Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q48170 Português
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A partir do texto ao lado, de Michael Moyer, julgue os itens a
seguir.

É cabível, no contexto, a afirmação de que o vocábulo "Se" (L.34) estabelece relação de causalidade entre a oração de que faz parte e a que a segue.
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Q48134 Português
As opções abaixo apresentam trechos sucessivos e adaptados do editorial de O Estado de S.Paulo de 7/4/2009. Assinale a opção que apresenta erro gramatical ou de ortografia.
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Q47755 Português
Com relação às estruturas linguísticas e à pontuação do texto, assinale a opção correta.
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Q47643 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens a seguir.

Pelas informações do texto, depreende-se que a forma verbal "erradicar" (L.15) tem o sentido de mitigar, transformar, transferir.
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Q47586 Português
Observe a sequência de frases abaixo, com expressões comuns do português de Portugal, e responda a seguir.

(1) Atenção! Passadeira para peões.
(2) Comi um prego e estou mal.


Tais frases, no Brasil, poderiam ser expressas assim: (1) Atenção! Travessia de pedestres e (2) Comi um churrasco e estou mal. A dificuldade de compreensão dos significados dessas frases dos portugueses por parte dos brasileiros dá-se por razões:
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Q47579 Português
LEITE DERRAMADO (Chico Buarque)

Não sei por que você não me alivia a dor. Todo dia a senhora levanta a persiana com bruteza e joga sol no meu rosto. Não sei que graça pode achar nos meus esgares, é uma pontada cada vez que respiro. Às vezes aspiro fundo e encho os pulmões de um ar insuportável, para ter alguns segundos de conforto, expelindo a dor. Mas bem antes da doença e da velhice, talvez minha vida já fosse um pouco assim, uma dorzinha chata a me espetar o tempo todo e de repente uma lambada atroz. E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida.
[...]
Eu próprio poderia arcar com viagem e tratamento no estrangeiro, se o seu marido não me tivesse arruinado. Poderia me estabelecer no estrangeiro, passar o resto dos meus dias em Paris. Se me desse na veneta, poderia morrer na mesma cama do Ritz onde dormi quando menino. Porque nas férias de verão o seu avô, meu pai, sempre me levava à Europa de vapor. Mais tarde, cada vez que eu via um deles ao largo, na rota da Argentina, chamava sua mãe e apontava: lá vai Arlanza!, o Cap Polonio!, o Lutétia!, enchia a boca para contar como era um transatlântico por dentro. Sua mãe nunca tinha visto um navio de perto, depois de casada ela mal saía de Copacabana. E quando lhe anunciei que iríamos em breve ao cais do porto, para receber o engenheiro francês, ela se fez de rogada. Porque você era recém-nascida, e ela não podia largar a criança e coisa e tal, mas logo tomou o bonde para cidade e cortou os cabelos à la garçonne.
[...]
E quando vi sua mãe naquele estado, falei, você não vai. Por quê, ela perguntou com voz fina, e não lhe dei satisfação, peguei meu chapéu e saí. Nem parei para pensar de onde vinha a minha raiva repentina, só senti que era alaranjada a raiva cega que tive da alegria dela. E vou deixar de falação porque a dor só faz piorar.

(Fonte: BUARQUE, Chico. Leite derramado. São
Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 10-12)


Observe a sequência de frases abaixo e responda a seguir.

(1) Porque nas férias de verão o seu avô, meu pai, sempre me levava à Europa de vapor.
(2) Porque você era recém-nascida [...].
(3) Por quê, ela perguntou com voz fina, e não lhe dei satisfação [...].


Comparando-as, percebe-se que:
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Q47578 Português
LEITE DERRAMADO (Chico Buarque)

Não sei por que você não me alivia a dor. Todo dia a senhora levanta a persiana com bruteza e joga sol no meu rosto. Não sei que graça pode achar nos meus esgares, é uma pontada cada vez que respiro. Às vezes aspiro fundo e encho os pulmões de um ar insuportável, para ter alguns segundos de conforto, expelindo a dor. Mas bem antes da doença e da velhice, talvez minha vida já fosse um pouco assim, uma dorzinha chata a me espetar o tempo todo e de repente uma lambada atroz. E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida.
[...]
Eu próprio poderia arcar com viagem e tratamento no estrangeiro, se o seu marido não me tivesse arruinado. Poderia me estabelecer no estrangeiro, passar o resto dos meus dias em Paris. Se me desse na veneta, poderia morrer na mesma cama do Ritz onde dormi quando menino. Porque nas férias de verão o seu avô, meu pai, sempre me levava à Europa de vapor. Mais tarde, cada vez que eu via um deles ao largo, na rota da Argentina, chamava sua mãe e apontava: lá vai Arlanza!, o Cap Polonio!, o Lutétia!, enchia a boca para contar como era um transatlântico por dentro. Sua mãe nunca tinha visto um navio de perto, depois de casada ela mal saía de Copacabana. E quando lhe anunciei que iríamos em breve ao cais do porto, para receber o engenheiro francês, ela se fez de rogada. Porque você era recém-nascida, e ela não podia largar a criança e coisa e tal, mas logo tomou o bonde para cidade e cortou os cabelos à la garçonne.
[...]
E quando vi sua mãe naquele estado, falei, você não vai. Por quê, ela perguntou com voz fina, e não lhe dei satisfação, peguei meu chapéu e saí. Nem parei para pensar de onde vinha a minha raiva repentina, só senti que era alaranjada a raiva cega que tive da alegria dela. E vou deixar de falação porque a dor só faz piorar.

(Fonte: BUARQUE, Chico. Leite derramado. São
Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 10-12)


Na frase: "[...] senti que era alaranjada a raiva cega que tive da alegria dela [...]", encontra-se uma oposição de sentimentos que poderia ser fundamentada nos seguintes antônimos:
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Q47516 Português
Trabalho infantil: prós e contras.

Darcy Ribeiro, um dos mais originais e polêmicos pensadores do Brasil, não admitiria a alternativa que está no título deste artigo. Para ele, trabalho não era opção para as crianças: só deveria haver a obrigatoriedade da escola, da boa escola, em período integral e com duas refeições diárias. Estava pensando em atender amplamente as necessidades dos meninos e meninas carentes - parcela significativa da infância brasileira. Mas enquanto o sonho de Darcy não se torna realidade, o debate continua.
A favor do trabalho infantil estão aqueles que, considerando a inviabilidade de qualquer outra solução imediata, preferem evitar o mal maior - o do abandono e da delinquência de nossas crianças -, contornando-o com a permissão oficial de integração do menor no mercado de trabalho. Regulamentados por lei o horário máximo e as condições mínimas de adequação ao universo da criança, as empresas seriam encorajadas a admitir, treinar e a ajudar a desenvolver os pequenos trabalhadores, facilitando-lhes, inclusive, o acesso a uma educação suplementar: cursos profissionalizantes, estágios, atualizações etc.
Contra o trabalho infantil alinham-se os que defendem tanto o encaminhamento obrigatório das crianças à escola como a interdição do aproveitamento delas em qualquer tipo detrabalho profissional, em qualquer caso. Ainda que a escola não venha a suprir a necessidade das refeições diárias completas, do uniforme doado e do banho tomado, ela representaria o compromisso mínimo da educação em meio período, do ambiente de socialização e da sempre oportuna merenda escolar. Caberiam aos pais, aos adultos, à sociedade em geral as providências para que se poupassem as crianças de qualquer outra atividade.
Ainda temos muito a caminhar: é olhar as ruas das grandes cidades para constatar que a realidade vem exibindo uma terceira - e a pior - via. A tragédia dos menores abandonados é de tal ordem que faz pensar na abrangência das propostas de Darcy Ribeiro, que são também, certamente, as mais justas. Rever, reexaminar, rediscutir suas propostas não é um retorno ao passado: é buscar atender as necessidades de um melhor futuro.

(Tarso de Cintra Meirelles, inédito)
Representam-se uma causa e seu efeito, respectivamente, na relação estabelecida entre estes segmentos:
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Q47104 Português
Em "Quem diz que vai para o escritório para trabalhar e não para fazer amigos está enganado." (L. 1-2), os valores semânticos das preposições para são, respectivamente,
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Q46829 Português
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Com referência ao texto acima, julgue os seguintes itens.

Mantêm-se a coerência e a correção gramatical do texto ao se reescrever a oração "A todo (...) cooperação" (l.7-8) da seguinte maneira: Todo modo de produção corresponde a um modo de cooperação.
Alternativas
Q46818 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das ideias no texto acima.

Preservam-se a coerência textual e a correção gramatical ao se retirar do texto a expressão "até mesmo" (l.12); mas, nesse caso, prejudica-se a argumentação, devido ao enfraquecimento da ênfase nas consequências da consolidação da família nuclear.
Alternativas
Q46816 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das ideias no texto acima.

O desenvolvimento da argumentação e as regras gramaticais da língua portuguesa permitem que, na linha 8, seja feita a seguinte alteração na ligação entre períodos sintáticos: (...) outros primatas; assim, sob a ótica do pai (...).
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Q46718 Português
Considerando a relação de sentido que os períodos " 'Dois graus de miopia.' " (L. 8) e " 'Excesso de leitura.' " (L. 8) estabelecem entre si, é correto afirmar que o

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Q46717 Português
A expressão "...charme intelectualmente sofrido." (L. 10), utilizada para caracterizar a ação do editor, faz referência semântica ao(à)
Alternativas
Q46716 Português
O significado do vocábulo destacado em "compungiu-se, o olhar vago," (L. 9) é
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Q46714 Português
O período "Dois graus de miopia." (L. 8), em relação ao anterior, caracteriza-se, semanticamente, como uma
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UESPI Órgão: PC-PI Prova: UESPI - 2009 - PC-PI - Delegado de Polícia |
Q45947 Português
Fixando-nos no sentido das palavras presentes no Texto 2, podemos admitir as seguintes afirmações:

1) Em: "uma chaga social que remonta aos primórdios da colonização", quer dizer que resgata ...
2) Em "a criminalidade, (...) se tornou mais disseminada", quer dizer mais intensa...
3) Em: [o Brasil] "Vem firmando uma inconteste liderança política regional", quer dizer uma inquestionável liderança.
4) Em: "Apesar de todos esses avanços, a miséria resiste", quer dizer Malgrado todos esses avanços.
5) Em: "Explicar a resistência da pobreza extrema (...) não é uma empreitada simples", quer dizer não é um encargo simples...

Estão corretas:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UESPI Órgão: PC-PI Prova: UESPI - 2009 - PC-PI - Delegado de Polícia |
Q45943 Português
Procure entender o seguinte trecho: "O Brasil figura entre as dez nações de economia mais forte do mundo. No campo diplomático, começa a exercitar seus músculos. Vem firmando uma inconteste liderança política regional na América Latina, ao mesmo tempo em que atrai a simpatia do Terceiro Mundo por ter se tornado um forte oponente das injustiças políticas de comércio dos países ricos". Observe que:

1) os verbos sublinhados têm o mesmo sujeito, que está superficialmente indicado apenas na primeira ocorrência.
2) a elipse dos sujeitos dos verbos sublinhados não afeta o entendimento da ideia expressa.
3) apesar das elipses, pode-se estabelecer uma coesão entre os diversos fragmentos do trecho.
4) o trecho é pouco claro, pois a elipse, como figura de linguagem, não se ajusta a um texto de opinião.
5) cabe ao leitor ir estabelecendo os devidos nexos de sentido, mesmo na ausência de marcas explícitas de dependência.

Estão corretas as observações em:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: UESPI Órgão: PC-PI Prova: UESPI - 2009 - PC-PI - Delegado de Polícia |
Q45941 Português
Considere o valor semântico do conectivo grifado no seguinte trecho: "as necessidades dos seres humanos não são apenas de ordem material, como os alimentos, a roupa, a moradia". Essa expressão tem o mesmo sentido na alternativa seguinte:
Alternativas
Respostas
18861: C
18862: B
18863: C
18864: E
18865: A
18866: A
18867: B
18868: D
18869: C
18870: A
18871: C
18872: C
18873: C
18874: E
18875: D
18876: A
18877: D
18878: C
18879: D
18880: C