Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4159345 Português
Leia as afirmações a seguir, acerca dos pronomes de tratamento:

I – Apesar de indicarem nosso interlocutor, ou seja, a segunda pessoa do discurso, após os pronomes de tratamento utilizamos o verbo na terceira pessoa gramatical.
II – Os pronomes de tratamento que possuem “Vossa (s)”, como Vossa Excelência, são empregados em relação à pessoa com quem falamos, ou seja, a terceira pessoa do discurso.
III – A sentença “Quando você vier, eu abraçar-te-ei fortemente!” está gramaticalmente correta.

É(são) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q4159344 Português
Leia as afirmações a seguir, acerca dos tipos de sujeito:

I – Não há na língua portuguesa orações sem sujeito. II – O sujeito determinado pode ser classificado como simples, composto ou implícito. III – Um exemplo de sujeito indeterminado é o presente na sentença “Procuraram você por toda a tarde!”. 

É(são) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q4159342 Português
Poema da necessidade

É preciso casar João,
é preciso suportar Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.

É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.

É preciso estudar volapuque1,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam velhos autores.

É preciso viver com os homens
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas
e anunciar O FIM DO MUNDO

1 Volapuque: língua auxiliar de comunicação internacional criada em 1879 pelo alemão Johann M. Schleyer.
A oração em destaque, no verso “é preciso suportar Antônio” é um exemplo de:
Alternativas
Q4159190 Português
Em: “Embora não merecesse, recebi dez elogios”, a oração em destaque é: 
Alternativas
Q4159188 Português
Acerca das vozes verbais, é possível afirmar que 
Alternativas
Q4159187 Português
Indique em qual frase o uso da vírgula está incorreto: 
Alternativas
Q4159183 Português

Leia atentamente a canção Partido Clementina de Jesus, interpretada por Clara Nunes, para responder a questão


Partido Clementina de Jesus


Não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar
Não, não vadeia, Clementina
Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...
Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Energia nuclear
O homem subiu a Lua
É o que se ouve falar
Mas a fome continua


É o progresso, tia Clementina
Trouxe tanta

Um litro de gasolina

Por cem gramas de feijão


Não, não vadeia, Clementina

Foi, fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Cadê o cantar dos passarinhos

Ar puro não encontro mais, não

É o preço do progresso

Paga com a poluição

O homem é civilizado

A sociedade é que faz sua imagem

Mas tem muito diplomado

Que é pior do que selvagem


Não vadeia, Clementina

Foi, fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar, eu vou...

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


Não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar

Não, não vadeia, Clementina

Fui feita pra vadiar, eu vou...


Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar (eu vou também)

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar


eu também vou

Vou vadiar, vou vadiar, vou vadiar

Leia atentamente as afirmações a seguir:


I – Segundo a canção, a imagem das pessoas instruídas e civilizadas é construída pela sociedade.
II – Pode-se afirmar que existe um diálogo na canção, em razão do aposto “Clementina”, presente no verso “Não vadeia, Clementina” e da resposta “Fui feita pra vadiar”.
III – Trocando o numeral “cem” pelo numeral “cento e dois”, na estrofe “Por cem gramas de feijão”, a concordância nominal ficaria: “Por cento e duas gramas de feijão”.


É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):

Alternativas
Q4159006 Português
SÃO FRANCISCO

Lá vai São Francisco pelo caminho,
de pé descalço,
tão pobrezinho.
Dormindo à noite junto ao moinho,
bebendo água do ribeirinho.
Lá vai São Francisco de pé no chão,
levando nada no seu surrão.
Dizendo ao vento: Bom dia amigo!
Dizendo ao fogo: Saúde irmão.
Lá vem São Francisco pelo caminho,
levando ao colo Jesus Cristinho,
fazendo festa no menininho,
contando histórias pros passarinhos.
Lá vai São Francisco pelo caminho...

Título original "São Francisco" de Vinícius de Morais e Paulo Soledade Versão cantada por Ney Matogrosso 
Dentre as frases abaixo, a única correta é:
Alternativas
Q4158775 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
No fragmento: "Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo", as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de:
Alternativas
Q4158773 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Na frase: " O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança...", percebe-se que o acento indicativo de crase justifica-se:
Alternativas
Q4158772 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
A forma verbal RESISTIU, presente no trecho "...nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia" é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo: 
Alternativas
Q4158737 Português
O vocativo é uma invocação ao destinatário. O vocativo a ser empregado em comunicação dirigida ao Presidente do Congresso Nacional é:
Alternativas
Q4158729 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
A forma verbal RESISTIU, presente no trecho "...nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia" é classificada, no contexto em que foi empregada, quanto à sua transitividade (Regência Verbal) como sendo:
Alternativas
Q4158728 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Na frase: " O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança...", percebe-se que o acento indicativo de crase justifica-se:
Alternativas
Q4158727 Português
Bonitas mesmo

Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.

Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.

(...)

Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.

(...)

O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.


Martha Medeiros. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
No fragmento: "Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo", as orações relacionam-se sintaticamente através do processo de: 
Alternativas
Q4158695 Português
O pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor. Oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rubem Braga. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Sobre a concordância do verbo haver em "Não há pigmentos" é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4158694 Português
O pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor. Oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rubem Braga. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
No trecho: "Eu considerei QUE este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos" a palavra QUE, no contexto em que foi empregada, é:
Alternativas
Q4158692 Português
O pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor. Oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rubem Braga. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Os termos da oração são palavras ou grupo de palavras que exercem alguma função sintática dentro da oração.
O termo da oração destacado em "O pavão é um arco-íris DE PLUMAS ", é classificado como:
Alternativas
Q4158688 Português
O pavão

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d'água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor. Oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

Rubem Braga. https://www.culturagenial.com/cronicas-curtas-com-interpretacao/
Na frase: "Mas andei lendo livros; e descobri QUE AQUELAS CORES TODAS NÃO EXISTEM NA PENA DO PAVÃO" a oração "QUE AQUELAS CORES TODAS NÃO EXISTEM NA PENA DO PAVÃO", exerce a função de:
Alternativas
Respostas
26541: A
26542: B
26543: D
26544: D
26545: A
26546: C
26547: A
26548: C
26549: C
26550: C
26551: D
26552: A
26553: D
26554: C
26555: C
26556: D
26557: A
26558: C
26559: B
26560: D