIGUES, Nelson. À sombra das chuteiras imortais: crônicas

----de futebol. São Paulo: Companhia das Letras, 1993, p. 27 (fragmento).

No que se refere à análise morfossintática do período, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2399156 Português

Qual a função sintática exercida pelo pronome em destaque no período "Ainda que eu explicasse a situação, ela ME aguardou tranquilamente?

Alternativas
Q2398727 Português

O tórax, relativamente pequeno e compacto, apresenta três pares de patas e dois pares de asas e o abdômen, por sua vez, é fino e longo.


Disponível: (Libélulas: conheça esses pequenos dragões (msn.com). Adaptado.)


Assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q2396076 Português

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 10, leia a crônica abaixo.

-

1.----------Um jornal é lido por muita gente, em muitos lugares; o que ele diz precisa interessar, senão a todos, pelo menos a um certo número de pessoas. Mas o que me brota espontaneamente da máquina, hoje, não interessa a ninguém, salvo a mim mesmo. O leitor, portanto, faça o obséquio de mudar de coluna. Trata-se de um gato.

2.----------Não é a primeira vez que o tomo para objeto de escrita. Há tempos, contei de Inácio e de sua convivência. Inácio estava na graça do crescimento, e suas atitudes faziam descobrir um encanto novo no encanto imemorial dos gatos. Mas Inácio desapareceu − e sua falta é mais importante para mim do que as reformas do ministério.

3.----------Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva quanto a outra.

4.----------O fato sociológico ou econômico me escapa. Não é a sorte geral dos gatos que me preocupa. Concentro-me em Inácio, em seu destino não sabido.

5.----------Eram duas da madrugada quando o pintor Reis Júnior, que passeia a essa hora com o seu cachimbo e o seu cão, me bateu à porta, noticioso. Em suas andanças, vira um gato cor de ouro como Inácio − cor incomum em gatos comuns − e se dispunha a ajudar-me na captura. Lá fomos sob o vento da praia, em seu encalço. E no lugar indicado, pequeno jardim fronteiro a um edifício, estava o gato. A luz não dava para identificá-lo, e ele se recusou à intimidade. Chamados afetuosos não o comoveram; tentativas de aproximação se frustraram. Ele fugia sempre, para voltar se nos via distantes. Amava.

6.----------Seria iníquo apartá-lo do alvo de sua obstinada contemplação, a poucos metros. Desistimos. Se for Inácio, pensei, dentro de um ou dois dias estará de volta. Não voltou.

7.----------Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros e papéis, sim, beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual.

8.----------Depois que sumiu Inácio, esses pedaços da casa se desvalorizaram. Falta-lhes a nota grave e macia de Inácio. É extraordinário como o gato “funciona” em uma casa: em silêncio, indiferente, mas adesivo e cheio de personalidade. Se se agravar a mediocridade destas crônicas, os senhores estão avisados: é falta de Inácio. Se tinham alguma coisa aproveitável era a presença de Inácio a meu lado, sua crítica muda, através dos olhos de topázio que longamente me fitavam, aprovando algum trecho feliz, ou através do sono profundo, que antecipava a reação provável dos leitores.

9.----------Poderia botar anúncio no jornal. Para quê? Ninguém está pensando em achar gatos. Se Inácio estiver vivo e não sequestrado, voltará sem explicações. É próprio do gato sair sem pedir licença, voltar sem dar satisfação. Se o roubaram, é homenagem a seu charme pessoal, misto de circunspeção e leveza; tratem-no bem, nesse caso, para justificar o roubo, e ainda porque maltratar animais é uma forma de desonestidade. Finalmente, se tiver de voltar, gostaria que o fizesse por conta própria, com suas patas; com a altivez, a serenidade e a elegância dos gatos.

-

(ANDRADE, Carlos Drummond. Cadeira de balanço. São Paulo: Companhia das Letras, 2020)

O verbo em negrito deve sua flexão ao termo sublinhado em:

Alternativas
Q2372602 Português
Na passagem “Tô naquela parte que a Capitu encontra o Frodo no Uruguai”, presente no texto “B”, o sintagma sublinhado, com relação ao verbo “encontrar”, exerce função sintática de
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UECE-CEV Órgão: SEAS-CE Prova: UECE-CEV - 2022 - SEAS-CE - Socioeducador |
Q2332366 Português
Os termos sublinhados funcionam como objeto indireto em:
Alternativas
Q2304666 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.





Analise o período a seguir para responder à questão.


“[...] o estudo mostrou que a menarca que ocorre cedo ou muito tarde; [...]” (linhas 22 e 23).

A partícula “que” empregada imediatamente após “mostrou”, no contexto em que está inserida, introduz uma:
Alternativas
Q2259018 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

A magnanimidade de mãe de adolescente

        Aprendi uma palavra nova e pela qual me encantei: magnanimidade. Conhece? Se sim, desculpe aí minha ignorância, mas só conhecia de “ouvir falar”; o conceito ainda me era desconhecido até desvendar seu significado na prática do amor de mãe ... de adolescente.
        Mas se você, como eu até bem pouco tempo atrás, não conhece, ótimo: seguimos daqui juntos de onde compartilho a experiência de ter desvendado a fascinante palavra a partir de uma frase bem mais conhecida e “idílica” aos meus parâmetros: “amor de mãe” ... de adolescente.
      Magnanimidade significa bondade de coração, generosidade. Há quem diga mais do que isso: “é indulgência com nobreza”, como exposto e conceituado por alguns teóricos.
        Instigada a traduzir a fascinante palavra em termos práticos – como era de se esperar de mim, mãe da vida como ela é – segui a leitura ansiosa por poder aplicá-la em um contexto prático da vida real e sem firulas. Avancei um pouco, mas a questão permaneceu latente: o que me faz ser de fato magnânima?
        Carecia entender o conceito na prática. Talvez por já pressentir sua relação com o amor de mãe de adolescente; fato é que quis saber como a palavra se ajustava à vida real. Precisava exemplificar o conceito.
        Levei o tema a alguns amigos e, como toda conversa respeitosa e engrandecida por diferentes perspectivas, a discussão foi rica. Entre conceito e exemplos, concordamos em pontos, diria, cruciais: ser magnânimo é, antes de tudo, perdoar não importa o que aconteça; é amar mesmo a quem pensamos não merecer nosso amor; é doar-se por inteiro, inclusive a vida se necessário.
(www.caarapoonline.com.br. Adaptado).
Leia a frase abaixo para responder à questão.
“Levei o tema ‘a’ alguns amigos …”
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical que “a” destacada na frase acima.
Alternativas
Q2178520 Português
Texto I

A menina que criava peixes na barriga
(fragmento)

    A menina lavava a louça no jirau estendido para o fundo da casa de madeira. No quintal havia um lago de águas represadas que no tempo invernoso transbordava, formando um córrego, que por sua vez desaguava no rio.

    Barrigudinha, como quase todas as crianças ribeirinhas amazônicas, ela ajudava a mãe depois do almoço e guardava no armário de madeira branca os parcos talheres e vasilhas usados nas refeições familiares.

    Quando seus parentes dormiam à tarde, Kelly do Socorro – esse era o nome dela – se dirigia ao pequeno porto da frente da casa para olhar os navios transportadores de minérios, parados ao longo do rio, à espera de carregamento. Ali ela se imaginava viajando num daqueles monstros de ferros que povoavam a paisagem e alimentavam seus sonhos. Acenava, também, para os pescadores passantes em seus barquinhos motorizados movidos à gasolina, pois as velhas montarias a remo agora davam lugar às rabetas. Mas até o barulho delas lhe encantava.

    A mãe quebrava o encanto, chamando-a. Era hora de preparar o jantar, antes que os carapanãs que costumavam aparecer subitamente em nuvens ao anoitecer enchessem a casa. O pai chegaria logo com cachos de açaí para serem debulhados e preparados no acompanhamento da refeição do dia seguinte.

    Kelly chorava. – Dói muito minha barriga, mãe. Não aguento mais isso todo dia.

    A mãe retrucava. – Tu tens que fazer isso, criatura. É da tua natureza. E fazia massagem na barriga, no peito e na boca da menina com azeite de copaíba.

    Talvez por causa do amargor desse óleo vegetal ela não resistia e expelia pela boca dezenas de peixes sobre o jirau. A mãe escolhia os maiores, descamava-os com rapidez e os fritava para o jantar. Os restantes eram jogados ainda vivos no pequeno igarapé atrás da casa. Eram de várias espécies e se reproduziam e cresciam rapidamente, formando enormes cardumes, para a satisfação dos pescadores da área. [...]

(Fernando Canto)
Para construir as relações sintáticas e de sentido no último parágrafo, o vocábulo “peixes” foi empregado várias vezes de modo implícito. Caso fosse explicitado nas passagens abaixo, assinale a alternativa em que se aponta sua classificação sintática correta.
Alternativas
Q2175262 Português

TEXTO 1


Mudança

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.


Arrastaram-se para lá, devagar, Sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.


Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão.


- Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai.


Não obtendo resultado, fustigou-o com a bainha da faca de ponta. Mas o pequeno esperneou acuado, depois sossegou, deitou-se, fechou os olhos. Fabiano ainda lhe deu algumas pancadas e esperou que ele se levantasse. Como isto não acontecesse, espiou os quatro cantos, zangado, praguejando baixo. A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.


- Anda, excomungado.


O pirralho não se mexeu, e Fabiano desejou matá-lo. Tinha o coração grosso, queria responsabilizar alguém pela sua desgraça. A seca aparecia-lhe como um fato necessário - e a obstinação da criança irritava-o. Certamente esse obstáculo miúdo não era culpado, mas dificultava a marcha, e o vaqueiro precisava chegar, não sabia onde.


RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 71 ed. Rio de Janeiro: Record, 1996. (Fragmento)

"Mas o pequeno esperneou acuado [...]"
O termo em destaque exerce função sintática de: 
Alternativas
Q2170638 Português
Ossos de neandertal reforçam ideia de que espécie enterrava seus mortos

A descoberta mostra um complexo ritual fúnebre, e contraria a antiga ideia de que nossos ancestrais extintos eram burros e primitivos.

Por Bruno Carbinatto

A prática de enterrar mortos é inerentemente humana. Nenhuma outra espécie conhecida pratica esse costume - apesar de algumas possuírem comportamentos equivalentes a um velório. Mas talvez nem sempre tenha sido assim. Alguns pesquisadores acreditam que os neandertais, um tipo de hominídeo ancestral já extinto, também realizavam enterros. E, agora, novos restos de um neandertal, encontrados em 2019, parecem fortalecer essa ideia.

É a primeira vez em 10 anos em que uma ossada de neandertal é encontrada - e o primeiro achado do século em que o esqueleto está articulado, ou seja, os ossos ainda estão nas suas posições originais. Eles foram escavados na Caverna de Shanidar, que fica na região do Curdistão no Iraque, e consistem em um tronco, um crânio amassado e ossos de uma mão esquerda. Técnicas de datação iniciais apontam que o indivíduo, cujo sexo ainda não foi definido, viveu há cerca de 70 mil anos e morreu como um adulto de meia-idade, ou talvez até mais velho. Os resultados foram publicados na revista Antiquity.

Algumas pistas indicam que o corpo foi enterrado propositalmente: havia uma pedra triangular perto do crânio, que poderia ter sido um apoio de cabeça ou um marcador do local da cova; sua mão estava colocada debaixo da cabeça, como se fosse um travesseiro, e os sedimentos que cobriam seu corpo tinham características a aparência diferentes dos que estavam embaixo dele.

Não é a primeira vez que uma descoberta indica que os neandertais provavelmente enterravam seus mortos. Na verdade, as pesquisas que moldaram essa ideia aconteceram exatamente no mesmo local décadas atrás. Nos anos 1950 e 1960, o arqueólogo Ralph Solecki realizou uma série de escavações na Caverna de Shanidar e encontrou dez ossadas de homens, mulheres e crianças neandertais.

Na época, Solecki afirmou que havia várias informações na caverna que podiam mudar a forma que pensávamos sobre os costumes dos nossos extintos parentes. Primeiro: quatro corpos encontrados pareciam ter sido enterrados juntos e propositalmente próximos, como se houvesse algum tipo de padrão ou organização - características típicas de um ritual fúnebre. Segundo, os restos de um dos homens neandertais indicavam que, em vida, ele havia sobrevivido à várias lesões, era surdo e parcialmente cego. Mesmo assim, ele havia vivido até a vida adulta - provavelmente com a ajuda de outros neandertais, um sinal de compaixão e cooperação.

Mas talvez a descoberta mais polêmica foi a de indícios de pólen ao redor do corpo de um deles. Segundo a equipe de Solecki, isso indicava que flores haviam sido colocadas junto com o corpo na hora do enterro - um comportamento muito parecido com o de humanos modernos.

Um estudo posterior, no entanto, sugeriu que a presença de pólen na região poderia ser fruto de contaminação de animais que levaram as flores para lá. O mistério ainda permanece.

As ideias de Solecki causaram bastante polêmica na época em que foram publicadas. Isso porque, por muito tempo, neandertais foram considerados por cientistas como inferior aos humanos, mais burros e primitivos - "sub-humanos". Argumentar que a espécie possuía rituais de luto complexos e relações sofisticadas ia contra essa ideia dominante. Hoje em dia, a ciência já trabalha com a hipótese de neandertais sendo tão inteligentes quantos os Homo sapiens.

Desde as descobertas de Solecki, a caverna se tornou um sítio icônico para a arqueologia. Mas passaram-se décadas até que ela fosse estudada novamente. Em 2011, o governo curdo da região convidou arqueólogos britânicos para escavar o local. A pesquisa iria começar em 2014, mas foi adiada por conta da ação do grupo terrorista ISIS na região. Em 2016, os pesquisadores Graeme Barker e Emma Pomeroy, da Universidade de Cambridge, finalmente começaram as novas escavações. A equipe não procurava por mais restos mortais - eles só pensavam em estudar os sedimentos da caverna. Mas, nos três anos de escavação, os restos do Shanizar-Z, como foi apelidado o neandertal, apareceram de surpresa.

Os restos estavam abaixo do nível em que os neandertais do século 20 foram encontrados, mas os pesquisadores não conseguiram determinar ainda se eles tinham alguma relação ou estavam separados pelo tempo, possivelmente até por séculos. Agora, a equipe pretende fazer análises extras em laboratório, incluindo exames de DNA, para responder essa e outras dúvidas sobre o Shanizar-Z.

Não se sabe se os neandertais desenvolveram o hábito de enterrar mortos por si só ou se aprenderam com os humanos, que já realizam essa prática há, pelo menos, 100 mil anos, segundo algumas estimativas. A segunda opção é uma boa possibilidade, porque sabemos que Homo sapiens e Homo neanderthalensis já ocuparam os mesmos locais e até procriaram entre si.
No período "Alguns pesquisadores acreditam que os neandertais, um tipo de hominídeo ancestral já extinto , também realizavam enterros" o termo destacado exerce função sintática de:
Alternativas
Q2134926 Português
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Analise os termos sublinhados no período retirado do texto e marque a alternativa correta: Na “nova” praça construída, proibiam-se os encontros e as histórias seriam contadas e criadas sob o sol, por não haver bancos confortáveis para sentar-se à sombra e sem o Abrigo para parlamentar.
Alternativas
Q2121351 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Velhice é doença?


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/sociedade/velhice-e-doenca-entenda-a-polemica/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Considerando a formação do período composto em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração em destaque a seguir.
Com um discurso persuasivo, ele advoga que, sem o reconhecimento da velhice como patologia por parte dos órgãos regulatórios, as pesquisas sobre terapias antienvelhecimento nunca seriam uma prioridade. 
Alternativas
Q2118176 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

A Jornada de uma empreendedora de sucesso

Por Luah Galvão



(Disponível em: Revista Exame – 10/06/2022 – https://exame.com/colunistas/o-que-te-motiva/e-amarca-virou-hit-a-jornada-de-uma-empreendedora-de-sucesso/ – texto especialmente adaptado para esta prova).


Assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração destacada a seguir: “Tudo que eu olhava e achava que ia vender, eu vendia”.
Alternativas
Respostas
1361: B
1362: A
1363: A
1364: C
1365: D
1366: E
1367: E
1368: C
1369: D
1370: A
1371: C
1372: B
1373: B
1374: C
1375: E
1376: B
1377: C
1378: D
1379: D
1380: B