Abriu os olhos para mais um dia igual aos outros. A mesma cama
vazia, o mesmo banho corrido, o mesmo café da manhã – sem gosto e sem
ninguém. A mesma lágrima fugidia teimando em estragar sua maquiagem e
arruinar sua máscara. O mesmo dia de trabalho e competência. O mesmo
retorno ao lar frio.
E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços
cruzados e com uma xícara de café.
Carolina Nunes
“E a solidão, sua companheira de sempre, esperava no sofá, de braços
cruzados e com uma xícara de café.” Quanto ao termo destacado, temos: