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Em uma oração subordinada substantiva completiva nominal, o verbo da oração principal é sempre transitivo direto.
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Tema central: A questão aborda orações subordinadas substantivas completivas nominais e a diferença entre complemento nominal e objeto direto. Envolve o estudo da regência nominal na norma-padrão da Língua Portuguesa, aspecto essencial para quem presta concursos.
Justificativa da alternativa correta:
A alternativa correta é errado (E), pois a afirmação do enunciado não está de acordo com a gramática normativa. Segundo a regra (como ensinam Bechara e Cunha & Cintra), a oração subordinada substantiva completiva nominal exerce o papel de complemento nominal de um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio), e não de um verbo transitivo direto. Ou seja, o termo que pede complemento é um nome e esse complemento é sempre introduzido por preposição.
Por exemplo:
“Tenho necessidade de que me ajudem.”
Aqui, “de que me ajudem” completa o sentido do substantivo “necessidade” (e não do verbo “tenho”). Logo, o verbo da oração principal (tenho) não precisa (e geralmente não é) transitivo direto.
Análise da alternativa incorreta:
A alternativa “certo (C)” está INCORRETA porque ignora a diferença básica entre complemento nominal (relacionado a nomes, com preposição) e objeto direto (relacionado a verbos transitivos diretos, sem preposição). Quem exige o complemento é o nome, não o verbo. Toda vez que você ler “em toda oração subordinada substantiva completiva nominal, o verbo da principal é transitivo direto”, desconfie: pegadinha clássica!
Estratégia para provas:
Diante de afirmações generalizantes como “sempre” ou “nunca”, leia com atenção redobrada: na gramática, há muitas exceções. Analise se a definição trata de nome (complemento nominal) ou de verbo (objeto direto/indireto). Repare se há preposição introduzindo o complemento; se houver, trata-se de complemento nominal, não de objeto direto.
Referências: Siga o que orientam obras como Evanildo Bechara (Moderna Gramática Portuguesa) e Cunha & Cintra (Nova Gramática do Português Contemporâneo) para diferenciar e reconhecer as funções sintáticas corretamente.
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Comentários
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Gab, E
Na verdade, em uma oração subordinada substantiva completiva nominal, o verbo da oração principal não precisa ser necessariamente transitivo direto. A oração subordinada substantiva completiva nominal complementa um nome (que pode ser um substantivo abstrato, adjetivo ou advérbio) presente na oração principal.
Por exemplo, na frase “Temos fé de que a humanidade pare de destruir o planeta”, a oração principal é “Temos fé” e a oração subordinada substantiva completiva nominal é “de que a humanidade pare de destruir o planeta”. Nesse caso, o verbo da oração principal “Temos” é transitivo indireto.
Portanto, o verbo da oração principal pode ser transitivo direto, indireto ou até intransitivo, dependendo do contexto. O importante é que a oração subordinada substantiva completiva nominal sempre complementa o sentido de um nome na oração principal.
BING
Por assimilação, basta saber que um complemento nominal traz um complemento para um substantivo introduzido por uma preposição (em grosso modo), logo, não se trata de complementar um verbo, e sim um substantivo que necessite de complemento preposicionado.
Agora, já que o complemento é solicitado pelo verbo, sendo este um verbo transitivo direto, o mais provável é que esse complemento introduzido por uma conjunção integrante "que" seja uma oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta.
Gabarito: Errado.
Em uma oração subordinada substantiva completiva nominal, o verbo da oração principal não é necessariamente transitivo direto, mas sim transitivo indireto.
As orações subordinadas substantivas completivas nominais funcionam como complemento de nomes (geralmente substantivos ou adjetivos) na oração principal e são introduzidas por preposições. Por isso, o verbo da oração principal ao qual se referem essas orações complementares é um verbo transitivo indireto, pois exige um complemento com preposição.
Por exemplo, na frase "Tenho certeza de que ele virá", a oração "de que ele virá" é uma oração subordinada substantiva completiva nominal, pois completa o sentido do substantivo "certeza" e é introduzida pela preposição "de". O verbo "ter" nesse contexto é transitivo indireto.
GABARITO: ERRADO
Bons Estudos!!!
Sempre que houver a palavra SENPRE, DESCONFIE.
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