Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 20.925 questões

Q3135778 Português

Leia o texto a seguir:


Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música



Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.


A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações. 


A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.

A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.


“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.



Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado

No segundo parágrafo do texto, encontra-se a palavra “SOLISTAS”. No contexto de uso, o significado dessa palavra é:

Alternativas
Q3135124 Português
Brasileiros que vivem em trailers na Inglaterra

Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

O espaço é apertado e roupas, sapatos e várias sacolas com objetos diversos ficam expostos no local onde é a sala, quarto e também a cozinha.

A comunidade é organizada e tem regras para manter a limpeza e a segurança, o que, segundo Célia, a deixa tranquila por ser uma mulher que mora sozinha.

Morar e trabalhar na Inglaterra, imaginava ela, daria oportunidades financeiras e de qualidade de vida que não poderia ter no Brasil. "Achei que, em questão de meses, estaria rica", lembra.

Na época, sua filha, casada com um britânico, trouxe Célia e outros familiares para morarem com ela. O parentesco permitiu que Célia conseguisse os documentos necessários para se tornar uma imigrante legal.

Olhando para trás, Célia diz que veio para o Reino Unido com uma "ilusão".

"Não existe esse negócio de ir para outro país e enriquecer, é uma ilusão. Existem dificuldades assim como no Brasil."

"A diferença da moeda é o que atrai as pessoas. São sete vezes mais o valor do real. Aqui, convertendo para o real, eu consigo ganhar R$10.000, o mesmo que o salário da minha patroa no Brasil. Mas a gente tem que ver que eu também gasto em libras, não é?"

Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas: entrega de alimentos e serviços de limpeza em casas e estabelecimentos. Depois de sair da casa da filha, procurando um lugar para morar, ela se deparou com o preço alto dos aluguéis na cidade, algo que afeta não só Bristol, mas todo o Reino Unido.

Nos primeiros anos, morou em casas e apartamentos que dividia com outras pessoas. Mas os ganhos com entregas e faxina não acompanhavam a velocidade com a qual os preços subiam no país.

O Reino Unido enfrenta os desdobramentos de uma crise econômica que teve o auge em 2022, quando a inflação chegou aos dois dígitos, e em 2023, quando o país ficou oficialmente em recessão.

A maior parte da população foi impactada com altas nos preços dos alimentos, de energia e, em especial, dos aluguéis.

Bristol, sobretudo, sentiu o impacto. Em fevereiro deste ano, o aluguel na cidade foi considerado o segundo mais caro do país, atrás apenas de Londres.

Eu trabalhava, praticamente, para comer e pagar aluguel. E também tenho dívida no Brasil. Não conseguia arcar com tudo."

"O que eu fiz? Eu abandonei o aluguel, comprei um trailer e fui morar nele, assim como muitos brasileiros aqui".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8l5enr0lno.adaptado.
Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.
"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."
Com base no texto, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
Alternativas
Q3133956 Português
Como é por dentro outra pessoa
Como é por dentro outra pessoa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo.

(Poesias Inéditas. 1930-1935. Fernando Pessoa.
Lisboa: Ática, 1955.) 
No verso Nada sabemos da alma / Senão da nossa, a palavra Nada implica: 
Alternativas
Q3133183 Português
A MATEMÁTICA DO TROCO NO ÔNIBUS

     Eu estava no ônibus, a caminho da escola, aproveitando o tempo para revisar os cálculos da prova de Matemática. Afinal, sempre tem aquele probleminha surpresa que pega qualquer aluno desprevenido. Mas, como diz minha avó, "quem procura, acha" — e eu acabei achando um problema de Matemática antes mesmo de chegar à escola.
    No meio do percurso, entrou uma mulher de expressão fechada. Ela foi até a cobradora e entregou uma nota de cinco reais para pagar a passagem de quatro e vinte. Simples, pensei eu, um troco de oitenta centavos. A cobradora, cordial, perguntou se ela teria uma moedinha de vinte e cinco centavos para facilitar e devolver um real. "Não", respondeu a mulher, parada na catraca, imóvel. A cobradora insistiu: "Então deixa por cinco reais, pra facilitar...". Mas a mulher exigiu seus oitenta centavos.
   "Eu não tenho moedas abaixo de um real agora", explicou a cobradora, já sem paciência. A mulher respondeu: "Problema seu! Quero meus oitenta centavos!". Exasperada, a cobradora sugeriu, misturando humor e cansaço: "Quer que eu pare o ônibus pra descer e procurar troco ou faça um abracadabra pra conseguir as moedas?" A mulher se indignou ainda mais, chamando a cobradora de atrevida.
    Antes de descobrir o desfecho, o ônibus chegou ao meu ponto. Desci com a cabeça cheia de números e a sensação de que, de alguma forma, até treinei aritmética com o conflito dos oitenta centavos.

Autor Desconhecido - Texto Adaptado
No texto "A Matemática do Troco no Ônibus", o autor narra uma situação que envolve um conflito sobre o troco da passagem. A cobradora sugere que a passageira pague cinco reais "para facilitar" e, ao perceber que não possui moedas para devolver o troco exato, utiliza uma resposta com humor e impaciência. Com base na interpretação do texto, assinale a alternativa que melhor descreve o efeito de sentido criado pela resposta da cobradora ao mencionar "abracadabra".
Alternativas
Q3132257 Português

TEXTO I

Aos 102 anos, idoso volta à sala de aula e inspira alunos.


     A sala de aula voltou a fazer parte da rotina do Pedro Francisco de Souza, de 102 anos. Nascido em Catu, na Bahia, ele se mudou ano passado para o Espírito Santo e, na nova cidade, resolveu voltar a estudar.

      Pedro hoje está na primeira etapa do Ensino de Jovens e Adultos (EJA), na rede municipal de Vitória. Ele tem sido um ótimo aluno e, segundo os professores, inspira muita gente mais nova! “Eu me sinto feliz e, por essa felicidade, ainda quero aprender mais para falar melhor com o público”, contou o idoso.

      Realização

     O ensino foi bastante escasso ao longo da vida de Pedro, embora ele tenha aprendido a ler e escrever. “Sem ler não podemos falar, não podemos fazer nada. É por isso que continuo estudando. Enquanto há vida, há esperança”, refletiu.

    Para Pedro, voltar à sala de aula é uma realização. O filho dele, André Souza, de 46 anos, disse que o pai adora cantar, tocar violão, conversar e ler a Bíblia e que ele é completamente independente. “Ele come sozinho, toma banho sozinho, faz tudo sozinho”, completou o filho orgulhoso.

     Inspiração para os mais jovens

     Pedro é um dos 200 alunos matriculados no EJA. E foi a idade o que mais chamou a atenção dos professores e outros colegas de sala dele, que também são idosos.

   André disse que essa nova rotina tem sido inspiradora também para ele. Pedro se sente orgulhoso por ser um motivador e tem cuidado melhor, inclusive, da própria saúde.


Disponível em: https:// https://cutt.ly/WmeFT2E. Acesso em: 26 jun. 2021 (adaptado).


Leia atentamente o texto, e responda à questão.

Releia este trecho.

“O ensino foi bastante escasso ao longo da vida de Pedro [...]”

A palavra “escasso”, nesse trecho, pode ser substituída, sem alterar o sentido original do trecho, por:
Alternativas
Q3131327 Português

Leia o texto e responda à questão que se segue.


A expressão “media” (grafia do texto), na Baixada Santista, em São Paulo, refere-se a um pão francês (ou pão de sal) de tamanho médio (nem muito pequeno, nem tão grandão). No entanto, a expressão pode se referir a um copo até a metade de café e a outra metade de leite, que é o uso que a narradora faz no texto. Sobre esse uso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3131325 Português

Leia o texto e responda à questão que se segue.


No fragmento ‘‘Parece que quando eu nasci o destino, marcou-me para passar fome’’, podemos identificar uma expressão de:
Alternativas
Q3130694 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte:


‘‘O psicólogo americano Jonathan Haidt sugere medidas radicais para mitigar os efeitos negativos das tecnologias digitais na saúde mental dos jovens’’.


A palavra em destaque pode ser substituída sem alteração de sentido por:

Alternativas
Q3129456 Português

Observe a imagem a seguir.



Q6.png (437×252)


Disponível em: <www.ivancabral.com>. Acesso em: 20 set. 2024.



A expressão “rede social” pode se referir tanto a um site ou aplicativo quanto à rede ocupada pelos integrantes daquela família. Trata-se de um mecanismo de produção de sentidos em textos denominado de

Alternativas
Q3129298 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


    Em meio ao crescente impacto ambiental da indústria da moda, os brechós surgem como uma resposta consciente e sustentável ao fenômeno do fast fashion, termo usado para definir a constante renovação das peças vendidas no varejo.  

    Com peças até 60% mais acessíveis do que as de grandes marcas, os brechós não apenas oferecem uma alternativa econômica, mas também promovem o consumo consciente de roupas, contrapondo a tendência de descarte rápido que domina o mercado atual.

      A indústria têxtil é uma das responsáveis pelo consumo excessivo dos recursos naturais, uma vez que necessita de muita água e de terrenos para o cultivo de algodão e outras fibras.

     Segundo relatório da Agência Europeia do Ambiente, a produção de uma única camiseta de algodão consome cerca de 2700 litros de água doce, quantidade média de água que uma pessoa bebe em dois anos e meio.

    Além disso, estima-se que essa indústria seja responsável por 10% de emissão dos gases causadores do efeito estufa, superando as emissões da aviação e do transporte marítimo juntos.


Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2024/04/17/brechos-populares-sao-alternativas-para-consumo-consciente-e-sustentavel-no-parana>. Acesso em: 19 set. 2024.

No terceiro parágrafo, as palavras “algodão” e “fibras” são utilizadas como
Alternativas
Q3128952 Português
       Ouço falar de escritores atemorizados, assombrados com sua própria morte. Escritores que não temem o lento definhar do corpo, não temem o desfalecer da mente num sono fatal. O que temem é um fim menor, é a morte de sua função. Sofrem com a ameaça cada vez mais concreta de que máquinas passem a realizar seu trabalho, ponham-se a escrever romances, poemas, crônicas, ensaios filosóficos. Sentem atordoados seus pobres cérebros ante a grandiosidade do cérebro eletrônico, sentem obsoletos seus caóticos neurônios em face de algoritmos bem mais ordeiros, mais eficazes.

       Esse receio já longevo e tratado em ficções demais ganhou contornos quase dramáticos nos últimos meses, desde a aparição de programas que criam textos inéditos de qualidade razoável, e da publicação dos primeiros romances de autoria eletrônica. O debate tem tomado mais de uma mesa de bar, mais de um fórum virtual, confrontando não exatamente máquinas e humanos, mas sim céticos e apocalípticos, calmos e atormentados. Os primeiros se riem da promessa descumprida, riem das precariedades da máquina, de sua absoluta inaptidão para o humor e o lirismo. Os segundos mantêm os cenhos franzidos e alertam com sabedoria: não se enganem, a máquina acaba de surgir, e há de se livrar das fraquezas em velocidade impressionante.

       De minha parte, se me permitem, prefiro permanecer desassombrado — a morte literal ainda me parece um terror mais palpável. Não que eu seja um cético, não duvido da capacidade robótica de nos abismar, confio que em pouco tempo computadores comporão obras consideráveis, e em muito tempo podem chegar a portentos literários. Mas desconfio é dos humanos: da nossa disposição de apreciar um romance bom carente de um autor, desprovido de uma figura anterior feita de carne e de sonho. Desconfio que não queiramos livros escritos sem suor e intenção, redigidos por seres insensíveis às desrazões da arte, por seres indiferentes à história humana, seu prazer, sua dor.


(Julián Fuks. Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/
julian-fuks/2023/05/13/a-nova-morte-do-autor-substituidoagora-pelo-cerebro-eletronico.htm. Adaptado)
Os termos em destaque no trecho − ... não duvido da capacidade robótica de nos abismar, confio que em pouco tempo computadores comporão obras consideráveis... (3° parágrafo) – apresentam como sinônimos, respectivamente, os termos: 
Alternativas
Q3128922 Português
Tu, místico

Tu, místico, vês uma significação em todas as coisas.
Para ti tudo tem um sentido velado.
Há uma coisa oculta em cada coisa que vês.
O que vês, vê-lo sempre para veres outra coisa.

Para mim, graças a ter olhos só para ver,
Eu vejo ausência de significação em todas as coisas;
Vejo-o e amo-me, porque ser uma coisa é não
significar nada.
Ser uma coisa é não ser suscetível de interpretação.

(“Poemas Inconjuntos”. In Poemas de Alberto
Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.)
A respeito de temas gramaticais diversos, analise as assertivas que seguem:

I. As palavras místico e suscetível são proparoxítonas.

II. Na frase Vejo-o e amo-me, porque ser uma coisa é não significar nada, a vírgula separa uma oração coordenada aditiva.

III. Na frase Ser uma coisa é não ser suscetível de interpretação, um sinônimo para suscetível é a palavra passível.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3128920 Português
Tu, místico

Tu, místico, vês uma significação em todas as coisas.
Para ti tudo tem um sentido velado.
Há uma coisa oculta em cada coisa que vês.
O que vês, vê-lo sempre para veres outra coisa.

Para mim, graças a ter olhos só para ver,
Eu vejo ausência de significação em todas as coisas;
Vejo-o e amo-me, porque ser uma coisa é não
significar nada.
Ser uma coisa é não ser suscetível de interpretação.

(“Poemas Inconjuntos”. In Poemas de Alberto
Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.)
A palavra místico no poema é usada para caracterizar uma forma de ver o mundo. Qual é o significado semântico da palavra nesse contexto?
Alternativas
Q3128472 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


As duas charges foram produzidas por artistas distintos − Helô D´Ângelo e Paulo Batista − e publicadas no mesmo veículo de comunicação, em momentos também diferentes. Apesar dessas distinções, os dois textos dialogam entre si.



Na charge de P. Batista, o autor faz um jogo de linguagem com a palavra "clara", que ocupa funções e sentidos diferentes nas frases. A respeito disso, marque a alternativa que corretamente define os sentidos da palavra "clara" no texto: 
Alternativas
Q3128223 Português
       Melhor pecar por ser óbvio do que por ser omisso: palavras são as menores unidades de sentido autônomo da escrita. Sendo assim, nenhum escriba conseguirá ir muito longe se não cultivar com elas, quase sempre por meio da leitura, uma intimidade pelo menos razoável.

       Isso significa – não apenas, mas em primeiro lugar – saber o que elas significam em estado de dicionário. No meu caso, não há maior inimigo da boa vontade que tenho para a leitura de um texto do que descobrir que seu autor usa, por exemplo, “literal” para o que é figurado e “latente” com o sentido de “patente”.

     Qual é o sentido de garantir a literalidade do que não tem nenhuma? A rigor, “a viagem me deixou literalmente morto de cansado” é uma afirmação que só poderia ser feita por um autor defunto como Brás Cubas.
   
       Problema semelhante tem uma frase como “Fulano me ligou em prantos; a dor dele com a separação é latente”. Não, não é. A dor do fulano talvez fosse latente antes do choro ao telefone. Depois, é patente.

     Alguns estudiosos argumentam que o uso, mesmo que a princípio esteja equivocado, acabará por normalizar tudo isso – se é que já não o fez. Todo idioma está fadado a mudar de feição o tempo todo, com as palavras ganhando pouco a pouco sutilezas que podem acabar por torná-las inteiramente diferentes do que foram um dia. É verdade. No entanto, quando a confusão recai sobre pares de antônimos tão perfeitos, acreditar que a ignorância venha a ser produtiva me parece um excesso de otimismo.



(Sérgio Rodrigues. Literalmente latente, mas talvez não.
www1.folha.uol.com.br, 28.06.2023. Adaptado)
O vocábulo destacado pode ser substituído pelo que está entre colchetes, gerando o sentido contrário e sem prejuízo da correção gramatical do trecho:
Alternativas
Q3127691 Português
Analise o texto abaixo para responder a questão.

Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro)

Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa 

    Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico. E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole.
    E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo" — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...]

(Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focarnuma-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024)

Assinale a alternativa que apresenta como o vocábulo “resiliência”, presente no título, deve ser entendido.
Alternativas
Q3127584 Português
A expressão “na mesma proporção” equivale a  
Alternativas
Q3127583 Português
No trecho “[...] o cabelo vai ficando cada vez mais grisalho.”, a palavra “grisalho” destacada pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por
Alternativas
Q3126850 Português
MARACUJÁ CONTRA O SOL

Revista Pesquisa FAPESP outubro 2024



Vendido em feiras livres do interior da Bahia e de Goiás, com polpa amarelada, ácida e teores altos de vitamina C, o maracujá-do-mato (Passiflora cincinnata), típico da Caatinga e do Cerrado, pode ganhar novas aplicações. Nove compostos químicos chamados flavonoides, extraídos das folhas, apresentaram efeito antioxidante e fotoprotetor, barrando os raios ultravioleta do Sol, in vitro, em um estudo que reuniu pesquisadores das universidades de São Paulo (USP), Federal do Vale do São Francisco (Univasf), do Porto, de Portugal, e Paris Cité, da França. Também in vitro, o extrato de folhas aumentou a eficácia de formulações comerciais, indicando que poderia ser usado como adjuvante para reduzir a quantidade de compostos sintéticos dos filtros solares e o risco de reações alérgicas. As folhas e frutos do também chamado maracujá-da-caatinga são usados para tratar insônia, ansiedade, hipertensão e inflamação. Na região Nordeste, a polpa é usada na produção de sucos, doces e cerveja, sendo as folhas descartadas. As flores são ornamentais, geralmente roxo-escuro, mas também rosa, lilás e branca (Chemistry and Biodiversity, agosto).


Retirado e adaptado de:
https://revistapesquisa.fapesp.br/pedaladascontra-o-parkinson/. Acesso em 01 nov 2024.
Analise o excerto retirado do texto para assinalar a alternativa correta: “As flores são ornamentais, geralmente roxo escuro, mas também rosa, lilás e branca”. 
Alternativas
Respostas
1801: C
1802: D
1803: A
1804: B
1805: D
1806: A
1807: A
1808: A
1809: D
1810: A
1811: C
1812: B
1813: C
1814: C
1815: D
1816: E
1817: D
1818: C
1819: D
1820: C