Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Leia o texto para responder a questão.
'Papo reto': como torcida organizada feroz transformou PSG em um inferno para jogadores
Torcedores pressionando, xingando jogadores e fazendo protestos não são uma exclusividade do futebol brasileiro. Um dos clubes mais ricos do mundo, o Paris Saint-Germain também sofre com o furor das organizadas.
Não é de hoje que a torcida do PSG é conhecida por seu comportamento, mas nos últimos anos, a ira dos ultras franceses ganhou destaque. Com o maior investimento e a chegada de grandes craques, cresceu também as cobranças das arquibancadas por títulos.
E a Collectif Ultras Paris não querem mais saber de títulos nacionais, conquistados aos montes desde a chegada dos milhões de euros vindos do Catar. Os torcedores do clube têm uma única exigência: o troféu da Champions League.
A cada eliminação no torneio europeu, os ultras do PSG se acostumaram a protestar. Mais recentemente, após a queda na temporada 2017/2018 para o Real Madrid, nas oitavas de final, divulgaram carta pedindo “atenção e respeito pela instituição”. “Insistimos que nossa paciência tem limite”, apontaram na época.
No ano seguinte, nova queda inesperada, desta vez para o Manchester United em uma histórica virada, e outro protesto. “Sem orgulho”, “mercenários” e “desonrados” foram alguns dos adjetivos usados para definir o elenco do PSG.
Até visita ao CT para conversar com os jogadores, protesto que se tornou tão comum no Brasil, já aconteceu no PSG recentemente.
Um dos alvos preferidos da organizada é Neymar. As atitudes do brasileiro dentro e fora de campo já irritaram a torcida em diversas oportunidades. Como ele ainda não conseguiu ajudar o clube a faturar a Champions, a pressão continua.
No fim do ano passado, após Neymar manifestar publicamente seu desejo de voltar para o Barcelona, a Collectif Ultras Paris se manifestou diretamente sobre o brasileiro.
“Condenamos o fato de ele desrespeitar nosso clube várias vezes e até humilhá-lo em alguns momentos”, chegou a manifestar. Na mesma época, o atacante teve sua saída pedida pela torcida, foi vaiado e viu uma faixa bastante ofensiva nas arquibancadas: “Neymar Sr, venda seu filho na Vila Mimosa!”, apontava, em referência a uma famosa zona de prostituição no Rio de Janeiro.
Leia o texto para responder a questão.
'Papo reto': como torcida organizada feroz transformou PSG em um inferno para jogadores
Torcedores pressionando, xingando jogadores e fazendo protestos não são uma exclusividade do futebol brasileiro. Um dos clubes mais ricos do mundo, o Paris Saint-Germain também sofre com o furor das organizadas.
Não é de hoje que a torcida do PSG é conhecida por seu comportamento, mas nos últimos anos, a ira dos ultras franceses ganhou destaque. Com o maior investimento e a chegada de grandes craques, cresceu também as cobranças das arquibancadas por títulos.
E a Collectif Ultras Paris não querem mais saber de títulos nacionais, conquistados aos montes desde a chegada dos milhões de euros vindos do Catar. Os torcedores do clube têm uma única exigência: o troféu da Champions League.
A cada eliminação no torneio europeu, os ultras do PSG se acostumaram a protestar. Mais recentemente, após a queda na temporada 2017/2018 para o Real Madrid, nas oitavas de final, divulgaram carta pedindo “atenção e respeito pela instituição”. “Insistimos que nossa paciência tem limite”, apontaram na época.
No ano seguinte, nova queda inesperada, desta vez para o Manchester United em uma histórica virada, e outro protesto. “Sem orgulho”, “mercenários” e “desonrados” foram alguns dos adjetivos usados para definir o elenco do PSG.
Até visita ao CT para conversar com os jogadores, protesto que se tornou tão comum no Brasil, já aconteceu no PSG recentemente.
Um dos alvos preferidos da organizada é Neymar. As atitudes do brasileiro dentro e fora de campo já irritaram a torcida em diversas oportunidades. Como ele ainda não conseguiu ajudar o clube a faturar a Champions, a pressão continua.
No fim do ano passado, após Neymar manifestar publicamente seu desejo de voltar para o Barcelona, a Collectif Ultras Paris se manifestou diretamente sobre o brasileiro.
“Condenamos o fato de ele desrespeitar nosso clube várias vezes e até humilhá-lo em alguns momentos”, chegou a manifestar. Na mesma época, o atacante teve sua saída pedida pela torcida, foi vaiado e viu uma faixa bastante ofensiva nas arquibancadas: “Neymar Sr, venda seu filho na Vila Mimosa!”, apontava, em referência a uma famosa zona de prostituição no Rio de Janeiro.
Texto CB1A1-II
Historicamente, o meio ambiente tem sido tratado pela economia apenas como a fonte de recursos e o local de destino dos rejeitos do sistema econômico. Uma vez que não é preciso que todo ser humano aja sobre o meio ambiente para obter os materiais de que necessita, seu uso e seu consumo se fizeram de forma despreocupada ao longo do tempo. No final do século XVIII, a preocupação com a escassez começou a tomar forma com os estudos de Malthus, o qual avaliou que, com a limitação da quantidade de terra disponível para o plantio e com o contínuo crescimento populacional, a disponibilidade de alimentos seria restrita, vindo eventualmente a esgotar-se.
Com o acúmulo histórico da degradação das fontes ambientais de recursos, compreendeu-se que a escassez não era apenas um exercício teórico. Ela estava transformando-se em realidade, e a preocupação com o valor do meio ambiente foi lentamente inserida na teoria econômica.
Assim, nos anos mais recentes, problemas como a redução da disponibilidade natural de recursos e a poluição passaram a gerar custos que começaram a indicar que os recursos e serviços ambientais, embora de livre acesso, não são, de forma alguma, gratuitos, impondo gastos para sua reposição ou pela sua degradação.
José Julio Ferraz de Campos Jr. Introdução à economia ambiental,
economia ecológica e valoração econômica. Edição do Kindle (com adaptações).
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
No segundo período do primeiro parágrafo, a expressão
“Uma vez que” exprime circunstância de causa e poderia ser
corretamente substituída por Como, sem alteração do sentido
original do texto.
Texto CB1A1-I
Em meados dos anos 80 do século passado, Haroldo de Campos tentava definir o sentimento geral de uma época marcada pela descrença no projeto estético e ideológico proposto pelo Modernismo. De acordo com o termo criado por ele, estaríamos vivendo um tempo pós-utópico.
A designação me parece mais precisa que pós-moderno por dois motivos. Primeiro, porque evita certas ambiguidades — por exemplo, supor que se trata de um período cujo objetivo é encerrar definitivamente a modernidade, o “pós” sugerindo a ruptura radical, e não uma redefinição de caminhos. Depois, porque aponta para a diferença principal entre o imaginário estampado na produção estética ― não só a literária ― da primeira metade do século (e um pouco além) e aquele que temos vivenciado desde, pelo menos, o final dos anos 60 do século passado.
Tanto a geração de 20 quanto a de 30 eram guiadas por um projeto definido, ousado. Havia uma luta, havia algo a ser combatido: o gosto aristocrático, a mesmice burguesa, para os modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; o atraso político, a opressão, as desigualdades sociais, no caso da geração seguinte. Por mais que existam diferenças entre esses dois momentos do Modernismo, há, em ambos, algo de missionário.
No balanço do movimento modernista feito por Oswald e, sobretudo, Mário de Andrade, destacam-se, como crítica, o caráter superficial do movimento, sua “festividade”, seu descompromisso com questões estruturais mais “sérias”, o não enfrentamento das mazelas sociais, econômicas e políticas que mereceriam atenção prioritária. Mesmo reconhecendo as inestimáveis contribuições do movimento no sentido de ser um preparador das mudanças sociopolíticas posteriores, Mário condena certa ignorância dos modernistas acerca das verdadeiras condições culturais (em sentido lato) do país.
Flávio Carneiro. No país do presente: ficção brasileira do início do século XXI. Rocco Digital. Edição do Kindle (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue.
Sem alteração do sentido original do texto, o vocábulo
“sobretudo” (quarto parágrafo) poderia ser substituído por
especialmente.
Texto CB1A1-I
Em meados dos anos 80 do século passado, Haroldo de Campos tentava definir o sentimento geral de uma época marcada pela descrença no projeto estético e ideológico proposto pelo Modernismo. De acordo com o termo criado por ele, estaríamos vivendo um tempo pós-utópico.
A designação me parece mais precisa que pós-moderno por dois motivos. Primeiro, porque evita certas ambiguidades — por exemplo, supor que se trata de um período cujo objetivo é encerrar definitivamente a modernidade, o “pós” sugerindo a ruptura radical, e não uma redefinição de caminhos. Depois, porque aponta para a diferença principal entre o imaginário estampado na produção estética ― não só a literária ― da primeira metade do século (e um pouco além) e aquele que temos vivenciado desde, pelo menos, o final dos anos 60 do século passado.
Tanto a geração de 20 quanto a de 30 eram guiadas por um projeto definido, ousado. Havia uma luta, havia algo a ser combatido: o gosto aristocrático, a mesmice burguesa, para os modernistas da Semana de Arte Moderna de 1922; o atraso político, a opressão, as desigualdades sociais, no caso da geração seguinte. Por mais que existam diferenças entre esses dois momentos do Modernismo, há, em ambos, algo de missionário.
No balanço do movimento modernista feito por Oswald e, sobretudo, Mário de Andrade, destacam-se, como crítica, o caráter superficial do movimento, sua “festividade”, seu descompromisso com questões estruturais mais “sérias”, o não enfrentamento das mazelas sociais, econômicas e políticas que mereceriam atenção prioritária. Mesmo reconhecendo as inestimáveis contribuições do movimento no sentido de ser um preparador das mudanças sociopolíticas posteriores, Mário condena certa ignorância dos modernistas acerca das verdadeiras condições culturais (em sentido lato) do país.
Flávio Carneiro. No país do presente: ficção brasileira do início do século XXI. Rocco Digital. Edição do Kindle (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue.
Sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical do
texto, o trecho “no projeto estético e ideológico proposto
pelo Modernismo” (primeiro parágrafo) poderia ser
deslocado para imediatamente após o verbo “definir”, desde
que o trecho fosse isolado por vírgulas.
O texto a seguir é referência para a questão.
A sociedade de consumo tem por base a premissa de satisfazer os desejos humanos de uma forma que nenhuma sociedade do passado pôde realizar ou sonhar. A promessa de satisfação, no entanto, só permanecerá sedutora enquanto o desejo continuar irrealizado; o que é mais importante, enquanto __________ uma suspeita de que o desejo não foi plena e totalmente satisfeito. Estabelecer alvos fáceis, garantir a facilidade de acesso a bens adequados aos alvos, assim como a crença na existência de limites objetivos aos desejos “legítimos” e “realistas” – isso seria como a morte anunciada da sociedade de consumo, da indústria de consumo e dos mercados de consumo. A não satisfação dos desejos e a crença firme e eterna de que cada ato visando a __________ deixa muito a desejar e pode ser aperfeiçoado são os volantes da economia que tem por alvo o consumidor.
A sociedade de consumo consegue tornar permanente a insatisfação. Uma forma de causar esse efeito é depreciar e desvalorizar os produtos de consumo logo depois de terem sido alçados ao universo dos desejos do consumidor. Uma outra forma, ainda mais eficaz, no entanto, se esconde da ribalta: o método de satisfazer toda necessidade/desejo/vontade de uma forma que não pode deixar de provocar novas necessidades/desejos/vontades. O que começa como necessidade deve terminar como compulsão ou vício. E é isso que ocorre, já que o impulso de buscar nas lojas, e só nelas, soluções para os problemas e alívio para as dores e a ansiedade é apenas um aspecto do comportamento que não apenas recebe a permissão de se condensar num hábito, mas é avidamente estimulado a fazê-lo. [...]
Para que a busca de realização possa continuar e novas promessas possam __________ atraentes e cativantes, as promessas já feitas precisam ser quebradas, e as esperanças de realizá-las, frustradas. Um mar de hipocrisia se estendendo das crenças populares às realidades da vida dos consumidores é condição sine qua non para que uma sociedade de consumidores funcione apropriadamente. Toda promessa deve ser enganosa, ou pelo menos exagerada, para que a busca continue. Sem a repetida frustração dos desejos, a demanda pelo consumo se esvaziaria rapidamente, e a economia voltada para o consumidor perderia o gás. É o excesso da soma total de promessas que neutraliza a frustração provocada pelo excesso de cada uma delas, impedindo que a acumulação de experiências frustrantes solape a confiança na eficácia final dessa busca.
Por essa razão, o consumismo é uma economia do logro, do excesso e do lixo; logro, excesso e lixo não sinalizam seu mau funcionamento, mas constituem uma garantia de saúde e o único regime sob o qual uma sociedade de consumidores pode assegurar sua sobrevivência. A pilha de expectativas malogradas tem um paralelo nas crescentes montanhas de ofertas descartadas das quais se esperava (pois prometiam) que __________ os desejos dos consumidores. A taxa de mortalidade das expectativas é elevada, e, numa sociedade de consumo funcionando adequadamente, espera-se que cresça continuamente. A expectativa de vida das esperanças é minúscula, e só uma taxa de fecundidade extraordinariamente elevada pode salvá-Ias da diluição e da extinção. Para que as expectativas se mantenham vivas e novas esperanças preencham o vazio deixado por aquelas já desacreditadas e descartadas, o caminho da loja à lata de lixo deve ser curto, e a passagem, rápida.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. p. 106-108.
Adaptado.)
O texto a seguir é referência para a questão.
A sociedade de consumo tem por base a premissa de satisfazer os desejos humanos de uma forma que nenhuma sociedade do passado pôde realizar ou sonhar. A promessa de satisfação, no entanto, só permanecerá sedutora enquanto o desejo continuar irrealizado; o que é mais importante, enquanto __________ uma suspeita de que o desejo não foi plena e totalmente satisfeito. Estabelecer alvos fáceis, garantir a facilidade de acesso a bens adequados aos alvos, assim como a crença na existência de limites objetivos aos desejos “legítimos” e “realistas” – isso seria como a morte anunciada da sociedade de consumo, da indústria de consumo e dos mercados de consumo. A não satisfação dos desejos e a crença firme e eterna de que cada ato visando a __________ deixa muito a desejar e pode ser aperfeiçoado são os volantes da economia que tem por alvo o consumidor.
A sociedade de consumo consegue tornar permanente a insatisfação. Uma forma de causar esse efeito é depreciar e desvalorizar os produtos de consumo logo depois de terem sido alçados ao universo dos desejos do consumidor. Uma outra forma, ainda mais eficaz, no entanto, se esconde da ribalta: o método de satisfazer toda necessidade/desejo/vontade de uma forma que não pode deixar de provocar novas necessidades/desejos/vontades. O que começa como necessidade deve terminar como compulsão ou vício. E é isso que ocorre, já que o impulso de buscar nas lojas, e só nelas, soluções para os problemas e alívio para as dores e a ansiedade é apenas um aspecto do comportamento que não apenas recebe a permissão de se condensar num hábito, mas é avidamente estimulado a fazê-lo. [...]
Para que a busca de realização possa continuar e novas promessas possam __________ atraentes e cativantes, as promessas já feitas precisam ser quebradas, e as esperanças de realizá-las, frustradas. Um mar de hipocrisia se estendendo das crenças populares às realidades da vida dos consumidores é condição sine qua non para que uma sociedade de consumidores funcione apropriadamente. Toda promessa deve ser enganosa, ou pelo menos exagerada, para que a busca continue. Sem a repetida frustração dos desejos, a demanda pelo consumo se esvaziaria rapidamente, e a economia voltada para o consumidor perderia o gás. É o excesso da soma total de promessas que neutraliza a frustração provocada pelo excesso de cada uma delas, impedindo que a acumulação de experiências frustrantes solape a confiança na eficácia final dessa busca.
Por essa razão, o consumismo é uma economia do logro, do excesso e do lixo; logro, excesso e lixo não sinalizam seu mau funcionamento, mas constituem uma garantia de saúde e o único regime sob o qual uma sociedade de consumidores pode assegurar sua sobrevivência. A pilha de expectativas malogradas tem um paralelo nas crescentes montanhas de ofertas descartadas das quais se esperava (pois prometiam) que __________ os desejos dos consumidores. A taxa de mortalidade das expectativas é elevada, e, numa sociedade de consumo funcionando adequadamente, espera-se que cresça continuamente. A expectativa de vida das esperanças é minúscula, e só uma taxa de fecundidade extraordinariamente elevada pode salvá-Ias da diluição e da extinção. Para que as expectativas se mantenham vivas e novas esperanças preencham o vazio deixado por aquelas já desacreditadas e descartadas, o caminho da loja à lata de lixo deve ser curto, e a passagem, rápida.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2007. p. 106-108.
Adaptado.)
Leia o texto para responder à questão.
O assalto
Leia o texto para responder à questão.
Ideologia mortal
Leia a tira para responder à questão.


Internet: <www.diariodosertao.com.br>.
Acerca dos quadrinhos como um todo, julga os itens a seguir.
I O sujeito que se pode retirar pelo contexto para o verbo “estar”, no primeiro quadrinho, é “o salário dos servidores”.
II A oração “Esse tá em dia” poderia ser reescrita como Esse está sem atraso.
III A palavra “meio” poderia ser substituída, sem prejuízo para uma correção ou o sentido original, por mediano.
Assinale uma alternativa correta.

IDOETA, P.A. 8 lições após um ano de ensino remoto na pandemia. Disponível em:<https://educacao.uol.com.br/ultimas/bbc/2021/04/24/8-licoes-apos-um-de-ensino-remoto-na-pandemia.htm>

IDOETA, P.A. 8 lições após um ano de ensino remoto na pandemia. Disponível em:<https://educacao.uol.com.br/ultimas/bbc/2021/04/24/8-licoes-apos-um-de-ensino-remoto-na-pandemia.htm>

IDOETA, P.A. 8 lições após um ano de ensino remoto na pandemia. Disponível em:<https://educacao.uol.com.br/ultimas/bbc/2021/04/24/8-licoes-apos-um-de-ensino-remoto-na-pandemia.htm>