Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Como se prevenir de doenças virais
Prevenir-se de doenças virais não é uma tarefa fácil, uma vez que existem diversos vírus, os quais podem ser transmitidos de diferentes formas. Entretanto, algumas doenças relativamente comuns podem ser evitadas com medidas bastante simples.
Muitas das doenças causadas por vírus são transmitidas por meio do contato com secreções ou gotículas de saliva. Outras são transmitidas por vetores ou até mesmo por alimentos contaminados. Algumas recomendações gerais podem ser adotadas para a prevenção de doenças causadas por vírus.
Dicas para evitar doenças virais
• Lavar sempre as mãos, principalmente antes de se alimentar e após ir ao banheiro.
• Alimentar-se apenas em locais que obedecem às normas da Vigilância Sanitária.
• Utilizar repelentes em áreas com grande quantidade de mosquitos, dando atenção especial às regiões que apresentam mosquitos Aedes aegypti.
• Vacinar-se obedecendo às orientações dos calendários de vacinação. Uma grande variedade de doenças pode ser prevenida com a vacina, como gripe, raiva, sarampo e catapora.
• Evitar aglomerações de pessoas em épocas de surtos de determinadas doenças. Em surtos de gripe, por exemplo, deve-se evitar locais fechados e com muitas pessoas.
Autor: SANTOS, Vanessa dos. Como se prevenir de doenças virais.
Brasil Escola.
O sentido e a correção da frase acima estarão preservados caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Os padrões de atendimento ao público devem priorizar respeito, eficiência e urbanidade (1ª parte). Isso se deve ao fato de que a postura profissional adequada contribui para a satisfação do usuário (2ª parte). Sendo assim, é mais importante padronizar os atendimentos com base na eficiência e na cordialidade do que atender às necessidades específicas de cada pessoa atendida (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
Homem que matou ex-esposa com 72 facadas em 1989 no Paraná é preso no Paraguai
Fonte: https://g1.globo.com/pr/oeste-sudoeste/noticia/2026/04/15/prisao-procurado-assassinatoesposa-parana-1989.ghtml
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social.
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico — infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva — o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem. Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam — elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
A desigualdade racial também se inscreve nos espaços onde o conhecimento é produzido. O estudo Fronteiras desiguais: um exame crítico da participação negra interseccionada com sexo na liderança científica brasileira revela um dado que vai além da representatividade: ele diz respeito à própria construção do saber.
Pessoas negras - especialmente mulheres negras — permanecem sub-representadas em posições de liderança na pesquisa científica. E isso não é apenas uma questão de presença, mas de perspectiva.
Quando determinados grupos ficam à margem, determinadas perguntas deixam de ser feitas. Certas experiências deixam de ser consideradas. E, pouco a pouco, o conhecimento produzido passa a refletir apenas uma parte da realidade — nunca o todo. Assim, a desigualdade não apenas limita trajetórias individuais. Ela também molda aquilo que o país escolhe, ou deixa de escolher, compreender sobre si mesmo.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam. E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo — e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social.
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico — infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva — o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem. Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam — elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
A desigualdade racial também se inscreve nos espaços onde o conhecimento é produzido. O estudo Fronteiras desiguais: um exame crítico da participação negra interseccionada com sexo na liderança científica brasileira revela um dado que vai além da representatividade: ele diz respeito à própria construção do saber.
Pessoas negras - especialmente mulheres negras — permanecem sub-representadas em posições de liderança na pesquisa científica. E isso não é apenas uma questão de presença, mas de perspectiva.
Quando determinados grupos ficam à margem, determinadas perguntas deixam de ser feitas. Certas experiências deixam de ser consideradas. E, pouco a pouco, o conhecimento produzido passa a refletir apenas uma parte da realidade — nunca o todo. Assim, a desigualdade não apenas limita trajetórias individuais. Ela também molda aquilo que o país escolhe, ou deixa de escolher, compreender sobre si mesmo.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam. E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo — e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social.
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico — infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva — o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem. Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam — elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
A desigualdade racial também se inscreve nos espaços onde o conhecimento é produzido. O estudo Fronteiras desiguais: um exame crítico da participação negra interseccionada com sexo na liderança científica brasileira revela um dado que vai além da representatividade: ele diz respeito à própria construção do saber.
Pessoas negras - especialmente mulheres negras — permanecem sub-representadas em posições de liderança na pesquisa científica. E isso não é apenas uma questão de presença, mas de perspectiva.
Quando determinados grupos ficam à margem, determinadas perguntas deixam de ser feitas. Certas experiências deixam de ser consideradas. E, pouco a pouco, o conhecimento produzido passa a refletir apenas uma parte da realidade — nunca o todo. Assim, a desigualdade não apenas limita trajetórias individuais. Ela também molda aquilo que o país escolhe, ou deixa de escolher, compreender sobre si mesmo.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam. E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo — e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).
( ) A conjunção e estabelece relação de coordenação conclusiva entre dois verbos de mesmo sujeito.
( ) O uso da vírgula antes de mas decorre da necessidade de separar o sujeito do predicado.
( ) A retirada do advérbio de modo silenciosamente não compromete a estrutura sintática da oração, mas altera seu efeito de sentido.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social.
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico — infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva — o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem. Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam — elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
A desigualdade racial também se inscreve nos espaços onde o conhecimento é produzido. O estudo Fronteiras desiguais: um exame crítico da participação negra interseccionada com sexo na liderança científica brasileira revela um dado que vai além da representatividade: ele diz respeito à própria construção do saber.
Pessoas negras - especialmente mulheres negras — permanecem sub-representadas em posições de liderança na pesquisa científica. E isso não é apenas uma questão de presença, mas de perspectiva.
Quando determinados grupos ficam à margem, determinadas perguntas deixam de ser feitas. Certas experiências deixam de ser consideradas. E, pouco a pouco, o conhecimento produzido passa a refletir apenas uma parte da realidade — nunca o todo. Assim, a desigualdade não apenas limita trajetórias individuais. Ela também molda aquilo que o país escolhe, ou deixa de escolher, compreender sobre si mesmo.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam. E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo — e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.br/portal/categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).
I. O texto apresenta estrutura descritiva, com predomínio de caracterizações estáticas da realidade social.
II. Os estudos mencionados desempenham função argumentativa ao fornecer evidências empíricas que corroboram e legitimam a tese central do texto.
III. O texto apresenta progressão em espiral, na medida em que retoma a tese sob diferentes ângulos ao longo do desenvolvimento.
Está CORRETO o que se afirma em
Com base na regência do verbo destacado, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a estrutura sintática do período composto apresentado, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a classificação morfológica das palavras presentes no trecho, assinale a alternativa CORRETA.
Indivíduos mais expostos a emulsificantes apresentaram maior risco de desenvolver diabetes tipo 2 e alguns tipos "de câncer".
Considerando a estrutura morfológica do segmento destacado, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a justificativa gramatical para o emprego do sinal indicativo de crase no trecho destacado, assinale a alternativa CORRETA.
Considerando a classificação da oração destacada no período, assinale a alternativa CORRETA.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Energias renováveis no contexto do
desenvolvimento de cidades sustentáveis
Atualmente, 61% da
população brasileira (lBGE, 2023) e 56% da mundial residem em áreas urbanas,
com previsão de aumento para 68% até 2050 (Un-Habitat, 2023). Nesse contexto,
as cidades tornam-se centrais no debate sobre o desenvolvimento sustentável,
envolvendo dimensões econômicas, sociais e ambientais.
A preocupação com o
desenvolvimento de cidades sustentáveis tem sido central nas discussões e
práticas gerenciais, especialmente nas políticas públicas. Gestores enfrentam
desafios complexos para promover a sustentabilidade urbana, sendo necessários
novos arranjos institucionais, políticos, tecnológicos e econômicos para
atender ao paradigma da sustentabilidade.
Uma cidade sustentável
possui um caráter utópico e multifacetado. É utópico, pois exige mudanças
profundas de comportamento na sociedade, exigindo grande esforço sem garantias
de resultado. É multifacetado, pois diferentes campos de conhecimento têm entendimentos
distintos sobre uma cidade sustentável.
Uma cidade sustentável
deve oferecer qualidade de vida aos seus habitantes, atendendo necessidades
tecnológicas, culturais, políticas e ambientais, sem comprometer o
desenvolvimento econômico no longo prazo. Assim, esse pode ser visto como um
processo contínuo, retroalimentado por seus habitantes, que integra objetivos
sociais, ambientais e econômicos da cidade.
A concepção de cidades
sustentáveis enfrenta diversos desafios. O primeiro é a conciliação entre a lógica
sustentável e o processo de urbanização. Embora a urbanização possa promover o
desenvolvimento sustentável por meio do crescimento econômico, melhorar a
moradia, o meio ambiente e diminuir a condição de pobreza, também pode
restringi-lo ao fomentar o consumo excessivo e gerar um distanciamento
socioecológico.
Nos países emergentes
do Sul Global, os desafios das cidades englobam a inclusão, especialmente de
grupos minoritários, além de questões básicas como moradia digna,
criminalidade, crescimento desordenado e transporte. Esse cenário contrasta com
as cidades do Norte Global, que se concentram mais nas questões ambientais.
Outro aspecto
conflituoso nessa discussão são as divergências entre as formulações teóricas e
a proposta de práticas de intervenção, tendo como dilema o compromisso dos
gestores públicos na formulação e implementação de políticas públicas adequadas
para a condução da sustentabilidade nas cidades, considerando o seu contexto.
Com o intuito de
elencar, de maneira ampla, algumas diretrizes para o desenvolvimento de cidades
sustentáveis, teóricos propuseram princípios para a cidade sustentável que
podem ser observados no planejamento e na gestão urbana, sem perder de vista o
apelo ao desenvolvimento sustentável: educação sustentável, energias
renováveis, eficiência energética, construções sustentáveis, transportes
sustentáveis, desperdício de alimentos, acomodação do crescimento populacional,
segurança da água, gestão dos recursos naturais e meio ambiente.
Os princípios indicados reforçam a multiplicidade de frentes para estabelecer uma cidade sustentável, evidenciando a inter-relação entre as dimensões tecnológicas e sociais, muitas vezes mediada pela gestão pública. Assim, o planejamento urbano assume um papel fundamental na delimitação e implementação de políticas e práticas voltadas à sustentabilidade, conciliando tecnologia e cenário social.
Adaptado de: BENVINDO, J. dos S. et.
al. Energias renováveis no contexto do desenvolvimento de cidades
sustentáveis: Uma análise do Plano Fortaleza 2040. Cad. Gest. Pública
Cid., São Paulo, v.31, n.2, 2026.
Considere a frase abaixo, extraída do texto, e analise as assertivas que a sucedem, à luz de aspectos fonológicos, morfológicos e sintáticos da Língua Portuguesa:
Gestores enfrentam desafios complexos para promover a sustentabilidade urbana, ...
I. promover pertence à terceira conjugação, uma vez que se relaciona semanticamente ao sujeito Gestores.
II. Em complexos, a letra x representa a sequência fonêmica /ks/, correspondendo a dois fonemas consonantais.
III. O vocábulo urbana cumpre função adjetiva, por atribuir característica ao substantivo sustentabilidade..
Está CORRETO o que se afirma em
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Energias renováveis no contexto do
desenvolvimento de cidades sustentáveis
Atualmente, 61% da
população brasileira (lBGE, 2023) e 56% da mundial residem em áreas urbanas,
com previsão de aumento para 68% até 2050 (Un-Habitat, 2023). Nesse contexto,
as cidades tornam-se centrais no debate sobre o desenvolvimento sustentável,
envolvendo dimensões econômicas, sociais e ambientais.
A preocupação com o
desenvolvimento de cidades sustentáveis tem sido central nas discussões e
práticas gerenciais, especialmente nas políticas públicas. Gestores enfrentam
desafios complexos para promover a sustentabilidade urbana, sendo necessários
novos arranjos institucionais, políticos, tecnológicos e econômicos para
atender ao paradigma da sustentabilidade.
Uma cidade sustentável
possui um caráter utópico e multifacetado. É utópico, pois exige mudanças
profundas de comportamento na sociedade, exigindo grande esforço sem garantias
de resultado. É multifacetado, pois diferentes campos de conhecimento têm entendimentos
distintos sobre uma cidade sustentável.
Uma cidade sustentável
deve oferecer qualidade de vida aos seus habitantes, atendendo necessidades
tecnológicas, culturais, políticas e ambientais, sem comprometer o
desenvolvimento econômico no longo prazo. Assim, esse pode ser visto como um
processo contínuo, retroalimentado por seus habitantes, que integra objetivos
sociais, ambientais e econômicos da cidade.
A concepção de cidades
sustentáveis enfrenta diversos desafios. O primeiro é a conciliação entre a lógica
sustentável e o processo de urbanização. Embora a urbanização possa promover o
desenvolvimento sustentável por meio do crescimento econômico, melhorar a
moradia, o meio ambiente e diminuir a condição de pobreza, também pode
restringi-lo ao fomentar o consumo excessivo e gerar um distanciamento
socioecológico.
Nos países emergentes
do Sul Global, os desafios das cidades englobam a inclusão, especialmente de
grupos minoritários, além de questões básicas como moradia digna,
criminalidade, crescimento desordenado e transporte. Esse cenário contrasta com
as cidades do Norte Global, que se concentram mais nas questões ambientais.
Outro aspecto
conflituoso nessa discussão são as divergências entre as formulações teóricas e
a proposta de práticas de intervenção, tendo como dilema o compromisso dos
gestores públicos na formulação e implementação de políticas públicas adequadas
para a condução da sustentabilidade nas cidades, considerando o seu contexto.
Com o intuito de
elencar, de maneira ampla, algumas diretrizes para o desenvolvimento de cidades
sustentáveis, teóricos propuseram princípios para a cidade sustentável que
podem ser observados no planejamento e na gestão urbana, sem perder de vista o
apelo ao desenvolvimento sustentável: educação sustentável, energias
renováveis, eficiência energética, construções sustentáveis, transportes
sustentáveis, desperdício de alimentos, acomodação do crescimento populacional,
segurança da água, gestão dos recursos naturais e meio ambiente.
Os princípios indicados reforçam a multiplicidade de frentes para estabelecer uma cidade sustentável, evidenciando a inter-relação entre as dimensões tecnológicas e sociais, muitas vezes mediada pela gestão pública. Assim, o planejamento urbano assume um papel fundamental na delimitação e implementação de políticas e práticas voltadas à sustentabilidade, conciliando tecnologia e cenário social.
Adaptado de: BENVINDO, J. dos S. et.
al. Energias renováveis no contexto do desenvolvimento de cidades
sustentáveis: Uma análise do Plano Fortaleza 2040. Cad. Gest. Pública
Cid., São Paulo, v.31, n.2, 2026.