Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3489638 Português
Sendo (C) para as assertivas corretas e (E) para as erradas, assinale a alternativa com a sequência certa considerando a observância das normas da língua portuguesa:
( ) Posso saber o motivo por que desistiu do concurso?
( ) Maria comprou a boneca que lhe convinha.
( ) João tinha vários planos, qual mais arrojado e difícil.
( ) Nunca tive um amigo que parecesse com aqueloutro que ficou em Goiás. 
Alternativas
Q3489637 Português
Marque a alternativa em que o verbo “haver” é empregado incorretamente: 
Alternativas
Q3489636 Português
Em quais assertivas a palavra “se” é empregada corretamente:
I - Se 3/5 dos deputados comparecerem, haverá quórum para votação.
II – Se aproximaram um do outro e ignoraram-se.
III – Calcula-se que menos da metade dos convidados estará presente.
IV – Se ofendiam e se xingavam reciprocamente.
V – Se se aplicasse corretamente o direito, não existiriam injustiças. 
Alternativas
Q3489635 Português
Assinale a alternativa em que haja erro de regência verbal.
Alternativas
Q3487068 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


REINAÇÕES DE NARIZINHO

(1º§) Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma senhora idoso de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: - "Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto!"

(2º§) Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas - Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou "Narizinho" como todos dizem.

(3º§) Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos. Ela é bonita, feliz, uma beleza de criança!

(4º§) Narizinho é dona de Emília, a boneca falante, e também tem um primo que mora na cidade, o Pedrinho que vem passar as férias no sítio da avó de ambos os primos. Ela é a protagonista das primeiras histórias da série do Sítio do Picapau Amarelo, papel que, ao longo das histórias, divide com Emília e Pedrinho, que, juntos, fazem grandes planos, travessuras e brincadeiras.

(5º§) Na casa ainda existem duas pessoas - tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso, Narizinho gosta muito dela; não almoça nem janta sem a ter ao lado, nem se deita sem primeiro acomodá-la numa redinha entre dois pés de cadeira.

(6º§) Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. Suas águas, muito apressadinhas e mexeriqueiras, correm por entre pedras negras de limo, que Lúcia chama "as tias Nastácias do rio". Todas as tardes, Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d'água, onde se senta na raiz dum velho ingazeiro para dar farelo de pão aos lambaris. (...)


(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 11ª edição. Brasiliense, 1962 São Paulo. p.3-4 - Trecho I) - (Adaptado)
Marque a frase com uma contração prepositiva imposta pela regência verbal. 
Alternativas
Q3487066 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


REINAÇÕES DE NARIZINHO

(1º§) Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma senhora idoso de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: - "Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto!"

(2º§) Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas - Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou "Narizinho" como todos dizem.

(3º§) Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos. Ela é bonita, feliz, uma beleza de criança!

(4º§) Narizinho é dona de Emília, a boneca falante, e também tem um primo que mora na cidade, o Pedrinho que vem passar as férias no sítio da avó de ambos os primos. Ela é a protagonista das primeiras histórias da série do Sítio do Picapau Amarelo, papel que, ao longo das histórias, divide com Emília e Pedrinho, que, juntos, fazem grandes planos, travessuras e brincadeiras.

(5º§) Na casa ainda existem duas pessoas - tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso, Narizinho gosta muito dela; não almoça nem janta sem a ter ao lado, nem se deita sem primeiro acomodá-la numa redinha entre dois pés de cadeira.

(6º§) Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. Suas águas, muito apressadinhas e mexeriqueiras, correm por entre pedras negras de limo, que Lúcia chama "as tias Nastácias do rio". Todas as tardes, Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d'água, onde se senta na raiz dum velho ingazeiro para dar farelo de pão aos lambaris. (...)


(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 11ª edição. Brasiliense, 1962 São Paulo. p.3-4 - Trecho I) - (Adaptado)
Marque a alternativa com frase que está com análise incorreta
Alternativas
Q3487063 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


REINAÇÕES DE NARIZINHO

(1º§) Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma senhora idoso de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: - "Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto!"

(2º§) Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas - Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou "Narizinho" como todos dizem.

(3º§) Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos. Ela é bonita, feliz, uma beleza de criança!

(4º§) Narizinho é dona de Emília, a boneca falante, e também tem um primo que mora na cidade, o Pedrinho que vem passar as férias no sítio da avó de ambos os primos. Ela é a protagonista das primeiras histórias da série do Sítio do Picapau Amarelo, papel que, ao longo das histórias, divide com Emília e Pedrinho, que, juntos, fazem grandes planos, travessuras e brincadeiras.

(5º§) Na casa ainda existem duas pessoas - tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso, Narizinho gosta muito dela; não almoça nem janta sem a ter ao lado, nem se deita sem primeiro acomodá-la numa redinha entre dois pés de cadeira.

(6º§) Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. Suas águas, muito apressadinhas e mexeriqueiras, correm por entre pedras negras de limo, que Lúcia chama "as tias Nastácias do rio". Todas as tardes, Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d'água, onde se senta na raiz dum velho ingazeiro para dar farelo de pão aos lambaris. (...)


(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 11ª edição. Brasiliense, 1962 São Paulo. p.3-4 - Trecho I) - (Adaptado)
Marque a alternativa com análise incorreta
Alternativas
Q3487060 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


REINAÇÕES DE NARIZINHO

(1º§) Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma senhora idoso de mais de sessenta anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue seu caminho pensando: - "Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto!"

(2º§) Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas - Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou "Narizinho" como todos dizem.

(3º§) Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos. Ela é bonita, feliz, uma beleza de criança!

(4º§) Narizinho é dona de Emília, a boneca falante, e também tem um primo que mora na cidade, o Pedrinho que vem passar as férias no sítio da avó de ambos os primos. Ela é a protagonista das primeiras histórias da série do Sítio do Picapau Amarelo, papel que, ao longo das histórias, divide com Emília e Pedrinho, que, juntos, fazem grandes planos, travessuras e brincadeiras.

(5º§) Na casa ainda existem duas pessoas - tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano bastante desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso, Narizinho gosta muito dela; não almoça nem janta sem a ter ao lado, nem se deita sem primeiro acomodá-la numa redinha entre dois pés de cadeira.

(6º§) Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. Suas águas, muito apressadinhas e mexeriqueiras, correm por entre pedras negras de limo, que Lúcia chama "as tias Nastácias do rio". Todas as tardes, Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d'água, onde se senta na raiz dum velho ingazeiro para dar farelo de pão aos lambaris. (...)


(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 11ª edição. Brasiliense, 1962 São Paulo. p.3-4 - Trecho I) - (Adaptado)
Marque a alternativa com o trecho que tem a oração escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) explícitos e dispostos na ordem direta. 
Alternativas
Q3483928 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Como ____ faltam estruturas educacionais e de treinamento, muitas instituições de ensino não estão aptas ____ oferecer uma educação de qualidade, havendo um incremento exponencial de “erro médico”, ____ prejuízos ____ sociedade tanto se fala.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3483923 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A expressão destacada expressa circunstância de lugar em:
Alternativas
Q3483922 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Considere as passagens do texto:

•  Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
•  “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro.” (2o parágrafo)
•  Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. (3o parágrafo)
•  91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. (3o parágrafo) Nas orações destacadas, as conjunções estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de: 
Alternativas
Q3483921 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
A colocação pronominal atende à norma-padrão em: 
Alternativas
Q3483920 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância verbal e de regência verbal.
Alternativas
Q3483175 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Cibersegurança segue sendo desafio planetário em 2023


Por Hamilton Nogueira


Os prejuízos causados por crimes cibernéticos devem chegar a US$ 8 trilhões ainda em 2023. Esse valor torna o cibercrime a terceira maior economia do mundo, depois dos Estados Unidos e da China. Os dados são da Cybersecurity Ventures, que mostram que tais delitos devem ter um crescimento de cerca de 15% até 2025.


O armazenamento e o processamento de dados baseados na nuvem são excelentes práticas, mas podem trazer ameaças à segurança das organizações. "Caso esse serviço não seja feito de forma apropriada e por profissionais com expertise e qualificação, existem grandes chances da sua empresa estar em perigo iminente. Violações de dados e acesso não autorizado a informações confidenciais são exemplos dos incidentes que podem ser causados pelo manuseio incorreto da tecnologia. Infelizmente esse risco é maior em regiões onde a adoção da nuvem ainda não é total, como é o caso do Brasil", afirma Sandro Zendron, CEO da Microservice, empresa de tecnologia especializada em soluções de segurança da informação.


O especialista afirma também que o trabalho remoto e híbrido, além do "anywhere office", devem continuar sendo causa de novos desafios de segurança. Os gestores das empresas devem continuar se preocupando com a proteção do acesso remoto a redes corporativas, proteção contra ataques cibernéticos baseados em trabalho remoto e a garantia da segurança de dispositivos. "Nós, humanos, ainda somos a principal causa dos incidentes de segurança. O Relatório de Incidentes de Violação de Dados da Verizon mostra que 85% das violações de dados incluem alguma forma de erro humano, seja do usuário, que pode cair em um ataque de phishing, ou uma ação interna maliciosa", diz Sandro. Outro desafio enfrentado pelas empresas é a carência de profissionais especializados em segurança cibernética, ou seja, isso significa que há menos especialistas disponíveis para identificar e resolver ameaças cibernéticas, o que acaba facilitando o trabalho dos criminosos. A lacuna na falta de mão de obra especializada aumentou mais de 26% em 2022, de acordo com a Cybersecurity Workforce Study da (ISC)².


"Essa informação reforça que os gestores das organizações devem contar com o serviço de profissionais ou empresas com expertise no gerenciamento de ameaças. Com o apoio correto, a empresa conta com as melhores e mais atualizadas ferramentas para que seus dados e de seus clientes estejam protegidos. E, caso haja algum incidente, o gestor pode ter a certeza de uma rápida recuperação", afirma o executivo da Microservice.


Um relatório recente da empresa Tenable mostra que mais de 40% do total de dados expostos no mundo vêm do Brasil. O estudo levou em consideração uma análise de 1.335 incidentes de violação de dados divulgados publicamente entre novembro de 2021 e outubro de 2022. Dos 257 terabytes de dados expostos, 112 terabytes eram do Brasil, representando 43% do total.


Disponível em: https://www.opovo.com.br Adaptado para fins didáticos.

Analise o seguinte trecho do texto e assinale a alternativa verdadeira:


O especialista afirma também que o trabalho remoto e híbrido, além do "anywhere office", devem continuar sendo causa de novos desafios de segurança.

Alternativas
Q3481009 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Analise o trecho a seguir: “O (1) senso crítico (2) aliado ao instinto (3) e à intuição é a nossa (4) verdadeira proteção, pois afia nosso olhar observador (5) e desenvolve nossa capacidade de percepção”. Considerando o trecho apresentado, assinale alternativa que apresenta o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) que NÃO indica um adjunto adnominal. 
Alternativas
Q3481008 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Considerando o emprego da conjunção “pois” (l. 24), analise as assertivas a seguir:

I. Na situação de emprego do texto, “pois” poderia ser substituído por “porque”.
II. Na situação de emprego do texto, “pois” poderia ser substituído por “por conseguinte”.
III. Trata-se de uma conjunção que pode assumir valor explicativo ou conclusivo em outros contextos.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q3481006 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Analise o trecho a seguir: “Das barreiras que nós mesmos criamos, escudos e máscaras que usamos acreditando que nos protegem, mas que na verdade impossibilitam relações mais próximas e verdadeiras”. Caso substituíssemos o pronome “nós” por “tu” no trecho apresentado, quantas outras alterações deveriam ser obrigatoriamente realizadas? 
Alternativas
Q3481004 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Assinale a alternativa que apresenta uma expressão que poderia substituir corretamente a expressão relativa “em que” (l. 31) sem causar alteração no sentido original do texto. 
Alternativas
Q3480969 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A LEBRE E A TARTARUGA

(1º§) Certo dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar uma corrida com ela.

(2º§) "Deve ser só de brincadeira!" - Pensou a lebre!

(3º§) A raposa era a juíza (fazia o papel de juiz para julgar a competição) e recebia as apostas. A corrida começou, e na mesma hora, claro, a lebre passou na frente da tartaruga.

(4º§) O dia estava quente, por isso lá pelo meio do caminho a lebre teve a ideia de brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.

(5º§) "Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr um pouco e fico na frente de novo", pensou.

(6º§) A lebre achava que não ia perder aquela corrida de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando na chegada.

(7º§) Ora, a lebre dormiu tanto que esqueceu de prestar atenção na tartaruga. Quando acordou, ficou horrorizada com o sumiço da tartaruga, perguntou: cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a tartaruga esperando por ela na linha de chegada.

Moral: Devagar e sempre se chega na frente.


(Texto de Monteiro Lobato) − (Adaptado.) 
Sobre o período transcrito a seguir, marque a análise incorreta.
"Certo dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre". 
Alternativas
Q3480967 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A LEBRE E A TARTARUGA

(1º§) Certo dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar uma corrida com ela.

(2º§) "Deve ser só de brincadeira!" - Pensou a lebre!

(3º§) A raposa era a juíza (fazia o papel de juiz para julgar a competição) e recebia as apostas. A corrida começou, e na mesma hora, claro, a lebre passou na frente da tartaruga.

(4º§) O dia estava quente, por isso lá pelo meio do caminho a lebre teve a ideia de brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.

(5º§) "Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr um pouco e fico na frente de novo", pensou.

(6º§) A lebre achava que não ia perder aquela corrida de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando na chegada.

(7º§) Ora, a lebre dormiu tanto que esqueceu de prestar atenção na tartaruga. Quando acordou, ficou horrorizada com o sumiço da tartaruga, perguntou: cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a tartaruga esperando por ela na linha de chegada.

Moral: Devagar e sempre se chega na frente.


(Texto de Monteiro Lobato) − (Adaptado.) 
Analise as assertivas com V, para verdadeiro, ou F, para falso:

(__)Semântica é o estudo do significado de palavras (ciência dos significados) e de fenômenos gramaticais relacionados a esse tópico. Semântica estuda os sinônimos, os antônimos, os homônimos, os parônimos, a denotação (sentido próprio das palavras); a conotação (o sentido figurado das palavras - as figuras de linguagem), entre muitos outros aspectos da língua portuguesa. (...)
(__)Na série de palavras: "refor ___ o"; "bagun ___ a"; "ca ___ ula; "compa ___ o" - temos três escritas com "Ç" e uma escrita com "SS".
(__)Considerando que o animal irracional não pensa, a frase: "Pensou a lebre!" - está dando qualidade humana à lembre, portanto, o verbo da frase personifica a lebre.
(__)A conjunção subordinativa que inicia a frase: "Se por acaso a tartaruga me passar" enuncia ideia condicional.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo. 
Alternativas
Respostas
22861: D
22862: C
22863: C
22864: C
22865: C
22866: B
22867: C
22868: E
22869: E
22870: E
22871: B
22872: D
22873: B
22874: A
22875: C
22876: D
22877: D
22878: A
22879: B
22880: A