Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2333912 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

No que tange à construção de períodos, valendo-se de orações coordenadas e subordinadas, avalie as assertivas que seguem a respeito do período “Diante desse cenário, é essencial que o professor saiba acolher e orientar as angústias e dúvidas comuns na adolescência, que podem ser ampliadas pelo uso indevido da tecnologia”, valendo-se do que preconiza Cegalla em relação à construção dos períodos compostos:

I. Identifica-se no período a ocorrência de oração subordinada substantiva subjetiva.
II. A oração assinalada em negrito é classificada como oração subordinada adjetiva explicativa.
III. O período é composto, dada a ocorrência de três tipos de orações: coordenadas, principais e subordinadas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2333911 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Avalie as assertivas que seguem a respeito das classes de palavras e das funções que desempenham, conforme nos ensina Cegalla, considerando o fragmento “(...) que desempenha um papel fundamental na nossa sociedade” (l. 04):

I. A palavra “que” é uma conjunção integrante, funcionando como elemento que une a oração que introduz à oração anterior – a principal.
II. O vocábulo “fundamental” é um adjetivo e funciona como adjunto adnominal.
III. A palavra “nossa” é um pronome demonstrativo, funcionando na frase como um adjunto adverbial de posse.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2333908 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o fragmento de texto, analise as asserções que o seguem e a relação proposta entre elas:

“Além disso, um material didático contemporâneo deve proporcionar momentos em que as habilidades socioemocionais possam ser efetivamente aplicadas, pois quanto mais informação sem significado tem o estudante, menos conectado ele está consigo mesmo, com os outros e com a sociedade à qual pertence.”
I. A conjunção “pois” classifica-se como coordenada explicativa.

VISTO QUE

II. Ao relacionar o período 1 ao período 2, a conjunção “pois” estabelece uma relação de dependência sintática.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2333706 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 04





Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em: 9 out. 2023. Adaptado.
No segundo quadro, o verbo “esquecer” foi usado coloquialmente. Em registro formal, a fala do adulto resultaria em
Alternativas
Q2333704 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 03




Disponível em: https://www.santos.sp.gov.br/?q=noticia/campanha-educativa. Acesso em: 9 out. 2023.

Em relação a “soltar pipas com cerol”, “cortar vidas” exprime uma  
Alternativas
Q2333702 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 02




Disponível em: https://w20.b2m.cz/post/tirinhas-de-hagar-com-interpretacao.html. Acesso em: 9 out. 2023.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura das falas do texto 02.
I. O termo “que” foi usado com a mesma função nas três ocorrências.
II. A fala do terceiro quadro é composta por um período composto.
III. Os sujeitos da fala de Hagar, no terceiro quadro, são inexistentes.
IV. A duas frases proferidas pelo interlocutor de Hagar são nominais.
V. O termo “bem”, na fala de Hagar, no segundo quadro, indica modo.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2332896 Português
Texto II
Redes sociais, perigos e
distorção da realidade

    Os jovens de hoje são filhos de uma sociedade do consumo – não só de bens materiais, mas também de informação. Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto desse movimento. As pessoas nascidas neste milênio, em especial, são muito íntimas dos espaços virtuais de interação, os quais, para a maioria das pessoas, representam uma ponte com o “mundo real”.
   As redes sociais, no entanto, potencializam os equívocos na compreensão do que é a vida. “Por terem facilidade em manusear os dispositivos e lidar com suas funcionalidades, os adolescentes, e até mesmo as crianças, passam a acreditar que o mundo das telas é o mundo legal e seguro, enquanto que o que está fora das telas é chato”, diz a especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo, Maísa Pannuti.
  Nesse sentido, para esses jovens, as redes sociais tornaram-se de fato uma nova realidade, caracterizada por uma sociedade de perfis. Conforme explica a psicóloga escolar, a hiperexposição é um dos retratos dessa distorção de percepções à qual os jovens estão submetidos: tudo o que é valorizado socialmente é exposto e aquilo que não é valorizado socialmente é escondido. Há, inclusive, uma falta de diferenciação entre o que é público e o que é privado.
   “Desse modo, surgem perfis que não correspondem à realidade. Afinal, a natureza das relações sociais é bastante diversa da natureza das relações que se estabelecem no mundo digital”. Nesse processo, todas as respostas virtuais – os likes, os compartilhamentos, os seguidores, etc. – acabam se tornando não apenas reais, mas cruciais. “Surge a ilusão de que o olhar do outro é o que garante a minha sobrevivência”, complementa.

(Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-
publicitario/colegio-positivo/para-um-futuro-
positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-
realidade.ghtml. Acesso em 11/10/2023)
Em “surgem perfis que não correspondem à realidade” (4º§), o verbo destacado, deve ser classificado, quanto à predicação como:
Alternativas
Q2332892 Português
Texto II
Redes sociais, perigos e
distorção da realidade

    Os jovens de hoje são filhos de uma sociedade do consumo – não só de bens materiais, mas também de informação. Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto desse movimento. As pessoas nascidas neste milênio, em especial, são muito íntimas dos espaços virtuais de interação, os quais, para a maioria das pessoas, representam uma ponte com o “mundo real”.
   As redes sociais, no entanto, potencializam os equívocos na compreensão do que é a vida. “Por terem facilidade em manusear os dispositivos e lidar com suas funcionalidades, os adolescentes, e até mesmo as crianças, passam a acreditar que o mundo das telas é o mundo legal e seguro, enquanto que o que está fora das telas é chato”, diz a especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo, Maísa Pannuti.
  Nesse sentido, para esses jovens, as redes sociais tornaram-se de fato uma nova realidade, caracterizada por uma sociedade de perfis. Conforme explica a psicóloga escolar, a hiperexposição é um dos retratos dessa distorção de percepções à qual os jovens estão submetidos: tudo o que é valorizado socialmente é exposto e aquilo que não é valorizado socialmente é escondido. Há, inclusive, uma falta de diferenciação entre o que é público e o que é privado.
   “Desse modo, surgem perfis que não correspondem à realidade. Afinal, a natureza das relações sociais é bastante diversa da natureza das relações que se estabelecem no mundo digital”. Nesse processo, todas as respostas virtuais – os likes, os compartilhamentos, os seguidores, etc. – acabam se tornando não apenas reais, mas cruciais. “Surge a ilusão de que o olhar do outro é o que garante a minha sobrevivência”, complementa.

(Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-
publicitario/colegio-positivo/para-um-futuro-
positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-
realidade.ghtml. Acesso em 11/10/2023)
Na primeira frase do texto, o conectivo “mas também” relaciona ideias introduzindo um valor semântico de:
Alternativas
Q2332889 Português
Texto I
Nizia Figueira, sua criada
(Mário de Andrade)

    Belazarte me contou:
    Pois eu acho que tem.
Você já sabe que sou cristão... Essas coisas de felicidade e infelicidade não têm significado nenhum, si a gente se compara consigo mesmo. Infelicidade é fenômeno de relação, só mesmo a gente olhando pro vizinho é que diz o “atendite et videte”1 . Macaco, olhe o seu rabo! isso sim, me parece o cruzamento da filosofia cristã com a precisão de felicidade neste mundo duro. Inda é bom quando a gente inventa a ilusão da vaidade, e em vez de falar que é mais desinfeliz, fala que é mais feliz... Toquei em rabo, e estou lembrando o caso do elefante, você sabe? ... Pois não vê que um dia o elefante topou com uma penuginha de beijaflor caída numa folha, vai, amarrou a penuginha no rabo com uma corda grossa, e principiou todo passeando na serrapilheira2 da jungla3 . Uma elefanta mocetona4 que já estava carecendo de senhor pra cumprir seu destino, viu o bicho tão bonito, mexe pra cá, mexe pra lá, ondulando feito onda quieta, e engraçou. Falou assim: “Que elefante mais bonito, porca la miséria!” Pois ele virou pra ela encrespado e: “Dobre a língua, sabe! Elefante não senhora! sou beijaflor.” E foi-se. Eis aí um tipo que ao menos soube criar felicidade com uma ilusão sarapintada. É ridículo, é, mas que diabo! nem toda a gente consegue a grandeza de se tomar como referência de si mesmo. [...]


1 Expressão latina , do livro bíblico das Lamentações: “Olhai e vede” (Lm 1,12)
2 camada de folhas secas
3 bosque
4 moça robusta e formosa

Em “Pois ele virou pra ela encrespado”, o vocábulo destacado pode ser classificado, morfossintaticamente, como um:
Alternativas
Q2332887 Português
Texto I
Nizia Figueira, sua criada
(Mário de Andrade)

    Belazarte me contou:
    Pois eu acho que tem.
Você já sabe que sou cristão... Essas coisas de felicidade e infelicidade não têm significado nenhum, si a gente se compara consigo mesmo. Infelicidade é fenômeno de relação, só mesmo a gente olhando pro vizinho é que diz o “atendite et videte”1 . Macaco, olhe o seu rabo! isso sim, me parece o cruzamento da filosofia cristã com a precisão de felicidade neste mundo duro. Inda é bom quando a gente inventa a ilusão da vaidade, e em vez de falar que é mais desinfeliz, fala que é mais feliz... Toquei em rabo, e estou lembrando o caso do elefante, você sabe? ... Pois não vê que um dia o elefante topou com uma penuginha de beijaflor caída numa folha, vai, amarrou a penuginha no rabo com uma corda grossa, e principiou todo passeando na serrapilheira2 da jungla3 . Uma elefanta mocetona4 que já estava carecendo de senhor pra cumprir seu destino, viu o bicho tão bonito, mexe pra cá, mexe pra lá, ondulando feito onda quieta, e engraçou. Falou assim: “Que elefante mais bonito, porca la miséria!” Pois ele virou pra ela encrespado e: “Dobre a língua, sabe! Elefante não senhora! sou beijaflor.” E foi-se. Eis aí um tipo que ao menos soube criar felicidade com uma ilusão sarapintada. É ridículo, é, mas que diabo! nem toda a gente consegue a grandeza de se tomar como referência de si mesmo. [...]


1 Expressão latina , do livro bíblico das Lamentações: “Olhai e vede” (Lm 1,12)
2 camada de folhas secas
3 bosque
4 moça robusta e formosa

Conhecido escritor do Modernismo brasileiro, Mário de Andrade, neste fragmento de conto, utiliza alguns desvios em relação à Norma Padrão gerando um uso expressivo da Língua. Indique a alternativa em que não se aponta um exemplo de desse tipo de desvio.
Alternativas
Q2332826 Português

Apêndice





CRUZ, Afonso. Vamos comprar um poeta. Porto Alegre: Dublinense, 2020, p. 82-83.

No segundo parágrafo, o autor defende a tese que se baseia:
Alternativas
Q2332824 Português

Apêndice





CRUZ, Afonso. Vamos comprar um poeta. Porto Alegre: Dublinense, 2020, p. 82-83.

Em “uma economia atenta à dimensão do antiutilitarismo” (l. 03), o termo destacado exerce a função sintática de:
Alternativas
Q2332823 Português

Apêndice





CRUZ, Afonso. Vamos comprar um poeta. Porto Alegre: Dublinense, 2020, p. 82-83.

Considerando a regência dos verbos constantes do primeiro parágrafo, aponte a alternativa CORRETA
Alternativas
Q2332817 Português

Apêndice





CRUZ, Afonso. Vamos comprar um poeta. Porto Alegre: Dublinense, 2020, p. 82-83.

Observa-se uma INCORREÇÃO quanto à sintaxe de concordância verbal no seguinte fragmento textual:
Alternativas
Q2331354 Português

Julgue o item que se segue. 


Na frase “Os alunos estudaram muito para a prova,” “muito” é um adjunto adnominal.
Alternativas
Q2331254 Português

Julgue o item a seguir. 


Na frase “Os alunos estudaram muito para a prova,” “muito” é um adjunto adnominal.

Alternativas
Q2331065 Português
Julgue o item a seguir.

Em uma oração subordinada substantiva completiva nominal, o verbo da oração principal é sempre transitivo direto. 
Alternativas
Q2331039 Português
Julgue o item a seguir.

O sujeito elíptico é um tipo de sujeito oculto que não pode ser identificado na frase. 
Alternativas
Q2330926 Português

TEXTO IV 






BARBOSA, Alberto Hércules dos Santos Coelho. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/17/15/oensino-de-literatura-e-o-uso-de-recursos-tecnolgicos-no-ensino-mdio. Acesso em: 18 ago. 2023. 

Em referência aos processos de coordenação e de subordinação existentes neste fragmento textual, “Spritzer e Bittencourt (2009, p. 158) afirmam que ‘novas formas de ensino deveriam ser resgatadas pelos docentes relacionadas aos modos como o interlocutor recebe e compreende as mensagens dos diferentes meios’”, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2330924 Português

TEXTO IV 






BARBOSA, Alberto Hércules dos Santos Coelho. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/17/15/oensino-de-literatura-e-o-uso-de-recursos-tecnolgicos-no-ensino-mdio. Acesso em: 18 ago. 2023. 

Em “Assim, ensinar Literatura via recursos tecnológicos não quer meramente colocar o aluno na frente do computador” (l. 19 e 20), o primeiro termo sublinhado, com relação ao segundo, constitui um exemplo de:
Alternativas
Respostas
19521: E
19522: B
19523: C
19524: E
19525: C
19526: B
19527: A
19528: D
19529: A
19530: A
19531: D
19532: A
19533: C
19534: A
19535: E
19536: E
19537: E
19538: E
19539: C
19540: A