Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Texto para questão.
Anunciação
Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo
Peito nu, cabelo ao vento
E o sol quarando nossas roupas no varal
Na bruma leve das paixões que vêm de dentro
Tu vens chegando pra brincar no meu quintal
No teu cavalo
Peito nu, cabelo ao vento
E o Sol quarando nossas roupas no varal
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
A voz do anjo sussurrou no meu ouvido
Eu não duvido já escuto os teus sinais
Que tu virias numa manhã de domingo
Eu te anuncio nos sinos das catedrais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Tu vens, tu vens
Eu já escuto os teus sinais
Texto para questão.

No primeiro quadrinho, a expressão “pela chaminé” exerce a função sintática de:
Texto para questão.

Analise as proposições abaixo:
I- No vocábulo “noite” há um ditongo crescente.
II- A palavra “chaminé” é acentuada pelo mesmo motivo que bebê e felicidade são acentuadas.
III- A palavra “lareira” é trissílaba e apresenta um ditongo decrescente.
IV- O termo “Papai Noel” exerce a função sintática de núcleo de sujeito simples.
São verdadeiras as proposições:
Texto para questão.
A FITA MÉTRICA DO AMOR
Martha Medeiros
Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme para você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravada.
É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, e sim de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão e, ao recolhêla inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.
Analise as proposições abaixo:
1- Na frase “ É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira.”, o termo destacado estabelece uma ideia de tempo.
2- Na período destacado “ Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto.”, o sujeito é simples , o predicado é nominal e o termo “gigante” funciona como predicativo do sujeito.
3- As palavras tamanhos, envolvimento, perdoa, miudeza, expectativas e egoísmo apresentam três sílabas, cinco sílabas, 3 sílabas, 4 sílabas, 5 sílabas e 4 sílabas respectivamente.
4- No período “Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será que ela que mudou ou....”, o termo sublinhado expressa uma ideia de alternância.
É ou são verdadeiras
Necrológico dos desiludidos do amor
Os desiludidos do amor
estão desfechando tiros no peito.
Do meu quarto ouço a fuzilaria.
As amadas torcem-se de gozo.
Oh quanta matéria para os jornais!
(Carlos D de Andrade, Brejo das almas)
Lira I
Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d' expressões grosseiro,
Dos frios gelos e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
Graças à minha Estrela!
Eu vi o meu semblante numa fonte,
Dos anos inda não está cortado:
Os pastores, que habitam este monte,
Com tal destreza toco a sanfoninha,
Que inveja até me tem o próprio Alceste:
Ao som dela concerto a voz celeste;
Nem canto letra, que não seja minha,
Graças, Marília bela,
Graças à minha estrela.
(...)
Marque o que não se comprova na estrutura das estrofes apresentadas.