Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4249763 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento. 

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."

Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249762 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento. 

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."

Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249673 Português

Educação parental


Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.


O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".


Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.


"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.


Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica. 


Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.


Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.


Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/ 

"A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.


Com base nas regras de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:


I.Em "um dos maiores fatores de proteção que existem", o verbo 'existir' está no plural, pois é um verbo impessoal, ou seja não apresenta sujeito.


II.Em 'ninguém consegue entender a dor de um adolescente', o verbo 'conseguir' concorda corretamente com um sujeito indeterminado.


III.Em 'aproximação, conversa e presença verdadeira', o adjetivo 'verdadeira' concorda com o substantivo mais próximo, 'presença', em construção facultativa que também admitiria a flexão no plural, 'verdadeiras', caso se pretendesse qualificar, de forma explícita, os três substantivos femininos coordenados.


IV.Caso a construção fosse 'A qualidade das relações entre pais e filhos', a forma verbal poderia ser flexionada tanto no singular quanto no plural, pois a concordância com o termo especificador no plural é uma possibilidade reconhecida na norma vigente atual.


Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas.

Alternativas
Q4249672 Português

Educação parental


Em 10 anos, o número de casos da violência escolar mais que triplicou no Brasil, crescendo mais de 250% e ao menos 13 mil casos registrados. Os dados são do MDHC (Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania) e FAPESP.


O aumento dos casos tem chocado toda a sociedade. Especialmente porque a escola sempre foi vista como um espaço de aprendizado, amizade e desenvolvimento. "Por isso é tão doloroso ver episódios violentos acontecendo justamente nesse ambiente", define Claudia Alaminos, psicopedagoga, educadora parental e autora do "Manual de sobrevivência para pais de adolescentes".


Entre o público-alvo mais impactado pela recente onda de ataques está alunos ou ex-alunos vítimas de bullying, exclusão e humilhação ao longo da trajetória escolar − que sem o pertencimento tão necessário na adolescência, acabam buscando acolhimento em outros lugares, principalmente na internet.


"Nesses grupos virtuais de discurso de ódio, o adolescente encontra algo que estava faltando: atenção, validação e sensação de pertencimento. Inicialmente, ele é acolhido e valorizado. Depois, começam os incentivos à vingança, à agressividade e às "provas" de coragem e lealdade ao grupo. Sentindo-se fortalecido por esse ambiente, muitos jovens acabam planejando e executando atos de violência extrema", detalha a especialista.


Neste momento, a educação parental se torna fundamental, enfatiza a psicopedagoga. Isso porque quando um filho sofre bullying, isolamento ou mudanças emocionais importantes, os pais precisam observar, acolher e, muitas vezes, buscar ajuda psicológica. 


Também é essencial acompanhar o que os adolescentes consomem e produzem na internet. "Entender do que eles riem, quais conteúdos compartilham e que tipo de humor os atrai faz parte do cuidado. O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos", acrescenta.


Outro ponto essencial é a construção de conexão dentro de casa. Muitas vezes os pais se interessam naturalmente pelo universo das crianças, mas passam a criticar os gostos dos adolescentes, criando um distanciamento na relação.


Para a especialista, demonstrar interesse genuíno pelas músicas, assuntos e experiências deles fortalece vínculos e cria espaços de confiança. "A qualidade da relação entre pais e filhos é um dos maiores fatores de proteção que existem, porque ninguém consegue entender a dor de um adolescente sem aproximação, conversa e presença verdadeira", reflete.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/ 

"O mundo virtual oferece riscos reais e adolescentes ainda precisam da orientação dos adultos, acrescenta".


Com base na regência verbal dos verbos utilizados no trecho, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Pinheiro Preto - SC Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Advogado - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Analista de Licitações e Atos Administrativos - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Assistente Social da Educação Básica - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Controle Interno - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Coordenador Pedagógico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Nutricionista (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Educador Físico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Psicopedagogo - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Inglês - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Ensino Religioso - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Fonoaudiólogo (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Médico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Física (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Artes (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor Regente de Creche - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - 20 e 40H - Edital nº 1 |
Q4249616 Português
O ordinário do cotidiano


Por Cristina Fontenele

Q1_10.png (686×549)
Q1_10_.png (684×148)

(Disponível em: https://dnbrasil.dn.pt/opini%C3%A3o-dn-brasil/o-ordinrio-do-cotidiano – texto adaptado especialmente para esta prova). 
No período “A crônica não se propõe a dar lição de moral, mas não resulta em um texto alienado, embora tenha ‘a seriedade das coisas sem etiqueta’, na definição do escritor Ferreira Gullar”, retirado do texto, a palavra “embora” indica _______ e poderia ser substituída por _______, ______ necessárias alterações no período a fim de manter as corretas relações gramaticais.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Pinheiro Preto - SC Provas: FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Advogado - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Analista de Licitações e Atos Administrativos - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Assistente Social da Educação Básica - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Controle Interno - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Coordenador Pedagógico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Nutricionista (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Educador Físico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Psicopedagogo - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Inglês - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Ensino Religioso - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Fonoaudiólogo (Educação) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Médico - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Física (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Artes (Creche) - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor Regente de Creche - Edital nº 1 | FUNDATEC - 2026 - Prefeitura de Pinheiro Preto - SC - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - 20 e 40H - Edital nº 1 |
Q4249615 Português
O ordinário do cotidiano


Por Cristina Fontenele

Q1_10.png (686×549)
Q1_10_.png (684×148)

(Disponível em: https://dnbrasil.dn.pt/opini%C3%A3o-dn-brasil/o-ordinrio-do-cotidiano – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando os trechos a seguir, retirados do texto, assinale a alternativa na qual há o emprego da voz passiva. 
Alternativas
Q4249576 Português
Árvores-Amigas


Por Adriana Antunes


Q1_10.png (694×529)

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/adriana-antunes/noticia/2026/06/um-pede-cedro-cmqznhwxg00c2015tlwtwlvqp.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Na frase “Nós estamos alienados demais no consumo, anestesiados de tanta medicação, ficando cada vez mais imbecis pelo uso da tecnologia e da IA”, caso o pronome pessoal “nós” fosse substituído pelo pronome pessoal singular “eu” (considerando um referente masculino), quantas outras alterações seriam obrigatoriamente necessárias para manter a concordância do período? 
Alternativas
Q4249357 Português
A regência, na língua portuguesa, é uma condição de subordinação entre os complementos às palavras que os preveem na sua significação. No caso dos verbos, quando eles preveem complementos, estes podem pedir regência ou não, o que se dará pelo uso de preposições. Desse modo, tratar da regência verbal é tratar da transitividade dos verbos, ou seja, se pedem ou não complemento. Tendo isso em consideração e mobilizando seus conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir e a explicação dada para os verbos destacados e sua relação com seus complementos:

I.Combater a desigualdade social implica (em) adotar medidas que promovam também acesso a políticas públicas de distribuição de renda : o verbo "implicar" no sentido de "ter como consequência, resultar, acarretar, originar, pressupor, exigir, tornar necessário" tanto pode reger seu complemento com a preposição "em", sendo transitivo indireto, como pode ser transitivo direto.
II. A medida adotada para combater a desigualdade social agradou a todas as pessoas beneficiárias da política pública : o verbo "agradar", em qualquer contexto, é transitivo indireto (agradar a...). Desse modo, são incorretas as seguintes construções: A criança chorava e a mãe, para acalmá-la, se pôs a agradá-la (transitivo direto) e A criança se agrada com qualquer afago (transitivo direto pronominal e transitivo indireto).
III. A mediadora procedeu à leitura coletiva da obra censurada, pois ela sabia que a censura ao livro com base no argumento de que as protagonistas eram negras não procedia. No exemplo, na primeira ocorrência do verbo "proceder", ele tem o sentido de "executar, realizar, levar a efeito", sendo transitivo indireto, regendo seu complemento pela preposição "a".

Está correto que se afirma em: 
Alternativas
Q4249264 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."

Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249263 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.

PORQUE

II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249262 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.
II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.
III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."
IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4249244 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.

PORQUE

II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249243 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."

Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.
II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.
III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."
IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4249224 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.
II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.
III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."
IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.

Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4249223 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."

Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249222 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento. 

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.

PORQUE

II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4249146 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


        A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.


        Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem. 


        Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.


        Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.


        Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)

No trecho “A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas ...”, o período é composto por
Alternativas
Q4249142 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


        A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.


        Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem. 


        Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.


        Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.


        Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)

Em “Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados”, o sujeito da forma verbal “coexistam” é 
Alternativas
Q4249141 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


        A transformação digital na Administração Pública tem sido frequentemente apresentada como um caminho inevitável para a modernização do Estado. Entretanto, reduzir a inovação governamental à mera aquisição de equipamentos ou à implementação de sistemas informatizados constitui equívoco recorrente e, não raras vezes, dispendioso. A tecnologia, por si só, não opera milagres; antes, converte-se em instrumento estéril quando dissociada de planejamento, de capacitação continuada e de mecanismos de controle.


        Em diversas administrações, observam-se projetos grandiosos anunciados com pompa, mas executados sem diagnóstico prévio das reais necessidades institucionais. Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados, de sorte que a informatização, em vez de solucionar problemas, apenas lhes confira aparência de modernidade. Nesse contexto, a expressão “governo inteligente” pode, paradoxalmente, designar estruturas administrativas incapazes de utilizar, com eficiência, os recursos tecnológicos de que dispõem. 


        Por outro lado, seria igualmente equivocado afirmar que a resistência às novas tecnologias constitui postura prudente. A recusa sistemática à inovação compromete a transparência, dificulta a prestação de serviços públicos e perpetua práticas burocráticas incompatíveis com as exigências contemporâneas. O desafio, portanto, não consiste em escolher entre tradição e inovação, mas em harmonizar ambas, de modo que a tecnologia deixe de ser um fim em si mesma e passe a representar um meio de concretização do interesse público.


        Convém observar, ademais, que o discurso da transformação digital frequentemente emprega expressões de forte carga simbólica. Afirma-se, por exemplo, que a transparência é um dos “pilares” da gestão contemporânea ou que a tecnologia constitui uma “ferramenta indispensável”. Tais expressões, embora correntes, revelam o emprego figurado da linguagem, uma vez que nem os pilares são estruturas físicas nem as ferramentas são objetos materiais. Trata-se, antes, de construções metafóricas destinadas a enfatizar a importância de determinados valores e instrumentos administrativos.


        Finalmente, importa reconhecer que a eficiência administrativa não se mede pelo número de equipamentos adquiridos, tampouco pela quantidade de sistemas implementados, mas pela capacidade institucional de transformar recursos tecnológicos em resultados socialmente relevantes. A inovação genuína não reside nas máquinas, e sim na inteligência com que são utilizadas.

(Celso Magalhães – Texto adaptado)

Considere o trecho: "Não é incomum que plataformas digitais sofisticadas coexistam com processos internos desorganizados.". Assinale a opção em que a reescrita do período está CORRETA quanto à colocação pronominal, à regência e à norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Respostas
1961: A
1962: C
1963: C
1964: D
1965: B
1966: A
1967: C
1968: C
1969: B
1970: A
1971: C
1972: A
1973: B
1974: A
1975: A
1976: C
1977: D
1978: B
1979: B
1980: D