Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4157895 Português
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das sentenças a seguir, de acordo com a norma culta da Língua Portuguesa:

I – Ele tinha cabelo e pupila ________.
II – Foi ________, por muito tempo, a única possibilidade viável.
III – Ele tinha dentes e garras ________.
IV – Muitas precauções são ________. 
Alternativas
Q4157893 Português
Assinale a alternativa correta, segundo a norma culta de língua:
Alternativas
Q4157892 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4157891 Português
Leia atentamente a matéria a seguir, publicada no site Revista Galileu, para responder à questão.


Matemático de Harvard soluciona problema de 153 anos do xadrez


    O matemático Michael Simkin, pós-doutorando do Centro de Ciências Matemáticas e Aplicações da Universidade de Harvard, não se considera um grande fã e nem jogador exímio de xadrez. Ainda assim, coube a ele resolver uma incógnita do jogo que permanecia sem solução desde 1869. O matemático atribui a persistência em solucionar o problema, que lhe tomou quase cinco anos, à paixão pela sua área de estudo: a análise combinatória.

    A questão matemática das “n-rainhas” foi proposta em uma revista alemã de xadrez pela primeira vez em 1848. O problema inicial questionava de quantas formas diferentes era possível posicionar oito rainhas em um tabuleiro de oito por oito casas sem que nenhuma delas pudesse atacar a outra. A resposta veio um ano depois: eram 92 possibilidades.

   Só que a partir daí o desafio foi estendido, e a revista questionou as possibilidades em situações similares, mas maximizadas. Quantas posições seriam possíveis em um tabuleiro de mil por mil casas com mil rainhas? E se fossem um milhão de casas por um milhão? O desafio, lançado em 1869, permaneceu sem solução até o final de 2021.

   Foi neste ano que Michael Simkin propôs uma fórmula para solucionar o problema. Segundo ele, para obter o número de possibilidades, basta substituir o número de rainhas pelo “n” na fórmula (0,143n)n. Aplicado a um tabuleiro de um milhão por um milhão de casas, ocupadas por um milhão de rainhas, o resultado seria um número com cinco milhões de dígitos.

    O matemático de Harvard debruçou-se sobre o problema por cerca de cinco anos, e chegou a pedir a ajuda de grandes enxadristas como Zur Luria, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique. Por um tempo, Simkin chegou a abandonar o desafio, mas retomou o ânimo em solucioná-lo em 2020. Foi quando teve uma ideia que o levou à equação final: ao invés de focar nas possibilidades da rainha ocupar todas as casas, ele considerou no cálculo apenas aquelas casas que tinham maior probabilidade de serem escolhidas no jogo.

    A equação do matemático não apresenta uma solução exata para o problema, mas sim um resultado aproximado. Ainda assim, ele afirma que não pretende despender mais tempo em busca da solução final. “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo. Não porque não haja mais nada a ser descoberto, mas só porque eu já estou sonhando com xadrez e estou pronto para seguir em frente com a minha vida”, afirma Simkin em nota.


(https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2022/01/matematico-deharvard-soluciona-problema-de-153-anos-do-xadrez.html)
A frase “Acho que posso, pessoalmente, terminar com o problema das n-rainhas por um tempo” é um exemplo de oração subordinada substantiva objetiva direta. Assinale a alternativa que apresente outro exemplo desse tipo de oração:
Alternativas
Q4157586 Português
Na sentença: “Compôs-se um novo poema parnasiano.” A palavra “se” desempenha qual função?
Alternativas
Q4156177 Português
Leia o Texto 6 para responder à questão.

Texto 6

Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães

    Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
   O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
     Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
    "A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
     Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
    Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
    "O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
    Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: . Acesso em: 10 mar. 2022. 
No trecho “Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução”, o valor da locução conjuntiva é de 
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Q4156165 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.

Texto 1

Competências e habilidades de leitura

    Ler envolve diversos procedimentos e capacidades (perceptuais, motoras, cognitivas, afetivas, sociais, discursivas, linguísticas), todas dependentes da situação e das finalidades de leitura. [...]
    O conhecimento sobre o conjunto de capacidades de todas as ordens que são requeridas nas diversas práticas de leitura vem crescendo acentuadamente com o desenvolvimento das pesquisas e teorias sobre leitura que tiveram lugar da segunda metade do século passado até hoje. Acumulou-se, nos últimos cinquenta anos, muita informação a respeito. E essas informações dependem dos focos dessas pesquisas e teorias.
    Podemos dizer que, no início da segunda metade do século XX, ler era visto – de maneira simplista – apenas como um processo perceptual e associativo de decodificação de grafemas (escrita) em fonemas (fala), para se acessar o significado do texto. Nesta perspectiva, aprender a ler encontrava-se altamente equacionado à alfabetização. [..]
   Uma vez construídas essas associações, uma vez alfabetizado, o indivíduo poderia chegar da letra à sílaba e à palavra, e delas, à frase, ao período, ao parágrafo e ao texto, acessando assim, linear e sucessivamente, seus significados. É o que se denominou na escola fluência de leitura. Nessa teoria, as capacidades focadas eram as de decodificação do texto, portal importante para o acesso à leitura, mas que absolutamente não esgotam as capacidades envolvidas no ato de ler. [...]
    No desenvolvimento das pesquisas e estudos sobre o ato de ler, ao longo desses cinquenta anos, muitas outras capacidades nele envolvidas foram sendo apontadas e desveladas: capacidades de ativação, reconhecimento e resgate de conhecimento armazenado na memória, capacidades lógicas de interação social etc. A leitura passa, primeiro, a ser enfocada não apenas como um ato de decodificação, de transposição de um código (escrito) a outro (oral), mas como um ato de cognição, de compreensão, que envolve conhecimento de mundo, conhecimento de práticas sociais e conhecimentos linguísticos, muito além dos fonemas e grafemas.
    Num primeiro momento, tratou-se da compreensão do texto, do que nele estava posto, ou pressuposto. Nessa abordagem, cujo foco estava no texto e no leitor, na extração de informações do texto, descobriram-se muitas capacidades mentais de leitura, que foram denominadas estratégias (cognitivas, metacognitivas) do leitor.
     Posteriormente, passou-se a ver o ato de ler como uma interação entre o leitor e o autor. O texto deixava pistas da intenção e dos significados do autor e era um mediador desta parceria interacional. Para captar estas intenções e sentidos, conhecimentos sobre práticas e regras sociais eram requeridos.
    Mais recentemente, a partir dos anos 1990, a leitura tem sido vista como um ato de se colocar em relação um discurso (texto) com outros discursos anteriores a ele, emaranhados nele e posteriores a ele, como possibilidades infinitas de réplica, gerando novos discursos/textos.
    Nenhuma dessas teorias invalida os resultados anteriores. O que acontece é que fomos conhecendo cada vez mais a respeito dos procedimentos e capacidades envolvidos no ato de ler. No entanto, a leitura escolar parece ter parado no início da segunda metade do século passado.
    Se perguntarmos a nossos alunos o que é ler na escola, eles possivelmente responderão que é ler em voz alta, sozinho ou em jogral (para avaliação de fluência entendida como compreensão) e, em seguida, responder um questionário onde se deve localizar e copiar informações do texto (para avaliação e compreensão). Ou seja, somente poucas e as mais básicas das capacidades leitoras têm sido ensinadas, avaliadas e cobradas pela escola. Todas as outras são quase ignoradas. Isso é o que mostram os resultados de leitura de nossos alunos em diversos exames, como o ENEM, SAEB e PISA, tidos como altamente insuficientes para a leitura cidadã numa sociedade urbana e globalizada, altamente letrada, como a atual.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. p. 75-79. (Adaptado).
No trecho “No desenvolvimento das pesquisas e estudos sobre o ato de ler, ao longo desses cinquenta anos, muitas outras capacidades nele envolvidas foram sendo apontadas e desveladas”, o referente do pronome “nele” é
Alternativas
Q4152871 Português
Texto I


Um passo além

Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.

Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.

O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo. “Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.

Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.

O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.

Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.

Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta. 

“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”

“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”


ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publicidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)
Na combinação entre as orações em “Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega”, há uma relação semântica de 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: Prefeitura de Goiânia - GO Provas: IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico Auditor | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Cardiologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Cirurgião Geral | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Cirurgião Vascular | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Clínico Geral/Generalista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Coloproctologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Dermatologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Neurologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Endocrinologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Gastroenterologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Oftalmologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Geriatra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Ginecologista/Obstetra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Hematologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Infectologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Mastologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Médico do Trabalho | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Nefrologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Oncologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Ortopedista/Traumatologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Bucomaxilo | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Patologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Clínico Geral | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Pediatra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Perito | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Pneumologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Psiquiatra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Otorrinolaringologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Radiologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Endodontista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Periodontista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Prótese Dentária | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Odontólogo para Pacientes com Necessidades Especiais | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Cirurgião Dentista - Odontopediatra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro do Trabalho | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Geral | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Intensivista em Neonatologia e/ou Pediatria | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Regulador | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Sanitarista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Ultrassonografista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Médico - Urologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Intervencionista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Neonatologista | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Obstetra | IV - UFG - 2022 - Prefeitura de Goiânia - GO - Especialista em Saúde - Enfermeiro Psiquiatra |
Q4150738 Português
Leia o texto a seguir para responder à questao.


Nomes brandos para o fim do mundo


     [...] As palavras não são rótulos postos sobre coisas que já existem, mas sim expressões da nossa forma de ver o mundo. Essa correlação ficou conhecida como hipótese de Sapir e Whorf. Ao estudarem as línguas indígenas da América do Norte, Edward Sapir (1884-1939) e Benjamin Lee Whorf (1897-1941) chegaram à conclusão de que a língua não é “um instrumento de comunicação”, [...] mas sim um fator decisivo na formação da visão do mundo.

A invenção da “mudança climática” e do “aquecimento global”

     Está em cartaz no Sesc Pompeia a exuberante exposição Amazônia. Com curadoria de Lélia Wanick Salgado, a exposição conta com fotos monumentais de Sebastião Salgado e com belos recursos audiovisuais. Entre eles, há vídeos com depoimentos de lideranças indígenas das regiões fotografadas, relatando dificuldades que lhes vêm sendo impostas pela ação dos não indígenas – inclusive na forma de políticas públicas.

     Em um desses depoimentos, Afukaká Kuikuro, cacique do povo kuikuro, denuncia como agressões do “homem branco” à natureza têm gerado prejuízos imensuráveis à sobrevivência na/da floresta. A certa altura, falando dos efeitos danosos da ação humana, ele pondera: “o homem branco chama isso de ‘mudança climática’”.

     É um rico exercício de alteridade tentarmos analisar essa expressão linguística sob a ótica indígena. O termo “mudança climática” chama atenção do cacique, ao que tudo indica, por soar conveniente, quase hipócrita. Sem fazer menção explícita ao ato de devastar e destruir o meio ambiente, adotamos regularmente um substantivo que expressa um processo, o que acaba por criar a impressão de que se trata de algo em curso natural, espontâneo.

    Mesmo o termo “aquecimento global” pode ser visto nesse viés. Ainda que “mudança” e “aquecimento” possam ser (e no caso são) processos induzidos, o responsável por essa indução desaparece em ambas as expressões. Nessa ótica, não deixa de parecer desfaçatez do nosso mundo dizer aos indígenas que está havendo uma “mudança climática” ou um “aquecimento global”, quando o que temos é a destruição do meio ambiente.

Pode chamar de “Antropoceno”

     O conhecimento científico de geólogos, arqueólogos, geoquímicos, oceanógrafos e paleontólogos já permite afirmar que entramos em uma nova era geológica, a qual vem sendo chamada de “Antropoceno”. O termo, ao incorporar o radical grego “antropo-” (“homem”), explicita os impactos da ação humana na crise climática atual, deixando claro o papel que temos – uns menos, outros bem mais – nesse atual estado de coisas. Segundo artigo de José Eustáquio Diniz Alves:

    “O Antropoceno representa um novo período da história do Planeta, em que o ser humano se tornou a força impulsionadora da degradação ambiental e o vetor de ações que são catalisadoras de uma provável catástrofe ecológica”.

Com algum otimismo, porém, se o termo “Antropoceno” aponta explicitamente a responsabilidade humana em uma “provável catástrofe ecológica”, ele também pode nos mostrar a possibilidade de intervirmos nesse rumo. Ou, recorrendo mais uma vez à sabedoria de povos originários, podemos investir em “ideias para adiar o fim do mundo” – título do brilhante ensaio de Ailton Krenak, liderança indígena que precisa ser cada vez mais ouvida.


BRAGA, Henrique; MÓDULO, Marcelo. Nomes brandos para o fim do mundo.
Jornal da USP. 1° abr. 2022. Disponível em: <https://jornal.usp.br/artigos/nomes-brandos-para-o-fim-do-mundo/>. Acesso em: 5 abr. 2022. (Adaptado).
O trecho “Ainda que ‘mudança’ e ‘aquecimento’ possam ser (e no caso são) processos induzidos, o responsável por essa indução desaparece em ambas as expressões” mantém o seu valor argumentativo de oposição em:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142326 Português

Marque a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto a seguir:


A educação é um direito _____ todo cidadão tem. A escola é fundamental para a construção da cidadania, _____ é em seu ambiente _____ as crianças e os adolescentes se socializam, recebem informações, convivem com a diversidade e com as diferenças. _____, muitas vezes, a diversidade, garantida na Constituição, não está presente no dia a dia escolar.



(adaptado, disponível em: htps://jornal.usp.br/arigos/educacao-um-direito-intrinseco-do-cidadao/)

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142322 Português
Assinale a alternativa que corresponde ao período de pontuação correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142321 Português

Marque o segmento que dá continuidade ao texto, obedecendo a coerência, coesão e correção gramatical.


A atividade cientíica tem atraído a atenção de muitas pessoas, particularmente no mundo de hoje. Além das descobertas interessantíssimas que propiciou ao longo de sua história, direcionou a atividade humana atingindo a todos. O avanço industrial, complemento indissociável da atividade científica, mudou não só os aspectos físicos, ______________.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFCA Órgão: UFCA Prova: UFCA - 2022 - UFCA - Produtor Cultural |
Q4142319 Português
É incorreto afirmar que:
Alternativas
Q4141537 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Ler faz bem à saúde


Por Moacyr Scliar 

         


(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,

– texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise as assertivas abaixo a respeito do seguinte trecho retirado do texto: “(...) recomendo esta última opção” (l. 27):


I. O sujeito da oração é oculto.


II. O verbo “recomendo” é um verbo transitivo direto.


III. O complemento verbal inicia por preposição.


IV. A oração possui adjunto adverbial.


Quais estão corretas? 

Alternativas
Q4141536 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Ler faz bem à saúde


Por Moacyr Scliar 

         


(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,

– texto adaptado especialmente para esta prova).  

Em relação à seguinte frase retirada do texto: “(...) nós podemos ver (...)” (l. 15), podemos afirmar que: 
Alternativas
Q4141535 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Ler faz bem à saúde


Por Moacyr Scliar 

         


(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,

– texto adaptado especialmente para esta prova).  

Analise o trecho adaptado do texto:
“O cérebro é ativado de outras maneiras, entre as quais a leitura tem papel de destaque”.
Se a palavra “cérebro” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal? 
Alternativas
Q4141534 Português

Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Ler faz bem à saúde


Por Moacyr Scliar 

         


(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,

– texto adaptado especialmente para esta prova).  

O termo “Mas”, localizado na linha 11, é classificado como ___________. Esse vocábulo transmite uma ideia de ___________. Logo, pode ser substituído, sem alterar o sentido da frase, por ___________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima. 
Alternativas
Q4141192 Português
Analise as assertivas abaixo a respeito da oração “Caio cultivava as suas trevas em bom ambiente” (l. 22):   
I. O sujeito da oração é simples, pois apresenta apenas um núcleo. II. O predicado é nominal. III. O verbo “cultivava” é um verbo transitivo direto (VTD). IV. A expressão “em bom ambiente” é um adjunto adverbial.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4141191 Português
No tocante à oração “Caio era pop e profundo ao mesmo tempo”, retirada do texto, analise o trecho a seguir:
O sujeito da oração é __________, já o predicado é __________. Além disso, o verbo “era” é um __________ e a oração apresenta __________. 
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima. 
Alternativas
Respostas
22141: A
22142: B
22143: B
22144: D
22145: D
22146: B
22147: C
22148: B
22149: B
22150: D
22151: A
22152: B
22153: D
22154: A
22155: A
22156: B
22157: C
22158: C
22159: D
22160: D