Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3902963 Português
No trecho “Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação”, o sujeito da oração é:  
Alternativas
Q3902924 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta concordância, tanto verbal quanto nominal: 
Alternativas
Q3902923 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:
“Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.”
Caso a forma de tratamento utilizada, “senhor”, fosse substituída pelo pronome de tratamento “Vossa Excelência”, a correta redação do período seria: 
Alternativas
Q3902921 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
Dado o excerto:

“O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão (...).”

O termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q3902920 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Leia o fragmento:

“Dr. Einstein, sei quem o senhor é.”

O termo em destaque exerce a função sintática de:
Alternativas
Q3902532 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação sintática dos termos em destaque.
Alternativas
Q3902530 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
No texto II, o verbo “ecoar” é repetido em relação a mulheres diferentes – bisavó, avó, mãe e o próprio eu lírico. Seu emprego no texto gera um efeito de sentido específico em relação às vozes das mulheres retratadas. Assinale a alternativa que apresenta a correta correspondência entre a ocorrência do verbo “ecoar” e sua transitividade no contexto.
Alternativas
Q3902526 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Com base no trecho “Tudo começou quando a gente conversava / Naquela esquina ali / De frente àquela praça / Veio os homens / E nos pararam” (linhas 01-05), analise a assertivas a seguir.

I. O termo “Tudo” tem a função de sujeito da primeira oração e faz referência à história de vida – da infância à idade adulta – das pessoas que são mencionadas no texto.
II. O termo “a gente” tem a função de sujeito da segunda oração e refere-se a um grupo de pessoas negras que vivenciaram a situação descrita no texto.
III. Os termos “Naquela esquina ali” e “De frente àquela praça” são adjuntos adverbiais de lugar e desempenham a função de situar o leitor em relação ao tempo dos fatos narrados.
IV. O termo “os homens” desempenha a função de objeto direto do verbo “vir”, cujo sujeito é oculto, o que é corroborado pela concordância no singular.
V. No trecho “Veio os homens”, há exemplo de concordância por silepse – ou de palavra para sentido – característica da oralidade.

Estão corretas as assertivas
Alternativas
Q3902408 Português
TEXTO II

O amor acaba


    


CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba. In: CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba: crônicas líricas e existenciais. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
Assinale a alternativa que apresenta a correta correspondência entre os termos destacados e sua classificação. 
Alternativas
Q3902405 Português
TEXTO II

O amor acaba


    


CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba. In: CAMPOS, Paulo Mendes. O amor acaba: crônicas líricas e existenciais. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre o termo destacado e a expressão referencial correspondente a ele.
Alternativas
Q3902402 Português
TEXTO I


Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União

Em 2025, a lei de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos, com avanços em educação, acessibilidade e trabalho. O TCU contribui na fiscalização e implementação.




ROST, Maria Augusta. Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União. Migalhas. 28 fev. 2025. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/425505/lei-de-inclusao-apcd-completa-10-anos-avancos-desafios-e-o-tcu. Acesso em: 25 mar. 2025.
Analise, nos trechos a seguir, a correta correspondência entre os termos em destaque e a relação de sentido estabelecida por eles.

I. A LBI trouxe avanços significativos em áreas como educação [...]. (Linha 05-06) – Causalidade
II. No campo da mobilidade urbana, a lei impulsionou melhorias significativas na acessibilidade de espaços públicos e no transporte coletivo, embora ainda existam lacunas a serem superadas. (Linhas 25-28) – Concessão
III. O TCU também promove iniciativas voltadas à conscientização e ao fortalecimento das políticas públicas [...]. (Linhas 33-35) – Adição

Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3902401 Português
TEXTO I


Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União

Em 2025, a lei de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos, com avanços em educação, acessibilidade e trabalho. O TCU contribui na fiscalização e implementação.




ROST, Maria Augusta. Lei brasileira de inclusão da pessoa com deficiência completa 10 anos: avanços, desafios e o papel do Tribunal de Contas da União. Migalhas. 28 fev. 2025. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/depeso/425505/lei-de-inclusao-apcd-completa-10-anos-avancos-desafios-e-o-tcu. Acesso em: 25 mar. 2025.
No trecho: “Na área de educação, a LBI reforçou o direito fundamental ao ensino inclusivo, buscou assegurar que crianças e jovens com deficiência possam estudar em escolas regulares [...]” (linhas 21-24), o termo destacado classifica-se como
Alternativas
Q3899371 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O trecho destacado em “A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos” representa uma oração designada corretamente na alternativa: 
Alternativas
Q3899370 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “lhes”, junto ao verbo “atribuir” é classificado, sintaticamente, como:
Alternativas
Q3899369 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
De acordo com a análise sintática de termos integrantes da oração, o trecho “localizada no centro da Turquia”, vinculado ao termo anterior, é denominado como:
Alternativas
Q3899364 Português
     
         A região da Capadócia, localizada no centro da Turquia, apresenta formações geológicas singulares originadas há milhões de anos, através de atividade vulcânica e processos erosivos. Ao observar os vales e as “chaminés de fada”, os geólogos podem identificar depósitos de cinzas vulcânicas.
 
      Estudos científicos registram alterações na cobertura do solo, na vegetação e nos processos erosivos, atribuindo-lhes relevância para compreender os impactos ambientais. Esses registros permitem avaliar a resiliência do ecossistema; ao que tudo indica, havia adaptações naturais que possibilitavam à flora e fauna manterem-se em equilíbrio nas regiões de solo vulcânico e clima semiárido, demonstrando a capacidade de sobrevivência do ambiente frente a perturbações externas.

      Além disso, a análise da morfologia do terreno e da distribuição das formações rochosas permite observar padrões de erosão e sedimentação, o que contribui para estudos topográficos e geológicos detalhados. A Capadócia, assim, representa um modelo de estudo integrativo, no qual geologia, ecologia e processos naturais se entrelaçam, oferecendo informações valiosas para pesquisas científicas e à preservação da região.
O termo “se” junto ao verbo “manter” agrega qual voz ao trecho?
Alternativas
Q3897553 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Na frase: "Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria", a oração 'que sua gestão é séria' tem a função de:
Alternativas
Q3897552 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
A expressão 'guardiões destes processos', do quarto parágrafo, indica que os responsáveis pelo controle interno estão inseridos em que tipo de regência?
Alternativas
Q3897470 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No excerto "...catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos", o termo "que" desempenha a função sintática de:
Alternativas
Q3897467 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Em "Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta", a função coesiva de "porém” corresponde a:
Alternativas
Respostas
7081: B
7082: D
7083: B
7084: B
7085: A
7086: C
7087: A
7088: C
7089: A
7090: C
7091: A
7092: B
7093: B
7094: C
7095: D
7096: D
7097: D
7098: B
7099: B
7100: B