Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4056704 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em uma perna só

Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns segundos já revela informações relevantes sobre a saúde geral e a forma como o corpo envelhece.

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas, aumentar a resistência física e favorecer a memória, efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso costuma indicar a necessidade de treino específico.

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à perda progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode chegar a oito por cento por década e, por volta dos oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do tempo. 

A redução do equilíbrio também se relaciona ao funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna exige que o cérebro integre informações da visão, do sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e ao processamento sensorial.

Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral. Quando esse processo se acelera, aumentam as dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas. Dados de saúde pública indicam que quedas não intencionais são a principal causa de lesões entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas lentidão para reagir e reposicionar o corpo diante de um desequilíbrio.

Estudos mostram que a incapacidade de permanecer sobre uma perna por dez segundos está associada a maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas que alcançaram dez segundos ou mais. Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o declínio cognitivo.

A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado. Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial, à orientação espacial e ao desempenho cognitivo, podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.

A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A prática pode ser feita descalço e com calçados, pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo.

Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados a quedas. Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que incluem posições sobre uma perna, estão associadas a um envelhecimento mais saudável.

Com persistência e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
O texto desenvolve suas ideias por meio de retomadas conceituais, encadeamento lógico e progressão temática contínua, evitando rupturas de sentido ao longo da exposição.

Em relação ao emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos de sequenciação textual, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4056702 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em uma perna só

Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns segundos já revela informações relevantes sobre a saúde geral e a forma como o corpo envelhece.

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas, aumentar a resistência física e favorecer a memória, efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso costuma indicar a necessidade de treino específico.

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à perda progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode chegar a oito por cento por década e, por volta dos oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do tempo. 

A redução do equilíbrio também se relaciona ao funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna exige que o cérebro integre informações da visão, do sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e ao processamento sensorial.

Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral. Quando esse processo se acelera, aumentam as dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas. Dados de saúde pública indicam que quedas não intencionais são a principal causa de lesões entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas lentidão para reagir e reposicionar o corpo diante de um desequilíbrio.

Estudos mostram que a incapacidade de permanecer sobre uma perna por dez segundos está associada a maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas que alcançaram dez segundos ou mais. Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o declínio cognitivo.

A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado. Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial, à orientação espacial e ao desempenho cognitivo, podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.

A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A prática pode ser feita descalço e com calçados, pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo.

Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados a quedas. Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que incluem posições sobre uma perna, estão associadas a um envelhecimento mais saudável.

Com persistência e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
A prática pode ser feita descalço e com calçados, "pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo".

A expressão destacada na frase trata-se de uma oração:
Alternativas
Q4056700 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em uma perna só

Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns segundos já revela informações relevantes sobre a saúde geral e a forma como o corpo envelhece.

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas, aumentar a resistência física e favorecer a memória, efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso costuma indicar a necessidade de treino específico.

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à perda progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode chegar a oito por cento por década e, por volta dos oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do tempo. 

A redução do equilíbrio também se relaciona ao funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna exige que o cérebro integre informações da visão, do sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e ao processamento sensorial.

Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral. Quando esse processo se acelera, aumentam as dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas. Dados de saúde pública indicam que quedas não intencionais são a principal causa de lesões entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas lentidão para reagir e reposicionar o corpo diante de um desequilíbrio.

Estudos mostram que a incapacidade de permanecer sobre uma perna por dez segundos está associada a maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas que alcançaram dez segundos ou mais. Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o declínio cognitivo.

A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado. Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial, à orientação espacial e ao desempenho cognitivo, podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.

A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A prática pode ser feita descalço e com calçados, pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo.

Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados a quedas. Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que incluem posições sobre uma perna, estão associadas a um envelhecimento mais saudável.

Com persistência e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência.

Sintaticamente, é correto afirmar que, nessa frase:
Alternativas
Q4056699 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em uma perna só

Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns segundos já revela informações relevantes sobre a saúde geral e a forma como o corpo envelhece.

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas, aumentar a resistência física e favorecer a memória, efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso costuma indicar a necessidade de treino específico.

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à perda progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode chegar a oito por cento por década e, por volta dos oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do tempo. 

A redução do equilíbrio também se relaciona ao funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna exige que o cérebro integre informações da visão, do sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e ao processamento sensorial.

Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral. Quando esse processo se acelera, aumentam as dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas. Dados de saúde pública indicam que quedas não intencionais são a principal causa de lesões entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas lentidão para reagir e reposicionar o corpo diante de um desequilíbrio.

Estudos mostram que a incapacidade de permanecer sobre uma perna por dez segundos está associada a maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas que alcançaram dez segundos ou mais. Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o declínio cognitivo.

A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado. Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial, à orientação espacial e ao desempenho cognitivo, podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.

A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A prática pode ser feita descalço e com calçados, pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo.

Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados a quedas. Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que incluem posições sobre uma perna, estão associadas a um envelhecimento mais saudável.

Com persistência e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Com o envelhecimento, "ocorre" certa atrofia cerebral.

Em relação à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4056698 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os benefícios surpreendentes de se ficar de pé em uma perna só

Na juventude, manter-se sobre uma perna costuma ser fácil. Essa habilidade se consolida entre os nove e os dez anos, atinge seu auge pouco antes dos quarenta e passa a declinar gradualmente a partir daí. Após os cinquenta, conseguir sustentar essa posição por alguns segundos já revela informações relevantes sobre a saúde geral e a forma como o corpo envelhece.

Apesar de parecer banal, o exercício traz benefícios expressivos. Ele contribui para reduzir o risco de quedas, aumentar a resistência física e favorecer a memória, efeitos que ganham importância crescente com o avanço da idade. Se o equilíbrio não vem com facilidade, isso costuma indicar a necessidade de treino específico.

Um dos motivos pelos quais médicos usam esse teste está ligado à perda progressiva de massa muscular associada ao envelhecimento, conhecida como sarcopenia. A partir dos trinta anos, essa perda pode chegar a oito por cento por década e, por volta dos oitenta, até metade das pessoas apresenta a condição de forma clínica. Além de afetar o controle do açúcar no sangue e a imunidade, a sarcopenia compromete o equilíbrio corporal. Por outro lado, exercícios feitos com uma perna ajudam a preservar os músculos das pernas e dos quadris, reduzindo esse impacto ao longo do tempo. 

A redução do equilíbrio também se relaciona ao funcionamento do cérebro. Manter-se em uma perna exige que o cérebro integre informações da visão, do sistema de equilíbrio do ouvido interno e dos nervos responsáveis pela percepção corporal. Esses sistemas se deterioram com a idade, em ritmos diferentes, o que torna o equilíbrio um indicador do estado de áreas cerebrais ligadas à reação rápida, às atividades diárias e ao processamento sensorial.

Com o envelhecimento, ocorre certa atrofia cerebral. Quando esse processo se acelera, aumentam as dificuldades para manter autonomia e o risco de quedas. Dados de saúde pública indicam que quedas não intencionais são a principal causa de lesões entre pessoas com mais de sessenta e cinco anos. Em muitos casos, o problema não é falta de força, mas lentidão para reagir e reposicionar o corpo diante de um desequilíbrio.

Estudos mostram que a incapacidade de permanecer sobre uma perna por dez segundos está associada a maior risco de morte prematura nos anos seguintes. Em pesquisas de longo prazo, pessoas que conseguiam sustentar a posição por poucos segundos apresentaram probabilidade de morte muito superior àquelas que alcançaram dez segundos ou mais. Resultados semelhantes aparecem em quadros de demência: quanto pior o equilíbrio, mais rápido tende a ser o declínio cognitivo.

A boa notícia é que o equilíbrio pode ser treinado. Exercícios em uma perna fortalecem costas, quadris e pernas e também beneficiam o cérebro, que mantém capacidade de adaptação ao longo da vida. Essas práticas estimulam áreas ligadas à integração sensorial, à orientação espacial e ao desempenho cognitivo, podendo inclusive melhorar a memória de trabalho.

A recomendação é que pessoas acima dos sessenta e cinco anos pratiquem esse tipo de exercício várias vezes por semana, de preferência diariamente. Incorporá-lo às atividades cotidianas facilita a adesão: ficar alguns segundos sobre uma perna enquanto escova os dentes ou realiza tarefas simples já produz efeitos positivos. A prática pode ser feita descalço e com calçados, pois cada condição impõe desafios distintos ao corpo.

Mesmo poucos minutos por dia, buscando balançar o mínimo possível, trazem ganhos perceptíveis. Exercícios leves para fortalecer os quadris e a combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados a quedas. Não por acaso, práticas como ioga e tai chi chuan, que incluem posições sobre uma perna, estão associadas a um envelhecimento mais saudável.

Com persistência e regularidade, é possível manter bom equilíbrio até idades muito avançadas. Avaliações clínicas mostram que pessoas muito idosas ainda conseguem permanecer sobre uma perna por tempo satisfatório, evidenciando que os sistemas do corpo podem ser estimulados e aprimorados até os últimos anos de vida.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd7zy9jz9plo.adaptado.
Exercícios leves para fortalecer os quadris e "a" combinação de treino de força, atividades aeróbicas e equilíbrio podem reduzir pela metade os fatores de risco associados "a" quedas.

Os termos destacados são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056654 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


O texto explora estratégias linguísticas que garantem a articulação interna das ideias, permitindo a progressão temática e a clareza das relações estabelecidas entre os enunciados. 
De acordo com o texto-base, no que se refere ao domínio dos mecanismos de coesão textual, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056653 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Diante disso, "muitos" não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.
Sintaticamente, na frase apresentada, o termo destacado exerce a função de: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056648 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Os efeitos sociais das mudanças econômicas recentes tornaram-se evidentes nas grandes cidades.
Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056646 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


O texto organiza informações sobre um fenômeno social contemporâneo por meio de encadeamento lógico de ideias e articulação adequada entre trechos e conceitos.
Em relação às marcas de textualidade — coesão, coerência e intertextualidade — presentes no texto-base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056645 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Diante desse quadro, "parte dos brasileiros opta" por migrar para outros países europeus.
O caso evidenciado na forma verbal destacada refere-se a:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056643 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


 A resistência inerente aos processos de mudança estrutural afeta diretamente a formulação de políticas públicas.
Em relação à regência nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056642 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


 O reajuste dos aluguéis "transformou" imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056641 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Muitos brasileiros retornam ao país de origem "ou buscam alternativas em outras regiões da Europa".


A oração destacada caracteriza-se, do ponto de vista sintático, como:

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056637 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Dados recentes mostram "que" a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação.


Em relação às classes de palavras, o vocábulo destacado na frase trata-se de: 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDCAP Órgão: UEFS Prova: IDCAP - 2026 - UEFS - Técnico Universitário |
Q4056636 Português
Não passa pela minha cabeça voltar: por que imigrantes brasileiros estão indo embora de Portugal



O encarecimento do custo de vida tem levado muitos brasileiros a reavaliar a permanência em Portugal, sobretudo nos grandes centros urbanos. Relatos recorrentes indicam que despesas antes consideradas administráveis passaram a comprometer significativamente o orçamento, com destaque para alimentação, lazer e, principalmente, moradia. O reajuste dos aluguéis transformou imóveis simples em opções inviáveis para quem depende de rendas médias.

Dados recentes mostram que a inflação voltou a acelerar em 2025, impulsionada sobretudo pelos alimentos e pela habitação. Além do aumento geral de preços, a pressão sobre o mercado imobiliário se intensificou com a presença de estrangeiros de maior poder aquisitivo, a expansão do turismo e a redução da oferta de contratos de longa duração. O resultado foi uma elevação rápida dos valores cobrados, especialmente nas regiões metropolitanas. A esse cenário somaram-se entraves burocráticos, como a demora na renovação da autorização de residência, que restringe deslocamentos e dificulta a rotina de quem vive legalmente no país.

Ao retornar ao Brasil, alguns imigrantes relatam melhora na qualidade de vida. A possibilidade de trabalhar remotamente para clientes estrangeiros e receber em moeda forte ajuda a equilibrar as contas. Outro fator relevante é o acesso à moradia própria, que elimina o peso do aluguel e oferece maior previsibilidade financeira. Diante disso, muitos não consideram um novo retorno à Europa no curto prazo.

Outros brasileiros compartilham avaliações semelhantes. Apesar da facilidade para regularização migratória, salários concentrados em setores de serviços, comércio e construção não acompanham o ritmo do custo de vida. Especialistas apontam que a crise portuguesa está inserida em um contexto europeu mais amplo, marcado por inflação persistente, juros elevados e menor ritmo de construção de novas habitações. Em cidades como Lisboa e Porto, a procura crescente, combinada à oferta limitada, elevou os preços a patamares distantes da renda média, afetando tanto portugueses quanto imigrantes.

Diante desse quadro, parte dos brasileiros opta por migrar para outros países europeus. Há relatos de melhoria salarial e maior poder de compra, ainda que o aluguel continue elevado em algumas cidades. Em contrapartida, despesas como transporte, alimentação e lazer tendem a ser mais acessíveis. Paralelamente, cresce a percepção de fortalecimento de discursos contrários à imigração, o que afeta a experiência cotidiana de estrangeiros, mesmo quando não é o motivo central da mudança.

Outro elemento estrutural é a gentrificação acelerada, que transformou bairros centrais, substituiu moradores antigos por turistas e investidores e reforçou a habitação como ativo financeiro. Especialistas defendem a combinação de políticas públicas mais eficazes, com expansão da habitação social, regulação do aluguel turístico e medidas contra despejos, como forma de conter a escalada dos preços e preservar a diversidade urbana.

Embora Portugal mantenha políticas migratórias relativamente abertas, analistas destacam um descompasso entre a facilidade de entrada e as condições reais de permanência. A residência legal garante segurança jurídica, mas não assegura viabilidade econômica nem integração social duradoura. Nesse contexto, muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando que o principal desafio não é migrar, mas conseguir permanecer com estabilidade e dignidade.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxq3z49pezo.adaptado.


Muitos brasileiros retornam ao país de origem ou buscam alternativas em outras regiões da Europa, evidenciando "que o principal desafio não é migrar".
A oração destacada classifica-se como:
Alternativas
Q4055908 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa que não apresenta erro de concordância verbal. 
Alternativas
Q4055907 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa que apresenta sujeito indeterminado.
Alternativas
Q4055906 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa com a classificação sintática incorreta dos elementos destacados, respectivamente.
Um (1) ponto (2) importante nesse período é (3) a forma como filhos encaram (4) o envelhecimento (5) dos pais
Alternativas
Q4055905 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula foi empregada em razão de haver adjunto adverbial.
Alternativas
Q4055904 Português
Os desafios de lidar com o envelhecimento dos pais

Uma dura fase marcada por conflitos e dificuldades. É assim que especialistas resumem a forma como o envelhecimento dos pais é encarado diversas vezes, porque muitos filhos não estão preparados para lidar com as exigências desse período. À medida que a idade avança, uma pessoa tende a precisar de cada vez mais apoio, seja em atividades simples do dia a dia ou mesmo uma ajuda financeira - e isso pode cobrar um preço de quem fica responsável por esses cuidados, como apontam especialistas.

“Em alguns casos, esses filhos podem experimentar níveis significativos de estresse e sobrecarga ao lidar com as demandas do envelhecimento dos pais, especialmente quando há questões de saúde ou limitações funcionais”, diz a psicóloga Deusivania Falcão, professora de Psicogerontologia – área da psicologia que estuda o envelhecimento – da Universidade de São Paulo (USP). Há, inclusive, um nome para definir esse senso de obrigação dos filhos em apoiar pais mais velhos: responsabilidade filial. “É uma obrigação baseada em um padrão cultural, relacionado à percepção de que esse é um comportamento socialmente responsável em resposta ao envelhecimento e a dependência dos pais”, explica Falcão.

Esse tipo de situação e a discussão sobre como encarar estes desafios são cada vez mais frequentes com aumento de idosos no Brasil. O número de pessoas com mais de 60 anos passou de 20,5 milhões no Censo de 2010 para 32,1 milhões no mesmo levantamento em 2022 – um crescimento de 56% em pouco mais de uma década. E as estimativas apontam que a população de idosos deve se tornar ainda maior ao longo das próximas décadas.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram a tendência de que o brasileiro deve viver cada vez mais: a expectativa de vida, que era de 69,8 anos no início dos anos 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje é de 75,5 anos. Isso não só aumenta o período em que uma pessoa pode precisar de auxílio, mas também torna mais comum que os filhos acompanhem diferentes fases do envelhecimento dos pais.

Um ponto importante nesse período é a forma como filhos encaram o envelhecimento dos pais - e, como em tantas outras fases da vida, não há uma cartilha universal a seguir. Essa experiência, dizem especialistas, costuma ser influenciada por padrões familiares do passado e pela forma como uma pessoa foi criada, além de aspectos culturais, históricos, sociais e religiosos de uma família. "Há vários modelos de envelhecimento e de velhice. Cada indivíduo envelhece de maneira diferenciada, na singularidade de suas condições genéticas, ambientais, familiares, sociais, educacionais, econômicas, históricas e culturais", diz Falcão. “Isso tudo depende do tipo de sistema desenvolvido (pela família) ao longo dos anos.”

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c842z9en455o? at_campaign_type=owned&at_ptr_name=facebook_page&at_medium= social&at_format=image&at_campaign=Social_Flow&at_bbc_team=edit orial&at_link_id=F2EAFF96-D813-11EE-981EF4928161DE7E&at_link_type=web_link&at_link_origin=BBC_News_Bra sil&fbclid=IwAR0a3oioBU5gzaT4BY0eLA6Oapmh04AWmBdZlPoSHXP klW0DT62EkVoy39k
Assinale a alternativa com a classificação gramatical incorreta das palavras destacadas abaixo.
O (1) uso da dipirona também deve ser (2) mais cuidadoso em pacientes com problemas nos rins (3) ou no fígado, para evitar crises (4) agudas (5) nestes órgãos vitais
Alternativas
Respostas
1901: B
1902: D
1903: A
1904: D
1905: A
1906: D
1907: B
1908: B
1909: A
1910: A
1911: X
1912: X
1913: D
1914: C
1915: B
1916: D
1917: A
1918: E
1919: A
1920: C