Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3044496 Português

Professor de português usa memes da Gretchen para dar notas em BH 


Um professor de português da Escola Estadual Professor Caetano Azeredo, em Belo Horizonte, Minas Gerais, decidiu distribuir as provas corrigidas para seus alunos de uma forma mais criativa: para cada nota, Vitor Lucas usou uma foto da Gretchen. 


As fotos da Gretchen foram usadas com alunos do 9° ano. O professor disse que adapta os memes de acordo com a faixa etária dos seus alunos. Para seus alunos de 6° e 7°, Vitor preparou memes especiais que serão entregues na segunda-feira.


Em seu perfil no Twitter, Vitor respondeu aos elogios escrevendo que a melhor sensação é fazer seus alunos aprenderem e estarem felizes. O professor também incentivou colegas a adotarem a ideia.


Texto Adaptado


Acesso em: https://tinyurl.com/2fprc6hp 

No trecho "O professor disse que adapta os memes de acordo com a faixa etária dos seus alunos. Para seus alunos de 6° e 7°, Vitor preparou memes especiais que serão entregues na segunda-feira" temos uma oração com função de substantivo e outra com função de adjetivo.
Alternativas
Q3044075 Português
Entre as frases a seguir, assinale aquela em que a substituição proposta é adequada, por tratar-se do único caso de adjunto adnominal. 
Alternativas
Q3043681 Português

Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.

Texto 02  



Q17_19.png (912×196)

Disponível em: https://cartunistasolda.com.br/esse-viking-e-uma-figura/. Acesso em: 22 maio 2024.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de composição das falas presentes no texto.

I - Nas falas do primeiro e segundo quadros, predomina o emprego de verbos no imperativo afirmativo. II - Na fala do terceiro quadro, verifica-se a presença de um único período, que é composto por três orações. III - Na fala do segundo quadro, observa-se o emprego de uma conjunção coordenativa aditiva e uma conjunção coordenativa alternativa. IV - Na primeira fala, constata-se que o verbo “sou” tem a função de ligar o sujeito ao seu predicativo. V - Na fala do terceiro quadro, nota-se que a vírgula foi usada de acordo com a norma para separar o termo “rapazes”, que está exercendo a função de vocativo.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3043205 Português
Julgue o item que se segue. 

A partir das regras gerais para o uso dos verbos e da concordância verbal podemos afirmar que quando o sujeito é indeterminado, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural. Porém, quando a indeterminação é indicada pela partícula se, o verbo fica no singular., como no seguinte exemplo: “Pediram mais tempo para a decisão, mas ninguém entrou em acordo”, reclamou o senador. 
Alternativas
Q3042965 Português
Julgue o item a seguir. 

A partir das regras gerais para o uso dos verbos e da concordância verbal podemos afirmar que quando o sujeito é indeterminado, o verbo vai para a 3ª pessoa do plural. Porém, quando a indeterminação é indicada pela partícula se, o verbo fica no singular., como no seguinte exemplo: “Pediram mais tempo para a decisão, mas ninguém entrou em acordo”, reclamou o senador. 
Alternativas
Q3042637 Português
Julgue o item que se segue.

Nas regras de concordância verbal da Língua Portuguesa, quando o sujeito é precedido por expressões como cerca de, mais de, menos de e outras que indicam quantidade aproximada, o verbo concorda com o numeral. Como no exemplo: "Com a medida, cerca de 50 milhões de pessoas serão beneficiadas". 
Alternativas
Q3042370 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Em “Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais” (1º parágrafo), os termos destacados são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q3042369 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Em “E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais” (3º parágrafo), o termo destacado é classificado como: 
Alternativas
Q3042368 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Em “Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano” (5º parágrafo), o sujeito da oração é:
Alternativas
Q3041953 Português
Julgue o item subsequente. 

Deve-se considerar a seguinte ordem de colocação dos elementos que compõem uma oração como a correta: sujeito – complementos – verbo – adjunto adverbial, sendo que pode ou não ocorrer sujeito, complementos e adjunto adverbial. 
Alternativas
Q3041952 Português
Julgue o item subsequente. 

Nas regras de concordância verbal, o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito da oração, mas quando o sujeito é representado por expressões partitivas (a maioria de, parte de, uma porção de, metade de) acompanhadas por nome, o verbo pode concordar com o partitivo ou com o nome. Assim, podemos dizer: “A maior parte dos pacientes não desenvolvem os sintomas no início da doença” ou “A maior parte dos pacientes não desenvolve os sintomas no início da doença”.
Alternativas
Q3041951 Português
Julgue o item subsequente. 

De acordo com a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB), na análise sintática, adjunto adnominal, adjunto adverbial e aposto são considerados termos acessórios da oração. 
Alternativas
Q3041939 Português
Julgue o item subsequente. 

Nas regras de concordância verbal, se o sujeito for simples, isto é, se tiver apenas um núcleo, ele concorda com o verbo em pessoa e número, como no exemplo "A inflação deve ser combatida por todos". 
Alternativas
Q3041929 Português
Julgue o item subsequente. 

As orações subordinadas são aquelas que podem estar coordenadas entre si, podem ser as principais, podem ser independentes ou propriamente subordinadas (desenvolvidas ou reduzidas). 
Alternativas
Q3040483 Português


Internet:<https://engenhariaedesenvolvimentosustentavel.ufes.br>  (com adaptações). 

Acerca das estruturas linguístico-gramaticais do texto, julgue o item.


Sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos originais do texto, a expressão “complicados ou lentos” (linha 29) poderia ser flexionada no singular — complicado ou lento —, caso em que passaria a concordar com o antecedente “licenciamento” (linha 29).

Alternativas
Q3040482 Português


Internet:<https://engenhariaedesenvolvimentosustentavel.ufes.br>  (com adaptações). 

Acerca das estruturas linguístico-gramaticais do texto, julgue o item.


No texto, o vocábulo “dessas” (linha 20) retoma a expressão “não econômicas” (linha 16).

Alternativas
Q3040479 Português


Internet:<https://engenhariaedesenvolvimentosustentavel.ufes.br>  (com adaptações). 

Acerca das estruturas linguístico-gramaticais do texto, julgue o item.


Na linha 4, o emprego do conectivo “mas” serve para introduzir uma oração que indica oposição em relação à oração anterior.

Alternativas
Q3040297 Português


J. L. Alves, Mi. J. R. Chagas, E. O. Faria e A. de A. Caldeira-Pires. Economia circular e energias renováveis: uma análise bibliométrica da literatura internacional. Interações, v. 23, n. 2, p. 267-283, abr./jun. 2022 (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Mantém a correção gramatical e os sentidos textuais a reescrita da estrutura “deve haver uma mudança” (linha 18) para devem haver mudanças.

Alternativas
Q3040295 Português


J. L. Alves, Mi. J. R. Chagas, E. O. Faria e A. de A. Caldeira-Pires. Economia circular e energias renováveis: uma análise bibliométrica da literatura internacional. Interações, v. 23, n. 2, p. 267-283, abr./jun. 2022 (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


A expressão “Em contrapartida” (linha 9) introduz oração com sentido explicativo.

Alternativas
Q3040294 Português


J. L. Alves, Mi. J. R. Chagas, E. O. Faria e A. de A. Caldeira-Pires. Economia circular e energias renováveis: uma análise bibliométrica da literatura internacional. Interações, v. 23, n. 2, p. 267-283, abr./jun. 2022 (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Sem prejuízo à correção gramatical, a expressão “No entanto” (linha 4-5) poderia ser substituída por Conquanto.

Alternativas
Respostas
18081: C
18082: E
18083: B
18084: E
18085: E
18086: C
18087: B
18088: A
18089: D
18090: E
18091: C
18092: C
18093: C
18094: E
18095: E
18096: C
18097: C
18098: E
18099: E
18100: E