Questões de Concurso
Sobre termos integrantes da oração: objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva em português
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Texto para a questão




A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. O período é composto por duas orações.
Il. Há uma relação adverbial de comparação.
Ill. Só há uma ocorrência de complemento nominal.
Assinale



“e um belo sorriso pode ser conquistado com cuidados básicos” (linha 12) por sendo possível serem conquistados, com cuidados básicos, um belo sorriso
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto, julgue o item.
Na linha 21, o sujeito da forma verbal “declarou” é a
forma pronominal “que”.


Seriam mantidos os sentidos do texto e as relações sintáticas originalmente estabelecidas caso, no trecho “São vigorosos atalhos” (linha 29), fosse inserido o termo os logo antes de “atalhos”.



Tomando-se o substantivo abandono como deverbal, é correto afirmar que em (1) e (2) tem-se, respectivamente,
Leia a charge a seguir.

Complemento nominal é o termo complementar reclamado pela significação transitiva, incompleta, de certos substantivos, adjetivos e advérbios, sendo devidamente empregado nas seguintes assertivas:
I – Suas atenções para com todos.
II – Precavido contra os males.
III – Útil ao bem comum.
IV – Insaciável de vingança.
Capital intelectual
Todo conhecimento, sabedoria e vivência que os profissionais de uma empresa possuem (I)__________ (é conhecido – são conhecidos) como capital intelectual. As empresas estão tão habituadas a inventariar computadores, móveis e ativos que se esquecem da parte humana, ou seja, a intelectual. Ele é invisível e intangível, tornando-se difícil sua identificação e gestão adequada.
Antigamente, a lógica do capitalismo na Era Industrial focava apenas no capital financeiro, mas a realidade atual é diferente. As empresas fazem investimentos massivos em conhecimento. Se antes os empresários eram donos das ferramentas e dos materiais de trabalho, agora o trabalhador é quem os carrega, ou seja, seu conhecimento em sua mente. (II) __________(Quanto menos – Assim), quando um trabalhador se desliga da empresa por qualquer razão, uma parte do capital intelectual dela o acompanha.
É por esse motivo que atualmente, para que uma empresa chegue ao seu valor de mercado, é preciso somar seus ativos tangíveis e intangíveis (capital intelectual), a estrutura de valor de mercado em uma organização pode ser composta por seis capitais: o humano, estrutural, de clientes, organizacional, de inovação e de processos (...).
Dada a importância do capital intelectual para as organizações modernas, é preciso ficar atento para que processos de reengenharia não o suprimam. Afinal de contas, por mais que a tecnologia e a automação possam incrementar a produtividade e deixar as empresas mais (III) __________(enchutas – enxutas), elas ainda não substituem inteiramente o capital humano. É justamente nele que se iniciam os processos de inovação.
Na atualidade, é comum encontrar organizações que desenvolvem modelos de educação por meio de universidades corporativas, tanto presenciais quanto virtuais, com o intuito de melhorar a gestão de seu capital intelectual.
Apesar de ser um capital de difícil mensuração, podemos afirmar que representa o ativo mais rentável às organizações e sem o qual nenhuma empresa alcançaria o sucesso. Logicamente que vale a pena investir nele.
(Texto modificado especificamente para este concurso. Texto original desenvolvido por Juliana Machado Cruz disponível em https://www.infoescola.com/administracao_/capital-intelectual/)
Retome o texto e analise o fragmento em referência à regência verbal: “As empresas estão tão habituadas a inventariar computadores, móveis e ativos que se esquecem da parte humana, ou seja, a intelectual.” O verbo esquecer (se) de...
I. pede um complemento para a forma interativa relacionada ao verbo intransitivo esquecer.
II. é pronominal.
III. pede complemento preposicionado encabeçado pela preposição de.
No trecho “Drever acrescenta, esperando que se reconheça a obviedade daquele absurdo” (segundo parágrafo), o segmento “esperando que se reconheça a obviedade daquele absurdo” é o complemento verbal de “acrescenta”.
Considerando a imagem precedente, julgue o item a seguir.
O termo “o novo cartão do Banrisul” exerce a função de
complemento da forma verbal “Chegou”.
Texto 3
A Beleza Total
A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu- -se em mil estilhaços.
A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condutores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafamento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa. O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suicidara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.
Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a extrema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.
(Carlos Drummond de Andrade)
1. A beleza, segundo o autor, é imortal.
2. A palavra “isto” no primeiro parágrafo refere-se à seguinte passagem: “Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes”.
3. Os dois pontos foram usados no quarto parágrafo para apresentar uma explicação do que foi dito anteriormente.
4. A frase “… embora Gertrudes houvesse voltado” traz a ideia de consequência.
5. Em: “A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe”, a expressão “sua mãe” é complemento do verbo “penetrar”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Não é fácil matar uma rainha
Folha comete erro crasso ao publicar indevidamente obituário de Elizabeth 2ª
Por José Henrique Mariante
16.abr.2022 às 23h15
Deu no Twitter e em tudo o que é canto. A Folha matou a rainha Elizabeth 2ª, “aos XX anos”, em uma desastrosa publicação na manhã de segunda-feira (11). A ressuscitação levou absurdos 25 minutos, que em tempo de internet é eternidade multiplicada, como anos de cachorro. O jornal apontou para um erro técnico em seu pedido de desculpas. Explicou também que é prática do jornalismo ter obituários prontos. Apanhou feio.
[...].
Não é a primeira vez que a Folha mata alguém antes da hora. [...] Antes da rainha, foi o rei. Ninguém menos do que Pelé já foi levado desta para melhor algumas vezes, por CNN, O Globo e outros veículos. Na onda mais recente, em fevereiro, o próprio foi ao Instagram fazer troça: “Estão dizendo por aí que eu não estou bem. Vocês não acham que eu estou bonitão?”, indagou o craque, em pose de pugilista.
[...].
Argumentar que houve um erro técnico parece esquiva e lembrar que obituários são feitos com antecedência é o mínimo. A Folha tem em torno de 200 artigos desse tipo prontos ou encaminhados. Alguns personagens, pela importância, têm edições preparadas. Longevo, Oscar Niemeyer obrigou a Redação a reeditar seus textos várias vezes, assim como a apresentação gráfica, por mais de uma década. Michael Jackson, no outro extremo, pegou o mundo de surpresa. Em 2021, a Folha publicou o obituário de Carlos Menem escrito por Clóvis Rossi, morto dois anos antes. A correspondente Sylvia Colombo atualizou o original.
Vale tudo, só não vale matar antes. Aí é vexame. Bom jornalismo se faz com antecedência, planejamento e, evidentemente, sem erros. Apresentar material digno à magnitude de uma figura pública, localizar e discutir seu legado, é papel básico da imprensa, o chamado registro histórico.
Porém, as horas de ruminação que o impresso às vezes permitia, a depender do horário de chegada da má notícia, não existem mais. No site, pronto é um apertar de botão, tornando cada vez mais sedutora a ideia de notícia feita em linha de montagem, eficiente na corrida por audiência até a próxima falha, técnica ou não. Mas jornalismo não é fábrica.
Vida longa à rainha. E ao rei.
Folha de S. Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com. br/colunas/jose-henrique-mariante-ombudsman/2022/04/nao-e-facil-matar-uma-rainha.shtml.
Acesso em: 19 abr. 2022.
Texto CG1A1-I
Um dos principais motores do avanço da ciência é a curiosidade humana, descompromissada de resultados concretos e livre de qualquer tipo de tutela ou orientação. A produção científica movida simplesmente por essa curiosidade tem sido capaz de abrir novas fronteiras do conhecimento e de, no longo prazo, gerar valor e mais qualidade de vida para o ser humano.
O empreendimento científico e tecnológico é, sem dúvida alguma, o principal responsável por tudo que a humanidade construiu ao longo de sua história. Suas realizações estão presentes desde o domínio do fogo até as imensas potencialidades da moderna ciência da informação, passando pela domesticação dos animais, pelo surgimento da agricultura e indústria modernas e, é claro, pela espetacular melhora da qualidade de vida de toda a humanidade no último século.
Além da curiosidade humana, outro motor importantíssimo do avanço científico é a necessidade de solução dos problemas que afligem a humanidade. Viver mais tempo e com mais saúde, trabalhar menos e ter mais tempo disponível para o lazer, reduzir as distâncias que separam os seres humanos — por meio de mais canais de comunicação ou de melhores meios de transporte — são alguns dos desafios e aspirações humanas para cuja solução, durante séculos, a ciência e a tecnologia têm contribuído.
Apesar dos feitos extraordinários da ciência e dos investimentos públicos em ciência e tecnologia, verifica-se uma espécie de movimento de deslegitimação social do conhecimento científico no mundo todo. Recentemente, Tim Nichols, um reconhecido pesquisador norte-americano, chegou a anunciar a “morte da expertise”, título de seu livro sobre o conhecimento na sociedade atual, no qual ele descreve o sentimento de descrença do cidadão comum no conhecimento técnico e científico e, mais que isso, um certo orgulho da própria ignorância sobre vários temas complexos, especialmente sobre qualquer coisa relativa às políticas públicas. Vários fenômenos sociais recentes, como o movimento antivacina ou mesmo a desconfiança sobre a fatalidade do aquecimento global, apesar de todas as evidências científicas, parecem corroborar a análise de Nichols.
A despeito da qualidade de vida ter melhorado nos últimos séculos, em grande medida graças ao avanço científico e tecnológico, a desigualdade vem aumentando no período mais recente. Thomas Piketty evidenciou um crescimento da desigualdade de renda nas últimas décadas em todo o mundo, além de mostrar que, no início deste século, éramos tão desiguais quanto no início do século passado. Esse é um problema mundial, mas é mais agudo em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde ainda abundam problemas crônicos do subdesenvolvimento, que vão desde o acesso à saúde e à educação de qualidade até questões ambientais e urbanas. É, portanto, nesta sociedade desigual, repleta de problemas e onde boa parte da população não compreende o que é um átomo, que a atividade científica e tecnológica precisa se desenvolver e se legitimar. Também é esta sociedade que decidirá, por meio dos seus representantes, o quanto de recursos públicos deverá ser alocado para a empreitada científica e tecnológica.
Internet: <www.ipea.gov.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o próximo item.
Na oração “onde ainda abundam problemas crônicos do
subdesenvolvimento” (terceiro período do último parágrafo),
o termo “problemas” funciona como núcleo do complemento
verbal de “abundam”.
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em busca de cinco ciprestes
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Brasil está entre as nações mais digitalizadas do mundo, mostra pesquisa
Releia o período observando sua organização sintática.
“A fotografia mostra que estamos muito bem no atacado, acima da média mundial em alguns recortes.”
A oração subordinada apresenta função sintática de

