Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 20.117 questões

Q94932 Português
A OUTRA EPIDEMIA
Lya Luft - Veja, 15-07-2009


Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?

Assinale a alternativa em que a segunda forma do segmento altera o sentido do segmento inicial.
Alternativas
Q94715 Português
Imagem 009.jpg

A partir da argumentação do texto acima, bem como das
estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue os itens de 50 a 56.

Vocábulos como “blogs, fotologs, videologs” (L.12) são exemplos de como a variedade de morfemas da língua portuguesa é usada para formar novas unidades significativas, construídas a partir de unidades já existentes.
Alternativas
Q94712 Português
Imagem 009.jpg

A partir da argumentação do texto acima, bem como das
estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue os itens de 50 a 56.

O uso das aspas, tanto na linha 2 quanto na linha 12, sinaliza um uso irônico de expressões não peculiares ao vocabulário característico do autor ou do teor do assunto do texto.
Alternativas
Q94678 Português
imagem-retificada-texto-002.jpg
No que se refere ao uso das estruturas linguísticas na organização das ideias no texto acima, julgue os itens subsequentes.
O uso de duas vírgulas demarcando o adjetivo “novas” (L.16), gramaticalmente opcional, sugere ênfase à qualidade da ideia expressa em importantes exigências.
Alternativas
Q94670 Português
Imagem 002.jpg

A partir da organização do texto acima, julgue os itens que se
seguem.

Para manter o respeito ao padrão culto da língua portuguesa e preservar a correção gramatical do texto e a coerência entre os argumentos, deve-se evitar o neologismo “essencializadas” (L.10), substituindo-o por essenciais.
Alternativas
Q94665 Português
Imagem 001.jpg

Julgue os itens de 1 a 6, a respeito da organização das estruturas linguísticas no desenvolvimento do texto acima.

No contexto da argumentação desenvolvida, a palavra “trajetórias” (L.15) admite, sem prejuízo para a correção gramatical nem para a coerência textual, ser substituída pela palavra escolhas.
Alternativas
Q85154 Português
Assinale a alternativa cuja proposta de substituição de embutidos (l. 01) e inclusos (l. 07), respectivamente, não provocaria qualquer alteração ao período em que estão inseridas.
Alternativas
Q85150 Português
Em relação ao uso da palavra mas (l. 11), são feitas as seguintes afirmações:

I - Poderia ser substituída por entretanto sem provocar alteração de sentido no período.

II - Tem o mesmo valor semântico, no contexto em que ocorre, da palavra logo.

III - Introduz oração subordinada, atribuindo à frase a ideia de probabilidade.

Quais estão incorretas?
Alternativas
Q85147 Português
Nas estradas estaduais, a regra é algo parecida, mas há menos variações. (l. 33)

A palavra algo, sublinhada na frase, sem provocar alteração no sentido do texto, poderia ser substituída por
Alternativas
Q85139 Português
Analise as seguintes afirmações acerca de palavras e expressões do texto.

I - A expressão radiais (linha 14) poderia ser substituída por laterais, assim como longitudinais (l. 16) por longínquas, sem promover qualquer tipo de alteração no contexto em que ocorre.

II - A forma verbal cruzam (l. 21) informa ao leitor que as estradas transversais encontram-se, vindo de direções opostas.

III - conectam (l. 29), sem causar incorreção ao período, poderia ser substituído por ligam.

Quais estão incorretas?
Alternativas
Q81116 Português
Com base no texto, julgue os itens a seguir.

I A substituição de "nem" (L.5) por sequer não altera essencialmente o significado do texto nem prejudica a sua correção gramatical.

II A oração "que entende de mercado de capitais..." (L.6-7) é uma oração restritiva e restringe a referência de "Matias" (L.6).

III No texto, o sentido de "Francamente, não" (L.18) é o mesmo de Não entendo de maneira franca.

IV A expressão "ciclo refratário" (L.14) é um exemplo de nonsense usado pelo "Falso Entendido".

V Pela leitura de "É difícil conversar com leigos" (L.20-21), conclui-se que o "Falso Entendido" (L.9) não se considera um leigo.

A quantidade de itens certos é igual a
Alternativas
Q81113 Português
O sentido geral do texto e a sua correção gramatical seriam mantidos caso se substituísse a expressão "no senso comum" (L.20) por
Alternativas
Q81110 Português
Na linha 4, o verbo implementar, na forma verbal "implementaram", está sendo usado no sentido de
Alternativas
Q80737 Português
Imagem 002.jpg

Com relação ao texto acima, julgue os seguintes itens.

No trecho "os seus astrônomos comissários apercebidos de luxuosos instrumentos" (l.16-17), o vocábulo "apercebidos" tem o sentido de providos.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: MRE Prova: FCC - 2009 - MRE - Oficial de Chancelaria |
Q77844 Português
As questões de números 19 a 25 referem-se ao texto que segue.

Imagem 005.jpg
Imagem 006.jpg

Considerado o contexto, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q75557 Português
Considere o significado e o valor gramatical dos sufixos formadores das palavras NASCIMENTO e REPRESENTATIVIDADE. Dos itens abaixo, aquele em que as palavras são formadas, respectivamente, por sufixos sinônimos dos sufixos das palavras acima é:
Alternativas
Q75553 Português
Leia com atenção os dois fragmentos a seguir, analisando o significado de cada uma das palavras em destaque: "A participação política feminina encontra-se ESTAGNADA no Brasil" (1º parágrafo) / "adotando discursos agressivos, TÍPICOS de quem precisa lutar muito para ocupar um espaço" (2º parágrafo). Podem substituir as palavras em destaque nos fragmentos acima, sem prejuízo do sentido, respectivamente, as palavras do seguinte par:
Alternativas
Q73411 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usual de
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e não dois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

A substituição de palavra ou construção sintática que altera fundamentalmente o sentido de: "Não penso no caso da tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a sociedade tratar não só os danos físicos, mas a causa íntima deles" (2º parágrafo) encontra-se proposta em:
Alternativas
Q73409 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usual de
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e não dois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

No enunciado: "Aliás, é quase consenso que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é não terem um sistema de saúde como o europeu e o canadense" (1º parágrafo), "aliás" funciona com o mesmo sentido que em:
Alternativas
Q69805 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
18821: E
18822: E
18823: E
18824: C
18825: E
18826: C
18827: A
18828: E
18829: C
18830: C
18831: C
18832: A
18833: E
18834: C
18835: B
18836: B
18837: A
18838: C
18839: B
18840: A